Homossexualismo

Introdução  Desde os primórdios da humanidade, as sociedades convivem com os mais variados tipos de comportamentos sexuais. O relato bíblico da Criação, a Palavra de Deus em Gênesis capítulo 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne”. Porém o pecado infiltrou-se nos relacionamentos sexuais entre os seres humanos de tal forma que hoje a sociedade convive com uma variação enorme de perversões sexuais e alguns estão se tornando normais, tais como: narcisismo, homossexualismo, masturbação, sexo anal, sadismo, masoquismo, exibicionismo, pedofilia, gerontofilia, fetichismo, travestismo, incesto, pluralismo, necrofilia, bestialidade, zoofilia, voyeurismo, sexopatia acústica, renifleurismo, coprofagia, frotterurismo, entre outros.  Este estudo não vai entrar nos detalhes das diversas anomalias sexuais, limitando-se apenas ao estudo do homossexualismo, pois este é o tema que trataremos hoje. Na Bíblia em Romanos 1:26 e 27 temos este assunto tratado de forma bem clara, e qual é uma das suas causa, veremos também outros textos pertinentes que serão bem esclarecedores. Em Romanos 1:26-27diz: "Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." Romanos 1:26-27 A Bíblia refere aqui à prática do lesbianismo e do homossexualismo masculino. A palavra “natural” em oposição à “contrária à natureza” era usada naquele tempo com muita freqüência como uma maneira de estabelecer distinção entre comportamento heterossexual e homossexual. “A Bíblia usa linguagem direta para condenar a perversão do sexo. Quero lembrar que o sexo só será benção e aceito por Deus se for no seu justo lugar que é dentro do relacionamento conjugal”. A contaminação do espírito, da alma e do corpo humano é claramente manifestada nas perversões sexuais e o homossexualismo está entre os mais graves, pois ele é obviamente antinatural, contrário à natureza sexual.  No verso 27 de texto acima é empregado pela Bíblia como alguém que não herdará a salvação por estar sob a condenação de Deus, assim como também diz em (I Coríntios 6:9 e I Timóteo 1:10 e Levítico 18:22 e 20:13). Ainda em Romanos acrescenta que aqui a perversão sexual é vista como resultado de (e, até certo ponto, um julgamento sobre) o pecado do homem em adorar a criatura ao invés do criador. É por causa da idolatria que  veio a contaminação e conseqüentemente a perversão resultando no homossexualismo, isso é claro em Romanos 1:18 a 25. Conceito e Causas da Homossexualidade Uma vez comprovado que o tema que a Bíblia abordou em Rm 1:26-27 foi mesmo a homossexualidade, tanto masculina quanto feminina, faz-se necessário um maior aprofundamento sobre o estudo deste comportamento sexual. O homossexual é considerado uma pessoa com tendência a dirigir o desejo sexual para outra pessoa do mesmo sexo, ou seja, ele (ou ela) sente atração erótico-sexual por parceiro do mesmo sexo. 1. Esta questão da homossexualidade está ligada com cadeias espirituais e emocionais. Vemos também a homossexualidade como uma espécie de “síndrome neurótica”, caracterizada por alguns estigmas bem definidos, a saber: uma elevada dose de masoquismo psíquico, levando o homossexual a situações de desconfianças e humilhações; medo, ódio, fuga em relação ao sexo oposto; insatisfação constante e insaciabilidade sexual; megalomania; depressão; sentimento patológico de culpa; ciúme irracional; e inadmissibilidade psicopática.  2. Questões Familiares – Uma mãe dominante, juntamente com um pai ausente e apagado; uma supermãe, tão envolvente que para o filho só existe uma mulher, que é ela; a mãe frustrada no seu relacionamento com o marido, incutindo na cabeça das filhas que homem nenhum tem valor; um superpai que exige uma virilidade impossível de ser alcançada pelo filho; os pais desejam um menino, mas nasce uma menina; 3. Sociais – A influência, os conceitos deformados que a mídia impõem, uma sociedade contaminada que se reproduz e que ocorre na forma do segregacionismo ou do igualitarismo; o  anarquismo; vemos uma a sedução por adultos que uma vez que foram tocados na infância, tocam, e ao fazerem isto, contaminam e transferem demônios de perversão sexual com tendências para o homossexualismos quando estas outras crianças ou adolescentes são tocadas ou abusadas por alguém do mesmo sexo.  Por Que Deus Condena o Homossexualismo? Deus abençoou o homem e a mulher e lhes deu o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gn 1:28). O casamento é a “união de duas pessoas que originalmente foram uma, depois foram separadas uma da outra, e agora no encontro sexual do casamento se uniram novamente”. Não é por acidente que toda forma de expressão sexual fora da aliança do casamento seja explícita ou implicitamente condenada em toda a Escritura sagrada. A Bíblia condena a prática do sexo fora do casamento, e condena muito mais quando se torna perversão, homem com homem e mulher com mulher. Isto atrai maldição e espíritos familiares que atuarão na família e descendentes e gerações futuras.  A sociedade atual está cada vez mais perdendo de vista o princípio que Deus definiu para a união sexual entre os seres humanos: um homem e uma mulher, unidos pelo compromisso eterno do matrimônio. Em virtude deste crescente desvio do padrão idealizado por Deus no princípio, é que têm surgido todas estas anomalias sexuais descritas até aqui. Hoje já se convive até mesmo com o “casamento” entre homossexuais e a adoção de filhos por estes “casais”. Absurdo e abominação perante Deus, pois esta criança não terá nenhum padrão para família e crescerá com o caráter deformado. O propósito de Deus é que o homem junte-se com a mulher e os dois formem “uma só carne” (Gn 2:24), constituindo-se numa família heterossexual, na qual os filhos poderão ser educados em meio a um ambiente sadio e livre de preconceitos. Quando os filhos são ensinados na Palavra de Deus, elas crescem e se tornam maduras com caráter sadio e comportamentos equilibrados. Salmos 128 Este ideal está totalmente corrompido na sociedade moderna,

