Esboço da Célula

Fazemos parte do projeto original de Deus

Isaías 49:1-4; Atos 17:24-26 A chamada do profeta Isaías, assim como aos demais homens e mulheres que Deus chamou desde o ventre materno, já tendo designado todas as coisas, deixa muito claro que Ele está no controle e que todos aqueles que o conhece e crê nEle, é introduzido em um plano divino definido desde a eternidade passada, onde nada do que vemos hoje tinha ainda sido criado.  Deus disse ao profeta Isaías no capítulo 44 e versículo 2: Eu sou seu criador. Você estava sob meus cuidados mesmo antes de nascer, Eu te escolhi. Ao profeta Jeremias no capítulo 1:5 e 12 disse: “Antes mesmo de te formar no ventre materno, Eu te escolhi; antes que viesses ao mundo, Eu te separei e te designei para a missão de profeta para as nações!” Disse-me o Senhor: Viste bem, porque eu velo sobre a minha Palavra para fazê-la cumprir! O Apóstolo Paulo disse em Gálatas 1:15: Todavia, Deus me separou desde o ventre de minha mãe e me chamou por sua graça. Quando, então, foi do seu agrado revelar seu filho em mim, para que eu pregasse entre os gentios, sem demora…  Isaías 49:1 foi o texto base que lemos hoje e ele diz:   Se ficarmos procurando na bíblia, ficaremos muitas horas lendo textos que comprovam que nascemos dentro de um plano eterno, para cumprirmos um propósito de um Deus Santo, Poderoso, onipresente e onisciente. Deus não joga dados, ele não faz pra ver se vai dar certo, Ele já tem as repostas e tem o controle de tudo. Concluimos que não  somos um acidente, que não somos obras do acaso, tem um arquiteto, um criador que é o autor da vida. Somos obras das suas mãos, somos em Cristo resultado do Seu amor que foi comprovado quando na cruz do calvário, Cristo pagou o preço da nossa salvação Nosso nascimento não foi um erro ou um infortúnio, nossa vida foi panejada por Deus.  Nossos pais podem não têr planejado o nosso nascimento, mas Deus certamente o fez. Ele não ficou nem um pouco surpreso quando nascemos. Aliás, ele nos aguardava. Muito antes de ser concebido por seus pais, você foi concebido na mente de Deus. Ele pensou em você primeiro. Você não está respirando neste exato momento por acaso, sorte, destino ou coin­cidência. Você está vivo porque Deus quis criá-lo! A Bíblia diz: O Senhor cumprirá o seu propósito para comigo! Em Jó 12:10 diz: Na mão de Deus está a alma de todo ser vivente e o espírito de todo gênero humano. No Salmos 138:8 diz: o que a mim me concerne o Senhor levará a bom termo; a tua misericordia, ó Senhor, dura para sempre; não desampares de mim as obras das tuas mãos. Ele também determinou os talentos naturais que cada um de nós possuiríamos e a singularidade de nossa personalida­de. A Bíblia diz em Salmos 139: Tu me conheces por dentro e por fora, conheces cada osso do meu corpo; conheces exatamente como fui formado, parte por parte, como fui esculpido e vim a existir. Uma vez que Deus nos fez por um motivo, Ele também decidiu o momento de nosso nascimento e nosso tempo de vida. Ele planejou os dias de nossa vida antecipadamente, escolhendo o momento exato de nosso nascimento e de nossa morte. A Bíblia diz no salmos 139:16 que antes mesmo de o nosso corpo tomar forma humana, Ele já havia planejado todos os dias da nossa vida; cada um deles foi registrado no livro que Ele tem no céu! (Obs. Sabemos que o pecado entrou no mundo nos tirando do centro da vontade de Deus, por isso muitos morrem antes da hora, este não é o plano original, mas em Cristo Jesus este plano poderá ser restituído). Deus também programou onde nasceríamos e onde viveríamos para o propósito dEle. Nossa raça e nacionalidade não são um mero acaso; Deus não deixou nenhum detalhe ao acaso. Ele planejou isso tudo para o propósito dEle. Lemos hoje em Atos 17.24-26: De um só fez ele todos os povos, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar. Veja bem, nada em nossa vida é casu­al, tudo foi feito em função de um propósito. E o mais incrível: Deus decidiu como você nasceria. Independen­temente das circunstâncias de seu nascimento e de quem são seu pais, Deus tinha um plano ao criá-lo. Não importa se seus pais foram bons, ruins ou indiferentes. Deus sabia que esses dois indivíduos possuíam a cons­tituição genética específica para criar você em especial, exatamente como ele tinha em mente. Eles tinham o dna que Deus queria para formá-lo. Embora existam pais ilegítimos, não existem filhos ilegítimos. Muitos filhos não foram planejados pelos pais, mas não são um imprevisto para Deus. O propósito de Deus levou em conta o erro humano e até mesmo o pecado. Quando uma criança é concebida por um erro, Deus reconfigura e dá para esta criança a mesma oportunidade de todos, Ele já contava com isto, quando uma criança é concebida na terra, lá no céu já há um plano de salvação para ela. Deus nunca faz nada por acaso, e ele nunca comete erros. Ele tem um motivo para tudo que criou. Todas as plantas e animais foram planejados por Deus, e cada pessoa foi idealizada com um propósito. O motivo para Deus tê-lo criado foi o amor que ele tem. A Bíblia diz em Efésios 1:4 que muito antes de estabelecer as fundações da terra, Deus já nos tinha em mente, tendo nos escolhido como foco de seu amor. Em Isaías 45:18 diz que Deus moldou a terra e a fez, ele fundou-a; não a criou para estar vazia, mas a formou para ser habitada. Por que Deus fez tudo isso? Por que enfrentou todo o incômodo de criar um universo para nós? Porque Ele é um Deus de planos e propósitos movido por amor. Você foi criado para ser um alvo espe­cial do amor de

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O motivo da nossa existência

