Estudo para os 12

Cinco pedras para mudar a história

I Samuel 17:32-41 O tempo é uma sucessão de minutos, que por sua vez são sucessões de segundos que são formados por sucessões de décimos, e assim por diante em frações cada vez menores do que denominamos o espaço de tempo. Contudo, existem tempos que de tão marcantes e importantes deveriam durar mais do que de fato duraram. Quem nunca se lembrou dos poucos minutos daquele inesquecível momento da dança sobre o som da valsa na formatura? Ou daqueles minutos da entrada do noivo e noiva e a famosa frase, eu os declaro casados. A estes momento parecem eterno. Qual pai se esqueceria daqueles precio­sos segundos em que, pela primeira vez, ouviu o estridente choro do filho que chegara ao mundo? Realmente, há segundos importantes demais na vida. Não são necessários muitos deles para que a bola ultrapasse o gol e atinja a rede dando a vitória a um time que por um ano inteiro lutou pelo título. Há tempos que de tão marcantes deveriam durar uma vida inteira e há segundos que estabelecem o curso do resto de uma vida. Certamente os segundos registrados entre os versículos 32 e 41 do capítulo 17 do primeiro livro do profeta Samuel marcaram a vida do jovem Davi. Foram poucos segundos que mudaram a vida dele para sempre. Vamos ao contexto: em façoes de segundos, Davi, a pedido do pai Jessé, levava comida para seus irmãos que estavam acampados em prontidão para a guer­ra. Ao chegar ao vale de Elá (local do acampamento), Davi viu-se diante do avanço inimigo. Ele sabia que os próximos segundos seriam decisivos. E na verdade foram. Ninguém poderia duelar com o gigante inimigo Golias. O melhor ho­mem do exército filisteu. E Davi logo percebeu que estava no lugar certo e, principalmente, na hora certa. Muitas vezes também nos vemos em situação semelhante. Era a hora certa para agir. O lugar era certo; o tempo, conveniente. Bastava uma coisa para que ele agisse. As ferramentas. Deus vai utilizar o que você possui para escrever seu nome na história. Geralmente eu digo que jamais podemos cobrar de uma pessoa aquilo que ela não possua. Você só pode oferecer do que você já tem. E é sobre isso que e eu quero falar. Davi não possuía armas letais, ele não era soldado e sim um pastor de ovelhas. Ele não dominava as técni­cas de lutas corporais e, provavelmente, jamais havia se envolvido em brigas ou lutas pessoais, a não ser quando teve de defender suas ovelhas. Ele era pastor e, como tal, sua preocupação se resumia em cuidar e apascentar o seu rebanho. Até que tentaram lhe dar uma armadu­ra com espada, mas isso não era o que Deus lhe havia dado. Davi recebera de Deus uma estratégia de usar cinco pedras. As cinco pedras utilizadas por ele para derrubar o gigante Golias apontam para o resultado de uma atitude daquele jovem diante de uma necessidade. O momento exigia isso. Quantas vezes podemos estar diante de momentos que nos exijam certas posturas? As cinco pe­dras de Davi mudaram a história. Dian­te deste quadro, o jovem manifestou alguns sentimentos. A indignação com a situação foi um deles. Ele não suportou a afronta de Golias contra Deus. O inconformismo com o que acontecia fez Davi tomar a iniciativa para mudar a situação. A radicalidade e o espírito de sacrifício também se manifestaram, uma vez que ele correu risco de morte naquela situação. A determinação foi outro di­ferencial, porque ele não se deteve diante das inti­midações de seus irmãos, de Saul e de Golias. Por fim o jovem demonstrou um sólido comprometi­mento com o propósito de Deus. Os outros soldados estavam envolvidos numa guerra, mas Davi estava comprometido na sua fé ao ponto de se dispor, mesmo que tivesse que morrer na batalha. Na história de Davi e Golias podemos aprender muitas lições sobre lide­rança e sobre a vida. Gostaria de tomar especificamente as cinco pedras que Davi usou para vencer Golias, e usá-las como ilustração de nove princípios espirituais vitais para sermos bem sucedidos em nossos desa­fios. Vejamos: 1. Cinco pedras nos falam de propósito. Se alguém perguntasse a Davi por­que ele estava pegando aquelas pedras não ouviria de sua boca que ele iria perder tempo ou brincar de qualquer coisa. As pedras tinham um propósito específico. Pedras podem ser usadas para inúmeras finalidades, mas aquelas cinco tinham um propósito específico. Não podemos perder o foco no decorrer do projeto em que Deus nos deu para executar. Se perdermos o propósito não venceremos a batalha. Líderes foca­dos no propósito não perdem tempo e também não precisam de muito tempo para cumprir o propósito de Deus. Eles aproveitam cada segundo. 2. Cinco pedras nos falam de inova­ção e mudança de paradigma. Nos dias de Davi não se menciona que fosse costume ir à guerra com uma funda, mas depois ficamos sabendo que depois desta vitória,  um batalhão de fundistas no exército foi formado (I Cr. 12:2, II Cr. 26:14). Deus sempre faz coisas novas atra­vés de seus escolhidos. Antes de Noé ninguém tinha feito uma arca; antes de Moisés não havia o Tabernáculo, Davi inovou fazendo um tabernáculo em Jerusalém; antes de Maria nenhuma virgem havia concebido. Igrejas que crescem, mudam para­digmas. Elas crescem por­que fizeram ou ensinaram algo novo. A Igreja na Coreia foi a primeira a estabelecer células; A Igreja na Co­lômbia criou os encontros. No início do século passado, as igrejas pentecostais inovaram com os dons do Espírito e os metodistas usaram os grupos de santi­dade e a pregação pública. Outros usaram o rádio, outros a televisão. Há muitos outros exemplos. Davi não se importou em inovar usando as pedras para vencer o inimi­go. Isto não significou a extinção da armadura e da espada. Na verdade Davi matou Golias com uma espada, mas o derrubou com uma pedra. Líderes mar­cantes utilizam o novo sem desprezar o que já foi estabelecido. Precisamos ser cuidadosos com aquilo que é novo, mas não devemos de pronto desprezar. Tudo o que é novo