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A presença de Deus na vida do jovem faz a diferença

Gênesis 37:1-5,11,27,28  Como a bíblia nos mostra, José era o filho favorito de Jacó com Raquel.  Quando Jacó lhe deu uma capa de muitas cores, indicou para os outros irmãos que José era o preferido, o protegido do pai e isto gerou ciúmes entre os irmãos mais velhos.   Jacó e seus filhos eram pastores ou vaqueiros. Cuidavam de seus rebanhos, criavam suas famílias, e geralmente procuravam servir a Deus.  A vida de José foi incomum, pois ele foi vendido pelo seus irmãos para a escravidão no Egito quando tinha dezessete anos, e naquele país ele passou os treze anos seguintes como escravo e na prisão. Tinha apenas trinta anos de idade quando  tornou-se governador da maior civilização daquela época. Ali, em terra estranha, permaneceu fiel a Deus, casou-se com uma mulher daquela terra, e viveu e reinou no Egito durante oitenta anos.   Ele ainda era um adolescente quando foi introduzido ao Egito, uma nação que era culturalmente muito mais desenvolvido que Canaã. Sabe-se que toda a arte e ciência da Grécia foram copiadas do Egito. Todavia, a liberdade e os direitos humanos estavam no mais baixo nível. A vida humana tinha pouco valor. A escravidão florescia com todo o vigor. Já pensou o que ele sentiu longe do pai e injustiçado pelos irmãos?   José como jovem enfrentou problemas semelhantes aos nossos, Ele não foi compreendido pela sua família, era invejado e odiado por seus irmãos e enfrentou tentações com o sexo oposto. A sua juventude foi de conflitos dentro de casa, em tais circunstâncias Deus agiu dando a ele sonhos e preparando-o para coisas maiores. Não foi nada fácil ser repentinamente tirado da posição de filho mimado de Jacó, onde tinha tudo, para ser escravo na casa de Potifar no Egito. Ele foi colocado em posição de teste e de fidelidade a Deus. Alem de tudo isso, ele foi sujeito à tentação da esposa do seu senhor. Ela deu em cima dele e ele disse não, pois não pecaria contra Deus e nem contra o seu patrão, por isso teve de fugir e, ela o acusou e ele foi preso. (Gênesis 39:7,8)   Hoje em dia, parece que essa tentação é muito pouco diferente. Quando ele foi elevado repentinamente da prisão para o trono, enfrentou a tentação do orgulho e da arrogância, que uma prosperidade assim, súbita, propicia. Mais tarde, ele teve todas as oportunidades de vingar-se dos seus irmãos por causa da traição que eles lhe haviam feito, quando menino, mas não o fez, ele os perdoou. Gênesis 45:1,15   Todas estas tentações e problemas têm derrotado muitos homens, e ainda estão fazendo com que muitos não cumpram a vontade de Deus para as suas vidas, hoje em dia. José poderia ter se vingado de seus irmãos, mas preferiu perdoar e se libertar de toda amargura para ter paz, prosperar, ser livre e feliz.   Como foi que José resolveu os seus problemas? José tinha fé e dependência de Deus que o manteve fiel em meio a todas estas circunstâncias e problemas. Quando você lê acerca do perdão que ele concedeu aos seus irmãos, da sua fidelidade em face à adversidade, lembre-se de que foi a sua fé robusta em Deus que fez dele um homem fiel. (Gênesis 39:4-8)   A vida e as oportunidades de José foram não maiores ou menores do que as nossas.  A vida era mais simples naquela época do que agora, era mais primitiva e incerta em outros sentidos. São as épocas e circunstâncias que colocam diante de nós grandes oportunidades, pois é Deus que nos dá a oportunidade de realizar grandes feitos em nossas vidas, é só não perder as oportunidades e ser fiel a Ele em tudo.   José experimentou do socorro e provisão de Deus como resultado do seu compromisso com Ele. Deus o ajudou e lhe deu o lugar, mas não foi imediato, não foi fácil, José precisou perseverar, precisou crer e trabalhar com excelência, tomando as atitudes necessárias para o momento, sem murmurar ou reclamar, ele sabia que era importante e que Deus tinha um propósito na sua vida e assim Deus lhe dava sabedoria e direção.   Assim será para nós também, pois Deus não muda e está pronto para agir em nosso favor, Ele sempre agirá na nossa vida segundo as atitudes que tivermos diante das tentações, aflições e circunstâncias contrárias. Hoje em dia, temos uma oportunidade ainda maior que José para andar com Deus, pois temos Jesus Cristo como salvador e isso nos qualifica como filho de Deus, temos o Espírito Santo habitando em nós manifestando uma unção e revelação sem igual.   Conclusão:   Podemos concluir que Deus usou estes tempos difíceis na mocidade de José, a fim de prepará-lo para ser um grande líder que viveria e seria canal de grandes bênçãos do futuro. Se José não tivesse sido vendido para o Egito, mas se lhe fosse permitido continuar como filho mimado e favorito de Jacó, é possível que a predileção de Jacó tivesse destruído o seu caráter de maneira sutil, como acontece hoje na dentro das famílias de uma sociedade sem Deus.   As adversidades que ele enfrentou teria sido muito prejudicial se não tivesse Deus na sua vida, foi a obediência aos princípios de Deus que fez dele um grande vencedor, um líder forte e maduro, livre de pendências do passado e pronto para governar com justiça. Se não fosse assim, muitas nações, inclusive o Egito e Canaã teriam sofrido e até desaparecido nos sete anos de fome que foi avassalador. Em tudo isso Deus tinha um propósito, pois Ele sempre está no controle.   Devemos sempre pagar o mal com o bem. Ler as circunstâncias contrárias e tomar atitude de mudança e avançar. Enfrentar as Tentações fugindo e dizendo não, vencer as Dificuldades orando e profetizando crendo que Deus é poderoso e fiel, para cumprir suas promessas nas nossas vidas.   Compartilhar: Líder, Veja a melhor pergunta para sua célula, pode usar apenas uma ou mais.   1.     