Colossenses 1:13-20; Salmos 92:12-15 Neste texto de Colossenses podemos verificar que tudo, absolutamente tudo, nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sim, todas as coisas começaram em Jesus Cristo e nEle encontram seu propósito. Podemos ver que Deus criou tudo para que nós pudéssemos desfrutar e viver em plenitude, somos a coroa da criação, Ele nos criou para um propósito e não podemos viver apenas por viver, nossa vida vai além desta vida terrena e em Deus está a reposta para nos completar e nos fazer plenos.                                                                                                    Em Salmos 92 diz que os justos florescerão como palmeira, crescerão como cedro no Líbano, plantados na casa do Senhor. Essa promessa maravilhosa está reservada para os justos, sabemos que em Jesus Cristo somos justificados. Justificação é quando Deus declara justo todo aquele que recebe a Jesus Cristo como Senhor e salvador, pois é baseado na justiça de Cristo que nossas dívidas são debitadas, nEle somos considerados justos. Em Romanos 3:21-26 diz que sem lei se manifestou a justiça de Deus, testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que creem; porque não há distinção, pois todos pecaram e precisam da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus. Redenção fala de perdão e libertação. O papel do redentor é pagar as dívidas e liberar o redimido da sua escravidão. Aqueles que foram justificados, são plantados na casa do Senhor e ali florescerão nos seus pátios e mesmo na idade avançada, serão vigorosos e cheios de seiva que significa vida. Estes darão frutos e proclamarão que o Deus Eterno é reto e justo. Ele é a nossa rocha, e nele não há injustiça. Por isso nossa vida precisa ir além de nós mesmos, além daquilo que o mundo possa oferecer, somos eternos criados por um Deus eterno e com um propósito de uma vida eterna Segundo Provérbios 11:28, uma pessoa dedicada em apenas às coisas materiais, si torna uma pessoa sem vida, é como um tronco cortado, mas uma vida moldada e direcionada por Deus, se torna uma árvore frutífera com folhas verdejantes e florescentes. A Bíblia faz várias comparações acerca da nossa vida, somos comparados com ovelhas, com peixes e com arvores que precisam ser frutíferas. Israel, Jerusalém e o povo Judeu na bíblia são comparados com a oliveira, com a figueira, com a videira e até com um espinheiro. Em Oséias 9.10 o Senhor, diz: “Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova…”  Jesus no evangelho de João 15 disse que ele é a videira e nós somos os ramos  e, se permanecermos nEle, daremos muito fruto. Devemos aprofundar nossas raízes espirituais na fonte de Cristo, de onde recebemos a agua espiritual da vida. O mundo é um deserto que nunca satisfará plenamente as pessoas, mas quando temos fé e confiança em Jesus Cristo, somos comparados a árvores sustentadas pela água das nascentes escondidas sob a terra seca. Isso é muito interessante, pois até as arvores foram criadas para cumprirem um propósito, e todas elas precisam ter raízes profundas e alimentadas pelas proteínas e minerais encontradas na agua e no solo. Muito interessante que aqueles que se alimentam delas, espalham as suas sementes e elas se multiplicam. Em Jeremias 17:7,8 diz que felizes são os que confiam no Senhor, pois são como árvores plantadas às margens de um rio, cujas raízes alcançam águas profundas. Tais árvores não são afetadas pelo calor nem se preocupam com longos meses de seca. Suas folhas permanecem verdes e produzem muito fruto delicioso. Biblicamente falando somos arvores plantadas na casa do Senhor, há um rio na casa de Deus representado pelo Espírito Santo e muito alimento representado pela Sua Palavra, a Bíblia. Também a unção de Deus, a Sua alegria, o Seu poder, a revelação, a oração, a comunhão, o louvor e a adoração a Ele, são alimentos para a nossa alma e espírito. Quando estamos integrados no reino de Deus através da igreja que no nosso caso envolve as Células, as redes, a equipe de doze, Escola de Líderes, Encontros, seminários e congressos; somos fortalecidos em todas as áreas da nossa vida. Este alimento espiritual nos faz crescer, amadurecer e prosperar, para que aqueles que se alimentam dos nossos frutos se tornem frutíferos e multiplicadores do amor e da graça de Cristo na vida de outras pessoas. O propósito de Deus para a nossa vida é que sejamos arvores frondosas, felizes e frutíferas, onde muitos encontraram sombra que significa cobertura, liderança, cuidado, proteção e também onde muitos como pássaros, encontram lugar em nós para fazerem ninhos gerando seus filhos reproduzindo neles a mesma essência. Vivemos por um propósito e isso nos leva a viver o verdadeiro sentido para a vida. Como diz o texto de Colossenses 1:15-16, tudo Começa com Deus, pois tudo, absolutamente tudo, nos céus e na terra, visíveis e invisíveis…, sim, todas as coisas começaram nEle e nEle encontram seu propósito. Sem a existência de Deus, tudo fica cinza, tudo se perde, tudo acaba, sem Deus a vida não tem sentido, pois acaba a esperança e o objetivo de lutar e se guardar para algo maior. Deus não é apenas o ponto de partida de nossa vida, Ele é a fonte dela. Para descobrirmos o propósito da nossa existência, precisamos voltar para a Pala­vra de Deus, e não para a sabedoria do mundo. É em Cristo que descobrimos quem somos e o propósito de nos­sa vida. Muito antes de termos ouvido falar de Cristo e de termos erguido nossas espe­ranças, ele já tinha seus olhos sobre nós; já havia planejado para

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Final

Gálatas 5:16-17, 22-23; II Pedro 1:5-6 Neste capítulo de gálatas Deus nos mostra uma guerra acontecendo dentro de nós diariamente. Nesta guerra precisamos decidir entre egocentrismo ou Cristocentrismo. Quando eu reino prevalece a vontade da carne, isto é, os desejos carnais, e isto me afasta de Deus. Quando Cristo Reina, prevalece o Espírito Santo e isto significa que o nosso espírito (coração) está sendo guiado por Deus. O livro dos Gálatas não foi escrito para os incrédulos, mas para os cristãos. Portanto essa é uma luta que os cristãos enfrentam. Graças a Deus, porém, que o caminho de vitória nos é mostrado em Gálatas 5:17 que diz:: “Andai no Espírito, e jamais satisfareis ao forte desejo da carne”. Em Cristo tenho o poder de andar em vitória sobre a carne. Quando somos guiados pelo Espírito Santo o caráter de Cristo é desenvolvido em nós, o resultado será o fruto do Espírito sendo refletido através das nossas palavras e atitudes. É assim que Jesus é, e devemos nos tornar semelhantes a Ele em nossa vida no caminhar Cristão. O fruto do Espírito será uma grande benção para nós, para outras pessoas, e para Deus, pois seremos completos e muitos serão alcançados com a salvação que redundará em líderes prósperos, frutíferos e multiplicadores. As manifestações do Fruto do Espírito estão interligadas, pois o Amor reflete alegria e esta alegria gera paz. A paz desenvolve a longanimidade e a longanimidade se define com paciência, e toda pessoa pacífica é benigna e essa benignidade se revela na bondade. A bondade reflete fidelidade e toda pessoa com o caráter fiel, tem mansidão e esta mansidão nos capacita para a auto liderança, quem se domina se torna modelo. É um processo gradativo, somos nós que definimos como queremos ser ou com quem queremos nos parecer.  Para nós Jesus Cristo sempre será o nosso modelo, mas este modelo precisa ser visto pelas pessoas através de cada um de nós. Hoje falaremos sobre a última característica do Fruto do Espírito, Domínio próprio.  Para tudo o que é verdadeiro tem o falso, se não existir o original, não tem com existir o paralelo. O autocontrole não é o domínio de nossas vidas através de nossos próprios esforços ou da nossa própria força de vontade como sendo a única fonte. É necessário a ação do Espírito Santo em nós, caso contrário será apenas um esforço limitado de duração pequena em apenas alguns momentos da vida. O falso Fruto reflete a própria carne, é as funções da alma separadas do controle de Deus; pessoas sem o fruto do Espírito são pessoas indisciplinadas, imorais e rebeldes contra todas as autoridades; A tendência da velha natureza reflete independência de Deus, são pessoas que andam nas suas próprias leis, elas se bastam a si mesmas, não conseguem se dominar e nem se submeter a ninguém. Quem tem Autocontrole, tem o poder de se dominar, isto procede de dentro, é uma liderança interior; Esta ação refere-se claramente ao controle, negação e disciplina da vida do nosso ego, através do Espírito Santo que se utiliza da Palavra de Deus para nos transformar. O verdadeiro autocontrole significa deixar-se ser controlado por Deus. Quando eu me controlo segundo as leis de Deus, então é Ele estabelecendo até onde eu devo ir ou o que devo fazer em determinado momento. A essência do domínio próprio ou moderação, ou ainda temperança, está nas palavras do sábio Salomão em Provérbios 25:28 que diz: "Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito.” Este é o sintoma especial do Espírito Santo, porque é a evidência de uma vida cristã madura. Ele aparece no fim da lista, mas certamente não é de menos importância. Uma vez que você começa a entrar num processo verdadeiro de santificação com o Senhor, o Espírito Santo espera que você logo se mova nesta qualidade específica. Em Romanos 8:5 diz: “Pois os que são segundo a carne, inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.” Todos temos certa quantia de defeitos de caráter operando em nossa personalidade. Há algumas características negativas que terão de desaparecer. A Bíblia fala-nos que nosso espírito e nossa carne estão em guerra um contra o outro nesta vida. A nossa carne quer autogratificação imediata a todo custo e fará tudo para consegui-lo. Nosso espírito sabe que alguns de nossos desejos carnais não são corretos e, em consequência, haverá uma guerra entre os dois, às vezes bem intensa. E a única coisa que poderá frear e controlar alguns desejos da nossa carne é a qualidade do domínio próprio. A vida cristã é um campo de batalha aonde temos que brigar contra inimigos tanto externos como internos. É, pois, extremamente importante que cooperemos com o Espírito Santo nesta batalha entre as forças de justiça e as forças do mal que lutam pelo domínio de nossa personalidade. Domínio próprio é o controle de alguém sobre si mesmo; no contexto das Escrituras, o controle de si mesmo existe para estar em harmonia com a vontade de Deus. Significa moderação, sobriedade, continência, autodomínio. Consiste em aplacar os apetites e o uso excessivo dos sentidos. É o controle da maneira que a pessoa deve utilizar os bens materiais, de maneira particular a comida, a bebida e os apetites sexuais. O domínio próprio ou moderação é reter os desejos em estado normal, perfeitamente natural, sob os limites estabelecidos por Deus. Ter domínio próprio significa ter moderação, controle racional de impulsos naturais, ser sóbrio, tranquilo, tendo domínio dos desejos pessoais, emocionais, sexuais e das paixões. Indica uma vida autodisciplinada. Seguindo o exemplo de Cristo que disse estar no mundo, mas não ser do mundo. É o mesmo que ter controle ou disciplina que precisa ser exercitada no comportamento. É a maestria de si mesmo, a capacidade de nos conter nas próprias emoções, desejos e impulsos, de tal modo que possamos servir a Deus e aos outros. Em Provérbios 16:32 Salomão

