Anunciando as boas novas

Atos 13:2,3; 13:9,10 ​​Hoje vamos falar de um dos homens mais importantes na história do Cristianismo, o apóstolo Paulo. ​A bíblia mostra que ele era anteriormente chamado de Saulo, ou seja, nas primeiras passagens bíblicas a seu respeito, ele aparece com o nome de Saulo e alguns versículos depois, sem nenhuma explicação ou detalhamento, passa a ser chamado de Paulo. Saulo, antes de sua conversão, era conhecido como um judeu perseguidor de cristãos e um dia imbuído da missão de matá-los, inclusive com autorização em mãos do Sumo sacerdote, indo para Damasco, tem um encontro com Jesus, fica cego por três dias e depois disso é curado, se converte e passa a ser o maior pregador do Evangelho de Jesus o Cristo. ​Depois de ter tido seu encontro com Jesus e sua vida transformada, ele passou de perseguidor de cristãos ao mais apaixonado pregador e defensor das verdades bíblicas. Nesta passagem bíblica de Atos que lemos hoje revela que o Espírito Santo junto com os Apóstolos, separou Barnabé e Saulo para serem enviados para anunciarem as boas novas de salvação em outras cidades, aldeias e nações. Então, jejuando e orando, impuseram as mãos sobre eles e os enviaram. Algumas vezes quando no meu início de ministério, procurei um versículo que poderia dizer: “Saulo, hoje mudo o seu nome para Paulo”, mas não encontrei! ​Hoje entendo perfeitamente que não é erro de tradução e que também não foi uma ordem de Deus, mas uma estratégia legítima e inteligente, isso teve grande resultado para o Apóstolo Paulo ser aceito em ambientes e território de domínio romano. ​Na verdade Saulo não recebeu um novo nome. A bíblia mostra que ele tinha dois nomes diferentes, o que era muito comum naquela época para um judeu que tinha cidadania romana, como era o caso de Paulo. Saulo era o nome em hebraico e apenas quando ele começa suas viagens com a missão de evangelizar os gentios, ele adota o nome romano de Paulo. ​A mudança de nome ou passar a adotar o nome Paulo então era uma medida estratégica para alcançar os gentios, para poder circular no meio deles, tocá-los com a mensagem do Evangelho mais facilmente e naturalmente. Era também uma medida de proteção, o Apóstolo Paulo dirigido pelo Espírito sabia que não precisava gerar guerras desnecessárias. ​Refletindo sobre tudo isso, não podemos deixar faltar hoje em nosso meio cristão, a paixão de pregar o evangelho, precisamos estar ávidos para pregar o evangelho de Cristo e com ele alcançar a nova geração que precisa muito de salvação. ​A igreja tem buscado muito o poder que há no sobrenatural e isso é importante, mas precisamos ir além disso, a bíblia mostra que pequenas atitudes no natural também podem gerar grandes resultados e milagres! O Apóstolo ​Paulo teve tanto êxito na edificação da Igreja de Cristo, evangelizando os gentios, pois não foi um religioso com atitudes de acusação. Ele anunciava a verdade que liberta com simplicidade, convicção e ousadia, Jesus disse: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. João 8,32 ​O mundo em trevas não precisa de pregadores que lançam mais culpa e condenação sobre ele. O mundo precisa de pregadores das boas novas da salvação. ​A igreja não pode andar no convencional, ela precisa buscar em Cristo o modelo para ganhar vidas, existe uma parte da igreja que se isola do mundo, que se fecha nela mesma e não transita no meio dos “pecadores ou de pessoas que não são cristãs”, tentando se preservar. Precisamos entender que temos uma identidade de filhos de Deus, que temos o Seu DNA e que indo e estando no meio das pessoas que estão no mundo, levaremos da vida, da luz e da graça de Cristo que está em nós e não o contrario. A igreja de Cristo precisa aprender a pregar não só com persuasão de palavras, mas com a demonstração do poder do Espírito Santo. Se convivermos com pessoas que estão no mundo nos confunde e nos desvia da salvação, então ainda não nascemos de novo, se formos para a faculdade e lá somos influenciados para o mal e nos desviamos, então ainda não somos filhos de Deus com a estatura de Cristo, ainda somos crianças. Sendo assim nunca seremos enviados, Precisamos de convicção acerca da nossa identidade e papel neste mundo. Em 1 Coríntios 2,4 o Apóstolo Paulo disse: “Minha mensagem e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus. ” ​Jesus, O Cabeça da Igreja que é o Seu corpo, corpo de Cristo, se humilhou. Jesus andou com os pecadores, pregou o amor, o arrependimento e o perdão incondicional e não se contaminou e hoje nós só estamos aqui, porque alguém com habilidade e sabedoria, conduzido pelo Espírito Santo de