Estudo para os 12

Conselhos de um apóstolo Experiente no ministério

II Timóteo 4.6-10; Atos 15:36-40 Essas são as palavras de um Apóstolo maduro na sua vida física, emocional e espiritual, de um homem experiente quanto às coisas da vida. Mas não somente isso: essas também são as palavras de alguém que está chegando ao fim de sua vida. Falando sobre esse momento único da existência humana e de sua própria experiência de vida, esse líder, Paulo, decide enviar alguns conselhos ao seu discípulo Timóteo. Apóstolo Paulo afirma: "Não vamos viver para sempre". Ele afirma isso, ao dizer: "Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação (oferta), e o tempo da minha partida é chegado." Apóstolo Paulo, ao escrever essas palavras, estava preso na cidade de Roma, esperando para ser julgado pelo imperador depois de ter passado por todas as instâncias de julgamento e percorrido todos os caminhos jurídicos possíveis. Ele reconheceu que não havia mais possibilidades de apelação; assim, percebeu que o seu tempo de vida estava chegando ao fim. Por isso, aconselhou a Timóteo: "Esforce-se para o melhor". Isso ficou explícito em suas palavras: "Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé;" Paulo conclama Timóteo a olhar para sua vida, a fim de se lembrar de que ela não foi fácil. Em outras palavras, é como se Paulo dissesse: "Olhe para mim, lembre-se da minha vida! Eu não vivi de qualquer maneira! Eu me esforcei, lutei e alcancei o alvo! Eu venci!" Não podemos pensar que a vida será sem oposição, principalmente para quem tem sonhos e alvos a serem alcançados em Deus". A vida para todos é um lugar de lutas, de batalhas, de esforços e de conquistas, caso contrário ela perderia o sentido. Certamente todos nós vamos nos deparar com ocasiões que tentarão nos desanimar de seguir adiante, Contudo, devemos sempre nos esforçar para atingirmos os nossos alvos jamais desistirmos no meio do caminho, pelo contrário, devemos observar os detalhes e aprendermos com os erros para alcançarmos níveis mais altos em nossas conquistas e também na nossa qualidade de vida. Ele disse: "Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia, e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda." Com isso, o Apóstolo Paulo quis dizer a Timóteo: "No fim, existe uma recompensa". Ele afirma que o seu esforço não foi em vão, que suas conquistas não foram meramente pessoais ou superficiais. Verdadeiramente, existe uma recompensa para todos aqueles que lutam a batalha do Senhor, pois quem persevera obtém a vitória. Será que temos passado por lutas? Existem momentos que parece extremamente turbulentos? Acontece em alguns momentos não conseguirmos enxergar qualquer indício de vitória ou recompensa? Bem, tudo depende de nossa fé e perseverança. E creia: a vitória e a recompensa virão. Não será uma recompensa com valores apenas terrenos, mas também ministeriais, espirituais e celestiais; não será passageira, pois tudo que geramos aqui será eterno. No versículo 9 ele diz que um discípulo chamado Demas que ele ganhou e consolidou o abandonara, isto é, tinha voltado para o mundo. Aquele era um momento importante na vida do Apóstolo Paulo, ele precisava de companheiros. Então ele pede a Timóteo que venha e traga João Marcos com ele, ele diz: preciso dele no ministério. João Marcos no passado tinha sido reprovado pelo seu líder, por um problema de falta de transparência de ambos os lados. A transparência é muito importante numa caminhada. No caso de João Marcos em viajem missionária com o seu discipulador Paulo, ele passou situações difíceis, em alguns momentos passou por medos terríveis e em outros, ele quase morreu de cansaço, em outros momentos passou fome, mas não comentou com o seu líder, por outro lado o Apóstolo Paulo não parou para observar e nem abriu oportunidade de verificar se estava tudo bem? No meio da viajem João Marcos voltou e o deixou na mão. Quando chegou na próxima viajem, Barnabé sem consultar o líder, traz João Marcos e faz menção de leva-lo e olha que ele queria ir, mas o Apóstolo Paulo disse, ele não serve, não vou leva-lo e houve grande desentendimento entre eles. Se Barnabé tivesse falado com o Apóstolo Paulo antes, esta desavença e tal prejuízo emocional, espiritual e ministerial teria sido evitado. Alguns anos mais tarde o Apóstolo Paulo manda chamar João Marcos dizendo; ele me é útil, eu preciso dele no ministério. Três coisas importantes para termos êxito na nossa liderança: Primeiro: A transparência. Não devemos fazer coisas que envolva pessoas ou situações importantes sem primeiro falarmos com o nosso líder, isso pode evitar desgastes e maus entendidos. Outra situação fundamental é ter a nossa vida como um livro aberto para o nosso discipulador, não podemos ter situações escondidas na nossa vida. Segundo: Humildade. Quando um líder errar ou ter uma deficiência deve reconhecer, pois não há mudanças sem humildade e percepção. 0 Apóstolo Paulo tinha errado na sua postura diante dos discípulos e também no seu julgamento, pois João Marcos não teve chance de dizer porque desistiu no meio do caminho, ele nem teve cheance de se defender. Terceiro: Maturidade. 0 discípulo João Marcos ter sido rejeitado de forma tão dura permanecer servindo da mesma forma, isso demosntrou maturidade, sua atitude de servo trouxe recompensas na sua vida, uma delas foi ser chamado pelo líder para ajudá-lo no ministério e ao mesmo tempo ficar perto dele antes de sua morte, com certeza isso desatou seu ministério. A outra delas foi ter seu nome citado nas cartas Paulinas que se tornou a Palavra de Deus. João Marcos também foi usado para escrever um dos Evangelhos de Cristo, iso é muita honra. Esse é o ano da restauração e Deus está trabalhando na nossa vida, ministério e igreja. Estamos juntos para vivermos uma história que marcará a vida de milhares nesta e nas gerações futuras. O seu trabalho e dedicação é muito importante para Deus e para nós. Obrigado por tudo, obrigado por confiar em nosso ministério, por confiar, investir