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte VIII

Colossenses 3:12; Gálatas 5:22-23 Esta é a oitava semana em que estamos estudando sobre o Fruto do Espírito Santo de Deus, já falamos sobre o amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade e fidelidade, hoje subiremos mais um nível para falarmos sobre a mansidão. O caráter de Cristo foi revelado pelo fruto do Espírito, são nove marcas que apontam para a Sua estatura e revelam o modelo que devemos seguir. O Fruto do Espírito Santo não se manifesta na nossa vida automaticamente, precisamos busca-lo e deseja-lo com toda intensidade. Temos vontade própria, nascemos de novo em Jesus, recebemos uma nova natureza, mas se não investirmos nela, a velha natureza se manifestará e voltaremos a velha vida. Muitos se perdem por não desenvolverem uma vida de busca pautada na Palavra de Deus Se este fruto tem nove manifestações, porque ele se revela no singular? Poderia ser chamado de Frutos do Espírito. Na realidade é apenas um fruto, pois suas manifestações estão interligadas, uma não existiria sem a outra. São nove sabores com proteínas diferentes, mas que se completam. Cada parte preenche uma necessidade espiritual e psicológica. Se tivermos o Fruto do Espírito completo, nossa vida estará resolvida no espiritual, emocional, físico, familiar, ministerial e social. Atenção, Veja isso: Quem tem Amor, tem alegria, e está gera paz e a paz desenvolve a longanimidade. Esta longanimidade que se revela na paciência, nos faz benignos e a benignidade se revela na bondade e toda pessoa com o caráter bom, é fiel. A fidelidade tem a sua raiz na fé, isso nos faz ser pessoas mansas e pessoas portadora da mansidão tem o domínio próprio, se domina, tem liderança de si mesmo. Uma pessoa assim, viverá com muita qualidade e conseguirá liderar com destreza. É um processo gradativo, a cada dia podemos ter mais, sermos melhorados. Está a nossa disposição, ter este Fruto depende mais de nós do que de Deus, pois por meio de Jesus, temos o Espírito Santo em nós, está ao alcance de todos, só precisamos buscá-lo desenvolvendo em nós estas marcas.  Em Efésios 4:2 o Apóstolo Paulo aconselha-nos a viver de modo digno do chamado que recebemos, ele exorta-nos a demonstrar “toda a humildade e mansidão, com longanimidade”. Este e outros textos Bíblicos nos mostra que o fruto do Espírito necessita de nossa cooperação para seu desenvolvimento. Mas vamos hoje focar na Mansidão A mansidão não é uma fraqueza no caráter nem na conduta. A pessoa mansa não é um Maria-vai-com-as-outras. Mansidão não é ser completamente influenciável, ser uma pessoa irresoluta, que cede sob as mínimas pressões. Uma pessoa portadora de mansidão não é nem tímido e nem envergonhado. Uma pessoa mansa não é passiva e nem lenta, ela não sofre de sentimentos de inferioridade e nem subestima as suas capacidades, pelo contrário, é uma pessoa posicionada, proativa e perseverante. O verdadeiro fruto da mansidão descreve as pessoas benignas e dóceis na conduta, mesmo encontrando-se em posições de poder e autoridade. A mansidão se revela numa pessoa de espírito tranquilo, estável e controlado, até mesmo em face da ira e violência. Ser manso é uma qualidade que permite ser, ensinado, corrigido e disciplinado sem ressentimentos ou rebeliões. A mansidão é primeiramente uma atitude interior de submissão e confiança para com Deus, e para com as pessoas que Ele colocou sobre nós e também uma disposição de servir a todos. O fruto da carne contrário a Mansidão são as características negativas e opostas encontradas nas pessoas que são orgulhosas, que se promovem e que servem a si próprias. São pessoas que não estão abertas ao ensino e que gostam muito de discutir as coisas. Elas têm muita dificuldade em submeter às autoridades e em servir as pessoas. Mansidão significa brandura, ou ainda suavidade. Isso não significa fraqueza, nem é rebaixar-se nem se menosprezar. Trata-se de uma genuína falta de maldade e aspereza, é uma mistura com as qualidades da paciência e da gentileza. Trata-se de uma submissão do espírito humano para com Deus; e, em seguida, para com autoridades estabelecidas pelo Senhor. A mansidão é resultado da verdadeira humildade, por causa do reconhecimento do valor alheio, com a recusa de nos considerarmos superiores. Deus é a fonte dessa graça, e Cristo Jesus é o seu exemplo supremo, o que demonstrou em todo o seu modo de tratar as pessoas. Mansidão é suavidade, indulgência para com o fraco e errado, sofrimento paciente ao receber injúrias sem sentir um espírito de vingança e até equilíbrio em todas as paixões e temperamento, é o completo oposto da raiva. Traduções da palavra. A palavra Mansidão pode ser também traduzida por "humildade, Suavidade, ternura, Graciosidade, bondosa disposição, força controlada, uma disposição que é moderada, tranquilo, equilibrado em espírito, despretensioso e que tem as paixões sob controle. A bondade vem de um caráter que é equitativo, razoável e moderado. Fala do poder e força sob controle. Toda pessoa com esta qualidade, com esta marca tem disposição para perdoar feridas e corrigir faltas. Fala de alguém que governa bem sua alma e seu espírito. Isto não implica que nunca há um lugar para a irritação na pessoa gentil. Certamente a pessoa que mostra mansidão se zanga pelo motivo correto, se ira com as coisas erradas, mas sem perder o domínio. Em Efésios 4:26 diz: irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Isso fala de exercer a mansidão na ira para não perder o controle. A Bíblia diz Números 12:3 que Moisés destacou-se em mansidão, que é suavidade: Deus deu-lhe uma elevada posição. É duro para o homem natural ser suave com aqueles que o atacam, especialmente se atacam seu posto oficial e honra. Mas Moisés não tentou se defender. Em Mateus 11:28-30 Jesus nos dá uma viva descrição da marca da mansidão que ornava o caráter do Mestre. Ele disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte VII