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Proteja a sua alma

Salmos 19:7-10 Durante a nossa vida, encontraremos pessoas com conceitos totalmente diferenciados dos nossos. Isso ocorre porque a alma é cheia de conceitos. Alguns são “autoconceitos”, outros são conceitos que nós mesmos permitimos que entrem através de influências externas, como, por exemplo, pela mídia falada, escrita ou televisiva. Como jovens precisamos ter cuidados para não sermos influenciados por conceitos mundanos, mas agirmos como Daniel e José, dois jovens que não perderam os princípios da Palavra e da família.  A alma tem uma capacidade incrível de absorver rapidamente conceitos e o mais notável é que eles não pedem licença para povoá-la. Cabe a nós fecharmos ou abrirmos a janela da alma para tais conceitos. Em todo tempo nossa alma está exposta e de alguma forma estaremos sendo influenciados, é preciso cuidado.  Infelizmente a nossa inteligência está arrefecida por conceitos humanistas, demoníacos e por aqueles criados por nós mesmos, chamados “autoconceitos”. Não é difícil encontrar pessoas experientes, que um dia foram jovens altruístas, mas que agora carregam conceitos totalmente errados e destruidores. Nunca pense que você possui uma alma resolvida, pois se você pensar assim, essa atitude o denunciaria como alguém que não está aberto ao confronto e tratamento de caráter. A alma foi criada para receber os princípios de Deus e não para absorver os padrões do mundo. Os autoconceitos e conceitos seculares têm trazido enfermidades para a alma quando sofrem influência de doutrinas que não condizem com a Palavra de Deus. Os princípios bíblicos atuam como mísseis, que vão destruindo as fortalezas do engano que desejam prender as pessoas em seus autoconceitos. Aprendemos, então, que muitos pensamentos, aparentemente bons, devem passar por um processo de reconstrução e outros precisam ser removidos. Criamos conceitos e fazemos deles nosso estilo de vida. Isso decorre um risco, porque tentamos padronizar esses conceitos no namoro, na família, no setor de trabalho, enfim, no meio no qual vivemos.  Deus quer-nos ensinar a proteger a nossa alma, a alma da família e a alma dos discípulos. 1. Família  A família é a célula principal, portanto requer maior atenção. O fato de ser jovem casado ou não, não lhe dá o direito de cometer tolices na aliança familiar. Não se deve maltratar as pessoas de casa, desrespeitar ao pais ou futuro cônjuge, maltratar os irmãos. Pois, quando a pessoa tem uma alma desprotegida, os de casa são, justamente, os que mais sofrem. Às vezes sofremos com nossos pais e às vezes com nossos filhos, etc., mas se nossa alma estiver protegida, não seremos instrumentos de feridas, perdoaremos com failidade, superaremos tudo e andaremos na abundância do senhor.   Se não soubermos proteger a alma do outro em casa, não possuiremos condições de proteger a alma de mais ninguém. A aliança mais profunda, após a que temos com Deus, é o casamento e você que pretende se casar precisa saber que se alguém consegue ser violento com o cônjuge, é porque não houve respeito no namoro e a qualquer momento denunciará essa alma a todos e assim todos sofrerão, e os de fora saberão.    2. Discípulos    Observe que Satanás sempre quer armar uma cilada através de uma má notícia. Ele manda emissários, verdadeiros coveiros para provar a sua alma. Às vezes ocorre de você ir à reunião de célula e alguém comentar com você algo desagradável ou mesmo uma má notícia. Se você não tiver maturidade para digerir essa informação, ‘vomitará’ a angústia da alma no primeiro que aparecer.  Hoje queremos chamar sua atenção para algo muito importante: Trabalhamos pelo mesmo Reino, apesar  de nossas particularidades, discípulo e discipulador. Jovem, vigie suas atitudes, mais tarde seus discípulos parecerão com você. Não pense que porque você ainda não está liderando uma célula, ou porque é jovem não influencia a vida de outros, se você é da família Penha, já é um agente influenciador. Vou repetir! Você é um agente influenciador! O ser humano tem a tendência natural de parecer com quem mais o influencia, com as pessoas com as quais ele mais convive. Na convivência, vamos amadurecendo e entendendo que nossas diferenças, quando somadas, tornam-se uma preciosidade para o Reino. Aleluias!  3. Colocando em ordem as emoções    Precisamos colocar em ordem nossas emoções, caso contrário, traumatizamos aqueles que convivem conosco. Se não vigiarmos, podemos, até mesmo, levá-los à queda. É preciso respeitar os princípios bíblicos para ter as emoções ajustadas. O modelo da igreja em células tem uma proposta de libertação e cura interior, o discipulado, Encontro, reencontro, etc., nos cura e liberta, pois nossa chamada não é apenas profética, mas também sacerdotal. Por isso, cuidado! Sempre estaremos lidando com vidas e cuidando de vidas.   Não devemos andar segundo o que achamos ou pensamos, mas conforme o que a Bíblia diz. É fantástico caminhar com alguém que cita a Bíblia em qualquer circunstância. Você pergunta algo para essa pessoa e ela sempre responde com a Palavra.   4. Conhecer a Bíblia para proteger a alma    Conhecer os livros de Eclesiastes e Provérbios, por exemplo, traz riquezas para o dia-a-dia, pois estão recheados de princípios que protegem a alma. Meditar nesses livros diariamente e memorizar seus versículos é trazer, para qualquer situação da vida, uma palavra rhema (revelação). Outro livro saboroso é o de Salmos, pois também contêm princípios, muitos deles através de denúncias. Isso nos importa dizer: eu quero viver o que a Bíblia diz e, não o que eu acho ou penso. Esse é o segredo.  Então, quando alguém perguntar o que você acha sobre determinado assunto, a resposta deve ser: o que  eu acho não é importante, eu quero lhe dizer o que a Bíblia diz. O que está contido na Palavra de Deus precisa ser nosso verdadeiro estilo de vida, pois é assim que andaremos em vitória.  Quando alguém chega até você para compartilhar algo, independente do que seja, o que você acha deve desaparecer e a análise da situação deve ter como base o que a Bíblia diz. Você precisa conhecer os princípios bíblicos para que o julgamento em