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Trabalhando com Metas

I Coríntios 9:23 O Ap. Paulo um dos discípulos mais frutíferos de Jesus e um dos Apóstolos mais bem sucedidos, diz que seu ministério flui, mas não sem metas, e que seu trabalho não é disperso, mas focado. Se desejamos o sucesso pessoal e ministerial, precisamos aprender a trabalhar com metas bem definidas para cada área de nossa vida pessoal e ministerial. Muitas pessoas se assustam ou se sentem pressionadas ao ouvirem falar em metas, mas desde a tenra infância vivem sob os princípios de metas sucessivas, para alcançarem novos estágios em sua trajetória de vida. Por exemplo uma criança de seis anos é matriculada na pré-escola com a meta de alcançar o primário, e ao alcançá-lo, recebe a meta de seguir até o secundário, depois sua meta, vivida de forma natural, é terminar o curso superior e por fim a meta de ingressar no mercado de trabalho. Metas não nos atrapalham ou oprimem, metas nos ajudam a conquistar de forma mais ampla e rápida aquilo que almejamos. Metas são balizas que dão foco e ritmo ao nosso trabalho em direção ao futuro. Vamos analisar alguns aspectos importantes no uso das metas: 1. Para termos êxito precisamos de metas bem definidas Aquele que não trabalha com metas não tem visão do futuro e corre o risco de se desviar na caminhada. Mesmo tendo metas, nos deparamos com obstáculos que vem com o objetivo de nos impedir a conquista, imagine alguém sem metas claras, será muito mais facilmente disperso do alvo. Há uma diferença entre meta e alvo. Alvo é aquilo que quero alcançar, ou o lugar onde quero chegar. Metas são marcos estabelecidos ao longo da caminhada para que eu chegue ao alvo final. Ex1: Meu alvo é conquistar meus 12 este ano, então minha meta é ganhar e consolidar 4 discípulos novos a cada 3 meses. Ex2: Meu alvo é a salvação eterna em Cristo, então minha meta é viver em santidade e comunhão todos os dias na terra. 2. Metas são créditos dados por Deus que se baseiam em tempo x resultados Deus acredita em nós e quando nos desafia com metas, é porque sabe que poderemos, mediante o Seu Poder, alcançá-las. As metas não se referem apenas ao que desejo alcançar, mas também em quanto tempo vou realizá-lo.                Ex1: Até o fim do ano terei minha célula.                Ex2: Em dois anos pouparei R$ 50.000,00 3. Podemos estabelecer nossas próprias metas Nossos líderes podem nos dar metas, mas podemos estabelecer metas para nós mesmos. Ensine seus 12 a estabelecerem suas próprias metas. Ex: Para o próximo Encontro ou Fruto Fiel sente com seus 12 e diga que cada um determine a meta de quantos novos discípulos ele levará ao evento. Anote as metas ditas por eles nome por nome para depois lembrar dos alvos e supervisioná-los. O líder deve corrigir as metas se forem muito tímidas e também se forem exageradas (inatingíveis). É um exercício para cada líder aprender a avaliar e desenvolver seu próprio potencial. 4. Metas se baseiam em seu status x sua fé Deus sempre parte de algo que já temos em mãos. Ele perguntou a Moisés: “O que você tem na mão?” R: “Um cajado” (com este cajado você realizará milagres). Perguntou a viúva de Sarepta: “O que você tem em casa?” R: “Um pouco de farinha e de azeite” (com isto alimentarei a Elias, você e sua casa muitos dias). Perguntou a Davi: “O que você tem nas mãos?” R: “Uma funda e 5 pedras redondas” (isto será o suficiente para derrubarmos a Golias). Para fixarmos metas precisamos ver o que temos em mãos x aquilo que cremos que alcançaremos. É uma relação de quanto eu tenho x quanto quero ganhar.        Ex1: com R$ 50.000,00 investidos ganharei mais R$ 15.000,00.         Ex2: com meus 6 discípulos posso ganhar mais 12 discípulos. Deus em sua palavra sempre nos exorta a sermos criteriosos e conscientes na fé, porque agir pela fé é projetar uma conquista, mas não sem dimensionar com que recursos chegarei lá. Jesus nos ensina que se um homem for construir uma torre, deverá primeiro contabilizar seus recursos para não ter que parar sua obra no meio e também que se um rei decidir ir a guerra, antes deverá contar quantos soldados possui, para não ter que no meio da guerra pedir condições de paz. 5. epois de fixadas as metas envolva colaboradores e trabalhe por elas. Ex: No evangelismo: defina um tempo de oração e jejum, confesse sua meta de forma profética, distribua o trabalho à equipe, evangelize, convide, realize um evento de colheita e depois consolide o resultado, mantendo vivo o relacionamento com as pessoas alcançadas. 6. As metas devem ser supervisionadas durante e depois do resultado final. Devemos acompanhar os resultados em momentos anteriores até aos momentos finais, com o objetivo de implementar recursos, acelerar o trabalho e identificar possível falhas. Depois do momento final, devemos avaliar e verificar como os líderes se saíram frente ao desafio. Ex. Verificar na equipe quem alcançou a meta, quem a superou e quem não conseguiu. Isto gerará uma visão clara da condição individual e coletiva da equipe. Avalie as metas em equipe, mas use cada experiência para ensino e estímulo, nunca para expor resultados deficitários. 7. Traga correção e recompensa. A bíblia diz que Deus dará a cada um segundo as suas obras. Devemos sempre recompensar os que alcançaram ou ultrapassaram as metas (com um elogio, um presente, mais confiança) e ajudar os que não alcançaram chamando a parte e verificando quais as dificuldades encontradas pelo discípulo. Este talvez, seja o momento para ministrar cura, estimulo (fé) ou exortação, pois alguns tem pouco resultado por não estarem comprometidos com o propósito. Orar para que o Espírito nos ensine e capacite a trabalharmos eficazmente com as metas. Deus os abençoe, líder multiplicadores! Aps. Fábio e Claudia Abbud

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Os Quatro Pilares da Liderança