Efésios 4:20-24; Gálatas 5:22-23 Esta é a sexta semana em que estamos mergulhados no Fruto do Espírito de Deus, falamos sobre o amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade e bondade, hoje subiremos mais um degrau para falarmos sobre Fidelidade. Estas nove características apontam para a estatura de Cristo, revelam o caráter expresso por Jesus em sua vida, ministério, morte e ressurreição, Ele é o nosso modelo. Deus criou o ser humano perfeito para viver neste universo em plena harmonia com Ele e sua criação, somos obras da Sua mão, fomos criados para um propósito, mas o pecado entrou no mundo através do primeiro Adão que por sua vez contaminou toda sua descendência, desta forma herdamos as consequências do seu pecado, nascemos pecadores, separados do autor da vida, separados de Deus. O acesso a Deus foi fechado pelo pecado, pois Ele é Santo, Puro e Reto, mas mesmo Ele abominando e odiando o pecado, Ele continuou nos amando. O pecado deformou a nossa imagem e semelhança de Deus, até que Jesus o Cristo veio e nos resgatou desta condição de culpados para justificados, de criaturas para filhos e herdeiro de Deus. Em Efésios 4:22-24 diz que devemos nos despojar do velho homem corrompido, da velha natureza gerada pelo pecado que nos leva para longe de Deus. As obras da carne são manifestas na velha natureza que segundo este texto de Efésios, para vencermos e sermos parecidos com Jesus, precisamos renovar o nosso entendimento e nos revestir, isto é, tirar o velho e vestir o novo homem criado segundo Deus, através de Cristo, em justiça, retidão procedentes da verdade.   Quando se fala aqui de velho ou novo homem, não está falando de sexo masculino, mas da essência que todos nós somos formados, homens e mulheres aqui, está falando do nosso espírito que foi criado por Deus quando na concepção segundo a Sua semelhança, assim como Deus, somos espírito, temos uma alma, e como estamos num mundo físico, precisamos deste corpo. Veja bem, neste texto de Efésios diz; quanto ao trato passado, isto é, segundo o propósito da aliança do nosso resgate e justificação, segundo a proposta de Deus em Jesus, devemos nos despojar do velho homem e nos revestir do novo, daquele que nasceu de novo deixando a velha vida para traz. Jesus Cristo já fez a sua parte, Ele já pagou o preço da nossa salvação, agora nós precisamos crer e buscar viver a nova vida segundo a nova identidade de filhos. Jesus é o primogênito entre muitos irmãos! Aprendemos aqui que ter o Espírito Santo em nós, não significa que o seu fruto com estas nove características, manifestarão automaticamente, será preciso buscar, desejar, se esforçar e nos amoldar segundo a Palavra de Deus. Precisamos ser transformados pela renovação da nossa mente. Temos vontade própria, nascemos de novo em Jesus, recebemos uma nova natureza, mas se não investirmos nela, a velha natureza se manifestará, muitos se perderam por não conhecer a verdade, como disse Jesus em João 8:32, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Entraremos nas últimas três manifestações do Fruto do Espírito, hoje focaremos a Fidelidade:   Existe o falso fruto da fidelidade e ele revela que estamos fixos em nossos próprios caminhos, de forma que não conseguimos mudar. É o mesmo que estar estabelecidos em nossas mentes que não conseguimos aprender coisas novas ou que somos assim mesmos. Isso é falso, pois todos nós temos condições de sermos melhores e crescermos nesta rota de melhoria até Jesus voltar. A fruto da carne contrária a fidelidade refletida em alguém indica que aquela pessoa é indigna de confiança, que é desleal, está sempre atrasada e lenta, adiando sempre as coisas importantes, sendo constantemente negligente com relação as pequenas coisas, sem nunca completar as tarefas que começa ou sempre falhando em seus compromissos com Deus e com as pessoas. Agora o verdadeiro fruto da fidelidade refere-se a confiança e firmeza na fé em Deus. A fidelidade é usada quando as escrituras se referem ao fato de sermos confiáveis, responsáveis e acima de tudo, leais. Fidelidade é uma das virtudes mais importantes na vida cristã. Começa com nosso relacionamento com Deus, e então transborda em nosso relacionamento com outros. Deus é absolutamente fiel e é Seu desejo que, pelo Espírito, essa fidelidade se torne parte de nosso caráter também. Fidelidade pode denotar que o cristão será uma pessoa fiel em sua palavra e promessas; alguém confiável ou em quem se pode confiar. Aqui a palavra é usada nesse sentido, pois o objetivo não é apenas falar dos sentimentos que temos para com Deus, mas sim o de ilustrar as influências do Espírito Santo em dirigir e controlar nossos sentimentos também para com as pessoas. A verdadeira fé em Jesus vai produzir alguém fiel. O cristão precisa ser fiel com os vizinhos, com os amigos, como pai, como cônjuge e como filho. Quem tem o DNA de Cristo é fiel em seus contratos e fiel às suas promessas. Ninguém que não seja assim fiel, poderá ser um cristão segundo Cristo. O Salmo 12:1-2 revela a oração do salmista, lá diz: “Salva-nos, Senhor, pois não existe mais os piedosos; os fiéis desapareceram dentre os filhos dos homens. Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração falso, inconstante” Uma vez que fomos salvos e entramos num relacionamento pessoal e verdadeiro com o Senhor, Ele quer que sejamos fiéis e leais aos nossos cônjuges, filhos, pais, líderes e amigos. Em I Coríntios 4:2 diz: "Ora, além disso, o que se requer nos despenseiros é que cada um seja encontrado fiel” Jesus falou em Apocalipse 2;10: “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” A marca de fidelidade precisa fazer parte da nossa vida com Deus, com a família, no trabalho, na igreja, no ministério, com os líderes e na liderança para com os discípulos. A pessoa encontrada fiel cuida desde as pequenas coisas até as maiores, o Senhor Jesus disse que quem é fiel no