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Ser servo para tornar-se grande

 Marcos 10: 35 a 45  Recebemos de Deus a incumbência de edificar uma igreja de vencedores, onde cada membro se torna um discípulo discipulador, um ministro da Palavra de Deus, alguém curado, liberto e capacitado e fazendo de cada casa uma extensão da igreja, alargando assim o espaço da nossa habitação. Deus quer que tenhamos o mesmo sentimento que houve em Cristo; Servir com o coração, ser servo! Somos conhecidos como família Penha, uma igreja de relacionamentos.   Este texto que lemos mostra-nos mais uma vez como o coração do homem inclina-se para coisas contrárias à vontade de Deus. Tiago e João, dois jovens adultos que pediram para estarem sentados ao lado de Jesus, não por desejarem estar perto do Senhor, mas por ser aquele um lugar de destaque. O coração daqueles jovens discípulos revelou um desejo por fama e glória, que na verdade existe desde que o pecado contaminou o homem. Às vezes carregamos essas motivações erradas dentro de nós.   Esta cobiça pela glória de Deus surgiu primeiramente no coração de um dos seus anjos, o qual ultrajando a autoridade de Deus foi lançado fora da presença do Todo Poderoso, tornando-se o inimigo número um de Deus e de toda a criação. A partir de então este ser chamado Lúcifer passou a instigar o coração do homem com esta mesma sede de poder (que pode até manifestar-se na vida de filhos de Deus como Thiago e João).    Quando os discípulos mostraram-se interessados em glória, em posição de destaque, Jesus mostrou-lhes o caminho da cruz, da humilhação, do sofrimento, por amor deles e de toda a humanidade. Jesus veio ao mundo para remover a maldição gerada pelo pecado e o fez entregando-se a morte para que as conseqüências do pecado não mais nos atingissem. Por isso quando alguém crê que Jesus Cristo está vivo e o recebe como seu Senhor e salvador, seus pecados são perdoados, sua vida é salva e restaurada   Antes de conquistar tudo isso em nosso favor e ser glorificado como o Filho de Deus, Jesus precisou enfrentar a cruz oferecendo-se em sacrifício em favor de todos nós. O pedido de Thiago e João gerou uma polêmica entre os discípulos, mas Jesus ensinou a eles que no Reino de Deus para se ter autoridade e glória, deve fazer-se servo de todos. Isto pode ser aplicado em todas as áreas da vida e sempre trará bons resultados.   Vejamos alguns exemplos:   1.    No lar: Você que é homem precisa projetar em ser um bom marido que, com amor deve procurar satisfazer sua futura esposa atendendo-a em suas necessidades e sensibilidades, assim você será sempre respeitado e honrado como líder e será também servido por sua esposa com alegria.  Se você semear, sendo sensível, cuidando dela com amor, honra e respeito, colherá o mesmo dela e em abundância. Veja, para aquele que é solteiro e pensa em se casar, este conceito deve ser aplicado agora, se você não respeita, defrauda e não cuida agora, muito menos depois.   Você mulher que pretende ser uma boa esposa para ser feliz, precisa ter o alvo de estar amando, respeitando, honrando e servindo ao seu marido como companheira ao seu lado em tudo, assim você será sempre reconhecida e amada por ele e por seus filhos e estes filhos a verão como autoridade sobre eles. Você será sempre amada, valorizada e acatada pelo seu marido.  Se você é solteira deve traçar limites da Palavra de Deus no seu namoro a partir de agora, pois assim ele vai te respeitar e te honrar até o fim da vida.    Para você que é filho e ainda mora com os pais, mesmo no futuro depois de casado ainda deve honrá-los, mas muito mais agora. Você precisa estar obedecendo, honrando e servindo os seus pais, pois isso levará você a ser líder de êxito no reino de Deus e na sociedade, pois Deus derramará unção (capacitação) para sua liderança e te dará vida longa e prosperidade, essa á a primeira promessa a cada um de nós como filhos – Ef. 6:1-3). O que você faz agora refletirá no futuro.   2.     No reino de Deus, igreja:como cristãos precisamos servir a Deus com compromisso. É assim que seremos investidos da autoridade do Senhor, podendo assim exercer domínio sobre o mundo espiritual e físico como está escrito em Lucas 10:19: “Eis aí vos dei autoridade para pisardes em serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada absolutamente vos causará dano”.   A Visão em que estamos vivendo hoje como Igreja, é uma visão de serviço onde cada discípulo deve buscar com humildade fazer bem aquilo que esta à sua mão para fazer. Quando um discípulo serve ao seu líder, é porque ele já está sendo servido por ele. Se alguém é discipulador, é porque está servindo seus discípulos, cuidando, ensinando, orientando, orando por eles, protegendo, abençoando, etc.   Quando um discípulo serve ao seu líder de coração, está servindo a Deus. O profeta Eliseu servia a Deus sendo servo de Elias seu discipulador. Não se importe em começar varrendo o ambiente da célula ou lavando a louça após o compartilhar do pão, arrumando as cadeiras, etc., pois estas pequenas tarefas, se feitas com alegria, alegram também o coração de Deus.   Somos uma igreja em células e esta visão abre horizontes para nós na vida espiritual, familiar, sentimental e até profissional, pois somos acompanhados, ministrados nas áreas em que precisamos vencer. Como discípulos ativos somos orientados e treinados para sermos líderes, tanto aqui como na vida secular.   O mundo ensina a agirmos de forma contraria a Deus, e isso nos leva a derrota e sofrimentos, mesmo que as pessoas não entendam nossa fé e retidão, como cristãos devemos prosseguir em fazer àquilo que sabemos  ser o certo e bom para nosso futuro. A Bíblia nos mostra que quando Davi foi ungido rei de Israel ele estava lavando o curral das ovelhas, servindo e obedecendo aos seus pais. 