Deus, falou para nós deste amor, veio até nós, não com pedras nas mãos para nos condenar, mas  sim para anunciar que havia um caminho, uma verdade e uma vida que nos levaria aonde todos querem chegar; os braços do PAI Celestial! ​Hoje a igreja precisa voltar ao princípio de tudo e parar de proclamar apenas uma religião, precisamos fazer o que nos foi comissionado a fazer; discípulos para Jesus! ​Nossa pregação tem que ser Jesus, sua vida e modelo. Temos que fazer como o apóstolo Paulo, sermos imitadores de Cristo. ​Deus te abençoe com uma vida cristã sem religiosidade e com muita presença e poder do Espírito Santo de Deus, Amamos vocês,   Apóstolos Eliezer e Zenita                    

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O Avanço do Reino vem pela Unidade da Liderança

João 17:18-23 Jesus foi enviado ao mundo com um propósito: reestabelecer a unidade espiritual entre Deus e os homens. Apesar de neste processo, Jesus ter feito a parte mais difícil, o Senhor decidiu dar continuidade à esta missão através de sua igreja, pelo que Jesus diz no vs.18: “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo”.  Por três anos e meio Jesus preparou seus doze para enviá-los às nações. Jesus santificou-se por eles. vs.19, ou seja, se consagrava a Deus, para ser um líder modelo, uma legalidade aberta no mundo espiritual, para que também seus apóstolos fossem santos e irrepreensíveis, homens cujo caráter, fosse moldado segundo a palavra de Deus. vs.19: “para que eles também sejam santificados na verdade”, vs.17: “a tua palavra é a verdade”.  Jesus estava prestes a retornar para o Pai, e além de estabelecer, e ser o modelo da palavra, o Senhor também orou por algo que seria imprescindível ao cumprimento da missão de conquistarem as nações para Reino de Deus. Jesus orou pela unidade da igreja, (da liderança e de todos que seriam gerados por intermédio dela. vs.20 e 21: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra, a fim de que todos sejam um”). Um princípio estabelecido no mundo espiritual, é que o avanço do Reino depende da unidade do Espírito. Jesus já havia ensinado à seus doze que um reino dividido não subsiste. O Salmo 133 também nos revela que onde há unidade, o Senhor derrama unção, benção, e salvação, ou seja, onde há unidade, há avivamento, crescimento e multiplicação na vida de todos. Quando os doze estão unidos em oração, um poder é liberado (At. 4:31), daí a importância de termos uma equipe de doze, porém mais importante que termos uma equipe de doze, é sermos uma equipe de doze. Podemos ter doze, mas não ser equipe, pois o espírito de equipe, é o espírito de unidade que se desenvolve em três aspectos: Unidade de pensamento, de linguagem e de atitude. Unidade de pensamento – Fp.2:2: “Completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento”. Idéias diferentes, geram ideais diferentes, e ideais diferentes, geram visões diferentes. Onde há duas visões, há um princípio para haver divisão, (di = duas visões). Unidade de linguagem – Gn.11:6: “Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo, agora não haverá restrição para tudo que intentarem fazer”. Devemos trabalhar para que todos no corpo de Cristo, tenham a linguagem do Reino do Céu, que é pura, perfeita, e profética, e isto é um componente espiritual, construtivo da igreja, mas do ponto de vista da estratégia pela qual a igreja cresce e conquista, a Visão Celular no Modelo dos Doze, também é uma linguagem promotora de unidade, que une a igreja iocal, e também ministérios de diferentes denominações. Devemos orar a Deus para que o Espírito Santo uniformize a linguagem do ganhar, consolidar, discipular e enviar, nos lábios de nossos discípulos, em todas as gerações. O Ap. Tiago nos ensina que o que a língua fala, determina os movimentos do corpo. Se tivermos uniformidade na linguagem, teremos a continuidade do propósito. Em Babel, quando a linguagem se diversificou, o propósito foi interrompido, (o propósito era construir a torre). Unidade de atitude – At. 4:32: “Da multidão dos que creram era um o coração e a alma”. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía, tudo porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus e em todos eles havia abundante graça. Havia na igreja de Atos, um estilo de vida que envolvia atitudes de desprendimento material, de compartilhamento de espaço, como os lares que abrigavam as células, de um comprometimento de todos com o testemunho e a pregação, no exercício do evangelismo. Este último texto, revela a importância dos doze estarem em unidade no propósito (ganhar vidas e fazer discípulos), pois eles são uma matriz de reprodução de pensamento, de linguagem, e de comportamento, que se repetirá nas gerações. Os doze são a fôrma que forma. Se os doze forem amorosos, gerarão um povo amoroso. Se os doze forem presentes, gerarão um povo presente. Se os doze forem fiéis, gerarão um povo fiel. Se os doze forem murmuradores, gerarão um povo murmurador. Se forem homens e mulheres que vivam em unidade, formarão uma multidão que terá um só coração, como aconteceu em Atos. Talvez o maior desafio do líder seja este, gerar a unidade em sua equipe de liderança. Embora esta busca deve ser despertada pelo líder, só quem pode realizar esta obra é o Espírito Santo, por isso temos que tê-la como meta e trabalhar por ela, dependendo totalmente do Espírito. A unidade vem primeiramente pela oração do líder. Jesus estava orando para que seus discípulos viessem a ser um. Vem também pela cura da alma e pelo aperfeiçoamento do caráter. Não há cura sem o derramar contínuo de amor. Jesus, amou seus doze até o fim (a Cruz) e Ele continua nos amando, por isso também o Senhor nos confronta. Sem confronto não há cura, não havendo cura na alma e no caráter, haverá brechas para que satanás trabalhe trazendo para a equipe, mágoas, divisões, distrações, perda de foco e arrefecimento. Uma estratégia do diabo é manter pastores e líderes, focados só em objetivos pessoais. Ex.: Vou cuidar do meu ministério que eu ganho mais. Há aqueles que pensam que terão melhor resultado fazendo carreira solo, mas isto é ingerência maligna, pois só a unidade clamada por Jesus, e decretada pelo Pai, nos levará a vitória na família e no ministério. Sermos um, não é uma opção, é um comando de Deus, se quisermos ser vitoriosos. À vitória nunca será de um, será sempre da equipe. Se houver unidade todos prosperarão, pois este é o fruto

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Precisamos vir a Cristo

Isaías 55:3 ao 7 Vamos ver alguns textos importantes para esta reflexão de hoje, pois Deus quer nos ver crescendo e prosperando em suas promessas que nos levam para um propósito eterno da parte dEle para nós.  No evangelho de João 6:35 Jesus disse: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede”. Em João 7:37 Jesus exclamou: “…Se alguém tem sede, venha a mim e beba” Em Mateus 11.28-30 Jesus disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve”.  Em Apocalipse 22:17 é feito o último convite: “O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida”. A expressão  “vir  a  Cristo” é uma expressão boa, uma expressão bíblica. Ela é usada para descrever um ato da nossa alma e do nosso espírito. Vir a Cristo inclui abandonar toda a autojustiça e o pecado; envolve receber a justiça de Cristo para sermos justificados, e o sangue dEle para nossa libertação pelo perdão. Vir a Cristo inclui arrependimento para com Deus e fé no Senhor Jesus. Vir a Cristo é o primeiro efeito da regeneração. Agora veja o que Jesus disse em Mateus 10:32- 33: “Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus; mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus”. Analisemos com cuidado este texto que acabamos de ler; Jesus está afirmando e ensinando que uma das marcas indispensáveis dos verdadeiros cristãos é que estes O confessam e vivem uma vida que, publicamente, O reconhece.  Não deve haver qualquer dúvida quanto à resposta. Confessar a Cristo é um dever espiritual dos cristãos e deve ser uma rotina diária aonde quer que este cristão esteja. Isto equivale a ser uma testemunha viva dEle na terra, pois Ele nos salvou e mudou a nossa vida! (Atos 1:8) Apenas confessá-lO em algum momento como Senhor e Salvador não faz de nós verdadeiros cristãos, a forma como ocorre o novo nascimento vai além de uma confissão pública, muitas pessoas recebem e confessam a Jesus como Salvador de forma pública, mas não se integram e não dão continuidade. Nesta passagem, Jesus estava dizendo aos pecadores como fazerem uma decisão ter validade, pois crer nEle e confessá-lo diante dos homens, deve ser uma prática diária, isto é um dever espiritual de todo cristão, de todos que têm a identidade de filhos de Deus. Aqui em João 6:44 Jesus amplia, Ele disse: “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” Vir a Cristo, em certo sentido, é a coisa mais fácil do mundo, se alguém vier, será bem-vindo. Mas esse versículo nos mostra que vir a Cristo significa que tal pessoa precisa ver sua condição de perdida, de pecadora antes que tenha o desejo de ser salva. Este texto mostra claramente a incapacidade humana de por si mesma se arrepender buscando a Cristo; porém, ao mesmo tempo, ensina