Êxodo 3 (todo) e 4:1 a 17 Todo projeto de Deus para a humanidade, se desenvolve através de lideranças espirituais levantadas e estabelecidas pelo Senhor. A liderança, além de ser uma força inerente à criação, é uma necessidade própria da vivência humana. Todos necessitam de líderes, até mesmo os que na sua inconsciência, não reconhecem isto. Nosso corpo é liderado por um cérebro, os animais se submetem a outros animais líderes e até os demónios se organizam e se submetem hierarquicamente. É impossível imaginarmos uma sociedade sem o princípio da liderança, pois este é um princípio intrínseco à ordem de tudo que foi criado. Uma sociedade sem liderança, não seria uma sociedade e sim um caos. A Bíblia também nos revela como Deus levantou e usou líderes para escrever cada momento de nossa história até aqui. Adão e Eva para gerar a humanidade, Noé e sua família para depurá-la, Abraão para gerar uma nação segundo a fé, Moisés para libertar este povo, Josué para introduzi-lo na terra da sua promessa, Saul para governá-lo politicamente e Davi espiritualmente, Jesus para nos salvar da condenação do pecado e os Apóstolos para multiplicar a fé entre as nações. Toda liderança na Terra é constituída por Deus, tanto a secular, quanto a espiritual, e esta apoia-se basicamente em quatro pilares : 1. O Chamado Todo membro do Corpo de Cristo, tem um chamado à exercer liderança espiritual sobre este mundo. Não somos nós que escolhemos, ser ou não líderes espirituais, esta é uma escolha de Deus para cada um de nós. Abrão não conhecia o Senhor, mas o Senhor o chamou para andar em sua presença e cumprir seu propósito. Isaías 51: 2 Olhai para vosso pai Abraão e para Sara, que vos deu à luz, porque ele era único, quando eu o chamei, o abençoei e o multipliquei. Moisés não conhecia o Senhor, mas o Senhor o conhecia e o chamou para uma missão específica: Ex. 3: 10 diz: Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel do Egito. Assim como Abrão, Moisés e tantos outros homens e mulheres de Deus, não fomos chamados somente para sermos salvos, mas para levarmos a salvação a outros, este é um chamado, sem excessão, para todos os que estão em Cristo. Talvez você não tenha escolhido isto pra si, mas pode ter certeza de que Deus te escolheu para isto, ser um líder espiritual nesta geração. Os que têm seu entendimento aberto, compreendem que ser chamado a liderança, é uma honra concedida por Deus, como declara Hb. 5: 4, Ninguém, pois toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão. Ninguém pode se projetar para a liderança sem ter sido escolhido por Deus, mas também não devemos nos omitir do nosso chamado, para não aborrecermos ao Senhor. Quem rejeita seu chamado à liderança, está deixando de fazer o bem a si mesmo, e a muitos de seus semelhantes. Enquanto alguns dizem: não quero ser líder, pois quero curtir a vida, muitos outros estão morrendo, por falta de quem lhes anuncie a Vida Eterna. 2. A Saúde da Alma A saúde da alma deriva da saúde espiritual, ou seja, a santidade. Quando Moisés aproximou-se de Deus, foi advertido: Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás, é terra santa. Assumirmos nossa nova identidade espiritual e nosso chamado à autoridade, requer santificação. Provavelmente as sandálias de Moisés ainda carregavam o sangue do homem egípcio que ele havia matado. Muitos dos que hoje tem um chamado em Cristo, não conseguem assumi-lo ou desenvolvê-lo, porque ainda carregam consigo marcas trazidas do mundo. Assim como o Egito precisava ser tirado de dentro de Moisés, para que ele se tornasse um príncipe nas mãos do Senhor, o mundo precisa ser radicalmente tirado de dentro de nós, para que nos tornemos líderes, segundo o projeto de Deus. Moisés precisou de cura de alma, pois sofria de baixa-autoestima, medo, e complexo por deficiência física. Quando o Senhor disse: te enviarei a Faraó, Moisés respondeu : quem sou eu para ir a Faraó ? (vs. 11). Quando o Senhor transformou seu bordão em uma cobra, Moisés, com medo, fugia dela. (vs. 3). Serpentes e escorpiões para pessoas que vivem em desertos, são brinquedos para as crianças. Quando o Senhor disse que Moisés seria seu porta-voz a Faraó, Moisés começou a referir-se a seu defeito na fala, pois se sentia incapaz por conta deste. A todos quantos Deus chama, ele também cura e capacita. Quando Moisés questionou sobre quem era ele para ir a Faraó, o Senhor respondeu: Você não irá para falar sobre quem você é, e sim sobre quem EU SOU. Em nossa missão espiritual não importa quem somos, mas sim quem é Aquele que nos enviou. O Senhor fez Moisés vencer o medo, levando-o a pegar a serpente pela cauda. Só venceremos nossos medos, se decidirmos enfrentá-los. O Senhor de forma sobrenatural curou a Moisés, mostrando-lhe que sua alma estava doente (vs. 6). Mete agora, a mão no peito. Ele o fez, e, tirando-a, eis que a mão estava leprosa, branca como a neve. Disse ainda o Senhor: Torna a meter a mão no peito. Ele a meteu novamente, e quando a tirou, eis que se havia tornado como o restante de sua carne. Muitas das escusas, fobias e fugas de muitos, diante do chamado a liderança, estão ligadas as enfermidades (lepras) que ainda não foram curadas em suas almas. Somos, no entanto, uma geração chamada a esta cura emocional, porque fomos também chamados, para ser grandes líderes neste tempo. Ninguém será um grande líder, com uma alma insegura e ferida. A Visão em células no M12 é uma visão de batalha espiritual, onde satanás levantará contra nós, inimigos externos e internos (através de pessoas de fora e também de dentro ). Se nossa alma não for curada e não soubermos agir com mansidão e sabedoria, diante de situações com pessoas, podemos perder

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Vencendo as Provas e Tribulações pela Fé

Atos 14:19 a 22 Muitos cristãos dos dias de hoje não entendem que provas e tribulações, fazem parte da caminhada com Jesus, e que são permitidas por Deus, para que sejamos forjados segundo o caráter de Cristo. Alguns ao passarem por estas lutas, desanimam no ministério, outros quase desfalecem na fé e outros começam a dizer que Deus se esqueceu deles, tudo porque a igreja de hoje, precisa entender um pouco mais profundamente o que é o evangelho. Vejam o que diz o vs. 22: fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé e mostrando que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus. As provas e tribulações fazem, obrigatoriamente, parte da vida Cristã e foram também previstas pelo próprio Senhor Jesus, quando disse: no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo (ou seja, tenham fé) pois eu venci o mundo. Nossas lutas no mundo, não devem nos abater e sim nos treinar na fé, pois se soubermos usá-la em meio às provas, seremos sempre mais que vencedores. Vejam o que diz 1 Jo. 5:4: "porque todo o que é nascido de Deus, vence o mundo, e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé." Algumas provas são fruto de ataques de Satanás a nossa vida, e principalmente a nossa mente. Estes ataques têm um único objetivo: abalar nossa fé e comunhão com Deus e nos afastar do Senhor espiritualmente. Quanto a isto, importa que tenhamos bem claro que uma pessoa pode começar a afastar-se de Deus, mesmo estando na igreja e em meio ao Corpo. Este afastamento se dá quando o pecado começa a alcançar meu coração, através de coisas que eu penso, que eu escuto, como fofocas, críticas, murmurações, quando eu me magoo com alguém. Também quando eu falho na prática dos princípios, eu me contamino, e abro brechas para que Satanás venha promover apostasia (esfriamento espiritual). Isto pode acontecer com novos convertidos, discípulos maduros, líderes, pastores e apóstolos. É preciso muito cuidado, pois está escrito: quem está de pé, cuide-se para que não caia. Satanás não quer apenas roubar sua fé, ele quer também sua posição, e depois de contaminá-lo, ele lança em sua mente pensamentos do tipo: será que eu tenho mesmo chamado para ser um líder? Será que ainda devo fazer parte desta equipe de doze? Há vários tipos de provas: Espirituais (opressões), Emocionais (frustrações, tristeza, problemas familiares) e físicas (enfermidades e problemas materiais). O Ap. Paulo neste texto, sofreu um ataque nos três níveis simultaneamente, por estar exercendo seu ministério (foi apedrejado, ficando como morto). Nós cristãos modernos, precisamos aprender que as provas têm a permissão de Deus, podem ser fruto de brechas na nossa santidade, mas também podem não ter nenhuma relação com nossas falhas. Outro aspecto é que Deus não tem prazer em nos fazer sofrer, como garante Lm. 3:33: "porque o Senhor não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens." Quando Deus permite que passemos por provas, seu intento é forjar nosso homem interior, para elevá-lo a estatura do homem perfeito que é Cristo. Nós como líderes, precisamos deste treinamento, pois se não soubermos vencer nossas próprias guerras, como poderemos ajudar nossos discípulos a vencerem as deles? Nenhuma luta por mais difícil que seja, deve nos fazer desistir do ministério. Note que Paulo estava desmaiado, quase morto, mas quando os discípulos o rodearam, levantou-se e prosseguiu em sua missão. Um líder verdadeiro, por mais que esteja fragilizado e ferido, sempre será fortalecido ao olhar para os frutos do seu amor e do seu trabalho. As provas nos aprimoram, e nossos inimigos nos treinam para que sejamos melhores. Como podemos vencer nossas guerras? 1. Crendo que o amor de Deus é incondicional e eterno. O Senhor nunca nos deixa, mesmo quando permite que passemos por provas. Foi assim com Daniel na cova dos leões, com seus amigos na fornalha da aflição, com o Ap. Pedro ao aguardar sua execução determinada por Herodes. Ele diz em sua palavra: "Eu jamais te deixarei, nunca, jamais te abandonarei." Hb. 13:5. Nossas maiores experiências com Deus, serão vividas em momentos de aflição, pois Ele sempre socorre os de coração contrito e abatido. 2. Feche todas as brechas. Nem toda tribulação é fruto de brechas, mas se elas existirem, darão oportunidades a Satanás para que venha nos afastar de Deus e do propósito. Ore e peça a Deus que lhe revele se você está falhando, e onde? Depois de orar, seja humilde e peça ajuda a seu líder neste sentido, ele poderá direcioná-lo e ajudá-lo a encontrar as saídas. Atenção: as guerras espirituais, nós não devemos enfrentar sozinhos. 3. Reaja com jejum e oração, não se entregue ao inimigo. A palavra nos ordena: "sujeitai-vos a Deus, e resisti ao diabo, e ele fugirá de vós". Nestas horas é importante não nos desesperarmos, não nos entregarmos, não murmurarmos, e não colocarmos a culpa em Deus ou nos líderes como alguns fazem se revoltando ou se isolando. O isolamento é o que o inimigo mais deseja. No reino animal quando os predadores felinos atacam, a presa que se isolar do bando atacado, é o jantar da noite. Devemos em meio às provas, nos firmar no Corpo e reagir com armas espiritais, como jejum, oração, palavras proféticas, ofertas e paciência, pois Deus peleja por nós, e se Deus é por nós, quem será contra nós? 4. Não se desvie do propósito. Há no seio da igreja vários discípulos paralisados pelo inimigo, justamente porque seus corações se desviaram do propósito de Deus. Muitos que tinham um chamado ao ministério, que tinham uma célula ou até uma geração, esfriaram e perderam seus frutos, porque seus corações desviaram-se para os sonhos pessoais, o cuidado excessivo da família ou para a busca ansiosa por trabalho e dinheiro. Em toda minha experiência até aqui, nunca vi isto dar certo, só vi frustrações, perdas e pessoas se desviando e caindo. A brecha neste caso, é justamente o pecado do desequilíbrio entre os sonhos