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Cada membro do corpo de Cristo sendo um ministro

II Coríntios 3: 4-6; 5:18,19; João 15:16 O inimigo inseriu dentro da igreja o sistema de clérigos e leigos. Isto é muito facilmente observado na história da Igreja. Depois de procurar de todas as formas tirar a atenção do cabeça e se possível deixar o corpo sem cabeça, o ainda fez o inimigo? Inventou um sistema de clérigos e leigos. Qual foi a sua intenção ao fazer isso? Foi a de matar todas as funções dos membros do corpo. Originalmente todos os membros funcionavam adequadamente, mas gradualmente as funções foram sendo passadas para um pequeno número de cristãos. Desde que a maioria foi posta de lado o corpo ficou inutilizado, paralisado.                         Observe bem a maneira como o inimigo agiu: primeiro tirou a atenção da igreja do cabeça do corpo, agora tirou as funções dos membros do corpo. Devemos nos levantar contra essa estratégia maligna. Na Igreja do Senhor Jesus todos são sacerdotes, todos ministram diante do altar, nem todos ministram no altar, mas todos conhecem a Deus e todos tem acesso ao Santo dos Santos e portanto são ministros do Deus vivo.                         Hoje em dia com tantos reverendos e doutores em divindade o inimigo tem conseguido anestesiar os membros para que não funcionem. Há dois tipos diferentes de funcionamento desta estratégia. O primeiro tipo é quando os próprios clérigos se colocam acima dos leigos afirmando que são eles os que sabem, os que conhecem e, portanto são incontestáveis, chegam mesmo a proibir os membros de pregar, ensinar ou fazer qualquer outra coisa. Hoje a única função dos membros é ir à igreja e se assentar no banco olhando para frente a fim de ouvir o reverendo, ou pastor. Transformamos a vida da igreja em algo distante e cheio de regras que não leva ninguém a crescer espiritualmente, as pessoas continuam presas e doentes na alma, sem dar frutos e precisando ser libertas e curadas.   É evidente que cada membro precisa primeiro ser ministrado para que haja cura e libertação, passando por um treinamento, depois de preparado e acompanhado, aí sim ele poderá liderar a célula e ministrar a Palavra e fazer discípulos. A Regra básica é: Todo discípulo se torna discipulador e todo discipulador é discípulo e isto equivale a ser apascentado e apascentar.                    Porque é tão importante ser uma igreja em células?   Primeiro: A visão celular é totalmente Bíblica; Segundo: Jesus disse que todos os cristãos seriam transformados, libertos e curados e produziriam frutos e frutos que permanecem; Terceiro: Cremos que dentro das células as pessoas são pastoreadas, treinadas e cada uma têm as suas funções restauradas.   Vejamos o que acontece dentro de uma célula:  Em uma célula todos tem oportunidade de falar e não apenas uns poucos privilegiados;  Em uma célula todos evangelizam. Hoje em dia evangelizar se transformou em simplesmente convidar para ir ao culto. Na célula, não se faz apenas o convite para a reunião, mas se evangeliza lá fora, onde as pessoas estão;  Na Célula não precisa de um profissional em teologia à frente, (estudar teologia é muito importante e fundamental a todos que tem chamados pastoral), mas o líder de célula é formado pela Escola de líderes e pelo discipulado pessoal. Ainda que haja diferenças de autoridade e funções, não há clérigos e leigos, todos funcionam, todos trabalham, todos ministram, todos são discípulos.  Na visão Celular que é totalmente bíblica, cada membro se torna um ministro e cada casa uma igreja. Primeiro, a igreja começa em casa, segundo, a nossa família é a nossa célula principal e quem não cuidar da família e pior que um incrédulo.  Como diz os textos acima: Deus nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança no espírito, confiando a nós o ministério e a palavra da reconciliação. Jesus disse no Evangelho de João capítulo 7 versículo 38: Aquele que crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.   Continua  