de maneira cristalina o atrair gracioso do Pai. O texto nos apresenta uma doce consolação, uma esperança no nosso Pai Celestial. Quando uma pessoa está sendo convidada a crer e receber a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, é o Pai Celestial dando a chance desta pessoa ser salva, é Deus atraindo e abrindo a porta da oportunidade, caso a pessoa aceite será salva, caso não, ela perdeu a oportunidade e consequentemente perderá a salvação, mas teve a chance como todos nós, Jesus não voltará até que todos tenham a mesma chance. Existe uma Incapacidade Humana para salvação. Esta incapacidade não está em qualquer defeito físico, mental, no intelecto ou na etnia. Ela se encontra arraigada profundamente na natureza humana caída pelo pecado.  Através da queda e  de  nosso próprio pecado, a nossa natureza se tornou tão pervertida, depravada, soberba e corrupta, que é impossível a qualquer pessoa vir a Cristo sem a poderosa obra de Deus, pelo Espírito Santo. A natureza do ser humano o impede de vir por si mesmo a Cristo. Novamente, onde está a incapacidade de alguém vir a Cristo?  Na obstinação da vontade humana. As pessoas podem ser salvas, se quiserem. Creio que todo pecador que ainda está do lado de fora do inferno, pode ser salvo, se quiser. Esta é exatamente a raiz do problema; se ele quiser. Na realidade todos querem, mas não conseguem ver e nem receber por si só, pois a natureza humana alimentada pelo pecado cega as pessoas impedindo-as de receber. Um dos versículos mais contundente da Bíblia é João 5.40: Jesus disse: “Contudo, não quereis vir  a  mim  para  terdes  vida”.  Se fosse depender de nós, ninguém seria salvo, pois se não fosse a Palavra pregada e a ação do Espírito Santo para nos convencer e gerar em nós fé para o novo nascimento, nós nem olharíamos para Deus. O Espírito Santo toca e convence, mas ser tocado e convencido de uma verdade e não tomar a decisão, nada muda, nada acontece. Somos nós que tomamos a decisão, não só de crer mentalmente, mas de viver e praticar os mandamentos de Jesus. O que estou dizendo é que precisamos entender o que significa “querer e decidir viver”. Onde há o querer respaldado pela prática, é outorgado na direção do objeto do querer. Isto significa que será concedido, agraciado, atribuído, cedido, conferido, dado, deferido, ofertado, abonado, aceitado, acordado, apoiado, aprovado, admitido, autorizado, consentido, facultado, permitido, possibilitado e concordado pelo Céu. O desejo e o poder  para viver e ser recebido por Deus no Céu, como filhos de forma legítima, vem do

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Nossa posição em Cristo

João 3:1-16 Jesus disse que para vermos e entrarmos no reino de Deus é necessário nascermos de novo. O novo nascimento é receber a Vida de Deus, Sua natureza em nosso espírito. Versículo 6 diz: O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. O nosso espírito humano por causa do pecado que herdamos dos nossos pais, estava amortecido, sem a vida de Deus, quando convidamos  Jesus Cristo para ser o Senhor e salvador da nossa vida, então nosso espírito humano recebeu a natureza da vida de Deus. Esta vida transforma condutas, corrige hábitos e forma outros segundo o padrão divino. Depois do novo nascimento algo tremendo e maravilhoso aconteceu conosco, fomos transformados em novas pessoas, nos tornamos filhos e herdeiros de Deus, recebemos uma nova identidade segundo Cristo! Não se trata apenas de esforço humano, de uma decisão que tomamos pela fé nEle, mas principalmente DA VIDA DE DEUS vindo habitar em cada um de nós! Nós tomamos a decisão de crer e andar com Ele, de nos esforçar para andarmos pela fé, mas o sobrenatural e o poder para nos transformar transportando a cada um de nós para o reino dos Céus vem de Deus. Bendito seja Deus! A vida de Deus mudou cada um de nós. Não existe problema sem solução! A vida de Deus elimina as causas dos problemas que afligem a nossa existência. Deus mora em você Jesus disse em Jo:14:16-18:  E eu rogarei ao Pai Celestial, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.  Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros. O plano magnífico de Deus não foi apenas salvar o homem, perdoando os seus pecados e escrevendo o seu nome no livro da vida, mas também fazer do homem a Sua habitação. Deus mudou de endereço, ele tem vários endereços, ele habita em cada um de nós! Repita Isto: “Deus mudou de endereço, ele habita em mim”. No evangelho de João14:23 Diz:  Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Repita comigo o que Jesus disse:  viremos para ele e faremos nele morada. Quem virá?  “O Deus Pai e o Deus Filho.” Carregamos em nosso interior, na pessoa do Espírito Santo, o Deus Todo Poderoso. Em I Coríntios 3:16 está escrito: Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Quem é santuário, o templo, do Espírito Santo? “Eu, Você, Nós”. Deus reside nos céus e ao mesmo tempo reside em nós, Ele é onipresente, as pessoas pensam que quando é necessário Ele sai do trono e vem manifestar entre os homens, na realidade Ele já está em nós e quando o buscamos Ele se manifesta. A Bíblia nos diz que Deus veio habitar em você. Você, agora, aí, tem o Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo habitando em você! Quanto mais buscarmos ao Senhor, mais dEle teremos na nossa vida! Coloque a sua mão no seu peito e diga: Eu creio em Jesus e o recebo como meu Senhor e Salvador, por isso eu nasci do Espírito Santo e Deus, em Sua plenitude, veio habitar em mim. Eu sou morada de Deus”. Não precisamos temer nada! Em I João 4:4 diz: “…maior é aquele que está em vós, do que aquele que está no mundo”. O maior, o mais forte, mais sábio, mais poderoso habita em nós. Agora somos filhos e, portanto, herdeiros. Você pode pensar que sempre foi filho de Deus e não entende a diferença entre criação e filiação. Todos foram criados por Deus, mas nem todos são filhos de Deus. Pode parecer duro o que vou dizer, mas muitos permanecem como criatura e não são filhos de Deus, por isso não tem a salvação e nem da Sua herança. Por isto, não pense que você é filho de Deus, só porque nasceu nesta terra, é religioso e  pratica boas obras. Isto não salva você. Você é salvo quanto crê de todo o seu coração na obra da Cruz e na ressurreição de Cristo. Em Efésios 2:8-9 diz: porque pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Esta salvação dá a você a posição de filho de Deus. Quantos filhos de Deus temos aqui hoje? Se você é filho de Deus. Quem é Deus para você? Isto mesmo, seu Pai. É natural pensarmos que um pai deixa heranças para seu filho. E seu Pai Celeste deixou muitos tesouros para você, nesta terra. Você pode ter algo e ignorar que o possui e, consequentemente, não tirar nenhum proveito disto. Sim, você pode estar de posse de algo valioso, mas se ignorar este fato, isto de nada lhe valerá. Uma história diz que certo homem saiu de sua terra natal e foi tentar a vida em outro país. Chegando lá trabalhou duro e não conseguiu coisa alguma. Anos se passaram e ele não tinha conquistado nada! A saudade de sua pátria começou a bater e ele decidiu voltar. Penosamente, nos anos que se seguiram, ele ajuntou o suficiente para pagar uma passagem de navio. Como não tinha mais dinheiro, ajuntou alguns pães, pegou algumas frutas e alegremente embarcou. No navio ele observava a vida regalada de algumas pessoas. Via comida em abundância, divertimento, boas roupas, … E pensava como seria bom se pudesse usufruir daquilo. Em meio a viagem sua comida estava acabando e ele começou a passar períodos maiores sem comer, desejando que a viagem acabasse logo!  Quanto a viagem estava no fim, o capitão do navio o encontrou com olhar moribundo e disse: “por que você está assim?” Ele passou, então, a relatar toda sua

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O preço de uma liderança

1 Coríntios 9.27 Existem muitos estudos e muitas definições sobre liderança. Poderia escrever dezenas de páginas sobre este assunto. Entretanto, acredito que se eu pudesse fazer um resumo sobre o que é liderança, escreveria apenas uma frase: “Liderança não é uma posição ou um status e sim uma escolha”. O que define um líder de uma pessoa comum é o seu propósito. Durante anos estudando sobre este assunto, percebi que existem dois caminhos para escolhermos. “O caminho maior que é de viver uma vida medíocre “sem sentido”, ou escolher viver um caminho que está diretamente relacionado ao seu chamado, a sua vocação, as suas convicções. Para que você possa viver a segunda opção, que está diretamente relacionado ao seu chamado ministerial, acredito que existem três pilares os quais sustentarão esta escolha. 1º) Descobrir o motivo pelo qual você nasceu Quem você é? Para que você nasceu? Qual é a sua vocação? Para que você foi chamado por Deus? Lucas 1.26 – 33 “Relata não só o nascimento de Jesus, mais também os seus propósitos e o que ele iria fazer… Entenda que todos nós nascemos para cumprir um propósito nesta terra. E descobrir este propósito, irá ajudá-lo a organizar a sua vida e as suas ações. Tudo ficará mais claro e simples quando você descobrir o seu propósito de vida. Alguns fatores importantes para serem definidos Quem eu sou? De onde eu vim? Quem me treinou? Para que eu fui treinado? Qual é a minha missão? Qual será o meu legado? (Está relacionado ao discipulado) quem eu treinarei? 