Natal, festa pagã ou cristã? – Parte 3

 Cremos que você tem sido edificado com os estudos sobre a origem do Natal. Minha oração é para que seu entendimento continue a receber a luz da Palavra e que sua atitude, diante da revelação bíblica, seja a de se render e se voltar aos princípios que têm sua origem em Jerusalém e não em Roma. Nesta semana, você descobrirá a origem e o significado dos símbolos do Natal. • Árvores como altares pagãos A árvore de Natal ressuscita um deus pagão chamado Ninrode e faz reviver Talmuz. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore. A árvore de Natal é um ponto de contato que os deuses gostam. Todo feiticeiro sabe disso, menos a Igreja. Quem tem uma árvore de Natal está legalizando a entrada de guias, orixás e caboclos. Os ocultistas creem que as pessoas são energizadas através das árvores. Nenhum crente coloca conscientemente em sua casa um trono a Baal. O diabo trabalha com ocultismo, por isso muitas de suas insinuações são encobertas, ocultas. Se sabemos que algo é errado, não fazemos. A Enciclopédia Barsa, vol.11, pg. 274, diz: “A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao Deus-menino.” (Grifos nossos) A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chamamento de adoração a deuses babilônicos. Os babilônicos consagravam uma árvore aos pés dos deuses e a levavam para casa como aprovação desses mesmos deuses; era o símbolo do deus dentro de casa, porque não se podia fazer a réplica da imagem. Esta árvore estava relacionada a um pinheiro. A música natalina diz: “Pinheirinhos que alegria, sinos tocam noite e dia, é natal que vem chegando, vamos, pois, cantarolando.” Fizeram a música para o pinheiro e quantas vezes cantamos no púlpito! Sabemos que o fizemos por ignorância, mas agora recebemos esclarecimento. O pinheiro faz parte de um ritual de adoração a Ninrode e a Semírames. Com a árvore de Natal dentro da nossa casa, estamos ressuscitando um trono babilônico, dando legalidade para demônios agirem. Leia com muita atenção o texto de Jeremias 10:3-4: “Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos de um artífice, com machado; com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e martelo o fixam para que não oscile.” O restante do capítulo mostra a dura exortação que Deus dá ao Seu povo. Por quê? Porque trouxe para dentro de casa um costume de povo pagão. Você quer conservar um costume de povo pagão? Eu sei que não. Então, esteja disposto a continuar em aliança com o Senhor. Essa árvore, segundo o texto, vira um ídolo. Os seguintes textos trazem luz sobre esse assunto: “Fez Judá o que era mau aos olhos do Senhor; e, com os pecados que cometeram, o provocaram a zelo, mais do que fizeram seus pais. Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolos no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes.” (I Reis 14:22-23) “Destruireis por completo todos os lugares, onde as nações que ides desapossar serviram os seus deuses, sobre as montanhas, e sobre os outeiros, e debaixo de toda árvore frondosa; deitareis abaixo os seus altares e despedaçareis as suas colunas e os seus postes-ídolos queimareis a fogo, e despedaçareis as imagens esculpidas dos seus deuses e apagareis o seu nome daquele lugar.” (Deuteronômio 12:2-3) “Os filhos de Israel fizeram contra o Senhor seu Deus o que não era reto; edificaram para si altos em todas as suas cidades, desde os atalaias dos vigias até à cidade fortificada. Levantaram para si colunas e postes-ídolos, em todos os altos outeiros, e debaixo de todas as árvores frondosas.” (II Reis 17:9-10) “De quem chaqueais? Contra quem escancarais a boca, e deitais para fora a língua? Porventura não sois filhos da transgressão, descendência da falsidade, que vos abrasais na concupiscência junto aos terebintos debaixo de toda árvore frondosa, e sacrificiais os filhos nos vales, nas fendas e nos penhascos?” (Isaías 57:4-5) “Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti.” (Deuteronômio 16:21) “Sacrificam sobre o cume dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, dos choupos e dos terebintos, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem e vossas noras adulteram.” (Oséias 4:13) A Bíblia está nos colocando em degraus de revelação. Não podemos manter uma mentira dentro de nós. A história