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Tema: Consolidação: A ferramenta de Deus para Conservar a Liderança

“E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” At. 2 : 47 Se você é um discípulo ou um líder na visão, não se permita andar desmotivado, como quem não tem mais propósitos, sonhos e alvos a serem realizados. Deus hoje quer falar com você! Você que perdeu o primeiro amor, deixou o ânimo de lado, voltou a crucificar Jesus pelas suas atitudes, que está dentro da comunidade, mas se comporta como o irmão do filho pródigo, condenando a seus irmãos e já não sabe mais o direito de herança que tem, você precisa de um renovo, ou seja, precisa ser verdadeiramente consolidado na vida cristã e no propósito: Ganhar vidas e consolidá-las na fé em Cristo. Todos precisam de consolidação, todos devem experimentar o consolidar a outros. O tema consolidação, além de ser restaurador, traz consigo muita motivação. Cuidar de vidas é um desafio, dá trabalho, mas nos dá um nível de satisfação que outros bens desta vida não podem dar. Qual é o ser humano que não está precisando ser consolidado, amparado, ajudado, socorrido em uma área específica? Nós não podemos nos esquecer de fatores que são de fundamental importância para não falharmos no processo da consolidação.      A consolidação é como o verbo no gerúndio, uma ação contínua, (orando, amando, cuidando) que está sempre indo ao encontro de alguém ou de algo. Não é algo estático, mas dinâmico e processual. Não podemos nos esquecer jamais, dessas características. É algo que precisa estar muito claro em nossas mentes. Quando começamos a cuidar de vidas, além de enfrentarmos a guerra que o cotidiano nos apresenta, somos levados a tirar a ovelha, o discípulo, da boca do lobo diariamente, por isso consolidação demanda sermos vigilantes. Então, além da nossa guerra pessoal, temos que tomar as guerras dos outros. Alguns dizem: Eu não tenho condições de cuidar da minha própria vida, como cuidarei da vida dos outros? Para muitos, essa afirmação é uma verdade. Realmente precisam ainda de consolidação, para depois consolidarem a outros. Quem não foi consolidado, não está apto para consolidar, e quem não está sendo constantemente consolidado, não saberá consolidar os mais carentes. Outros, porém, têm usado isso como desculpa para nunca se envolverem com a obra do Senhor. Estão na Igreja há anos, apenas recebendo e nunca se sentem preparados para cuidar de vidas… Deus quer despertá-los!  A consolidação é uma ferramenta de Deus. A Visão sem consolidação é como um bebê sem alimento, que vai se desnutrindo até chegar ao óbito. Por que muitos não têm alcançado sucesso na Visão? Porque não atentaram para essa chave maravilhosa chamada consolidação. Uma Igreja em crescimento não pode deixar de lado este processo, pois a consolidação não é um gabinete enfeitado, uma ficha cadastral bem preenchida, uma equipe treinada tecnicamente. Tudo isso é importante, mas não é fundamental. O fundamental é o investimento contínuo, a atitude consolidadora permanente. Aquele que começou a obra tem que completá-la. Aquele que começou a consolidar tem que cumprir o seu papel até o final. A consolidação é similar ao processo de crescimento de uma pessoa – da educação básica até o amadurecimento para um matrimônio. A consolidação é a base da formação. Sem ela o crescimento não é verdadeiro e a multiplicação nunca acontecerá, pois é nessa formação que nascem os 12.      Quando estamos responsáveis por uma vida, é nosso dever alimentá-la até que esteja madura para tomar decisões, ciente que uma pessoa que é discípula nunca despreza o conselho, sempre busca ajuda para estar caminhando com mais segurança. Como fazer uma consolidação com sucesso? Alguns procedimentos são necessários: 1. Saber o valor de cada vida. O coração de Deus está cheio de almas perdidas. Então, se eu amo vidas, é minha obrigação buscá-las. Ou amamos vidas ou morremos (Gn. 30:1). Cada vida vale mais que o mundo todo. Se nós levarmos esse princípio a sério, com certeza o nosso caráter consolidador será ajustado e a nossa eficácia redobrada.             Devemos crer que ganhar vidas reflete um espírito de sabedoria, pois quem ganha almas é sábio (Pv. 11: 30 ). A questão, porém, não é só ganhar muitas almas, mas consolidar a todas que forem ganhas. Jesus disse: de todos que o Pai me deu, nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição como a respeito dele estava escrito. Nem todos permanecerão, mas devemos fazer a nossa parte, consolidando de forma plena e contínua a cada vida que Deus nos permitir ganhar. 2. Investir incansavelmente. No processo de consolidação muitos desistem facilmente. Imagine algo: Se a cada cara feia que você fizesse, a cada mau humor que você deixasse escapar, a cada grosseria que você permitisse no comportamento, a cada ofensa que você fizesse as pessoas, a cada reação negativa no seu comportamento, você recebesse um julgamento e Deus desistisse de investir em você, o que seria da sua vida? Sei que nós já fizemos muitas coisas feias, desagradáveis, reprováveis e muito vergonhosas, porém Deus continuou acreditando e vai sempre acreditar em nós! Se Deus decidiu não desistir de mim, vou correr também atrás daquele que está desistido, vou socorrê-lo, vou ministrar-lhe um novo ânimo, vou ajudá-lo a administrar os prejuízos e as consequências dos seus erros, serei a ferramenta consolidadora usada pela mão do próprio Deus para trazer de volta os que estão distantes, e serei usado para manter firmes, os que estão perto. Tudo isso, lembrando sempre que a consolidação é um processo contínuo, que mantém os que estão perto, e busca os que saíram! Faça-se uma pergunta: De quantos Jesus desistiu? Jesus nunca desistiu de ninguém. Para Ele uma vida é tão importante que Ele decidiu morrer só para nos salvar. Então, a consolidação bíblica não aceita perder, pois a perda é a derrota!     "Enquanto eu estava com eles, eu os guardava no Teu nome que me deste; e os conservei, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que se cumprisse a

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Consolidação: A ferramenta de Deus para Conservar a Liderança.