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Formando uma equipe modelo

I Timóteo 4:12 Os doze serão formados para administração do Modelo, pois precisamos nos envolver dentro dessa visão, e treinar uma equipe comprometida para termos uma resposta satisfatória. Cremos que a visão funciona, mas se a equipe dos doze não estiver adestrada e formada com eficiência, não teremos o resultado esperado. A equipe de 12 é necessária para que a Visão mantenha a sua pureza; é como se fosse o filtro, para evitar que a visão seja contaminada. Precisamos trabalhar na equipe de 12 com eficiência, não só na primeira geração, mas devemos estar trazendo a vida de Deus para todas as gerações, tudo começa na primeira. Devemos conscientizá-los que a Cruz do Calvário já nos trouxe essa redenção, deu-nos a vida eterna por intermédio da ressurreição e a ordem de Cristo é que evangelizemos toda a Terra fazendo discípulos em todas as nações. O que precisamos para formar uma equipe modelo: Trabalhar o Caráter Estabelecer metas que desatem a liderança. Acreditar mesmo quando a equipe não está respondendo. Estimular para que fechemos a segunda geração de doze: o segredo da Visão. Investir na equipe, mesmo quando o resultado não está satisfatório. "Sede MODELO para os fiéis na palavra (GANHAR), no procedimento (CONSOLIDAR), no amor (DISCIPULAR), na fé (ENVIAR) e na pureza (VISÃO)." (I Tm 4:12). Uma equipe Modelo é de especial expressão, pois nós estamos dentro de um contexto que as pessoas estão confusas com o tipo de governo que está sobre nós. O governo de Yeshua é Modelo, então precisamos ser Modelo para os fiéis, nas chamadas acima ensinadas, desde a nossa juventude até a nossa maturidade. Um Modelo de Visão, uma Visão Modelo. Uma equipe Modelo guardará os princípios da Palavra sem neuroses. Precisamos nos envolver no princípio da Palavra para que Deus possa honrar Sua promessa. Que o Senhor nos faça compreender a Sua Palavra. Ser Modelo é ser chamado ao exemplo, ou seja, a palavra Modelo é o mesmo que Exemplo na Bíblia.  Vejamos como a Bíblia se dirige na questão do entendimento de uma vida Modelo. A primeira vez que a palavra Modelo aparece na Bíblia, está ligada ao Tabernáculo do Senhor, ou seja a habitação de Deus. Nós que somos templo do Espírito Santo precisamos ser uma vida Modelo. Todos os utensílios do Tabernáculo estão debaixo da mesma bênção, ou seja, modelo, pois tantos nós quantos aqueles que estão debaixo da nossa cobertura devem manter uma vida Modelo. Atos 7:44 diz: "Entre os nossos pais no deserto estava o tabernáculo do testemunho, como ordenara aquele que disse a Moisés que o fizesse segundo o MODELO que tinha visto". II Timóteo 1:13 diz: "Conserva o MODELO das sãs palavras que de mim tens ouvido na fé e no amor que há em Cristo Jesus;" Hebreus 8:5 diz: "os quais servem àquilo que é figura e sombra das coisas celestiais, como Moisés foi divinamente avisado, quando estava para construir o tabernáculo; porque lhe foi dito: Olha, faze conforme o MODELO que no monte se te mostrou." João 13:15 diz: "Porque eu vos dei MODELO, para que, como eu vos fiz, façais vós também." Em Atos 20:35 diz: "Em tudo vos dei o MODELO de que assim trabalhando, é necessário socorrer os enfermos, recordando as palavras do Senhor Jesus, porquanto ele mesmo disse: Coisa mais bem-aventurada é dar do que receber." Em I Coríntios 10:6 diz: "Ora, estas coisas nos foram feitas para MODELO, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram." Em I Coríntios 14:10 diz "Há, por MODELO, tantas espécies de vozes no mundo, e nenhuma delas sem significação" (" (Não existe ruído sem sentido ) Em Filipenses 3:17 diz: "Irmãos, sede meus imitadores, e atentai para aqueles que andam conforme o MODELO que tendes em nós;" Em II Tessalonissences 3:9 diz: "Não porque não tivéssemos direito, mas para vos dar nós mesmos MODELO, para nos imitardes." Em I Timóteo 1:16 diz: "Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, o principal, Cristo Jesus mostrasse toda a sua longanimidade, a fim de que eu servisse de MODELO aos que haviam de crer nele para a vida eterna." Em II Timóteo 4:12 diz: "Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê um MODELO para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza." Em Tito 2:7 diz: "Em tudo te dá por MODELO de boas obras; na doutrina mostra integridade, sobriedade, linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se confunda, não tendo nenhum mal que dizer de nós." Em I Pedro 2:21 diz: "Porque para isso fostes chamados, porquanto também Cristo padeceu por vós, deixando-vos MODELO, para que sigais as suas pisadas." Em I Pedro 5:3 diz: "Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de MODELO ao rebanho." Em II Pedro 2:6 diz: "se, reduzindo a cinza as cidades de Sodoma e Gomorra, condenou-as à destruição, havendo-as posto para MODELO aos que vivessem impiamente;" Palavra, para Ganhar; Procedimento, para Consolidar; Amor, para Discipular; Fé, para enviar; Pureza, para conservar a Visão. Isso significa que teremos uma visão Modelo (Exemplo). Estamos cansados de não ver compromisso e ficarmos justificando as nossas debilidades. A Visão Modelo fará com que a equipe esteja mais consolidada e assumida no seu papel profético, para multiplicar com excelência e responsabilidade. Fonte: Livro guia de orientação do Mover celular   Amamos você!   Apóstolos Eliezer e Zenita   

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Conhecendo e aproximando as Gerações

Devemos corrigir a nomenclatura das gerações, para aproximar as equipes. São quatro as gerações e da primeira até a quarta geração virão bênçãos sem precedentes. Assim como há uma medida de maldição para até a quarta geração daqueles que aborrecem a Deus, também há uma medida de bênçãos para aqueles que agradam ao Seu nome. "Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é que é Deus, o Deus fiel, que guarda o pacto e a misericórdia, até mil gerações, aos que o amam e guardam os seus mandamentos." (Dt 7:9) Esta era a linguagem que usávamos com mais frequência: Primeira Geração, os 12; Segunda Geração, os 144; Terceira Geração, os 1.728; Quarta Geração, os 20.736. Poderemos aproximar as gerações chamando-as da seguinte forma: 12 da primeira geração; 12 da segunda geração; 12 da terceira geração; 12 da quarta geração. Todos com a mesma medida de bênção até as mil gerações, pelo pacto com o Senhor dos Exércitos. Enfocando as quatro gerações, os discipuladores não incorrerão os riscos de se distanciarem dos seus discípulos mais longe. O nosso enfoque é chamá-los ao relacionamento e aproximá-los para que seja dada uma melhor atenção, não os deixando tão distantes da proposta que é formar uma equipe modelo pelos doze, sem perder a raiz genealógica. Podemos viver muito melhor se intensificarmos um relacionamento maior. Quando uma pessoa se dirigir a você, será muito mais fácil ela se apresentar como 12 e falar qual é a geração, do que criar um discurso de distanciamento pela linguagem. Quando aproximamos as quatro gerações dos 12, há muito gozo na equipe. A auto-estima do povo é renovada e a baixa auto-estima do líder é removida; o líder, então, é restaurado. Aproximar as gerações traz uma saúde muito grande para o Reino, pois todos se sentem importantes. Creio que muitos discípulos que se sentiam distantes e com dificuldades para se relacionar, começarão a se aproximar, pois todos passam a ser 12 até mil gerações, pelo direito do pacto da aliança. Ora, se a Visão Celular forma equipes de 12, então somos 12 mesmo, cada um organizado por gerações. Isso fará com que os nossos discípulos respondam às convocações sem menosprezo. Exemplo: o pastor ou líder quando marca uma reunião com as quatro gerações, toda a igreja responde com a mesma alegria. Fortalecendo as gerações Líderes, quando reunimos as gerações de 12, principalmente a primeira e a segunda gerações, uma vez por semana, durante 12 meses, há um desatar de crescimento. Faça, durante um ano, uma reunião semanal com as suas duas gerações e evite erros de comunicação truncada. Assim, todos terão uma mesma linguagem. Uma vez por mês reúna todas as gerações para lembrar as metas e desatá-los. Como líder, você sabe que, de 30 em 30 dias, quebra-se decretos malignos e inicia-se um novo tempo. Invista nas gerações! Nós somos seres de aproximação; quanto mais nos relacionamos, maior a possibilidade de resposta. Vemos que o líder que se aproxima dos discípulos multiplica, mas o líder distante regride. Lembre-se de que o cristianismo só deu certo, porque o Pai veio à Terra para se relacionar com o filho. A oração de Jesus em João 17 é para ensinar o nível do relacionamento. Todas as vezes que Jesus ensina sobre o Pai, ele ensina sobre aproximação. "Disse-lhe Felipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Respondeu-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não me conheces, Felipe? Quem me viu a mim, viu o Pai;" (Jo 14:8-9) Quando o líder caminha com o coração enfocado no relacionamento, seja qual for a geração que se dirija a ele, ela terá a alegria de denunciar que é equipe e faz parte de um modelo de Visão. Precisamos encorajar os nossos irmãos a vencerem a dificuldade da alma e se lançarem a um relacionamento mais sadio. O nosso povo precisa ter acesso ao líder. Isso é importante para que estejamos mais saudáveis no tocante ao conhecimento da nossa gente. Temos visto que muitos líderes não estão tendo comunhão nem relacionamento com os 12 da primeira geração e querem cobrar resultado. O líder não deve se cansar de investir na vida dos seus discípulos. A nossa gente é como argila (vaso de barro) que está sendo aperfeiçoado e formado. Se falta o líder, falta também o liderado, pois nós desenhamos 0 caráter dos discípulos. Eles são resultado das nossas mãos, ou seja, do nosso trabalho, investimento. Quando existe relacionamento, aproximamos as gerações e a genealogia será similar a matriz. Como está escrito em Romanos 11:16 que diz "se as primícias são santas, também a massa o é", a nossa descendência será forte e poderosa sobre a Terra. Cremos que Deus está instituindo um novo momento para que possamos compreender essa mentalidade de Reino e deixarmos as heranças das tribos. Enquanto as tribos não se uniram, não se tornaram um só povo. Quando decidiram se unir, nasceu Israel, uma nação poderosa e invencível. As 12 tribos formam um povo. Esta é a proposta das gerações: que as quatro gerações estejam coesas para sermos um povo multiplicador pelas metas e projetos que não podem ser abortados. As quatro gerações têm projetos que perdurarão até o final como resposta de uma promessa. Fonte: Livro mover celular   Amamos você!       Apóstolos Eliezer e Zenita