conta que Ninrode teve uma relação com Semírames, sendo que Semírames era a mãe de Ninrode. Deste incesto, nasceu Tamuz, e Semírames continuou virgem. Vocês lembram de alguma história parecida com esta? Para que Tamuz nasceu? Para dizer que sua família estava florescendo como o deserto floresceu. Queria aparecer como flores dentro da sua casa, como se fosse sinais de vida. Assim como eles parecem que morrem, mas ressurgem, eles ressurgem dentro das nossas casas. O que um deus pagão pode oferecer a um cristão? • Velas A vela é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo, as velas são chamadas de demônios; é a simbologia de manter os demônios vivos. As velas não têm relação alguma com as luzes do candelabro judaico – Menorah. As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos. Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário, para alumiar ambientes, ou como decoração. • Guirlandas São memorial de consagração. Parece estúpido, mas é verdade. Em grego, é stephano; em latim, corona. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que

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Conhecendo a ferramenta para vencer as crises

Deuteronômio 29:29 Crise tem sido uma das palavras mais utilizadas neste século, e faz parte do vocabulário da ciência moderna, da Economia e da política. Porém, a despeito de tudo o que ouvimos, temos diagnosticados vários tipos de crises. No domingo falamos que precisamos ser livres da amargura, para isso acontecer é necessário abrir mão de algo, ter perdas para assim perdoar e ser livre, feliz, você escolhe, prende e fica preso, libera e fica livre. As crises geram desconforto, insegurança, medo e tramas, mas se crermos nas promessas de Deus, sairemos da crise e da amargura, pois crise também gera amargura para aqueles que tem perdas. Percebemos que uma das maiores crises que temos enfrentado atualmente é a crise moral e ética, que tem invadido quase todos os setores. E dentro de tudo isso, entra a crise pessoal. O que fazer? Como vencer a crise pessoal? Talvez você possa estar pensando: Meu Pastor, minha crise não tem nada a ver com ética, imoralidade, depressão, não tem nada a ver com essa linguagem que o senhor está elucidando aqui neste estudo. Mas, ao mesmo tempo, você entende que há algumas áreas da sua vida que ainda não estão resolvidas. Verdade é que cada um tem uma crise na sua realidade e na sua chamada. Eu tenho as minhas crises que precisam ser administradas e resolvidas. Por quê? Porque toda crise é uma oportunidade para mudança, crescimento, e nos estimula a novas conquistas. Se você está passando por crise, bem-vindo à mudança, ao crescimento e novas conquistas na sua vida. Mais do que impactados, mudados Cada crise que você enfrenta é uma oportunidade para vencer. Então, aproveite as oportunidades para ser diferente em todas as áreas da sua vida. Creio que Deus vai mudar a sua história e o seu histórico. Em breve, quando as pessoas olharem para você, você será um modelo de fé, esperança, alegria e mudança para elas.  Esteja disposto a mudar o relógio na sua vida. Saia do seu tempo e entre no tempo de Deus. A sua vida é um instrumento de impacto. Mas o importante não é causar impacto apenas, pois alguns são impactados, mas não mudam. O verdadeiro impacto é o que promove mudança. Nós, que somos filhos de Deus, precisamos estar além dos impactos, precisamos entrar na unção da mudança. Deus vai lhe ungir e todo lugar que você passar, vai deixar o rastro da mudança, a semente da mudança. E quando voltar verá a mudança diante dos seus olhos. Deus vai usá-lo como agente de influencia para estabelecer mudança. Agentes de transformação E além de ser um agente de mudança seja também agente de transformação. Precisamos ser agentes de mudanças e nos tornar agentes de transformação. Se estamos neste Planeta e pessoas não mudam, vidas não se transformam através da nossa vida, somos apenas um elemento a mais. Mas quando passamos pelo Planeta e impactamos as vidas, elas mudam e são transformadas. Somos agentes de transformação.  