“E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” At. 2 : 47 Se você é um discípulo ou um líder na visão, não se permita andar desmotivado, como quem não tem mais propósitos, sonhos e alvos a serem realizados. Deus hoje quer falar com você! Você que perdeu o primeiro amor, deixou o ânimo de lado, voltou a crucificar Jesus pelas suas atitudes, que está dentro da comunidade, mas se comporta como o irmão do filho pródigo, condenando a seus irmãos e já não sabe mais o direito de herança que tem, você precisa de um renovo, ou seja, precisa ser verdadeiramente consolidado na vida cristã e no propósito: Ganhar vidas e consolidá-las na fé em Cristo. Todos precisam de consolidação, todos devem experimentar o consolidar a outros. O tema consolidação, além de ser restaurador, traz consigo muita motivação. Cuidar de vidas é um desafio, dá trabalho, mas nos dá um nível de satisfação que outros bens desta vida não podem dar. Qual é o ser humano que não está precisando ser consolidado, amparado, ajudado, socorrido em uma área específica? Nós não podemos nos esquecer de fatores que são de fundamental importância para não falharmos no processo da consolidação.      A consolidação é como o verbo no gerúndio, uma ação contínua, (orando, amando, cuidando) que está sempre indo ao encontro de alguém ou de algo. Não é algo estático, mas dinâmico e processual. Não podemos nos esquecer jamais, dessas características. É algo que precisa estar muito claro em nossas mentes. Quando começamos a cuidar de vidas, além de enfrentarmos a guerra que o cotidiano nos apresenta, somos levados a tirar a ovelha, o discípulo, da boca do lobo diariamente, por isso consolidação demanda sermos vigilantes. Então, além da nossa guerra pessoal, temos que tomar as guerras dos outros. Alguns dizem: Eu não tenho condições de cuidar da minha própria vida, como cuidarei da vida dos outros? Para muitos, essa afirmação é uma verdade. Realmente precisam ainda de consolidação, para depois consolidarem a outros. Quem não foi consolidado, não está apto para consolidar, e quem não está sendo constantemente consolidado, não saberá consolidar os mais carentes. Outros, porém, têm usado isso como desculpa para nunca se envolverem com a obra do Senhor. Estão na Igreja há anos, apenas recebendo e nunca se sentem preparados para cuidar de vidas… Deus quer despertá-los!  A consolidação é uma ferramenta de Deus. A Visão sem consolidação é como um bebê sem alimento, que vai se desnutrindo até chegar ao óbito. Por que muitos não têm alcançado sucesso na Visão? Porque não atentaram para essa chave maravilhosa chamada consolidação. Uma Igreja em crescimento não pode deixar de lado este processo, pois a consolidação não é um gabinete enfeitado, uma ficha cadastral bem preenchida, uma equipe treinada tecnicamente. Tudo isso é importante, mas não é fundamental. O fundamental é o investimento contínuo, a atitude consolidadora permanente. Aquele que começou a obra tem que completá-la. Aquele que começou a consolidar tem que cumprir o seu papel até o final. A consolidação é similar ao processo de crescimento de uma pessoa – da educação básica até o amadurecimento para um matrimônio. A consolidação é a base da formação. Sem ela o crescimento não é verdadeiro e a multiplicação nunca acontecerá, pois é nessa formação que nascem os 12.      Quando estamos responsáveis por uma vida, é nosso dever alimentá-la até que esteja madura para tomar decisões, ciente que uma pessoa que é discípula nunca despreza o conselho, sempre busca ajuda para estar caminhando com mais segurança. Como fazer uma consolidação com sucesso? Alguns procedimentos são necessários: 1. Saber o valor de cada vida. O coração de Deus está cheio de almas perdidas. Então, se eu amo vidas, é minha obrigação buscá-las. Ou amamos vidas ou morremos (Gn. 30:1). Cada vida vale mais que o mundo todo. Se nós levarmos esse princípio a sério, com certeza o nosso caráter consolidador será ajustado e a nossa eficácia redobrada.             Devemos crer que ganhar vidas reflete um espírito de sabedoria, pois quem ganha almas é sábio (Pv. 11: 30 ). A questão, porém, não é só ganhar muitas almas, mas consolidar a todas que forem ganhas. Jesus disse: de todos que o Pai me deu, nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição como a respeito dele estava escrito. Nem todos permanecerão, mas devemos fazer a nossa parte, consolidando de forma plena e contínua a cada vida que Deus nos permitir ganhar. 2. Investir incansavelmente. No processo de consolidação muitos desistem facilmente. Imagine algo: Se a cada cara feia que você fizesse, a cada mau humor que você deixasse escapar, a cada grosseria que você permitisse no comportamento, a cada ofensa que você fizesse as pessoas, a cada reação negativa no seu comportamento, você recebesse um julgamento e Deus desistisse de investir em você, o que seria da sua vida? Sei que nós já fizemos muitas coisas feias, desagradáveis, reprováveis e muito vergonhosas, porém Deus continuou acreditando e vai sempre acreditar em nós! Se Deus decidiu não desistir de mim, vou correr também atrás daquele que está desistido, vou socorrê-lo, vou ministrar-lhe um novo ânimo, vou ajudá-lo a administrar os prejuízos e as consequências dos seus erros, serei a ferramenta consolidadora usada pela mão do próprio Deus para trazer de volta os que estão distantes, e serei usado para manter firmes, os que estão perto. Tudo isso, lembrando sempre que a consolidação é um processo contínuo, que mantém os que estão perto, e busca os que saíram! Faça-se uma pergunta: De quantos Jesus desistiu? Jesus nunca desistiu de ninguém. Para Ele uma vida é tão importante que Ele decidiu morrer só para nos salvar. Então, a consolidação bíblica não aceita perder, pois a perda é a derrota!   "Enquanto eu estava com eles, eu os guardava no Teu nome que me deste; e os conservei, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que se cumprisse a

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O caminho da maturidade é longo