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Maturidade na visão celular

Habacuque 2:2,3; Atos 5:42; A igreja começou e se consolidou nos lares e hoje o Espírito Santo está nos levando para este princípio, para que a igreja esteja cumprindo o seu propósito nesta geração. Precisamos ser uma igreja com propósito, caso contrário seremos um povo se esforçando apenas para serem salvos. Este é um erro cometido por muitos, pois salvação está vinculado com mudança de vida e está indica frutificação e liderança. Visão indica que há um caminho a ser percorrido, que há um lugar para se chegar. Sabemos que se uma igreja não ganhar novas pessoas levando-as a maturidade cristã, esta igreja está vivendo sem propósitos. Se esta igreja tem visão, ela tem que ser bem definida, todos precisam conhecer e assim vivê-la intensamente. Se temos uma visão de crescimento, uma visão que nos aponta um caminho, uma visão que nos dá destino de conquista, então esta visão precisa ser consolidada, sedimentada e praticada na sua totalidade. A Visão que Deus nos deu gera Motivação que leva a Ação e esta estabelece e garante um futuro de êxito na missão desenhada nesta visão.  O Líder que vive e luta por uma visão desenvolve uma estrutura estável, que estará sedimentada em sua equipe que no nosso caso, são os doze que começa na primeira geração e se multiplica estabelecendo as gerações. Não importa em qual geração você está, Se você faz parte das gerações, então você é um doze.  Aqui está a equipe da primeira geração, esta tem a incumbência de reproduzirem-se na célula e no discipulado e igreja, ganhando, consolidando, discipulando, e supervisionando os discípulos/líderes para viverem a visão na prática, levando os seus doze a se reproduzirem na mesma essência e estes também fazerem a mesma coisa. Somos da visão celular no modelo dos doze e três características são marcantes em um líder M12: O pensar, o falar e o agir. Essas atitudes contribuem para a saúde espiritual do líder e sua equipe e, dessa forma, ele e seus doze sempre estarão estáveis, íntegros e irrepreensíveis diante do Senhor.  A equipe de doze terá a mesma essência do líder. Se este líder for modelo segundo Cristo, Ele será maduro e todos estarão firmados na aliança em uma estrutura estável que servirá para conter a multidão. Uma multidão de discípulos maduros, curados, libertos, íntegros e frutíferos é o que mais desejamos, mas para que isso aconteça é preciso focar a equipe dos doze, pois será através dos doze com estas características que a multidão será gerada em nosso arraial, Ela terá o DNA da equipe dos doze. Deus procura homens e mulheres que propaguem a Sua visão revelada em Cristo nosso modelo, que estabeleçam metas, que alcancem maturidade na visão proposta pelo Senhor, que mobilizem o corpo de Cristo e vençam obstáculos a fim de terem base para alcançarem as nações para Cristo. Isso só será possível se alcançarmos maturidade espiritual, familiar, ministerial, emocional, financeira, profissional e na visão na qual caminhamos, M12. A Visão Celular no modelo dos doze nos mostra vários benefícios; Ela dá clareza de propósito; Estabelece Prioridades claras;  Determina padrões de excelência e santidade;  Inspira expectativas; Motiva compromisso, lealdade e fidelidade;  Maximiza produtividade;  Expande horizontes;  Alimenta a paixão; Facilita o cumprimento da grande comissão dado por Cristo de fazer discípulos;  Gera unidade, integridade e trata caráter;  Sedimenta o espírito de equipe consolidando maturidade e companheirismo;  Provê enfoque para alcançar o máximo potencial desenhando um futuro de sucesso;  nos ajuda a ser pessoas melhores, pessoas frutíferas. A visão celular M12 tem em seu bojo uma das coisas mais lindas de ser vividas na vida de alguém que ama a Cristo. Estou falando das células, pois esta ajuda na comissão de fazer discípulos, ajuda na expressão do amor ao próximo, nos ajuda a compartilhar do amor de Cristo, nos ajuda a vencer o desafio de gerar relacionamentos, nos ajuda a apascentar, nos ajuda a ter ministério, nos ajuda a evangelizar e assim alegrar o coração de Deus. A visão nos proporciona a alegria de ser uma igreja em células. Uma igreja em células é a maneira mais prática de viver como os primeiros cristãos. Assim como o nosso corpo é composto de milhares de células, a igreja que é o corpo de Cristo é formada de incontáveis células que são os cristãos juntos em algum lugar da cidade e nação. Na igreja local, uma célula é uma equipe de quatro a quinze pessoas que se reúne para experimentar o amor de Deus na comunhão uns com os outros, procurando sempre alcançar outras pessoas para Cristo. As células são parte de um todo que é a igreja, elas não são isoladas, independentes, mas interdependentes. As células se reúnem em vários locais do bairro e da cidade, mas se encontram uma vez por semana para adorar e celebrar ao Senhor Jesus na igreja. Todos os crentes são pastoreados nas células de modo efetivo. Assim, mesmo que a igreja tenha milhares de discípulos, todos são assistidos pelos líderes das células e estes são assistidos pelos seus discipuladores até chegarem aos mentores, pastores ou Apóstolos. Esta é uma prática bíblica dos mandamentos recíprocos de "uns aos outros". O propósito é que todos juntos estejam  prosperando e ganhando novas pessoas. A visão M 12 tem passos, fases a serem cumpridas e só alcançaremos a maturidade na visão, se passarmos por todas as fases. Temos em primeiro lugar a escada do sucesso onde temos cinco degraus. Primeiro: Ganhar. Isto deve acontecer através do evangelismo e testemunho pessoal, através da reunião da célula e através dos cultos de celebração.  Segundo: consolidação. Isto acontece através da fonovisita, cartas, visita na casa do novo, acompanhamento de perto, integração na célula e indo ou sendo levado no Encontro com Deus. Terceiro: Discipulado. Isto equivale a treinamento e acontece com a matricula e participação ativa e intensa na Escola de líderes e discipulado na equipe de doze. Quarto: Enviar. Esta fase é muito importante, significa que aquele discípulo que passou pela primeira fase está sendo treinado na