Por sermos agentes de transformação, as pessoas quando olham para nós e veem em nós algo diferente, que muitas vezes nem sabem explicar. Elas esperam que da nossa boca saia palavras de mudança. Por quê? Porque no mundo é comum um anular o outro, principalmente uma pessoa que está em crise. Mas nós conhecemos as ferramentas que vencem a crise e em vez de anularmos alguém, desatamos para serem enviadas para prosperar, avançar e conquistar. Há pessoas em crise, totalmente paralisadas, porque foram anuladas por uma palavra, uma atitude. Nós, que somos agentes de transformação, precisamos entrar com uma ação e uma palavra e ensinar essas pessoas a vencerem as crises que lhes atormentam. Você pode ser uma pessoa que vai mudar a vida de todas as pessoas que passam por você. Assim vidas vão transformando vidas e a nação é transformada influenciando positivamente outra nação. Como você é lembrado Quando você pensa em um perfume bom, qual a nação que vem a sua memória? França. E moda? Qual é a sede da moda? Itália. A sede dos maiores grãos do mundo? O Brasil. O Brasil já é a sede do grão. Dos 100 % de grãos do mundo, 53% saem do Brasil. Somos a maior potencia em grãos. E assim sucessivamente….  O que isso significa? Significa que situações lembram pessoas e situações lembram nações. Podemos ser lembrados por ser uma pessoa benévola para a sociedade ou alguém extremamente nocivo. Podemos ser uma nação extremamente abençoadora para as outras que estão sobre nós ou uma nação perversa.  Você precisa ser conhecido como carregador da glória de Deus, como aquele que destrói as sentenças de morte lançadas sobre as vidas, aquele que apresenta as ferramentas corretas para vencer a crise porque se utiliza delas. Muitas pessoas estão anuladas há anos, décadas, e Deus quer usar a sua vida para estimulá-las a avançar, debaixo das promessas bíblicas, declaro que hoje você está sendo livre de qualquer atadura para que uma vez livre, liberte outros através de Cristo na sua vida. Amem? Promessa, ferramenta para vencer a crise Primeiro, você precisa saber qual é a crise. Qual é a sua crise? O que você tem enfrentado como crise? Existem crises que são criadas por outros e crises que são criadas por nós. Você pode ser o mentor da sua própria crise. Peça a Deus que o ajude a vencer a crise usando a ferramenta que Ele já lhe deu e que está contida na Palavra: a promessa que se manifesta pela fé e fidelidade. Não fique parado pensando só em quem foi o causador da crise, aja e reaja. Conheça a ferramenta da promessa. Cada promessa se destina a uma crise específica. Deus é um Deus detalhista e Senhor de todas as coisas. E Deus sabe o que você precisa na sua vida. Ele é tão específico que quando olha para você no meio da multidão, vê a sua individualidade.  Portanto, o ser humano enfrenta crises variadas na sua história, mas se conhecer a ferramenta chamada promessa, para casa crise,

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Natal, Festa Pagã ou Cristã? Parte 2

 Estamos estudando sobre a origem do Natal e o significado dos seus símbolos. Na semana passada, vimos que instituir a data de 25 de Dezembro para comemorar o Natal, o nascimento de Jesus, foi uma ideia de Roma, que decidiu cristianizar uma festa pagã já existente, a festa dos solstícios. Hoje você aprenderá, através de citações de grandes enciclopédias, de referências bíblicas e comentários de grandes teólogos, que Jesus não nasceu em Dezembro, mas em Outubro, em plena Festa dos Tabernáculos. Por isso, em vez de ficarmos presos a uma comemoração de origem pagã, vamos aceitar o convite do Senhor e celebrar as Festas Bíblicas. A Palavra diz que existem as Festas Bíblicas e elas são sete. Não são para ser guardadas como lei, pois Jesus já as cumpriu no seu ato redentivo, embora a igreja cristã creia em Páscoa, Pentecoste e colheita do tempo do fim. Se a Igreja celebra Natal, ela não tem Tabernáculo, ela tem o primeiro dia e não o último. Se a Igreja está presa no primeiro dia, ela não tem o sétimo. Se ela está no sétimo, ela traz Jesus, mas se está no primeiro, precisa passar de novo por todo o caminho dos dias seguintes até chegar ao sétimo. Deus já tem gritado através de Seus Profetas: Estamos no início do sétimo dia. É hora da Igreja celebrar Tabernáculo, porque significa a preparação do caminho do Senhor, e se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara o caminho para Ele voltar. Natal, segundo a visão de Roma, é prender Jesus na celebração do nascimento e esquecer de Jesus na