Hebreus 6:1; Rom 8:35 A nobreza humana é fruto do longo caminho percorrido por aqueles que, com perseverança, amor, bondade e fidelidade, vão escrevendo sua história. Tenho me perguntado com relativa frequência: por que as pessoas são tão resistentes ao amadurecimento? Por que tem se tornado tão raro ver homens e mulheres crescendo emocionalmente e espiritualmente na igreja e na sociedade? Convivo em relacionamentos com pessoas no ministério desde 1979, vejo que, apesar de todas as experiências já vividas, depois de terem lido bons livros, conversado com pessoas maduras e inteligentes, de terem passado por escolas e universidades, ouvirem boas palestras e saberem quase tudo o que a Bíblia ensina, muitas permanecem imaturas, poucas chegam no patamar da maturidade. Há pessoas que não amadurecem porque resistem com todas as forças a qualquer mudança; repetem os mesmos erros, as mesmas dúvidas, os mesmos sentimentos de rejeição; implicam com as mesmas coisas, oram pelos mesmos assuntos, brigam as velhas brigas. Dão a impressão de que não avançaram um milímetro no caminho do amadurecimento, não subiram nenhum degrau na escada do crescimento, não deram nenhum passo em direção da estatura de Cristo. Alguns dão a impressão de que, na verdade, andaram para trás, retrocederam, tornaram-se piores do que já foram. Basta olhar à volta e ver como as pessoas estão envelhecendo. É raro encontrar hoje um idoso maduro, sábio, bem humorado, destes que já viveram o bastante e souberam aproveitar cada experiência, que não vivem por aí resmungando e reclamando da vida, lamentando a idade e as oportunidades perdidas.   É raro ver alguém que têm sempre uma boa palavra, um bom conselho; sabem envelhecer e não ficam procurando, pateticamente, viverem como um adolescente, achando que é bonito em retroceder e que a velhice é um estágio da vida que precisa ser deletado. Penso que a resistência ao amadurecimento tem alguma relação com a resistência ao envelhecimento. Certamente, há muitas razões para a letargia emocional e espiritual em que nos encontramos hoje. Na verdade, ao olharmos para as virtudes cristãs, vamos perceber que, uma a uma, vêm sendo desprezadas e desconsideradas em nossa gloriosa civilização moderna e tecnológica. Humildade, simplicidade, pureza, generosidade, amor, bondade, paciência, coragem, lealdade, fidelidade, perseverança e gratidão vêm sendo substituídos na nossa sociedade por orgulho, vaidade, ambição, egoísmo, pressa, luxúria, inveja, traição, inconstância e ciúme. Fazemos parte de uma geração que não sabe mais amar; que transformou o velho pecado da ambição na virtude da competência e da competitividade; que fez da vaidade a porta de acesso às banalidades sociais e do egoísmo uma arma de sobrevivência. A paciência há muito deixou de ser uma virtude e, em seu lugar, cresceu o espírito da urgência e da pressa que, com seu pragmatismo funcional, atropelou o longo caminho da construção da dignidade e da honra. O sentimento de gratidão vem sendo substituído pela luta pelo direito e não há mais em nós aquele sentimento de dívida, que, no passado, moldou o caráter das pessoas que contribuíram com seu sacrifício para com o reino de Deus e para a humanidade. Precisamos reconhecer, com profunda gratidão, que tudo o que temos nos foi doado por Deus em Cristo Jesus. O amor e a pureza no mundo perderam sua nobreza, transformando o corpo num artigo barato, usando a sensualidade como moeda para adquirir alguns momentos de euforia sexual. É assim que as pessoas chegam hoje na igreja, com todas estas deficiências e debilidades emocionais e espirituais, e mais do que nunca, precisamos de direção, sabedoria, estratégias, capacitação e unção. Mais do que nunca precisamos estar juntos, unidos e leais aos princípios eternos, fazendo da ética e da honra nossa arma para vencer toda frieza e individualidade, trabalhando para que esta realidade não se torne normal na igreja, pois a nossa formação refletirá nos nossos doze e gerações presente e vindoura. Tenho falado e alertando nossos discípulos contra o perigo dos atalhos. A nobreza humana é fruto do longo caminho percorrido por aqueles que, com paciência e perseverança, gratidão, submissão, respeito, amor, bondade, fidelidade e lealdade, vão escrevendo sua história rumo à maturidade. Devemos ser pessoas que sabem aproveitar cada experiência vivida, que não fogem do desafio e da dor da perda e do fracasso que podem acontecer, precisamos reconhecem que tudo o que tem valor para formação de um líder encontra-se nas profundezas da alma e precisam ser garimpados com paciência e perseverança. Há uma metáfora do apóstolo Paulo que nos ajuda a entender isso. Ele compara a vida a uma corrida, na qual, para ganhar o prêmio, o corredor precisa de duas coisas: manter diante de si o alvo e ter disciplina. Para ele, a vida deveria ser olhada assim. Ele afirma que corria como quem sabe aonde quer chegar e, como todo atleta, impunha sobre si a disciplina necessária para ter a certeza de que não correu em vão. A imaturidade é o resultado de uma história vivida sem consciência de destino e sem disciplina. A sensação de vazio, o tédio e falta de significado é o que move as novas gerações. Não se vê mais um sentido de missão ou consciência vocacional; não se sabe para onde caminham e nem os valores que abraçam. Os apelos da propaganda, as inúmeras ofertas e possibilidades, a agitação das festas e bares, os convites para as mais variadas atividades, levam a uma falsa sensação de preenchimento e significado que podem comprometer alguns discípulos distraídos e distantes. Contudo, quando as luzes se apagam, o barulho cessa, a multidão desaparece e a ressaca acaba, não sobra nada a não ser um vazio que insiste em dizer, silenciosamente, que o caminho não é este, que o alvo se perdeu, que as forças estão se esvaindo e o tédio começa a bater mais fortemente na porta. A maturidade tornou-se um artigo raro na sociedade pós-moderna. Quando vemos um casal se preparando para se casar, logo nasce em nosso coração uma preocupação com a maturidade do casal, pois na maioria não estão preparados para celebrar uma aliança

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Tema: Levantando gerações de líderes