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A boca fala do que está cheio o coração

Lucas 6:45   Temos aprendido na Palavra de Deus a importância de guardarmos o nosso coração, porque dele procedem as fontes da vida. Sabemos que biblicamente falando, coração significa o nosso espírito, Deus usa a figura do coração porque este reage conforme nossas emoções, nossos sentimentos, etc. O coração bate mais forte quando estamos nervosos, ansiosos, alegres, felizes, etc. O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate. Provérbios 15:13).   Você conhece alguém que só tem palavras ruim na boca? Nunca tem algo de bom para contar. Está sempre chateado, preocupado, aborrecido, de mau humor? Em compensação, certamente você conhece pessoas que têm sempre uma palavra boa, notícias boas, são otimistas, alegres, embora, muitas vezes, estejam enfrentando sérios problemas, não é mesmo?   Por que as pessoas são tão diferentes? Segundo a Palavra de Deus, a forma ou a maneira como alimentamos nosso coração refletira na nossa boca e nas nossas ações. Se houver amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, mansidão, domínio próprio, esperança, compreensão, perdão em meu coração, é exatamente isso o que vou falar e refletir em meu estilo de vida.    Jesus, um dia, falava a uma grande multidão sobre vários assuntos: Ele falava do amor ao próximo, do cego que guia outro cego, e falou também sobre a árvore e os seus frutos. Em Lucas 6:43-45 diz : Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto. Porquanto cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois não se colhem figos dos espinheiros, nem uvas de ervas daninhas.   O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, “porque da abundância do seu coração fala a boca”. (Lembre-se sempre deste princípio; tu tens o que tu dizes, você é resultado das suas palavras).   Jesus diz que uma árvore boa não pode dar frutos ruins, assim como uma árvore ruim não pode dar frutos bons. Você concorda com isso? O fruto da mangueira é venenoso? Pode nascer espinho em um pé de jaca? Ou pode um pé de espinheiro dar laranjas, Não! Cada arvore dá o seu fruto conforme sua espécie. Conforme a árvore, assim será o seu fruto, certo?   Muito bem! E Jesus continua dizendo que: O homem bom, do seu bom tesouro tira o bem, e o homem mau, do seu mau tesouro, tira o mal. O que isso tem a ver com a árvore? Se abacate dá abacate, manga dá manga, o homem que tem coisas boas em seu coração vai produzir boas ações e o que tem coisas más em seu coração vai produzir más ações. É simples!   Ninguém pode dar amor, se não tiver amor; não pode dar respeito, se não tiver respeito; não pode dar fidelidade, se não for fiel. Não pode dar perdão se está com ódio ou se está amargurado, não pode dar paz se vive irado e revoltado, nem poderá falar de esperança se está sem direção e sem fé.   A boca fala daquilo que o coração está cheio. Precisamos ter cuidado com as coisas que enchem o nosso coração. Se alimentamos o nosso coração com fofocas, notícias ruins, imoralidades, mentiras, ira, ódio, violência, desconfiança, rebelião, orgulho, soberba…, estaremos guardando um mau tesouro nas nossas vidas e, certamente, a nossa boca e as nossas atitudes refletirão isso. A rebeldia, a grosseria, a maldade, etc., são frutos desse mau tesouro.   Mas se enchemos o nosso coração com a Palavra de Deus, com os ensinamentos de Jesus Cristo, estaremos guardando um bom tesouro que produzirá bons frutos: prosperidade, obediência, mansidão, amor, perdão, paz, alegria, esperança, perseverança, fé, e todos os outros frutos do Espírito.   “O texto de Provérbios 3:1-8 diz: ”FILHO meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos. Porque eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz. Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração. E acharás graça e bom entendimento aos olhos de Deus e do homem. Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta te do mal. “Isto será saúde para o teu corpo e refrigério para os teus ossos”   Este texto fala dos benefícios que temos quando guardamos em nosso coração os mandamentos do Senhor: teremos os nossos dias aumentados na terra; a benignidade e a fidelidade do Senhor sempre estarão conosco; acharemos graça diante de Deus e dos homens; e Ele endireitará os nossos caminhos.   Alimente o seu coração com a melhor comida, que não falta nunca, que nos sustenta em todos os momentos e nos ajuda a dar os melhores frutos: a Palavra do Senhor! Quando ouvir a Palavra nos cultos, na célula, no Encontro, na Escola de líderes, no discipulado, no devocional, etc., preste atenção, medite profundamente, receba com alegria e pratique, pois desta forma sua vida será frutífera e feliz.   Aprendemos na palavra que mentira traz prisões, porque ainda alguns de nós mentimos? Ouvimos que precisamos perdoar e tirar todo magoa do nosso coração para ser livre, porque ainda alguns insistem em não perdoar e ficar magoado? Aprendemos que palavras são sementes e uma vez lançadas vão germinar e dar frutos, porque ainda muitos de nós falamos palavras de derrotas, incredulidade e morte? Praticar os ensinos de Cristo é o segredo da vitória.   Precisamos ter sede e fome de Deus, Ele é a resposta para nossa vida, Ele é o provedor de nossa alma, Ele é a essência do nosso ser! Existe muita gente vazia de Deus e para preencher este vazio, busca em lugares errados e acabam sofrendo opressões, depressões, cadeias espirituais, etc.   Nos Salmos 1:3

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Três grandes verdades para salvação