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A Sua Restauração Plena é uma Promessa de Deus

Zacarias 10:1 a 12 Este texto de Zacarias nos ensina através de sua revelação, muitas chaves para uma restauração plena de todas as áreas de nossas vidas. O primeiro passo é sabermos que nossa restauração, é um desejo e uma promessa de Deus. Nos dias de Zacarias, Israel necessitava desta restauração divina no campo espiritual e também físico, pois encontrava-se confundido em seu entendimento e desviado do Senhor e de seus caminhos. Os Profetas sempre são enviados com o propósito, de através da exortação, trazerem o povo ao arrependimento e ao retorno a sensatez. Zacarias diz então: Pedi ao Senhor chuva no tempo das chuvas serôdias, ao Senhor que faz as nuvens de chuva. Israel estava desviado do Criador e Senhor de todas as coisas, por buscar a benção da chuva e da fecundidade das lavouras num falso deus chamado Baal. A primeira chave de restauração revelada por Deus neste texto, é que Ele quer ser único e soberano em nossas vidas. Deus não abre mão de ser reconhecido por nós, como a Fonte provedora de todas as coisas e de ser colocado no lugar de maior valor e destaque em nossas vidas. Isto equivale a: Amar a Deus acima de todas as coisas. Se analisarmos detalhadamente nossa vida encontraremos pequenos falsos deuses roubando o lugar de honra do Senhor e também suas bênçãos para nós. Quando trabalhamos demais estamos servindo ao deus do trabalho, o que redunda em escravidão, quando sonegamos dízimos e ofertas estamos adorando a mamom, o deus dinheiro, quando não nos comprometemos com a obra de Deus estamos adorando aos deuses do ego humano, quando deixamos de dar culto a Deus por uma partida de futebol, estamos adorando também a falsos deuses. O vs. 2 diz: Os ídolos do lar falam coisas vãs e os adivinhos vêem mentiras, isto representa uma consequência geral da idolatria que é engano. Há pessoas que vivem assombradas por maus rumores e por falsas profecias como, o Islã tomará conta do mundo, virá o aquecimento global, a água do planeta vai acabar, se a Dilma ganhar o Brasil vai afundar. Aqui está a segunda chave: o que define nossa sorte e o nosso futuro não são as expectativas humanas, não são as falsas profecias, ou quem está ou deixa de estar no poder e sim o que Deus prometeu acerca de nós em sua palavra. Um cristão verdadeiro precisa aprender a não crer em profetadas, a não temer maus rumores, a não dar valor a nenhum decreto que difira daquilo que Deus determinou na Bíblia a nosso respeito. Um exemplo: como poderá acabar a água do planeta se o Senhor fez uma aliança com Noé em Gn. 8: 22 prometendo: Enquanto durar a Terra não deixará de haver semeadura e colheita, frio e calor, verão e inverno, dia e noite. Lembre-se sempre! Fé é acreditar que o que Deus disse, é a Verdade. O vs. 3 fala da indignação do Senhor contra os líderes espirituais e seculares que nos dias de Zacarias estavam desviando o povo de Deus, como nos dias de Jesus e como nos dias de hoje através de tanto mau exemplo e injustiças. Mas o Senhor faz uma promessa linda, que nos revela uma terceira chave de sucesso e segurança para nossa vida, família e ministério. Sabermos que Ele cuida e cuidará sempre de nós, nos aperfeiçoamento e abençoando com amor eterno. A promessa do Senhor no vs. 3 é: o Senhor tomará a seu cuidado o rebanho. Que alegria sabermos que Jesus é o nosso Pastor e que nada nos faltará. Devemos amar, honrar e obedecer sempre nossos líderes espirituais terrenos, mas nunca perdermos de vista nosso modelo maior que é o Cristo descrito por sua palavra. Se os homens nos ferirem, decepcionarem e abandonarem, o Senhor jamais produzirá qualquer dano a nossa alma, antes a restaurará e edificará conforme a fidelidade da sua promessa: Eu jamais te deixarei e jamais te desampararei. Zacarias muitos séculos antes de Cristo, está profetizando a vinda do Reino Messiânico, através de Jesus, o descendente, o Leão da tribo de Judá. O vs. 4 diz: De Judá sairá a pedra angular. Aqui está a quarta chave: Jesus estar no centro de nossa existência. A pedra angular era uma pedra de formato trapezoidal, colocada como cunha no topo de um arco de pedras. Para se construir um arco antigamente se fazia uma estrutura de suporte em madeira e depois as pedras iam sendo colocadas de um lado e também do outro, até chegarem ao topo do arco. No topo, porém, era colocada a pedra angular, a qual completava o arco e dava equilíbrio e sustentação permanentes a todas as outras pedras, a ponto de a madeira não ser mais necessária. Jesus é como diz o Ap. Pedro, a pedra que vive, rejeitada pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa. A quarta chave de sucesso e restauração, consiste em colocarmos Jesus no centro da nossa família, de nosso trabalho, de nosso ministério, nos colocando como servos e deixando que Ele seja Senhor. Significa renunciarmos a vontades e projetos humanos, para darmos lugar aos propósitos divinos para o nosso presente e futuro. Significa aprendermos que, para cada detalhe de nossas vidas, existe uma vontade específica de Deus que devemos conhecer e adotar, por crermos que a vontade de Deus é melhor do que a nossa. A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável e para que a experimentemos, só é necessário sermos sensíveis ao Espírito Santo e obedientes aos seus comandos. O vs. 4 ainda diz que do Messias sairiam todos os chefes juntos. Do que Zacarias estaria falando? R. Por incrível que pareça do Modelo dos 12, o Modelo Apostólico. A restauração espiritual dos povos e nações começou através dos 12 apóstolos do Cordeiro e no vs. 5 se revela como missão e como uma unção de conquista. E serão como valentes na batalha que pisam aos pés os seus inimigos e pelejarão porque o Senhor está com eles.