celebração da volta. É apagar a luz da revelação e do entendimento, e não vislumbrar que Ele está às portas. É centralizar a visão no palpável e esquecer o espiritual, não conseguir contemplar o que Deus está mostrando. Em nenhum momento, a Bíblia manda celebrar o nascimento de Jesus, o Natal e seus adereços. Tudo isso tem uma origem. Roma inseriu veneno no Cristianismo, mas nós temos a missão de fazer resistência. Tabernáculos é uma preparação por fé, onde caminhamos trabalhando, tirando as pedras, deixando o caminho livre e seguro para que todos possam ver o Rei entrar. Tirar as pedras do caminho é profético (Isaías 41:42-43) para poder estabelecer e anunciar que o Senhor está por vir. Se a Igreja estacionar no nascimento, não terá o retorno, mas nós bradamos que a Igreja já anuncia o retorno do seu Senhor. Jesus disse que a Sua Igreja caminharia por épocas e não por dias, e a época de Tabernáculos é a época de Jesus voltar. O dia e a hora ninguém sabe senão o Pai, mas a época Jesus revelará à Sua Igreja. A Igreja já está dizendo: Baruch Habah B’shem Adonai! Bendito O que vem em nome do Senhor! Roma disseminou em todas as nações da Terra as mentiras do paganismo. De onde nasceu essa fonte inspirativa? Do Novo Testamento? Do Antigo Testamento? De Jesus? Dos discípulos ou Apóstolos? Não! A inspiração é de uma fonte satânica. O paganismo entrou na Igreja como sinal de aliança, fragilizando a verdadeira aliança com Jesus. O Natal hoje é apenas um culto comercial que rende muito dinheiro. Tudo é motivo para grandes aquisições, mas a exaltação ao Rei dos reis não existe. Nesta época, as vitrines são invadidas por gnomos, que na verdade são demônios que habitam em florestas e árvores. O Natal foi substituído por demônios assumidamente. Não é só uma questão mística, é uma realidade de batalha espiritual. O presente século é confuso e diabólico. Mas nós vamos permanecer firmes. A Enciclopédia Barsa, vol. 11, pg. 274, fala o seguinte sobre o Natal: “A data atual foi fixada ao ano 440, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica (religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que celebrava o Natalis Invicti Solis (Nascimento do Vitorioso Sol) e várias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como os saturnalia em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos. A ideia central das missas de Natal revela claramente essa origem: as noites eram mais longas e frias, pelo que em todos esses ritos, se ofereciam sacrifícios propiciatórios e se suplicava pelo retorno da luz.” (Grifos nossos) Esta festa tem uma origem de celebração a falsos deuses “nascidos” na Babilônia, Grécia, Síria, nos países circunvizinhos do Oriente Médio, passando para a Europa, entrando em Roma e na Alemanha. A França comprou a visão, passou para a China e distribuíram para todas as nações da terra como fonte de comércio. Os tronos que foram levantados não para Deus, abriram legalidade para que demônios entrassem. Você não quer demônios em sua casa, não é verdade? O tamanho do altar não importa, a legalidade é aberta do mesmo jeito. Você está disposto a romper com as tradições do paganismo e abraçar a revelação do Pai? Que o seu coração esteja aberto para destruir os altares pagãos da sua vida, em nome de Jesus. O paganismo insinua que “Maria” foi fecundada pelo “espírito” no dia 24 para 25 de Março, e de 24 para 25 de Dezembro nasceu o que eles chamam de Jesus. Mas essa história tem sua origem na mitologia onde Íris e Osíris tiveram a mesma experiência espiritual. O retrato espiritual é o de um menino que é filho dos deuses, que nasceu em Dezembro, mas este não é o Filho de Deus, não é o Jesus que nós conhecemos. Eles têm Jesus como o deus sol. Isto é simplesmente absurdo e pagão! Adoração dividida Deus não recebe. A Nova Era já admite que muitos “Jesus” já nasceram e que muitos Cristos já se manifestaram. As antigas civilizações egípcias influenciavam todas as outras nações com a ideologia do deus sol. A festa acontecia em Dezembro, um mês de inverno. Era a festa pagã mais celebrada. Eles ficavam esperando a chegada do sol e, pelo ritual, no dia 24, no Oriente, o sol se abriria,

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Mansidão, uma virtude do Espírito