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte VI

Gálatas 5:22-23 Temos falado nas últimas cinco semanas sobre o Fruto do Espírito Santo, falamos sobre o amor, alegria, paz, longanimidade e benignidade, hoje falaremos sobre bondade. São nove características que revelam o caráter de Jesus, estas manifestações estão dentro de nós pelo Espírito Santo, elas lutam contra as obras da carne que se manifestam na nossa velha natureza. Deus nos criou e nos ama, mas o pecado nos afastou dEle, a nossa velha natureza nos escravizou, precisamos buscar a Deus, pois quando nos alimentamos dEle, somos libertos, curados e salvos. Quando alimentamos nosso espírito pela Palavra de Deus, subjugamos a velha natureza e manifestamos o caráter de Cristo em nós, mas quando alimentamos nossa alma com os desejos carnais, somos subjugados pela velha natureza que anula a obra de Cristo em nós. A Bondade é reflexo da benignidade, é uma qualidade de coração que revela amor e isso atrai e vinculam as pessoas umas nas outras. Bondade retrata e revela um cuidado pessoal e um interesse pelos outros. É uma atitude afável que coloca as pessoas à vontade e as protege dos sofrimentos. A bondade sempre busca ajudar e curar os que estão fracos e feridos. O fruto contrário a bondade é revelado pela crueldade, rudez, grosserias, aspereza, agressividade indelicadeza, ignorância, rispidez, grosseria e maus modos. Quem não é bom é mau, quem não é benigno é maligno. A Bondade é divina e foi incluída no DNA humano que foi deformado pelo pecado. Em Mateus 18:18-19 um homem perguntou a Jesus: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão um, que é Deus. Segundo Jesus, não existe pessoas boas nelas mesmas, mas somente Deus é bom em si mesmo. Em face do pecado, a pretendida bondade humana encontra-se comprometida pelo egoísmo. Não é possível sustentar os fundamentos da bondade sem uma verdadeira conversão e transformação pelo novo nascimento, temos a tendência para o mal e somente em Jesus Cristo haverá esperança de uma mudança genuína. Se não tomarmos a decisão se sermos bons em todo tempo, poderemos ser pegos em alguns momentos com sentimentos e atitudes de maldades. A bondade é particularmente divina. Em Salmos 136:1 diz: Louvai ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua bondade dura para sempre. Deus é a raiz de toda bondade. Ele é a causa e o desenvolvimento de qualquer expressão de verdadeira bondade. Em Tiago 1:17 diz: Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação. Deus nunca deixa de ser bondoso, mesmo quando demonstramos nossa rebeldia e ingratidão. A sua bondade não é apenas generosa, mas também genuína. Em Mateus 7:11 Jesus disse: Se, vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem? Jesus revela aqui que mesmo sendo maus, podemos fazer o bem, podemos praticar gestos marcados de bondade, como isso é possível? Sabemos, pela Palavra de Deus que não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. Mateus 7:18. Ora se o homem é mau em si mesmo, não pode produzir frutos bons. Isto contradiz a realidade dos fatos. Assim, não é o homem mau em si mesmo que produz bons frutos, mas o homem mau que se converteu e recebeu o Espírito Santo e agora nele se manifesta o bom fruto, nele aconteceu o novo nascimento, a regeneração, a reconstrução. A bondade no homem não provem dele mesmo, mas de Deus que nele habita. Somente os filhos de Deus, regenerados pela graça em Cristo Jesus, podem em situações contrárias, praticar verdadeiras expressões de bondade. Temos que lutar contra o mal todo dia, mesmo convertidos e tendo o Espírito Santo, temos que tomar a decisão de aplicarmos a bondade e deixarmos o Espírito Santo nos usar, precisamos rejeitar tudo aquilo que é mau. Pensar na bondade é refletir sobre o desejo e esforço sincero que precisamos ter, não somente para abster-se de toda aparência do mal, mas para fazer o bem ao limite máximo de nossa habilidade em Deus. Mas tudo isto deve emanar de um bom coração purificado pelo Espírito de Santo. Então, a árvore má que se torna boa, deve também produzir o fruto bom. Bondade, como fruto do Espírito, é aquela pureza de coração que produz um comportamento virtuoso. Cada um de nós filhos de Deus, recebemos através do Espírito Santo, um novo coração. O fruto da bondade em nossos tratos diários com as pessoas pode ser mantido por conservar nosso coração puro diante de Deus. A pessoa que mostra bondade não é como a pessoa que é simplesmente justa. Esta dá ao outro somente o que ele merece. No entanto a pessoa movida no Fruto do Espírito, é generosa para dar o que o outro não merece. Deus depende da nossa resposta para produzir a Sua bondade na terra, por isso precisamos nos arrepender dos nossos pecados e nos apartar do mal. É assim que a luz de Cristo brilhará através de nós nesta sociedade. Necessitamos continuamente expressar esta bondade em nossas respostas e ações em relação aos outros, é uma decisão, quando fazemos assim, o Espírito Santo se manifesta e a bondade de Deus nos leva além do natural, ao ponto de fazermos o bem a quem nos fez o mal. A bondade no cristão atrai os pecadores a Cristo. A Bíblia diz que é a bondade de Deus que conduz os pecadores ao arrependimento e à salvação. Jesus diz que devemos transportar Sua luz e deixá-la brilhar diante dos homens e não tentar escondê-la. Parte de Sua luz são essas nove expressões do fruto do Espírito Santo brilhando através de cada um de nós. Uma das qualidades chave que muitos incrédulos cuidadosamente observam e estudam num cristão sólido, é a bondade. Esta qualidade deve estar entranhado no âmago da