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Princípios para gerar frutos que permanecem

Texto: João 15:16; Deuteronômio 1:10,11 Jesus nos mandou compartilhar a verdade do evangelho na terra para que aja salvação de milhares de vidas. Nós devemos transmitir o amor de Cristo às pessoas e assim conquistarmos as multidões para Ele. Para isso devemos antes conhecer e praticar alguns princípios que sem dúvida nenhuma vai desatar a unção de multiplicação nas nossas células e igreja. Gostaria de compartilhar com você, aquilo que o Senhor tem nos ministrado a respeito do processo de evangelização das células. Você não pode perder de vista o alvo de Deus para a sua célula, pois, quando perdemos o referencial o nosso trabalho se torna vão. O grande alvo de Deus são famílias transformadas pelo poder do Espírito Santo e pela revelação da Sua Palavra, existem pessoas que vêm e vão, mas as pessoas que vêm e permanecem, crescem, se reproduzem e escrevem uma história de mudança, conquistas e vitórias. A Visão Celular no Modelo dos Doze tem como alvo principal, levar o evangelho de Cristo as pessoas, resgatando as famílias, curando-as e restaurando-as, e assim fazer discípulos de todas as nações. Para isso, é necessário desenvolvermos compromisso e perseverança, dando cada passo necessário na concretização da visão. Precisamos desenvolver em nossa célula um plano de evangelismo eficaz, que começa com oração e jejum pelos nossos familiares e amigos, depois a consolidação, integração e apascentamento, pois o viver pleno da vida Cristã vitoriosa, vem através de um discipulado vivo, comprometido e desafiador. O fruto permanece quando há uma atitude de obediência de cada um da célula, em viver os princípios estabelecidos pela Palavra e Visão, como um estilo de vida e não como uma exigência fria e angustiante. Se queremos ver os frutos chegarem nesta célula, teremos que desenvolver um tremendo projeto de evangelismo de relacionamentos e testemunhos de mudança, e se queremos que as vidas permaneçam, teremos que ter um tremendo estilo de vida que consolida e respalda o amor de Cristo em nosso viver. Consolidar alguém é levá-lo a viver o Evangelho da Cruz, centrado em Jesus Cristo nosso Senhor. Não consolidamos apenas com palavras, mas também com o nosso testemunho de vida, porque o testemunho fala mais alto do que qualquer palavra. Vejamos os princípios que dão frutos que permanecem Primeiro: Conhecer o objetivo desta célula (Mateus 28.18,20). Aqui na grande comissão de Jesus, está muito claro que o objetivo da célula é ganhar e fazer de cada um, discípulos de Jesus. Sendo assim, as células devem sempre nutrir um espírito de conquista e discipulado.  Consolidar os conquistados através do acompanhamento prático e organizados, para que todos respondam ao chamado de Cristo e assim permaneçam. Célula é lugar de fé, de comunhão, lugar de cura, lugar de relacionamentos, lugar de evangelismo… É aqui que manifestamos o amor de Cristo, que somos ministrados e amados cada vez mais. Segundo: Motivação (Filipenses 3.12,14). Aqui aprendemos uma tremenda lição, ter uma motivação correta no coração, buscar o crescimento em Deus para cumprirmos o propósito da nossa existência, sem isso seremos infelizes e incompletos. É preciso estabelecer alvos espirituais, familiares, ministeriais, profissionais e financeiros para nossa célula. Precisamos estar motivados e com objetivos claros para crescermos e multiplicarmos. Terceiro: Apascentamento (Provérbios 27:23). Os líderes de célula com sua equipe de doze não podem negligenciar o apascentamento destas ovelhas que o Senhor lhes está entregando. É preciso conhecer, cuidar e dar direção, aqui somos a extensão da igreja IACC, somos representantes dos nossos Apóstolos que são nossos pastores e sacerdotes responsáveis diante de Deus para este rebanho, somos aqui a voz profética para que ninguém erre o caminho. Não podemos ser apenas membros em uma reunião impessoal, onde não se estabelece vínculos e onde não há profundidade nos relacionamentos. Para que um rebanho se multiplique é necessário que o mesmo esteja sadio, o fruto que permanece é aquele que é bem cuidado, sarado e consolidado nos princípios eternos do Senhor. Por outro lado você que ainda não é líder, que está sendo consolidado e discipulado, deve se deixar conhecer, aceite ser cuidado por Deus através deste líder, busque direção quando precisar, pois assim o propósito de Deus se cumprirá na sua vida. Todo discípulo cresce, frutifica e se torna um discipulador comprometido com a causa do Messias. Se seu líder tem algo para passar a você, é porque ele também está recebendo e, por causa da aliança no Senhor, ele quer cuidar e repassar a você tudo de bom que ele recebeu e aprendeu.  Quarto: Relacionamentos Maduros. Uma célula terá relacionamentos maduros, quando existe discipulado firmado na aliança e no amor de Cristo. Precisamos lutar as guerras de Deus, sabemos que os nossos inimigos são os principados, potestades, dominadores e forças espirituais da maldade, é contra eles que lutamos, pois eles tentarão nos afastar de Deus e uma de suas armas é criar barreiras entre nós.  As pessoas são amadas por Deus, elas são alvos do Seu amor e Ele espera que através de nós que vivemos este amor, todos sejam apascentados para apascentar, amados para amar, protegidos para proteger, curados para curar, libertos para libertar, abençoados para abençoar… Quinto e último Princípio: Traçar Estratégias. Cada discípulo desta célula precisa estar atento ao líder, pois o mesmo estará escrevendo e aplicando as estratégias que o Senhor dará através dos Apóstolos. Os doze são líderes de geração, que na Escola de Líderes e no discipulado recebem orientação e direção, estão sendo preparados a cada dia para conquistas maiores. Eles ministraram fé e amor na sua vida para um crescimento sobrenatural, para uma conquista sem igual, e isso também precisa ser reproduzido através de você. É preciso traçar estratégias para ganhar nossos familiares, amigos, conhecidos e desconhecidos. É necessário estabelecer alvos claros e precisos, lançá-los diante de Deus em oração e palavras proféticas, tomar atitudes para que estes alvos sejam alcançados nos prazos estabelecidos. É preciso se movimentar em busca de resultados, agir e fazer com excelência, buscar  ser e fazer o melhor, cumprir metas e obedecer comandos. Somos pedras tiradas

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Não deixe que lhe roubem o sonho