2º) Estabelecer uma visão que direcionará a sua liderança A visão é enxergar um estado futuro com o olho da mente. É uma imaginação aplicada. Todas as coisas são criadas duas vezes, “1º através de uma visão, 2º está relacionado a criação física”. Albert Einstein disse: “A imaginação é mais importante do que o conhecimento. “A memória é passado. É finita. A visão é o futuro, é infinita. Em Gn 12, quando Deus se apresenta a Abrão e lhe faz uma promessa, tudo que Abraão poderia ter naquele momento era uma visão do que poderia ser um “pai de multidões”. Abraão teve uma visão de DEUS para sua vida e logo em seguida, partiu para alcançar esta visão. A visão é tão importante para um líder, pois o dia que ele perder a visão de DEUS para usa vida, ficará desanimado e sem motivação para se quer sair de sua casa. Em Gn 15, fala a Bíblia que Abraão havia perdido a visão da proposta de Deus para sua vida. Por isso, Deus o chamou para sair de sua tenda “de sua vista humana” para olhar as estrelas do céu o obter uma visão do que Deus tinha para ele. Todo grande líder precisa ter uma visão do que realmente ele representa e o que ele irá fazer em sua vida. Se o líder perder a visão, ele perderá a confiança de seus liderados. Quando falamos a respeito da visão, é importante considerar não apenas a visão do que é possível “do lado de fora” mas também a visão do que vemos em outras pessoas. Jesus viu em seus discípulos “homens simples” potencial para serem “pescadores de homens” Mt 4.18 Davi “se fez líder” de homens com dificuldades, endividados e descontentes (1 Sm 22). A visão de um líder também está fortemente relacionado a capacidade de encontrar potencial em pessoas, as quais nem elas mesmas conseguem perceber estes potenciais. 3º) Influenciar /treinar / capacitar pessoas Influencia: A liderança não gira em torno de poder, posição, ela sempre dirá respeito a uma vida que influencia outras vidas. Como está a nossa influência com os nossos discípulos? O dia que  perdermos a influência com a nossa equipe ou igreja, certamente perderemos a nossa liderança. “Tudo sairá fora do nosso controle”. Neste tempo em que estou no ministério, aprendi que para influenciar é preciso ter visão, saber compartilhar a visão e, principalmente, obter um caráter irrepreensível.  Visão é a quarta característica de um campeão que conquista o território e o mantem em crescimento e multiplicação. Treinar/Capacitar pessoas: Um outro atributo que todo bom líder deveria sabe fazer, é a capacidade de treinar/capacitar pessoas para alcançar seus objetivos. Capacitar/treinar; significa simplesmente passar o seu poder ou capacidade a outras pessoas. É isso que as pessoas anseiam que seus líderes façam. Jesus disse: “Siga-me e eu os farei pescadores de homens” Mt 4. Deus disse a Abraão “Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma benção… (Gn 12) Há uma frase de John Maxwell, um dos maiores especialistas em liderança no mundo disse: Os líderes precisam estar perto o suficiente para se relacionar com as pessoas, mas a frente o bastante para motivá-las/lidera-las. Deus o abençoe! Ap. Eliezer  

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Guardados pelo aprisco e protegidos pelo pastor

João 10:1-18 Neste texto Jesus ensina sobre discipulado, e sobre os elementos necessários à um pastoreio saudável. Estes elementos são: Discernimento, Responsabilidade, e Motivação Correta. Hoje vamos estudar cada um deles: Discernimento: Na Visão M12 todos os discípulos são trabalhados para que amadureça o potencial de liderança que há em cada um, e isto se dá pelo ensino e treinamento, mas também pelo compartilhamento de autoridade. Quando enviamos um líder de célula, não estamos ungindo um pastor, mas estamos enviando um líder, sob o princípio da autoridade delegada, alguém que cuidará de vidas (amando, ouvindo, aconselhando, consolando). Isto faz com que se forme um vínculo muito forte entre o discípulo e seu líder imediato (seu líder de célula ou seu líder da equipe de doze). Este vínculo, de aspecto emocional, não pode impedir o discernimento espiritual daquela ovelha quanto a quem é o seu pastor (o anjo da igreja) e qual é o seu aprisco (a igreja). A carência afetiva das pessoas, associada a tendência natural do ser humano de construir o reino próprio, podem gerar ovelhas espiritualmente míopes, ou seja, que só enxergam (discernem) o que está perto delas. Há discípulos que pensam que seu pastor é seu líder de célula, há outros