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte V

Gálatas 5:22-23 O Fruto do Espírito de Deus se revela como um fruto com nove sabores ou com nove manifestações, estas manifestações contrapõem as obras da carne que uma vez alimentada, sobressai, escravizando a vida da pessoa afastando-a de Deus. Deus nos criou e nos ama, mas o pecado nos afastou dEle, Ele é a resposta aos nossos anseios e necessidades, quando nos alimentamos dEle, somos libertos, curados e salvos, entramos em um novo nível de vida onde o amor, a alegria, a paz, a longanimidade e a benignidade se tornam verdade em nós. O fruto da carne contrário a Benignidade traz julgamento, criticas, condenação, inveja, desejo mal aos outros, faz as pessoas se alegrar com o mal e se entristecer com o bem. Mas o projeto de Deus é que tenhamos o Fruto do Espírito para que sejamos parecidos com o Senhor Jesus! O Espírito Santo usa a Bíblia que é a Palavra de Deus, para nos levar a estatura de Cristo e assim desenvolver em nós o caráter correto e firme, nos fazendo maduros e inabaláveis diante das intempéries da vida. Se o Amor, alegria e a paz são manifestações internas que refletem do nosso interior com o propósito de curar os ambientes ao nosso redor, a longanimidade, benignidade e bondade são manifestações externas que nos levam na direção das pessoas que Deus quer alcançar, começando pela nossa família. Já falamos sobre amor, alegria, paz e longanimidade, hoje falaremos sobre Benignidade: A benignidade é bastante parecida com a bondade que estudaremos na próxima semana. Você irá perceber que a benignidade está relacionada com o julgar as ações das pessoas. O oposto de benignidade é malignidade, aquele que não é benigno é maligno. O contrário de bondade é maldade, ou seja, aquele que não é bom, é mau! Benignidade é a disposição para pensar bem a respeito das pessoas, daí o fato de estar ligada com o julgar. Ser benigno significa também ser flexível. Deus não quer que sejamos demasiadamente inflexíveis com as pessoas. A raiz da benignidade é a Bondade, é a ação de ser bom, gentil e reto para com o próximo. Devo pensar e agir benignamente, sempre pensar o bem em primeiro lugar. Antes de sabermos a intenção de alguém, devemos agir com uma disposição a perdoar e a agir com brandura e gentileza. Exemplo: Quando chega ao seu conhecimento de que alguém fez algo contra você, converse com a tal pessoa indo até ela com o coração disposto a reconciliar. Quando você marcar um compromisso com alguém e ela falhar, antes de julgar pense o bem, pois algo pode ter acontecido, um imprevisto por exemplo. Se por acaso pessoa falhou com você, seja longânimo e benigno para resolver, pois isso vai curar e abrir portas trazendo paz. A benignidade de Deus. Deus é benigno, pois ele está sempre disposto a agir com bondade para conosco, entretanto, a sua benignidade tem um sentido mais pleno, pois devido a sua onisciência, ele sabe perfeitamente as intenções do nosso coração. O conceito de benignidade é a disposição em ser bondoso com o próximo. Embora Deus conheça o nosso coração, ele nos ama e sempre está disposto a ser bondoso, isso nos serve de modelo; independente do que o meu próximo pensa a meu respeito, devo sempre estar disposto a ser bondoso para com ele. Benignidade fala de tratarmos as pessoas com gentileza e respeito. Uma palavra gentil, uma ação amável realmente pode fazer maravilhas na nossa vida e na vida de outras pessoas. A benignidade aponta para a amabilidade, para a gentileza, eles são reflexo do amor de Deus em nós. Uma vez que o Espírito Santo começa a nos transmitir do Seu amor, a qualidade da amabilidade seguirá bem junto a nós. Tornar-se-á muito mais fácil sermos amável com os outros, uma vez que o amor de Deus passa a fluir mais em nossa personalidade. Como já falamos, a benignidade significa ser amável, bondoso e gentil, é o oposto a um temperamento rude, amargo e perverso. É uma disposição de ser agradável, brando, de uma disposição serena e uma disposição de tratar com toda cortesia e polidez. Esse é um dos efeitos da presença do Espírito Santo em nós. Em Efésios 4:31,32 diz: “Longe de vós toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmia, e bem assim toda malicia. Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou. ” Em Colossenses 3:12,13, o Apóstolo Paulo adverte-nos: "Revestí-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. ” Quando estudamos a vida de Jesus no Novo Testamento, realmente podemos dizer quão amável Ele sempre foi para com outras pessoas no Seu trato com elas. Jesus é sem dúvida o modelo final para todos nós, de alguém que estava plenamente operando em todas as nove expressões do fruto do Espírito Santo. Em II Coríntios 10:1 diz que Cristo Jesus é manso e benigno e assim devemos proceder. Vejamos alguns textos bíblicos sobre Deus: Salmos 36:7 diz: Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade! Por isso, os filhos dos homens se acolhem à sombra das tuas asas. Salmos 90:14 diz: Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias. Provérbios 3:3 diz: Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao pescoço; escreve-as na tábua do teu coração Provérbios 20:6 diz: Muitos proclamam a sua própria benignidade; mas o homem fidedigno, quem o achará? Tito 3:4 diz: Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerados e renovador do Espírito Santo. Amém! Pratica: orar por todos para que o

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte IV

Gálatas 5:19-23;  I Pedro 3:9 O Fruto do Espírito Santo se revela como um cacho de uva com nove sabores, é um fruto com nove manifestações, estas manifestações são contrárias as obras da carne que uma vez alimentada, sobressai, escravizando a vida da pessoa que a alimenta. A maior consequência de se andar na carne é a perda da salvação, pois quem anda na carne se constitui inimigo de Deus e isso o da Sua presença. As obras da carne são conhecidas: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias dissenções, facções, invejas, bebedices e glutonarias. Estas manifestações da carne têm destruído muitas pessoas, famílias e gerações. Por outro lado, quando alimentamos o nosso espírito e alma com a Palavra de Deus, somos libertos, curados e salvos, entramos em um novo nível de vida onde o amor, a alegria, a paz e a longanimidade se tornam verdade em nós. O fruto da carne traz Irritação, frustação e nervosismo. Quando ficamos irritados significa que estamos supersensíveis ao que nos cerca; Qualquer coisa, mesmo que seja insignificante, nos incomoda; Temos a tendência de exagerarmos na nossa reação, e acabamos agindo de uma forma contrária ao projeto de Deus para nós. O projeto de Deus é que sejamos parecidos com o Senhor Jesus! Se o Amor, alegria e a paz são manifestações internas que refletem do nosso interior contagiando e curando os ambientes ao nosso redor, a longanimidade, bondade e paciência são manifestações externas que nos leva na direção das pessoas que Deus quer alcançar, começando pela nossa família. Já falamos sobre amor, alegria e paz, hoje falaremos sobre longanimidade: Longanimidade significa Paciência, devemos e precisamos ser pacientes com os outros. O fruto da paciência não é uma resignação desesperançada, onde desistimos e cedemos a tudo e a todos, NÃO. A paciência não é uma atitude mental passiva ou inativa, onde devemos “sorrir, engolir duro e aguentar aquilo que é errado ou situações que o diabo e o mundo nos impõem para nos oprimir”, NÃO. Paciência não é ter uma atitude passiva, pois esta não planeja mudanças, não busca corrigir erros do passado, nem tenta alterar o presente para definir um futuro de êxito. Passividade é comodismo, é viver em estagnação. O verdadeiro Fruto da paciência significa literalmente temperamento longo. Temperamento longo refere-se a um estado de mente calmo e controlado. Ela se refere a paciência de Deus, o qual é tardio em irar-se e cheio de misericórdia para com a humanidade. (l Timóteo 1:15-16 ) A palavra longanimidade deriva de longo ânimo, ou seja, a capacidade de suportar, de esperar, sem perder o ânimo. Tem também o significado de constância ou perseverança nas dificuldades. Como já falamos, uma pessoa de longo ânimo pode ser chamada de paciente, pois longanimidade é o mesmo que paciência. Todos nós precisamos ser pacientes, pois todos nós, seres humanos, passamos por problemas na vida que têm um tempo determinado para acabar. A Bíblia diz em Eclesiastes 3:1 que “tudo tem o seu tempo determinado debaixo do céu”. Cada dor, cada dificuldade pela qual passamos tem um propósito e um tempo determinado para acabar. (Dizer uns aos outros: “Meu irmão! Este seu problema não vai durar a vida toda! Você está passando por tudo isto, pois Deus tem um propósito maravilhoso lá na frente, que seus olhos humanos não podem enxergar! ” Graças a Deus! A bíblia diz: “O choro pode durar a noite inteira, mas a alegria que já está dentro de nós se manifestará ao amanhecer.” Há tempo de chorar, mas também há tempo de rir, por isso precisamos ser pacientes, lançando sobre Jesus o Cristo, toda a nossa ansiedade. As provas costumam nos deixar ansiosos, nervosos e irritados. A bíblia, porém, diz em Romanos 12:12: “Sedes pacientes na tribulação, e na oração perseverantes”. A oração é algo que sobrenaturalmente nos acalma e impede que sejamos agressivos com familiares e com pessoas com as quais convivemos. No livro de Efésios 4:2 está escrito: “Sejam humildes, mansos e pacientes, suportando-vos uns aos outros em amor”. Esta palavra suportando tem dois significados. Primeiro significa dar suporte, ajudar, dar apoio. Segundo significa tendo paciência, sendo longânimos uns com os outros. A palavra de Deus é uma fonte de longanimidade e de consolação. Em Romanos 15:4 está escrito: “pois tudo quanto outrora foi escrito para ensino, foi escrito afim de que pela paciência e pela consolação das escrituras, tenhamos esperança. Em Tiago 5:11 o Espírito Santo nos incita a não desanimarmos dizendo:” Eis que temos por felizes os que perseveram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu, porque o Senhor é cheio de tenra misericórdia e compassivo.” A verdadeira paciência é uma virtude dada ao ser humano pelo Espírito Santo, esta consiste na disposição para passar pela  adversidade com perseverança, enquanto está esperando algo. A ideia bíblica da paciência analisada como uma das formas  do fruto do Espírito, implica em suportarmos as provas e lutas do dia a dia sem murmurações, e da mesma  forma , suportamos as  acusações e perseguições dos opositores sem perdermos o equilíbrio. A longanimidade é um dom divino que nos auxilia na conquista de todas as promessas de Deus pela fé. A Bíblia diz que a fé é a certeza das coisas que se esperam e esta palavra vem para nos exortar a esperarmos com paciência, porque tudo tem seu tempo determinado debaixo do céu (Ec 3:1). Hoje Deus quer falar ao coração dos que estão abatidos, angustiados e sofrendo, que Ele é cheio de compaixão e misericórdia e não está alheio aos seus problemas ou as suas dores, mas na aparente demora para tirá-lo da angústia, Ele quer ensiná-lo a crer, agradecer e louvar mesmo em meio às dificuldades, pois esta atitude libera a resposta de Deus pra você. Este foi o exemplo de Jesus na trajetória para a cruz, não desistiu, não murmurou antes se apegou a Deus com amor para nos salvar. Esse é o propósito de Deus para a