Gênesis 15:1 a 11 Este texto de Génesis 15, nos mostra que a Visão é uma promessa divina e não humana, um sonho nascido no coração de Deus para abençoar os homens. O Senhor é que buscou a Abrão e não o contrário. Abrão só desejava um filho, Deus desejava gerar através dele uma grande nação, e dar a Abrão uma grande recompensa (vs.l). A Visão traz consigo muitas bênçãos. Quem aqui pode dizer, que depois de entrar na Visão, não teve sua vida melhorada? Quem não reconhece como recompensa, o amor verdadeiro de seus líderes, a amizade de seus discípulos, a honra de ser chamado de líder de multidões pelo Espírito de Deus? Ao nos revelar esta Visão, Deus projetou a realização de nossos sonhos, projetou nos abençoar e a toda nossa descendência, seu sonho porém, é muito mais amplo do que isto, pois o Senhor nunca pensa em abençoar alguns, seu desejo é sempre abençoar a todos. Este capítulo é o momento em que Deus tira Abrão do contexto de suas limitações naturais, da pequenez de seus projetos pessoais, para o fazer sonhar com a grandeza dos propósitos divinos. Apesar de já andar com o Senhor a algum tempo, Abrão em Gn.15, ainda estava focado apenas em seu sonho pessoal : Ter um filho. Além disto, estava lamentando-se e olhando para seus limites humanos, mas o Senhor dá a ele uma chave para a entrada no sobrenatural: olhar para a imensidão do universo, para a infinidade de estrelas criadas pelo Altíssimo e ouvir a promessa, de que assim seria a sua descendência. Deus estava desta forma, gerando no espírito de Abrão o sonho das multidões, pois só através desta capacidade, Abrão poderia cumprir o plano de Deus de maneira completa. Do mesmo modo, nós só viveremos a plenitude do propósito divino, se aprendermos a sonhar com multidões. Também as multidões só virão, se houver quem sonhe com elas, porque no quesito fé, o mover de Deus depende do querer do homem. Jesus antes de realizar milagres, fazia sempre a clássica pergunta: Que queres que eu te faça? Sonharmos com o que sonha o Senhor, é o que nos dará direção e forças para realizarmos uma conquista completa. Depois que Abrão engravidou-se do sonho de Deus (e não só do seu próprio), é que suas fraquezas foram removidas e seus limites rompidos no sobrenatural. Deus está nestes dias, em busca de pessoas dispostas a sonhar com aquilo que vá além do pessoal, para que a grande necessidade coletiva seja atendida. Para sermos de fato pais e mães de multidão, precisamos sonhar com mais do que nossa satisfação pessoal, precisamos sonhar com a satisfação do coração de Deus. Você pode estar se perguntando, com que se satisfará o coração de Deus? O anelo do coração do Pai são multidões transformadas pelo poder do evangelho e sua benção derramada sobre todas as famílias da Terra. A pergunta que o Senhor te faz hoje é: Você tem de fato o sonho de ganhar multidões? Está realmente disposto a ir além, pela salvação de milhares? (Dê 30segundos para que ouçam o que há em seus corações). Deus quer ver a humanidade redimida, porisso Ele nos chamou, nos deu uma missão e unção suficiente, para nos levar além de todas as conquistas pessoais. Pode ter certeza de algo, a bondade de Deus é tão grande, que Ele não te negará nenhuma de suas bênçãos, e seguirá te abençoando enquanto você estiver em Sua Presença. Com certeza já te deu saúde, um bom trabalho, prosperidade material, um lar, provavelmente uma família, filhos, amigos, liberdade e conforto, sem falarmos no maior dos presentes divinos, que é a Vida Eterna. Certamente chegará um momento, ou talvez já tenha chegado, em que seu coração estará plenamente satisfeito e agora? Qual será o próximo passo? Se nossos sonhos já foram realizados, chegou a hora de sonharmos os sonhos de Deus, caso contrário, entraremos em declínio espiritual e perda de alegria. Se sendo chamados, não atendermos ao anseio do coração do Pai, seremos pessoas supridas, mas não realizadas, bem sucedidas, mas sem alegria interior. Jo. 15: 10 diz: Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Tenho vos dito estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. Quem quiser viver em completa alegria, precisará aprender amar e sonhar os sonhos de Deus, pois quando o coração do Pai se enche de alegria, esta alegria vem encher também o nosso coração. Este sonho é tão tremendo, que o Inimigo quer roubá-lo de dentro de nós. Quando Abrão entendeu pela fé, a amplitude da Visão e de sua recompensa, perguntou ao Senhor: Como saberei que ei de possuí-la? E o Senhor lhe ordenou que fizesse um sacrifício, o texto diz que aves de rapina tentavam roubar o sacrifício, mas que Abrão as enxotava. O sonho de Deus é a sua plenitude, é a sua vitória como filho e como servo de Deus, é a sua oportunidade de fazer algo incomum, por isso o Diabo quer roubá-lo. As aves de rapina simbolizam os espíritos e sentimentos que tentam roubar o sonho e remover a Aliança, mas nenhum Pai ou Mãe de multidões de verdade, permitirá que isto aconteça. Reflita: O que tem te roubado de sonhar com multidões? A rapina do egoísmo? A rapina da satisfação com o que Deus já te deu? A rapina da ambição pelas coisas materiais? A rapina do medo de não ser capaz? A rapina do não acreditar que Deus te chamou?   Independente de como esteja o seu coração, o de Deus, continua a procura daqueles que queiram realizar sua vontade para que a Terra seja salva. Assim como Deus capacitou Abrão a sonhar os seus sonhos, hoje também ele o fará, com aqueles que, sinceramente, pedirem ao Senhor: Gera em mim Senhor, o teu desejo pelas multidões. Ministraçâo: Determine que

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Nossa liderança gera legado para nossa descendência

Juízes 6:1 a 6, 11 a 16, 25 a 32;  7:1 a 7,  8: 22 a 24, e  9:1 a 21. A história de Gideão, contada no livro de Juízes do cap. 6 ao cap. 9 nos revela que a nação de Israel neste tempo, estava oprimida pelos midianitas, amalequitas e ismaelitas que invadiam seu território, queimavam suas lavouras e roubavam os animais e os frutos da terra. Israel fizera o que era mal aos olhos do Senhor e esta sua fragilidade ante os inimigos, era consequência de seus pecados, pois naqueles dias o povo adorava a Baal. Apesar de seu desvio, clamavam ao Senhor. O Senhor compadecido de seu povo, atendeu seu clamor e levantou a Gideão como um libertador e o orientou a pelejar contra os numerosíssimos exércitos inimigos. A primeira instrução do Senhor foi que Gideão destruísse o poste-ídolo de Baal que havia na casa de seu pai. Feito isto, Gideão passou a ser chamado de Jerubaal e arregimentou mais de 22.000 homens para a peleja, mas o Senhor lhe disse: É demais o povo que está contigo para que eu entregue os midianitas nas tuas mãos, Israel poderia se gloriar contra mim, dizendo: A minha própria mão me livrou. Foram dispensados então, todos os homens tímidos e medrosos e com apenas trezentos valentes, Gideão orientado pelo Senhor desceu contra o arraial dos midianitas, que foi entregue de forma sobrenatural, nas mãos de Israel. Após tão grande vitória, Gideão tornou-se um herói, e foi convidado pelo povo a governar sobre Israel, mas a resposta de Gideão foi: vs. 23, Não dominarei sobre vós, nem tampouco meu filho governará sobre vós, o Senhor vos governará, vs. 24 Disse-lhes mais Gideão: Um pedido vos farei : dai-me vós cada um as argolas do seu despojo ( porque tinham argolas de ouro, pois eram Ismaelitas). Ao assim proceder, Gideão cometeu dois grandes erros, que lhe custaram a vida de seus setenta filhos. O primeiro erro foi, ao ser convidado para ser líder Gideão dizer: O Senhor vos liderará. É um engano pensarmos que tudo na vida cairá do céu e que tudo será realizado por Deus. É certo que nada acontece na terra sem a permissão de Deus, mas há duas jurisdições diferentes como está escrito: Os Céus são Céus do Senhor, mas a Terra, Ele a deu aos filhos dos homens. Deus vai nos liderar e nos conduzir usando pessoas que Ele ungira sobre nós. Tudo que acontece no Céu é realizado por Deus por meio de seus anjos e na Terra de igual maneira, Deus usa aos homens que são governados pelo seu Espírito. O que alguns Cristãos ainda não entenderam, é que algumas coisas só Deus faz, e que há outras que Ele nos deu a fazer e não as fará por nós, mesmo poque Ele estabeleceu leis espirituais e físicas. A Igreja de Jesus precisa entender que é através dela que o Senhor quer transformar todas as coisas na Terra e que sendo assim, precisa assumir sua posição individual e corporativa de liderança, ou seja, precisamos entender que: Na Terra, Deus governa através de nos. Na Terra, Deus governa através de mim. (repetirem 3x). O segundo grave erro de Gideão, foi ter rejeitado seu chamado à liderança por uma evidente cobiça somente por valores materiais (argolas de ouro do vs. 24) Algo que sempre roubou o foco e a unção de muitos líderes e ministérios, é a cobiça ou a preocupação excessiva pelos bens materiais. Existem pessoas com motivações erradas, que foram enganadas pelo maligno, pessoas que estão intensamente concentrados apenas na busca por sobrevivência ou por enriquecimento, cumprindo-se assim a exortação divina que está em Ageu cap. l: 8 e 9 onde o Senhor diz: Subi ao monte, trazei madeira e edificai a casa, dela me agradarei e serei glorificado, diz o Senhor. Esperastes o muito, e eis que veio a ser pouco, e esse pouco quando o trouxestes para a casa, eu com um assopro o dissipei. Por quê? Diz o Senhor dos Exércitos, por causa da minha casa, que permanece em ruínas, ao passo que cada um corre por causa da sua própria casa. Depois do assassinato de seus 70 irmãos, Jotão, filho de Gideão, proclama uma sentença, descrevendo exatamente a atitude de omissão das árvores boas (que representam a nós os justos) em assumir o poder, deixando assim o caminho livre para que o espinheiro (os ímpios) ascendesse ao poder. A Bíblia diz que quando o justo governa o povo se alegra, mas que quando o ímpio governa o povo geme. A atitude de liderança que Deus espera de nós, não é só o emergir de cristãos a cargos políticos, mas que cada um exerça sua influência ganhando vidas e fazendo discípulos, porém por medo, baixa estima e até egoísmo, muitos ainda rejeitam a seu chamado, como o fez Gideão. O apólogo de Jotão mostra um quadro semelhante ao da vida cristã de hoje: Entre as árvores boas, ninguém tinha tempo para ser líder, pois todos estavam ocupados com o que lhes agradava a alma e seus próprios anseios (minha doçura, meu óleo e meu vinho, isto hoje pode corresponder a, minha família, meu trabalho, meu lazer). Este pecado de omissão e negligência, se consuma na vida da igreja, quando nos recusamos a nos preparar para a liderança, não nos comprometendo numa célula, não nos firmando na escola de líderes ou no discipulado, não exercendo nossa liderança espiritual, como líderes de células (não há nada que transforme mais a sociedade do que fazermos discípulos para Cristo). Gideão conquistou o território e o coração do povo, mas não completou o desígnio de Deus que era governar e manter-se na liderança, para que o mal não se levantasse. A semelhança dele, pecamos quando não supervisionamos nossa conquista, deixando que os discípulos se afastem por nossa falta de liderança. Ao recusar-se a governar, Gideão desprotegeu sua descendência e sua nação, pois a omissão dos justos, dá lugar ao governo dos perversos. Porque Gideão recusou