  Romanos 3.24; Romanos 10.9,10   Na Palavra ministrada no domingo passado falamos sobre o reino de Deus e aprendemos que a idéia de Deus, de acordo com a Sua Palavra, é povoar a Terra com a idéia do Céu. O plano de Deus é colonizar a Terra com o Reino dos Céus. O Reino dos Céus foi criado por Deus para ser invisível, sobrenatural, estar acima do mundo natural, o lugar onde Deus habita.   O plano de Deus, ao criar Adão, não foi para a Terra ir para o céu, mas para o céu vir a Terra. Mateus 6, diz que devemos orar para trazer o reino do céu na Terra. Deus quer que a Sua vontade seja feita na Terra assim como é nos céus.   Jesus disse no evangelho de João capítulo 3 e versículos 3 e 4 que para ver e entrar no reino de Deus é necessário nascer de novo.   O novo nascimento é regeneração do ser humano, é a entrada da vida de Deus dentro de você. Essa é a primeira experiência da vida cristã, o ponto de partida do seu crescimento em Deus. Quando isso acontece muitas coisas que antes lhe atraiam já não o fascinam mais. Seus valores são alterados, seus interesses são modificados, os amigos acham estranho o seu modo de agir. Se isto aconteceu ou está acontecendo com você, alegre-se. Esse é um bom sinal de que de fato você nasceu de novo e se tornou um (a) filho (a) de Deus.   Porque Precisamos Nascer de Novo? Para chegar a estas respostas é necessário entender algumas coisas, vejamos:   1.      Por causa do pecado, todos ficaram separados de Deus – Romanos 3: 23 –“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”.    2.      O pecado trouxe a morte, logo todos nós morremos – Romanos 5: 12 – “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo e pelo pecado , a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”.  E emRomanos 6: 23 diz: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”.   3.      Jesus, o Filho de Deus, veio para morrer em nosso lugar, ou seja, nos livrar da morte, do pecado e do diabo – Em Efésios 2: 1, 2 diz: –“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados. Nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência”.   4.      O Espírito Santo nos convence de nossa condição de pecadores – Em João 16: 8 – 11 diz: – “Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em mim; da justiça, porque eu vou para o Pai, e não me vereis mais; e do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado”.    5.      O Espírito Santo nos mostra a necessidade de arrependimento e de receber Jesus como nosso Senhor e Salvador pessoal. Em João 3:16 diz que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Deus tem um plano de salvação para a humanidade, e tudo começa na família.   Este é um assunto muito importante, por isso vamos refletir sobre este maravilhoso plano de salvação que Deus proveu para todos nós. Para entendermos este plano precisamos falar sobre três grandes verdades:   1ª) Verdade: Todos sem exceção pecaram – “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rom 3:23)   Aqui está o fundamento que nos revela a grande necessidade que temos da salvação. O fato importante para percebermos o imperativo da salvação é a consciência de que “todos pecaram”, ou seja,  eu e você estamos inclusos nessa condição (Romanos 3.10-18). Sabemos que o pecado nos separa de Deus e, portanto, nos impede de desfrutar Seu plano de salvação. Quando nascemos, não importando nossa raça, condição social, etc., já chegamos a esse mundo como pecadores, pois a semente do pecado já foi semeada na raça humana desde nossos primeiros pais, Adão e Eva  (Romanos 5.12).   2ª) Verdade: A provisão de Deus na pessoa de seu filho Jesus cristo   No verso 24 lemos que podemos ser declarados justos, não mediante a nossa própria justiça ou boas ações, mas por causa do que Jesus Cristo, o Filho de Deus, fez por nós na cruz, entregando Sua própria vida em lugar da nossa. Jesus morreu na cruz em nosso lugar, pagando o resgate com Seu próprio sangue. A esse ato de amor chamamos de “redenção”, em que Deus, por meio do pagamento de um preço, isto é, a morte de Cristo na cruz, compra para uma vida de liberdade a pessoa que era escrava do pecado.   A conseqüência ou resultado disso é que, mediante esse sacrifício, se assim crermos e o recebermos, somos reconciliados com o Pai e voltamos a desfrutar todos os benefícios como Seus filhos e passamos a ter o direito de ver e entrar no reino do céu.   3ª) Verdade: A salvação é desfrutada mediante uma decisão pessoal Por mais maravilhosas que sejam essas verdades, só poderemos desfrutá-las efetivamente se as reconhecermos como fatos para nossa própria vida. Não adianta apenas sabermos da existência de um bote salva-vidas, precisamos usá-lo caso contrário nos afogaremos! Jesus fez a parte dele em morrer por nós e hoje nos oferece “gratuitamente” Seu precioso tesouro, contudo devemos acolher em nossos corações essa verdade como uma verdade pessoal. Devemos entender que a salvação é oferecida a todos, mas só poderá ser experimentada por aquele quer crer e confessar sua fé em Cristo, como seu Senhor e Salvador (Romanos 10.9,10).   Conclusão   No Reino de Deus há abundância, lá não existe pobreza e nem falta de nada, pelo contrário, no reino