que tem como seu lugar de adoração, a casa onde se reúne a célula, e não o templo da igreja. Também há aqueles que não sabem quem é o pastor da igreja ou o apóstolo, líder do ministério, por nunca terem ouvido a respeito dele no ambiente das células. Estes podem ser efeitos colaterais da igreja em células, que quando acontecem, geram discípulos fracos e vulneráveis, com tendências a se desviarem, ou serem ovelhas virtuais, cuja vida espiritual é incompleta e estéril. Há muitas pessoas perdidas fora da igreja, mas também há aqueles que estão perdidos dentro dela, por não discernirem a vontade de Deus para si mesmos. Isto é tão verdadeiro que quando alguns líderes de célula se contaminam e deixam a igreja, estes discípulos mais frágeis espiritualmente os seguem, deixando o lugar onde Deus os colocou e por isso há tantas pessoas que conhecem a Cristo, mas estão afastados da comunhão. Todo cristão saudável deve saber responder três perguntas: Quem é o Senhor da sua vida? Qual o nome do seu pastor? Qual o endereço da sua igreja? Todos os líderes da igreja, precisam entender que há um pastor responsável por todos (o líder do ministério) e um aprisco ao qual todos pertencem (a igreja) e que os doze e as suas gerações, representam rebanhos confiados as mãos de pastores confiáveis, ou seja, que trabalharão pelo bem-estar das ovelhas e não pela posse delas. Os discípulos não pertencem a nós, mas sim a Cristo. A cobiça é o sentimento de posse, nascido no coração de Lúcifer, responsável por tantas divisões, começando por aquela que ocorreu no Céu. O texto diz que o bom pastor dá a vida pelo bem das ovelhas, já o mercenário, intenciona roubá-las. Responsabilidade: Quais são as responsabilidades dos líderes espirituais que cuidam de vidas? O texto nos dá estas respostas: Conduzir: 3: Ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. É nosso papel conduzir as pessoas à Cristo, à sua palavra, a comunhão da igreja, aos passos da fé e dá Visão, ao seu chamado para servir a Jesus. Libertar e manter em liberdade: 9: Se alguém entrar por mim, será salvo, entrará e sairá. Todo bom líder é um líder libertador, Jesus é chamado de libertador e Ele é o nosso modelo em tudo. Não pode haver opressão, nem manipulação no discipulado. Não é nosso papel mandar nas pessoas ou escolher por elas. Nossa função é aconselhar, mostrando sempre a verdade que liberta. Há líderes que perdem seus discípulos porque lhes dão muitas ordens, mas pouco amor. Nosso discipulado deve liberar as pessoas para irem, mas deve criar condições, para que elas tenham vontade de voltar. Discipulado é aliança e não algema. Os líderes que recebem a unção para sair e fazer discípulos, depois de fazê-lo, têm o dever de trazer estas ovelhas de volta ao aprisco. Alimentar: 9: Entrará e sairá, e achará pastagem. Quando nos entregamos ao discipulado, somos alimentados pela Palavra, a humildade em nos submetermos, nos dá acesso a revelação e ao ensino, e somos também preparados para alimentar a outros. Todo líder que quer êxito no ministério precisa dedicar-se ao estudo e ao ensino da palavra. Proteger: 12: O mercenário, que não é pastor, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge, então o lobo as arrebata e dispersa. A primeira maneira de protegermos nossos discípulos é através da oração por eles, para que sejam livres do pecado e do maligno, para que o sangue de Jesus lhes cubra e tudo lhes vá bem. O pastor que ama seu rebanho, o protege, luta para que as ovelhas estejam a salvo no aprisco. Ele não as abandona, nem as deixa a mercê de predadores, como fez Davi, lutando com um urso e um leão para salvar as ovelhas de seu pai. Precisamos proteger nossos filhos e nossos discípulos dos perigos do mundo virtual. Alguns têm se desviado da verdade por dar ouvidos a falsas doutrinas e a falsos profetas. Devemos ser vigilantes e zelosos para com cada vida confiada a nós, pois está escrito: “Ai do pastor que abandona o seu rebanho“. (Zc. 11:17). Motivação: Qual a motivação para alguém ser um líder de célula, ou para cuidar de uma equipe de doze? A única motivação correta diante de Deus para se cuidar de vidas é o amor. O amor descrito pelo Vs. 11: O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O bom líder doa parte do seu tempo, do seu esforço, da sua vida, para salvar e cuidar de vidas. O líder que ama, se entrega ao seu chamado e não mede esforços, ele faz sacrifício da sua própria vida para cuidar de pessoas. Foi isto que Jesus fez indo até a Cruz. Para que

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Não deixe que nada comprometa sua unção e seus frutos.