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O Modelo dos 12 para a Conquista de Territórios

Josué 1:3 Toda unção de conquista tem uma liberação de um manto que alcança aqueles que estão em posição de receber o que Deus tem para lhes entregar. A Visão Celular no Modelo dos 12 é uma Visão que possui essa estrutura facilitadora, pois gera líderes debaixo de uma capacidade, e treina esses líderes para que estejam aptos a receber os territórios novos. Isso significa que temo um foco, um encargo, uma missão, ganhar novos territórios. Isso é possível se houver investimento nos doze. O Modelo dos 12 é a Visão que Deus tem confiado à Igreja do tempo do fim para a conquista de territórios. É através dela que o Modelo instituído por Jesus, o Modelo dos 12, tem sido resgatado para vivermos os mesmos sinais, prodígios, milagres e maravilhas da Igreja Primitiva, pois a visão gera unidade no corpo de Cristo. Em Êxodo, vemos que Moisés tinha uma Equipe de 12; era uma equipe formada. Depois Deus limpou as equipes e vieram as tribos, mas a equipe foi-se mantendo viva, límpida, porque era uma equipe transicionada desde o Egito até chegar à terra prometida. Porém, a equipe que permaneceu com Josué era uma equipe de jovens, uma equipe que tinha um legado de herança sobre ela, porque a equipe velha havia morrido no deserto. Por que Deus destruiu a equipe velha Deus permitiu que a equipe velha morresse no deserto porque ela suspeitou da Sua promessa. E todos aqueles que suspeitam das promessas de Deus perdem o manto da conquista. Quando a equipe suspeitou do que Deus havia prometido e da bênção que Deus tinha destilado sobre o povo, morreu. Essa desconfiança fez com que eles não permanecessem com o líder Moisés. Josué entra em um novo tempo. E a nova equipe começa a trabalhar com Josué. Então, Deus não tem problema de levantar equipes novas, quando a equipe velha não corresponde ao que Deus está querendo fazer. Deus só contou com os disponíveis. Nós, quando servimos o Exército, somos treinados no caráter e começamos a respeitar autoridade. Sempre penso que se todos os homens na Nação tivessem servido o Exército, não teríamos tantos conflitos de autoridade nem pessoas querendo fazer o desenho do seu próprio caminho. Uma das coisas que você aprende no Exército é ser voluntário. E ser voluntário significa que você está disponível para a autoridade que está sobre a sua vida. Por isso, creio que se fôssemos uma nação que servisse o Exército, seríamos poderosos voluntários. Observe como, por mais que nos esmeremos na Igreja para ensinar voluntariedade, poucos são os que encontramos que vestem a camisa de servo. Cada vez torna-se mais raro encontrar alguém que queira servir sem interesse financeiro, que não tenha por trás a motivação do dinheiro, como está escrito em Ezequiel 33:30,31 diz: “Quanto a ti, ó filho do homem, os filhos do teu povo falam de ti junto às paredes e nas portas das casas; e fala um com o outro, cada um a seu irmão, dizendo: Vinde, peço-vos, e ouvi qual seja a palavra que procede do Senhor. E eles vêm a ti, como o povo costumava vir, e se assentam diante de ti, como meu povo, e ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra; pois lisonjeiam com a sua boca, mas o seu coração segue a sua avareza.” Hoje tem se tornado cada vez mais comum as pessoas quererem obter lucro em tudo que fazem. É uma geração vendida! É uma vergonha! São poucos aqueles que estão dispostos a investirem em prol do reino. Hoje e raro  encontrarmos homens e mulheres fieis e leais, que entenderam o princípio da honra, que entendem o princípio do alinhamento com seu líder. Uma nova geração de 12. A nova geração dos 12 nasceu debaixo do manto da restituição que Deus estendeu sobre a Sua Igreja. E essa nova geração é de líderes comprometidos, que não se vendem e não se entregam a Mamom. Uma geração que não se entrega, não se vende. O Modelo para entrar em territórios novos não pode ser um modelo negociável. Um Modelo que entendeu que não está à venda, que é inegociável, que a unção e a visão de Deus não têm preço. Jesus, nosso Modelo Maior, foi referencial em todas as coisas, e, também, na questão de ser inseduzível. Quando o diabo começou a dizer que daria todos os reinos da terra se Ele prostrado o adorasse, Jesus o resistiu. Naquele momento, o Senhor nos ensinou que não podemos nos prostrar a projetos escusos. Somos inegociáveis! Josué, um 12 notável. Josué foi um 12 notável. Fiel ao líder Moisés, ele, em tudo, posicionava-se a favor de Moisés, sendo um com ele. Josué era um servo, um líder voluntário ao seu líder. Ele nem sonhava ser um jovem cheio de unção, nem sonhava em usurpar nem ter a unção do seu líder; ele não queria isso. Na verdade, o que Josué queria era caminhar com o seu líder. Mas, um dia, o líder morreu e Josué levou 30 dias chorando a morte dele. Deus chegou e perguntou o porquê dele estar chorando. O choro de Josué pela morte de Moisés era porque, para ele, a conquista não teria mais o mesmo sabor. Deus queria que Josué entendesse que apesar de ser difícil caminhar sem Moisés, porque ele estava morto, o Deus que fazia milagres através de Moisés continuava vivo. Deus desenvolve um diálogo com Josué e afirma que será com ele por onde quer que fosse. O mesmo que Deus fez com Josué quer fazer com você. Ele quer estender um manto sobre a sua vida, Deus colocou sobre você o manto apostólico, o manto de conquista, e você ficará impressionado com o que acontecerá. Você será líder de um Modelo, o qual todo território que Deus lhe entregar será conquistado no sobrenatural, porque sobre sua vida tem alguém te respaldando com um manto apostólico.        