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte III

Gálatas 5:16,17,22-25; João 14:27 Como já falamos nas ministrações anteriores, o Fruto do Espírito de Deus tem nove características e estas contrapõem as obras da carne, pois o fruto da carne são contrárias a Deus. A maior consequência de se andar na carne é a perda da salvação, pois quem anda na carne se constitui inimigo de Deus e isso nos afasta da Sua presença. O fruto oposto ao Espírito de Deus inclui características venenosas, tais como: A ansiedade, a preocupação, o medo, o ressentimento, a mágoa, a amargura, o ódio, a culpa, tensões, pressões opressivas, tumultos, conflitos, discórdias e desordens. Todas essas coisas são dirigidas pela carne e gera enfermidade emocionais e físicas. Quando andamos no Espírito Santo, Ele nos aproxima de Deus e o resultado é o crescimento na salvação. Esse crescimento nos leva a experimentar do Seu amor, da sua alegria e da sua paz, nos leva a viver um novo nível de vida, ficamos preenchido por dentro, completos e resolvidos em todas as áreas da nossa vida, pois somos aperfeiçoados pela Sua Palavra que nos conduz para maturidade, e esta nos capacita para vencermos tudo nesta vida e na vindoura. Estamos focando o Fruto do Espírito, vamos separá-los em três classes, a primeira classe está relacionada a bênçãos internas que são: amor, alegria e paz, hoje falaremos sobre a paz. O Amor deve refletir do nosso interior e precisa influenciar no exterior; A Alegria que nos preenche no dia a dia deve contagiar nossa geografia, e a Paz que nos faz tranquilos no interior, deve pacificar e curar os ambientes ao nosso redor. Esse é o propósito da presença do Espírito Santo em nós. Estas três características são internas e precisam ser reveladas através de nossas vidas! Para tudo que é verdadeiro, tem o falso, por isso devemos focar naquilo que é verdadeiro e não deixar que o inimigo nos roube naquilo que foi conquistado por Jesus na cruz para nós. O falso e o verdadeiro 1. O falso fruto da paz não nos isenta dos deveres e responsabilidades da vida, para tudo há um preço a ser pago ou uma consequência a ser colhida. A paz verdadeira não é obtida com a aquisição de bens materiais, não depende do que temos no exterior, e sim do que temos dentro de nós. Não é um alivio na tensão de tomarmos decisões, mas uma identidade interior. 2.Verdadeiro fruto da paz se manifesta e permanece quando estamos no relacionamento correto com Deus. Isso reflete na nossa própria vida como um todo, na convivência com as pessoas, com a família, com a Igreja, etc. É a própria presença de Deus em nós, pelo Espírito Santo, que produz essa paz profunda, inefável, inarrável e inexplicável. Basicamente a paz é uma expressão da vida de Cristo. Quando permanecemos em Jesus, permanecemos na sua vida e na sua paz. Portanto, temos paz, quer “sintamos” ou não. A paz que Jesus dá não é como a paz do mundo, que vem e vai com as pressões e tensões da vida. A paz é uma qualidade da vida de Cristo em nós. Disse Jesus em João 14:27: Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo.  Não turbe o vosso coração, nem se atemorize. A paz não é um atributo conseguido por meio do nosso esforço. Não é um estado mental conseguido mediante um estado de meditação. A paz é um dom oferecido por Deus. Nós a recebemos pela fé. Quando abrimos nosso coração para o Espírito Santo, Ele, por meio de Jesus, nos dá desta paz. As Escrituras chamam o Espírito Santo de Consolador. No Antigo Testamento a palavra usada para o Espírito Santo é paracleto e significa: "aquele que permanece ao lado". Ele é aquele que nos sustenta, nos apoia, nos anima, nos incentiva e nos dá paz. A paz é um estado de serena confiança. É o resultado de confiar, de saber que alguém muito maior do que nós, está no controle. Paz é o contrário de preocupação. A preocupação projeta o pior cenário possível na tela da nossa mente. A paz confia que Deus vai operar para realizar o Seu bem em cada situação. Nas tormentas da vida, a paz vem da Rocha Sólida. Nele está o verdadeiro descanso. Uma serena confiança inunda nossa alma. Por todas as Escrituras, Cristo é a rocha firme da qual podemos depender. Ele é a pedra inamovível com a qual podemos contar, a fortaleza impenetrável a proteger-nos do inimigo. Ele é nosso firme fundamento nas tormentas da vida. Exemplo da verdadeira paz. Era uma vez um rei que ofereceu um prêmio ao artista que pintasse o melhor quadro que representasse a paz. Muitos artistas tentaram. O rei olhou todos os quadros, mas apenas gostou de dois, e teve de escolher entre ambos. O primeiro quadro retratava um lago sereno. O lago era um espelho perfeito das altas e pacíficas montanhas à sua volta, por cima havia um céu azul com nuvens brancas como algodão. Todos os que viram este quadro acharam que ele era um perfeito retrato da paz. O outro quadro também tinha montanhas. Mas eram escarpadas e calvas. Acima havia um céu ameaçador do qual caía chuva, e no qual brincavam relâmpagos. Da encosta da montanha caía uma cachoeira espumante. Não parecia nada pacífica. Mas quando o rei olhou, ele viu ao lado da cachoeira um pequeno arbusto crescendo numa fenda da rocha. No arbusto uma mãe pássaro havia feito seu ninho. Lá, no meio da turbulência da água feroz, se instalara a mãe pássaro em seu ninho; em perfeita paz. Qual pintura você acha que ganhou o prêmio? O rei escolheu a segunda. Sabe por que? Porque Paz, não significa estar num lugar onde não há barulho, problemas ou trabalho duro. Paz significa estar no meio disso tudo e ainda estar calmo no seu coração. "Este é o significado real da PAZ em Cristo, no meio de muita guerra e batalhas físicas e espirituais, a presença dEle, Sua Palavra e unção, alimentam nossa fé, acalma nossa alma, gerando e