Mateus 5:5; Mateus 11:28,29   A Bíblia contém muitas promessas para os mansos. Neste capítulo, citaremos algumas delas, como:  Os mansos herdarão a terra (Mateus 5:5).   Mansidão é condição para ter paz de espírito. Muitas pessoas reclamam não ter paz, mas um dos pré-requisitos para ter paz é buscar um caráter de mansidão (Salmo 37:11).   Quem tem mansidão tem o Fruto do Espírito. Alguém que alcança a mansidão é porque tem o Fruto do Espírito em sua vida (Gálatas 5:22).   Através da mansidão, conseguimos suportar-nos em amor, e guardamos a unidade do Espírito no Corpo (Efésios 4:1,2).   Uma pessoa mansa recebe a palavra com muito mais qualidade do que alguém enraivecido. Ela vive mergulhada na Palavra de Deus (Tiago 1:21). Talvez um dos textos bíblicos mais conhecidos por falar em mansidão é o Sermão da Montanha. Jesus atraiu multidões e ali trouxe muitos ensinamentos sobre o povo, dentre eles, ensinou sobre mansidão. Jesus Se comunicava com as pessoas com amor e mansidão. Ele sabia como passar a Boa Notícia do Reino de Deus. A palavra mansidão transmite o sentido de brandura, ternura. Uma pessoa mansa transmite paz e segurança, porque venceu a agitação do dia a dia, é uma pessoa que venceu a ira.  Quando Jesus ensinou o povo sobre mansidão, referindo-se que os mansos herdarão a terra, em Mateus 5:5, é porque para eles, desde o Antigo Testamento, terra simbolizava mais que um mero terreno, representava a bênção e a presença de Deus. Uma das causas de Moisés não ter herdado a terra, entrado na terra prometida, apesar de ser considerado pela Bíblia o homem mais manso, foi ter-se irado diante das águas de Meribá. Ser uma pessoa mansa vai além de ter apenas uma qualidade natural. Isso é tão verdade que mansidão está incluída no Fruto do Espírito Santo. Se você almeja ser manso, deve entender que mansidão precisa de um cultivo espiritual, que sempre leva à harmonia e não à discórdia. A palavra ‘bem-aventurado’ reproduz os oráculos proféticos da salvação, usados pelos profetas do Antigo Testamento e por Jesus, em Mateus 5:3-11. As bem-aventuranças são exemplos de viver em busca de perfeição, expressam a qualidade de vida que Deus deixou para nós desde o princípio, uma vida de bênçãos. O que não é mansidão Morosidade – Mansidão não está ligada a ser moroso, não ter iniciativa, aceitar tudo do jeito que está para não se irar. Não é isso. Uma pessoa mansa vive muito mais do que uma pessoa iracunda, agitada, amargurada, porque administra melhor situações difíceis. Portanto, quando você pensar em alguém manso, lance fora da sua mente pensamentos como alguém inerte, sem vida, passivo, que não tem direção, que não está apto para reivindicar os seus direitos. Mansidão não está ligada a nada disso. Timidez – Não podemos crer que uma pessoa mansa é o mesmo que uma pessoa tímida, porque os tímidos não conquistam, pelo contrário, são os primeiros na fila dos que não tem fé. Mc 4:40 Frieza – Uma pessoa mansa não é alguém frio e calculista, mas é aquela que mesmo calada, analisa o que está acontecendo de errado ao seu redor e consegue reverter o quadro, porque não age na impulsividade das emoções. Sabe tomar decisões precisas. Tolice – Quem é manso possui o espírito de sabedoria. Portanto, uma pessoa mansa não é o mesmo que alguém tolo. Não confunda as coisas. A mansidão é resultante da verdadeira humildade. Como já citamos, a mansidão de Gálatas 5:22 é contextualizada dentro do Fruto do Espírito, é considerada uma virtude, uma das grandes qualidades espirituais.   A mansidão também pode estar associada à humildade, registrada em Filipenses 2:1-11. Porque todo manso é obediente, humilde, ou seja, tem as qualidades mais marcantes do ministério de Jesus. Cristo o nosso Senhor é nosso Maior Exemplo de mansidão. E Ele nos concederá esta graça. Seremos pessoas mansas para agradar ao Pai e colher êxito em todas as áreas da nossa vida.  Jesus, maior exemplo de mansidão Jesus convidou a todos para virem a Ele, pois Ele é manso e humilde de coração. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.” (Mateus 11:28,29).  