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Lutando contra o Declínio na nossa vida ministerial

Gálatas 2:6-16 Neste texto O Apóstolo Paulo está se referindo a Pedro, o apóstolo de maior autoridade na igreja de Cristo. Quais foram as impressões que ele teve naquele tempo de convívio com aquele líder espiritual? 1. A realidade espiritual de Pedro já não era a mesma do passado Alguma coisa havia mudado entre o Apóstolo Pedro do passado e o do presente. O Apóstolo Paulo demonstra decepção ao se referir a ele, como que se já não visse mais nele o referencial que esperava encontrar. Alguns líderes, infelizmente, com o passar do tempo vão perdendo o sal, e se tornam medíocres e superficiais. Eles não se renovam através de novas experiências com Deus e com Sua Palavra. Eles deixam de sonhar e se acostumam com a vida de sempre, achando que não tem mais nada de novo a ser conquistado ou almejado. Eles simplesmente esperam a morte chegar, encarando-a apenas como um livramento para este mundo mal. Precisamos lutar contra a mediocridade e contra a superficialidade. Precisamos buscar um amor ardente pelas coisas que Deus ama, nos identificando com Ele em Sua paixão, para que não nos esfriemos pelo caminho vivendo uma vida sem propósitos e sem sonhos. 2. O ministério do Apóstolo Pedro havia perdido a capacidade de acrescentar algo novo. O Apóstolo Paulo não esperava que o Apóstolo Pedro fizesse alguma alteração no evangelho que ele pregava. Realmente, o evangelho não podia ter nenhum acréscimo nem decréscimo. No entanto, talvez ele desejasse receber do Apóstolo Pedro o que ele mesmo intentou fazer em relação aos romanos: “Porque muito desejo ver-vos, a fim de repartir convosco algum dom espiritual, para que sejais confirmados, isto é, para que, em vossa companhia, reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua, vossa e minha.” (Romanos 1:11-12). O Apóstolo Pedro perdeu a oportunidade de deixar uma marca positiva no coração do Apóstolo Paulo, limitando-se a um simples “aperto de mão”, liberando-o em seguida para o ministério aos gentios. O rei Davi, depois de muitos anos longe de seu filho Absalão, limitou-se a se aproximar dele com um beijo no rosto e nada mais. Nenhuma palavra, nenhuma disciplina, nenhum confronto, nenhum conforto e nenhuma restauração. Um beijo no rosto e nada mais. Entre os Apóstolos Pedro e Paulo apenas um “aperto de mão” e somente a recomendação de que se lembrassem dos pobres. Precisamos cuidar do nosso ministério quando começamos a perder a capacidade de acrescentar coisas novas. Ficamos acostumados aos “apertos de mão”, ao “beijo no rosto”, ao culto, à célula, e nada mais. Não avançamos nos relacionamentos, não nos aprofundamos no conhecimento das necessidades dos nossos discípulos, não caminhamos juntos, muitas vezes vamos aos poucos abrindo precedentes deixando alguns discípulos se acostumarem na zona do conforto, na realidade vamos nos cansando e entrando na mesma Zona de conforto. 3. O inimigo chamado Simão, vez por outra, prevalecia sobre o velho Pedro. “Com efeito, antes de chegarem alguns da parte de Tiago, comia com os gentios; quando, porém, chegaram, afastou-se e, por fim, veio a apartar-se, temendo os da circuncisão.” (Gálatas 2:12). Simão era o antigo nome de Pedro, e significa “vara agitada pelo vento”. A inconstância era o maior desafio a ser vencido por ele, tanto é que Jesus fez questão de mudar sua identidade chamando-o de “pequena rocha”. Pedro tinha dificuldades de se posicionar e permanecer firme em suas escolhas. Assim foi diante do desafio de andar sobre as águas, também quando negou Jesus, e agora, diante dos circuncisos e incircuncisos. Diante de uns ele agia de um modo e diante dos outros ele agia diferentemente. Faltava sinceridade em sua postura e por causa disso a verdade do evangelho corria riscos. O velho Simão sempre buscava uma oportunidade para ressurgir e trazer duplicidade de caminho para ele. A brecha para o ressurgimento de Simão sempre estava relacionada ao medo. Medo de afundar nas águas sobre as quais andava, medo de ser crucificado à semelhança de seu Mestre, e agora, medo de ser mal interpretado pelos judeus. O medo nos tira a ousadia e a confiança em Deus, bem como é a causa do fracasso de muitos líderes. Diante do medo revelamos nossas fraquezas mais profundas e, por causa dele, podemos fazer escolhas erradas das quais vamos nos arrepender. Mas com diz em I João 4:18, “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.” O líder que ama a Deus, ama as pessoas, ama seu ministério e ama o propósito da sua vida, não temerá a perseguição, os desafios, as críticas, ou até mesmo a morte. Nada o intimidará porque sua motivação maior é o amor. O Apóstolo Pedro viu o declínio de seu ministério quando começou a abandonar a espiritualidade dos primeiros dias, quando perdeu a capacidade de acrescentar coisas novas a outros ministérios, e quando se deixou vencer pelos velhos medos do passado. Entretanto nas cartas de I e II Pedro encontramos o Apóstolo firme e ardente na fé e na perseverança. Muito anos depois ele orienta e exorta os discípulos a viverem em santidade, em temor, em amor, em constante crescimento e ainda revela as razões e as reações que deveremos ter diante do sofrimento imposto por uma geração perversa e distante de Deus. II Pedro foi escrito um pouco antes do seu martírio, 67 d.c. Ele deixou de ser Simão, inconstante,  para ser Pedro, firme e indesistivel. O discipulado na nossa vida nos livra de entrarmos numa rota de desistência ou declínio espiritual, pois somos exortados a mudanças, orientados a vida cristã genuína, confrontados em nosso caráter e motivados a continuar sempre. Por isso é bom sempre fazermos avaliações em nós e também em nossos discípulos para aplicarmos ajustes neles e em nós. Três classes de discípulos que precisam ser identificados e trabalhados para serem ajustados: 1. Aquele discípulo que sempre está distante, não se envolve muito, não dá satisfação, fica sempre na sua, sempre dentro do seu

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