Isaías 58: 11 e 12 Ao longo da caminhada na Visão M12, surgem momentos em que nos perguntamos: Será que estou na direção certa? Será que estou trabalhando de forma correta? Qual será o próximo passo? O versículo 11 de Isaías cap. 58 nos transmite segurança e conforto, quando nos revela que se estivermos empenhados em cuidar de vidas, seremos guiados continuamente peto Espírito de Deus. O texto assegura que o Senhor nos guiará, nos fartará a alma e fará de nós um manancial inesgotável. A Visão é um mover divino que promove o fortalecimento do espírito, a cura da alma, a prosperidade material, gerando a satisfação e a restauração do indivíduo, da família, da igreja e consequentemente do mundo, que será transformado pela ação da igreja. Neste sentido, cada pessoa que galga os passos da Visão, é um alvo permanente da ação transformadora do Espírito Santo, que não apenas nos restaura plenamente, mas também transforma cada pessoa em um restaurador do mundo ao seu redor. O versículo 12 diz que seremos chamados de "Restaurador de Veredas" para que o país se torne habitável. Note que estes dois versículos revelam a amplitude do propósito da Visão, que vai desde a edificação de cada pessoa, até a restauração da nação como um todo. Estamos engajados num projeto que é muito maior que nosso ministério e que vai muito além dos limites da igreja tocai. A Visão veio como uma última reforma na igreja, para que as famílias, os bairros, as cidades e as nações da Terra sejam tomadas para Cristo. Este é um sonho tão distante para muitos, mas muito claro para nós, que podemos perceber por revelação, que a Visão vem cumprir a profecia de Isaias 11:9 que diz: Assim como as águas cobrem o mar, a terra se encherá do conhecimento do Senhor. Num futuro mais próximo do que imaginamos, todas as nações terão o conhecimento e o temor do Senhor, pois o poder sobrenatural de Deus está promovendo isto. Vivemos dias proféticos de avivamento, onde o Espírito do Senhor está se derramando sobre toda a carne. Joel. 2: 28. O avivamento será mais fácil, mais rápido e mais perfeito, principalmente se não esquecermos que a Visão é de Deus e não humana. (Não somos nós que fazemos a Visão acontecer, mas o Senhor que a realiza através de nós). Nosso papel neste processo é: 1. Nos mantermos dependentes e íntimos de Deus. Precisamos manter a dependência do Espírito Santo, para que Ele nos dirija e capacite. Nossa permanente busca por santidade e intimidade, conservará nosso discernimento e nos manterá firmes no propósito central, que é fazer discípulos. Muitos líderes receberam a chamada, mas perderam o foco e consequentemente, a unção e o resultado. Se estivermos no centro da vontade de Deus, seremos uma fonte inesgotável para dessedentar nações. 2. Nos mantermos sob uma cobertura. Quando Deus determina em sua palavra que nos submetamos as autoridades por Ele constituídas na Terra, o Senhor está deixando claro que todos nós precisamos ter um líder. Em todo o trato bíblico, a visão de liderança é estabelecida na vida dos homens de Deus, exemplificada na autoridade familiar, na autoridade dos patriarcas, dos juízes, dos reis, dos sacerdotes (pessoas escolhiam e assalariavam sacerdotes para si) e por fim dos apóstolos, que se tornaram o governo da Igreja de Cristo. Quando de fato estamos sob uma cobertura, recebemos da autoridade delegada por esta cobertura, para o cumprimento da missão proposta pela mesma (Ex.: Mt. 28 Toda autoridade dada a Jesus foi delegada para um propósito, fazer discípulos de todas as nações). Se queremos fazer discípulos, precisamos primeiro ser discípulos, pois esta é uma questão de legitimidade e de autoridade. 3. Investirmos no discipulado. O grande diferencial do modelo deixado por Jesus é o discipulado de 12. Jesus mesmo sendo o próprio Deus na terra não investiu nas multidões. Ele concentrou-se em formar 12 líderes, transmitindo a eles uma Visão e uma Unção. No princípio eram só discípulos, mas com o trabalhar de Deus em seu caráter e sua estrutura espiritual, tornaram-se líderes de nações. A Visão tem dois momentos: o primeiro em que trabalhamos para que se forme nas pessoas o caráter de discípulos, e o segundo, quando nosso desafio é despertar o líder que há dentro de cada uma delas. A primeira fase se desenvolve pela consolidação e pela convivência numa célula, porém a segunda só se torna viável se houver uma relação de discipulado. Depois que um novo convertido está frequentando regularmente uma célula e as aulas da escola de líderes, ele precisa ser convidado para uma equipe de 12 para ser discipulado. Ninguém será forjado um líder sem saber quem é seu líder, por uma questão de referência. Além do objetivo de formarmos líderes, devemos formar as equipes de 12 do ministério. Todo discípulo deve ser cuidado e estimulado, para ganhar vidas e consolidá-las pessoalmente. A medida que alguém começa a ter êxito neste quesito, deve ser estimulado a liderar sua própria célula. De sua célula sairão seus 12, que entrarão um a um, no processo de discipulado. Ninguém deve estar solto no corpo da igreja, nem estacionado em algum passo da Visão, cada pessoa a medida em que esteja cursando a escola de líderes e deseje participar do discipulado, deve ser nomeado 12 de quem o ganhou ou consolidou. As células produzem o "crescimento", pois agregam vidas novas, mas as equipes de 12 promovem a "multiplicação" porque formam líderes que formarão outros líderes sucessivamente. Cuide da saúde evangelística das células, mas invista em formar sua equipe de 12, ainda que você comece com dois discípulos como fez Jesus (chamou Pedro e André que o levaram a Tiago e João). Mesmo que você tenha apenas dois ou quatro discípulos na escola de líderes, nomeie estes quatro como seus 12 e reúna-se com eles pelo menos uma vez por semana para discipulá-los. Ore por eles, compartilhe testemunhos, ministre princípios bíblicos e caráter cristão, e promova momentos de comunhão e descontração. Nunca

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Estar prontos para mudanças

Romanos 12:12-21; 1 Tessalonicenses 5:21-24. Provérbios 24:16 diz: “O justo talvez caia até mesmo sete vezes, e ele se há de levantar. ”Em vez de desistir diante de dificuldades ou fracassos, quem é perseverante ‘se levanta’, ‘persiste’, e tenta novamente. Além disto temos uma grande vantagem, nossa fidelidade e nossa identidade de homens e mulheres de honra, nos garante o êxito, a vitória e a prosperidade! Nada é mais facil ou mais dificil, por isso é relevante aquele que é capaz de decidir, se posicionar e depois avançar rumo ao alvo. Um dos conceitos mais defendidos pelas posições gerenciais "bem sucedidas", era baseados nesta frase. "Time que está ganhando não deve ser mexido". Hoje a administração moderna desbanca essa afirmação, principalmente porque atualmente vivemos num mundo de mudanças e inovações constantes.  Alteração na área social, na igreja, no momento político, nas inovações tecnológicas, na mudança do sistema educacional, na instabilidade do meio empresarial e no investimento do crescimento pessoal são alguns exemplos. Portanto, quando falamos em momento de transição, devemos ter a percepção que isso está ocorrendo em vários segmentos, de diferentes formas e este momento de turbulência é apropriado para esta análise. Essas mudanças, em todos os ambientes, possuem consequências irreversíveis e que são impulsionadas, basicamente, pelo próprio imperativo da evolução. Como diz o velho ditado: " o que o amor não faz, a dor faz, agora feliz é aquele que decide mudar movido no amor". Hoje, e para o futuro com mais certeza ainda, uma das principais responsabilidades do líder na igreja e do administrador profissional, é capacidade de administrar mudanças, principalmente a nossa própria. Técnicas e comportamentos que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro. Os vários sistemas administrativos já foram, em muito, explorados sob a ótica da eficiência. Porém, eficiência é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais, mesmo porque o que encerra esta ideia é um posicionamento mais voltado para dentro das igrejas, das empresas,  e principalmente para dentro de nós mesmos. Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para a percepção do mercado especulador e para esta geração atual (que está confusa e frágil), a pesquisa no sentido macro, as novas tendências de comportamento, as inovações na arte da autogestão, principalmente estar atento ao paradigma dos limites, até onde posso ou consigo chegar, devem ser muito bem observadas. Por exemplo, um administrador que usa a sensibilidade analisa que:  se um empreendimento vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente, e para nós líderes no reino de Deus, o que de fato trará resultados palpáveis e duradouros na igreja, o que hoje está funcionando e por quanto tempo funcionará? É importante refletir sobre: quais as alternativas que a igreja dispõe para neutralizar impactos negativos que venham colocar em risco a sua performance no ganhar, consolidar, discipular e enviar? Quais estratégias podem ser colocadas em prática em situações de desvio e ou crise? Mesmo porque devemos estar se "equipando" para um inevitável confronto no reino físico (sistema do mundo) e no espiritual, pois os manipuladores que dominam o sistema de comunicação e tecnologia querem continuar sobrevivendo, influenciando e "sugando" até onde puderem.  Não basta ter uma equipe  preparada e apta para atingir resultados, isso quase todos conseguem. É preciso uma equipe unida, convicta, fiel, leal e estruturada para enfrentar as turbulências e  principalmente para superá-las sem se abalarem. Insisto na diferença entre preparada e estruturada. Preparada é para o trabalho, sim, precisamos estar preparados, agora, estruturada é para a vida toda e o nosso é vai até a eternidade.   É fácil concluir que a posição de qualquer líder ou profissional de hoje, em qualquer área, também está em processo de mudança de paradigma constante. Aquela paz e tranquilidade que reinaram nas igrejas, nos escritórios e organizações de outrora já não estão mais presentes, é claro que a paz interior em Cristo ninguem pode roubar, mas a sensação de que tudo está tranquilo e o mundo não vai se levantar contra a igreja, acabou, mesmo porque é puramente utópico acreditar que isso pudesse continuar quando estivéssimos tão proximos do dia da volta do Senhor, nem podiamos imaginar que veríamos acontecer de forma tão rápida e clara os absurdos nos dias de hoje em ralação a moral, violencia, derespeito imoralidade e escandalos na igreja, etc., mas está acontecendo. Por isso a fé e a energia espiritual, emocional e física da equipe e igreja é que fará toda a diferença. Mudanças ainda maiores estão por acontecer, mas isso não podem roubar a essência de Cristo em nós. Precisamos mais do que nunca, lutarmos para vivermos os princípios eternos de Deus. Precisamos mais do que nunca, sermos fieis nos dízimos, ofertas e primícias, mais do que nunca precisamos investir no nosso chamado, no ministério, na integridade, honestidade, lealdade e na santidade para ganharmos o maior numero possivel de vidas consolidando-as na fé. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para vive-la garantirá nosso sucesso em todas as áreas. Nunca se esqueçam, o mundo pode estar em crise, muitas empresas estão em crise, mas nós, a igreja, nossa vida profissional e financeira não está e nem estará em crise, pois nossos conceitos são do céu, nossos princípios são eternos. O céu não está em crise. Deus está no controle. Eu creio em milagres. No meio da crise vamos prosperar, nossa igreja vai crescer, sua rede e celulas vão crescer, sua empresa também vai crescer, você será muito requisitado nestes dias em nome do Senhor Jesus!   Ap. Eliezer