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte II

Atenção: Próximo domingo as 18:00 horas teremos a Santa Ceia do Senhor, participe!!! Gálatas 5:16-23; Filipenses 4:4 O caráter de Cristo é ilustrado nas escrituras como sendo o fruto do Espírito. São nove as características do Fruto do Espírito e estas características contrapõem as obras da carne, pois estas são contrárias a Deus. O Versículo 16 que lemos diz: andai no Espírito e jamais satisfarei as concupiscências (Desejo desenfreado) da carne, porque a carne luta contra o Espírito e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si, isto é, a carne e o Espírito Santo são inimigos. Por que são inimigos? Simples: a carne quando está no controle nos leva para longe de Deus, neutraliza a ação do nosso espírito, adoece profundamente nossa alma e destrói o nosso corpo, isso afeta tudo ao nosso redor. A perda maior acontece na salvação, pois quem anda na carne se constitui inimigo de Deus e isso nos afasta da sua presença e o prejuízo é a perda da salvação. Acabou o carnaval, a chamada festa da carne, verifique os prejuízos contabilizados na vida das pessoas que estiveram nesta festa. A Concupiscência é sinônimo de: ambição, ganância, lascívia, libidinagem, luxúria, etc. Semearam na carne, contaminaram a alma e o espirito, a colheita virá nestas áreas, muitas vidas foram e ainda serão destruídas pelas consequências desta festa carnal e maligna. Por outro lado, quando é o Espírito Santo que está no controle, somos aproximados de Deus, temos comunhão com Ele, tudo em nós passa por um processo de cura e restauração e o resultado é o crescimento na salvação. Em 1 Pedro 2:2 diz: "Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que por ele vos seja dado crescimento para salvação"  Nesta serie estamos focando o Fruto do Espírito, vamos separá-los em três classes, a primeira classe está relacionada a bênçãos internas. Vejamos: Amor – ser amoroso no interior para refletir no exterior; Alegria – ser alegre no interior para contagiar nossa geografia; Paz – ser tranquilo no interior para pacificar e curar ambientes ao redor. Na ministração anterior falamos sobre o amor, este tema é amplo e há muito para se falar sobre o amor, mas continuaremos em outra oportunidade, pois na semana passada recebemos de forma ampliada deste amor e aprendemos muito sobre este fruto do Espírito que já está dentro de nós. Vamos avançar, hoje falaremos sobre alegria, pois é a segunda característica do Fruto do Espírito. 1. O falso fruto da alegria Isso acontece quando nosso sentimento de felicidade está vinculado ao tesouro terreno. Quando nosso sentimento de felicidade está ligado com o que acontece em nossa vida. A nossa verdadeira alegria não está naquilo que temos ou naquilo que conquistamos, pois existem muitas pessoas que alcançaram os sonhos nesta vida e são infelizes, a nossa felicidade depende do nosso estado interior, da nossa identidade como pessoa, como ser humano criado segundo a imagem e semelhança de Deus. Nascemos pecadores, pois a semente foi contaminada e passou a todos, este pecado nos separa do nosso criador, sem Deus perdemos a razão de viver a verdadeira vida, sem Ele ficamos vazios. A razão de tantas pessoas irem para as ruas dias antes e permanecerem dias depois do carnaval, pulando, cantando, se extravasando, bebendo, se drogando, se prostituindo sem querer parar, está no vazio interior que nunca preenche, pois, esta alegria é falsa, ela não tem base, logo acaba. 2. O fruto da verdadeira alegria A alegria verdadeira é mais do que um mero sentimento. A base principal da nossa alegria está em Cristo, por isso alegramo-nos em Jesus nosso Salvador. Em Lucas 1:46,47 diz que Maria mãe de Jesus louvou a Deus dizendo: "Minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.  Em Lucas 2:10-11 diz: Mas o anjo lhes disse: "Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o salvador, que é o Cristo, o Senhor. A base da alegria está em Jesus Cristo. Em Filipenses 4:4 diz: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos.” A Bíblia mostra claramente que a fonte responsável pela alegria de nossas almas é o Senhor Jesus. O texto acima citado coloca a alegria como um "dever" e não como uma opção. Muitos na história da igreja foram admirados ou mesmo indignados diante desta verdade bíblica, pois mesmo em face do sofrimento, se alegravam, pois, esta alegria vem de dentro, é algo real, não depende de circunstancias. A Bíblia fala que Jesus Cristo já realizou a obra de nossa salvação. Está escrito em Ezequiel 36:26-27 que o Senhor nos daria um coração e um espírito novo; tiraria o coração de pedra e nos daria um coração de carne. Depois colocaria dentro de nós o seu Espírito, isto é, o Espírito Santo. Isso nos dá a certeza da salvação, nos faz filhos de Deus e esta certeza nos dá base para termos uma alegria inabalável, inquestionável. Podemos passar por momentos tristes, mas a alegria do Senhor permanece dentro de nós. O requisito fundamental para alguém ganhar um coração transformado é a sua fé no sacrifício de Cristo Jesus. Devemos descansar no fato de que Jesus Cristo foi competente para, através de Sua morte e ressurreição, remover do interior do homem o seu velho coração. Uma vez que alguém crê neste fato recebe uma nova vida conforme está descrito em 1 Coríntios 5;17: "E, assim se alguém está Cristo, nova criatura é! 3. A alegria do Senhor é a nossa força Em Neemias 8:10 lemos: "Disse-lhes mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao nosso Senhor. Portanto não vos entristeçais, pois, a alegria do Senhor é a vossa força.” Agora veja que não é um ato isolado, pois o texto diz para celebrar e compartilhar com os que têm falta, festejar e não se entristecer. E veja lá

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