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Uma Vida de Princípios

                                                                                  Daniel 1:1-8 Um princípio é uma verdade fundamental sobre a qual se apóia o raciocínio. De forma simplificada podemos dizer que alguém devolveu o troco que recebeu a mais por causa de um princípio de honestidade no coração. Daniel era um jovem de princípios bem definidos, e suas ações demonstram que ele estavam relacionados ao seu conhecimento de Deus. Veremos os princípios de Daniel que nos servem de modelo. 1. Princípio de Integridade – “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se…” (Daniel 1:8) Ser íntegro fala de inteireza moral. Daniel era um jovem que estava longe da sua terra, tendo sido levado cativo juntamente com outros judeus para a terra da Babilônia. Naquele lugar, o encarregado de cuidar daqueles jovens que serviam no palácio real deu outros nomes a Daniel e a seus amigos, além de ensinar-lhes a cultura e a língua da terra. O rei queria, na verdade, que eles esquecessem suas origens e que se moldassem àquela nova cultura, assimilando seus costumes e valores. No entanto, Daniel propôs firmemente “não se contaminar” com o tipo de alimentação ali estabelecido. Seu problema não era apenas a comida, mas algo muito mais profundo. Ele não queria que a assimilação dos costumes de uma terra pagã, pouco a pouco, comprometesse sua integridade física, moral e espiritual. O princípio de integridade o sustentou e o fortaleceu, capacitando-o a dizer “não” quando foi necessário. Quando temos princípios em nosso coração vamos sempre agir da mesma forma em todas as circunstâncias. Diante do patrão, na ausência dos pais, no namoro a sós, em meio aos amigos da escola, etc. Temos de aceitar o desafio da integridade para que não corramos o risco de nos desintegrarmos pelo caminho. Deixamos para trás uma parte de nós toda vez que agimos deslealmente, desonestamente e injustamente. 2. Princípio de Propósito –“Ora, a estes quatro jovensDeus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos… Foi Daniel ter com o rei e lhe pediu designasse o tempo, e ele revelaria ao rei a interpretação.” (Daniel 1:17 e 2:16) Deus entregou a Daniel inteligência de todas as visões e sonhos. Quando o Senhor entrega algo a alguém, o faz por um propósito. Daniel sabia que a habilidade sobrenatural que fluía em sua vida, mais cedo ou mais tarde, serviria aos propósitos divinos. E quando surgiu a oportunidade ele não hesitou em lançar mão do que recebera para abençoar a muitos. Nessa ocasião o rei teve um sonho que muito o perturbou. Daniel se apresentou para aplacar a ira do rei e pedir-lhe um prazo. Deus honrou o senso de propósito daquele jovem e lhe trouxe toda a revelação necessária. Será que já descobrimos o propósito da nossa vida? Quais são os talentos ou dons espirituais que Deus nos deu para facilitar a execução do nosso ministério? Temos colocado em prática o que já sabemos que é vontade de Deus para nós? As respostas a essas perguntas nos ajudarão a tornar nossa vida mais objetiva. Não perderemos tempo fazendo coisas que não estejam em linha com o propósito divino. Nossas realizações terão sentido e trarão grande regozijo à alma, porque foram conquistadas através da ajuda e da bênção divina. Pense, porque você está nesta família, nesta igreja, nesta célula e nesta geração? 3. Princípio de Fidelidade –“Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.” (Daniel 6:10 ) Havia um decreto de morte para todos os que, por um prazo de trinta dias, fizessem petição a qualquer deus ou a qualquer homem, e não ao rei somente. Mesmo sabendo disso, Daniel continuou a praticar sua devoção diária como de costume, invocando ao Senhor e prestando-lhe culto três vezes ao dia. O risco de morte não foi suficiente para quebrar o forte princípio de fidelidade a Deus que Daniel tinha em seu coração. Precisamos tomar cuidado quando, por muito menos, cedemos às pressões deste mundo tenebroso, sufocando nosso princípio de fidelidade. Em Apocalipse 2:10b diz: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”   O mundo, a carne e o diabo, estarão sempre querendo comprometer nossa relação com Deus. Se o princípio de fidelidade não estiver bem firmado, estaremos sujeitos a nos inclinar para o mal e, por conseqüência, sofreremos o prejuízo. Jesus foi o exemplo, Ele é o modelo, Ele foi fiel até a morte e desta forma selou a sua vitória ao ressuscitar dentre os mortos e se assentar a destra do Deus Todo Poderoso. Existe muita luta a frente e devemos firmar bem as estacas da fidelidade para nos tornarmos semelhantes a Ele: “se somos infiéis, ele (Deus) permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo.” (2 Tm 2:13) 4. Princípio de Fé – “O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum. Então, o rei se alegrou sobremaneira e mandou tirar a Daniel da cova; assim, foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.” (Daniel 6:22-23) Por causa daquele decreto contra os que invocassem a qualquer deus, Daniel, que invocou ao Deus verdadeiro sem temer o risco de morte, foi lançado na cova dos leões. Ele passou uma noite inteira naquele lugar cercado por leões famintos e ferozes. Pela manhã, o rei, compadecido, correu ao lugar da cova e perguntou com voz triste se porventura Daniel estava bem. A resposta foi descrita acima, a qual enfatiza que a causa do livramento divino estava baseada em alguns elementos: inocência diante de Deus e do rei, e fé incondicional. A integridade de Daniel fortaleceu sua fé. A consciência

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Festa do Pentecostes

Pentecostes é a festa dos primeiros frutos, é tempo de colheita, é tempo de primícias. Jerusalém e Israel, nesta época de colheita, é muito alegre. A paisagem também é muito favorável juntamente com o clima para se visitar os lugares especiais da revelação bíblica, absorver toda a unção ministrada e também se conseguir ótimas fotos. Durante a Festa de Pentecostes (Shavuot), todo o povo é incentivado a ler o livro de Rute, que traz a consciência da colheita e provisão de Deus e nos alerta para a redenção. Este texto ministrado em Pentecoste traz o sobrenatural atingindo nossas vidas com um desafio de mudança e fé incondicional em Cristo Jesus que é a garantia viva de que Deus nunca negará colheita e provisão ao Seu povo.  

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