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Servos de Deus, servos uns dos outros

Romanos 6:18,22 Somos servos de Deus, servos uns dos outros; esse é o nosso chamado. Dentre tantos exemplos de servos de Deus na Bíblia, fica claro que só podemos servir a Deus, servindo aos homens, não há como ser diferente. O objetivo de ser servo é para servir a Deus, ao Reino, às pessoas. Nosso serviço tem um retorno de satisfação tamanha: ganhar o maior número possível de vidas para o Rei. Essa é a nossa função e deve ser a nossa visão como nascidos de novo. Se fomos alcançados é porque alguém decidiu servir e pagar um preço por nós. Para que SERVIR? Quando você se torna servo não está se anulando, como alguns pensam, pelo contrário, está cumprindo uma ordenança de Yeshua. A capacidade de se dar para servir é uma semente, e, para cada semente que você planta em servir, virá uma colheita. É assim no Reino. Você pode estar pensando que todos que se dispõem a servir, servem, mas nem sempre isso acontece. Há pessoas que se apresentam para servir e não fazem nada, não cumprem sua função. Nosso serviço pode ser uma ministração. Às vezes, você não prega em um púlpito, mas seu serviço ministra mais que palavras. A sua disposição para servir pode gerar conforto para muitos que necessitam de você. O servo se torna o ministrador do refrigério para a alma dos oprimidos. É como Davi que tocava a harpa apesar de saber que o nome da aflição de Saul podia ser traduzido por demônios. Mas como estava prestando um serviço ao rei, entendia que tinha a obrigação de aliviar o tormento do seu senhor, então tocava a harpa e promovia conforto e refrigério para Saul. Hebreus 3:5 mostra qual é a função do servo: ministrar conforto, servir com libertação e cura. Que função maravilhosa ter o privilégio de saber que as pessoas que passarão por nós, se formos servos, serão libertas e curadas. Se há um endemoninhado, a obrigação do servo é promover libertação. De igual modo, se há alguém doente, ele entra para curar. Essa foi a função do maior Servo que passou na Terra. O servo, além de libertar e curar, também deve permitir-se ser liberto e curado pelas pessoas que passarem por sua vida. A vocação tem que ser precedida pela função do servir. Quem entra no Reino para ser servido está equivocado, porque a vocação deve ser uma prestação de serviço voluntário, independente da função. Ser um servo que serve é uma decisão. Um servo se faz um servo. Você se torna servo quando decide ser aquilo que Deus quer que você seja. O servo investe o dom. O servo investe o dom. O servo investe o talento, a energia, a essência, a própria vida por uma causa. Não vale a pena investir a vida naquilo que não temos retorno. Porém, naquilo que sabemos que estamos plantando uma semente, é maravilhoso servir. É solene servir algumas pessoas. Em Romanos 6:17,18, a Bíblia diz que uma vez que fomos libertos do nosso pecado, transformamo-nos em servos da justiça. Não servimos qualquer coisa, servimos a justiça. “Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.” Ser servo da justiça significa não aceitar situações imorais, de impunidades, fora da ética, de agravamento social só porque você é servo. Não! Você é servo da justiça. Não pode compactuar com atitudes que desagradam a Deus. Você deve servir a tudo o que é justo. Paulo disse que servia o líder para ganhar vidas, essa era a sua meta em ser servo e escravo, como se autodenominou. Sabemos que, no Evangelho, ninguém ganhou mais vidas do que ele nem foi mais servo do que ele no quesito discípulo, líder, Apóstolo. Então, quanto mais servo você for, mais vidas ganhará. Romanos 6:22 diz: “Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.” O que podemos assimilar é que só se tornará verdadeiramente servo quem foi transformado dos seus pecados. Só se tornará verdadeiramente servo quem foi liberto das feridas, das mágoas e dos argumentos. Paulo diz que fomos transformados em servos. O servo tem direito à frutificação, à santificação e, ainda, à vida eterna. O ato de servir dá direito a ser liberto do pecado, frutificar, andar em santidade e ter a vida eterna. Ser servo é produzir. Se você entende que seu chamado é de servo de Deus, você produz muito. Porque ser servo é sinônimo de trabalho. Se você quer ser senhor e alcançar lugares altos, torne-se primeiro um servo. A Bíblia diz que quem se torna servo ganha, da parte de Deus, o título de amigo. O servo é aquele que produz até chegar à meta. Há pessoas que têm metas e sonhos no discurso, mas nunca conseguem exprimi-los na prática. Quantos ouvimos afirmar que serão líderes de uma grande multidão, mas não fazem nada para que a profecia se cumpra. Temos que aprender a galgar os sonhos, as metas, os alvos… A função de se tornar servo é cumprir os desígnios dAquele que nos chamou. Você precisa entender qual é a sua função no servir e saber que você serve, porque Deus já o libertou dos seus pecados, como vimos anteriormente, e lhe deu a vida eterna. Sua função, como servo, é trabalhar para trazer o Reino de Deus sobre as vidas e para marcar uma geração. É o serviço, a entrega, o cumprir da missão com responsabilidade. Isso é caráter eterno do servo de Deus. Jesus foi chamado como Varão aprovado, Servo aprovado. Ele nos ensinou muito bem a forma correta de servir, pois mesmo sendo Deus, serviu-nos como Homem. Então, precisamos ser servos aprovados independente da posição em que estamos servindo. O que importa é que você seja aprovado no que faz. Você foi chamado para coisas muito grandes. Quando está servindo ao líder, você está servindo

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