Malaquias 3:6-12 Um dos fatores que desestabilizam as células fazendo com que regridam, são as brechas encontradas por Satanás na vida espiritual dos líderes. Estas podem ser: falta de oração, pecados ocultos, falta de perdão, negligência no cumprimento de princípios da palavra. São raposinhas que comprometem a santidade e a unção do líder, comprometendo também seus resultados. Uma das falhas que muitos ainda não entenderam, ser perigosa para a unção e para os frutos, é o roubo na devolução dos dízimos, por isso hoje estudaremos este assunto de forma mais profunda. (Obs. Isso afeta também no espiritual, dízimos, ofertas e primícias envolve fé, santidade, fidelidade e ação espiritual, emocional e física) A palavra dízimo é derivada do termo hebraico ASAR (se lê assar), que significa dez, ou a décima parte, mas este termo também significa, crescer, multiplicar, enriquecer. Esta ordenança divina, visa proteger e fortalecer nossa vida espiritual e material, mas também prover recursos para a manutenção e a expansão da Igreja. Através dos dízimos e ofertas, a igreja pode alcançar milhares de pessoas através da abertura e sustento dos templos, meios de comunicação e de obras assistenciais. Diariamente pessoas chegam às igrejas perturbadas, viciadas, doentes e escravizadas por demônios, e encontram ali, libertação destes males espirituais, além da salvação eterna em Cristo. Manter a igreja aberta é uma necessidade vital para todos os povos e nações, por isso é abençoado o homem que compreende o valor espiritual do dízimo, pois a sua fidelidade, o torna um valoroso aliado de Deus, na luta contra o diabo. A palavra de Deus garante que tal homem terá a sua vida sempre abençoada, e suas orações atendidas pelo Senhor. A primeira menção bíblica sobre dízimos, está em Gn. 14: 20, quando Abrão entrega o dízimo de tudo ao sacerdote Melquisedeque, sem ter sido isto requerido por Deus, embora ele tenha aprendido com Deus. Abrão o fez de forma espontânea e foi abençoado por isso. Outra citação importante sobre o dízimo, está em Ml. 3: 6 a 12, onde o profeta confronta o povo de Israel, quanto ao roubo dos dízimos e ofertas ao Senhor. Vs. 6: Porque eu, o Senhor, não mudo, por isso, vós os filhos de Jacó, não sois consumidos. Ninguém é consumido por não dizimar graças à misericórdia do Senhor, mas há más consequências para aqueles que o fazem de forma consciente. Vs. 7: Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes, tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós outros, mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? No caso de Israel, os pais haviam deixado de cumprir a lei. No caso dos gentios (nós) nossos pais não conheceram esta verdade espiritual (pela falta de revelação da igreja romana). Vs. 8: Roubará o homem à Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Deus considera roubo, não entregarmos a Ele os dízimos e as ofertas. Em Lv. 27:30, o Senhor determina que todos os dízimos de todos os frutos da terra são Dele. Olhando desta maneira, ninguém dá o dízimo e sim o devolve aquilo que pertence ao Senhor. Vs. 9: Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda. Deus deixa claro que quem sonega os dízimos e as ofertas, não é consumido, mas permanece debaixo da maldição que o afeta em três áreas: Espiritual (perda de discernimento e unção) Saúde (enfermidades emocionais, físicas e acidentes) Material (roubos, perdas, prejuízos, e improdutividade). Nos dias de Malaquias, o povo de Israel por estar roubando ao Senhor, perdiam suas colheitas pela visitação de nuvens de gafanhotos, que destruíam um ano de trabalho, em apenas algumas horas. Seus animais estavam nascendo mortos ou defeituosos, por conta de sua desobediência a um mandamento conhecido.  Vamos ler Joel 1:1-4 e 2:25. Aqui Israel estava vivendo um tempo difícil por causa do pecado e da infidelidade, Deus os orienta ao arrependimento e a volta da prática da Palavra, prometendo-lhes restituição! Vs. 10; Trazei todos os dízimos e ofertas à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar benção sem medida. Deus incita o povo a voltar a prática dos dízimos e ofertas com dois propósitos: 1º) Para que na Casa do Senhor houvesse mantimento espiritual (revelação, ensino, e unção) e mantimento material, para o sustento dos sacerdotes e levitas, pois todos eles eram em tempo integral no templo, eles deveriam dedicar-se exclusivamente ao jejum, oração, ensino da palavra e serviço no santuário. 2º) Possibilitar que seu povo fizesse prova do poder de Deus para abençoar sua vida material (saúde, chuvas, e boas colheitas). Fazer prova significa, obedecer e depois reivindicar a bênção prometida pela palavra do Senhor. Benção sem medida significa a promessa de um crescimento contínuo e sem limites, por gerações e gerações. (Um exemplo claro disto é a prosperidade crescente de Israel desde a antiguidade, até os dias atuais). Vs. 11: Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra, a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos. Deus aqui promete repreender o demônio causador da miséria (o devorador). Este espírito maligno que age na vida material, causa prejuízos, desemprego, falências, roubos, esterilidade, e males diversos. Não há uma nação livre dele, pois até nos países do primeiro mundo, há ruína e pessoas miseráveis. O final do versículo diz: A vossa vide no campo não será estéril. Isto significa produtividade e prosperidade advindas do nosso trabalho (secular ou ministerial). Vs. 12: Todas as nações vos chamarão felizes, porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor do Exércitos. Este versículo amplia a promessa, fazendo com que esta transcenda a riqueza material. Os termos felizes e deleitosa, indicam felicidade plena, abundância de tudo, e prazer. Deus aqui está prometendo prosperidade, que é mais do que riqueza, pois há muitas

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