O mais tremendo do convite de Jesus foi que Ele não convidou os fortes, porém os cansados e oprimidos. Por Jesus ser manso e humilde, pode assegurar o descanso para a nossa alma. Aprenda a descansar em Deus. Para quê tanta agitação e inquietude que não a levam a nada? Busque a mansidão. Entregue-se a Ele completamente se você está cansado e sobrecarregado. É Ele quem vai aliviá-lo. Só Ele tem este poder e esta autoridade. Veja que promessa maravilhosa que alcança os que decidem pela mansidão. A Bíblia diz que o Senhor ouve os desejos dos mansos e Ele mesmo dá conforto ao coração. “Senhor, tu ouviste os desejos dos mansos; confortarás os seus corações; os teus ouvidos estarão abertos para eles;” (Salmo 10:17) Para alcançar a mansidão, é necessário despojar-se de: Impureza e acúmulo de maldade – Não esqueça que a mansidão é uma virtude que somente o Espírito pode produzir em você, então, submeta-se a Ele. Isso implica em mudança de vida, de atitude.   Leia o texto de Tiago 1:21.  Ira – A ira nos leva ao pecado quando não temos mansidão. Este é um assunto importante para se comentar. Não trilhe o caminho da ira, pois ele é sempre muito prejudicial (Efésios 4:26). Maledicência – Muitos são os textos que falam sobre maledicência. Precisamos vigiar nessa área (Colossenses 3:8,10). Palavras torpes – Uma pessoa mansa não tem palavras torpes na sua boca, antes busca uma linguagem sã e irrepreensível, como a descrita em Tito 2:8. Precisamos lutar contra tudo o que for contrastante com a mansidão como os exemplos citados e tantos outros que não comentamos, como orgulho, soberba, arrogância, características negativas que nos afastam de Deus

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Natal: Festa pagã ou cristã?

Durante o mês de Novembro, estaremos estudando sobre a origem do Natal e o significado dos seus símbolos. Nosso objetivo é divulgar o esclarecimento, a luz que recebemos acerca de algumas práticas do meio cristão que estão ainda presas ao paganismo, atitudes que estão inseridas em nossa cultura de tal forma que não questionamos sua origem ou razão de existir, praticando-as sem reflexão alguma.  Estes estudos causarão dois níveis de reação: resistência ou quebrantamento. Os dois comportamentos são normais. Quero, no entanto, deixar claro que não intencionamos causar celeuma na sua vida, mas ajudá-lo a entender melhor essa visão que abraçamos e que tem fundamento bíblico e histórico. Não queremos negar que Jesus nasceu. É óbvio que Ele nasceu! Como estaríamos na redenção se Ele não tivesse vindo? Queremos, sim, voltar para a base da genuína fé cristã, da Palavra depurada, retirando tudo que foi inserido por Roma, enquanto instituição religiosa, vivendo como cristão-cristão e não como cristão-pagão. A nossa oração é a mesma que a do Apóstolo Paulo para com os Efésios; que Deus “ilumine os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação.” (Efésios 1:18). Isto porque, às vezes, vivemos numa prática irreflexiva, precisando enxergar além da realidade palpável. Jesus deu este conselho para a Igreja em Laodicéia. “Aconselho-te que de mim compres outro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas.” (Apocalipse 3:18) Jesus é e sempre será o motivo principal e único das nossas celebrações. Ele não é simplesmente mais um motivo. Tudo o que realizamos e celebramos é para a glória de Deus, pois o Senhor não aceita glória dividida. “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não a darei, nem o meu louvor às imagens esculpidas.” (Isaías 42:8) Quero fazer-lhe uma pergunta: Jesus é o centro do seu propósito? Então, vamos caminhar na luz que temos recebido do Senhor Jesus, o Cristo, crendo que “aquele que começou a boa obra em nós, há de aperfeiçoá-la até o dia de Cristo Jesus.” (Filipenses 1:6).  25 de Dezembro: data oficializada por Roma O Natal, atualmente comemorado em 25 de Dezembro, é uma festa pagã e não tem a aprovação de Deus; Jesus não está nesse negócio. Uma festa que nada tem a ver com Jesus, é pagã. Não é agradável ouvir essas coisas, mas precisamos arrancar toda mentira na qual estávamos vivendo. A música diz: “Anoiteceu, o sino gemeu, e a gente ficou feliz a cantar. Papai Noel chegou…”, “Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel…” Mas, nós não somos. Jesus não está aí, tal adoração é para um santo católico chamado Nicolau, que é Papai Noel. A aceitação é quase cem por cento, porque incutiram isso na nossa mente quando éramos crianças. Mas, Deus levantou um povo para desmascarar o inimigo. Deus quer nos ver esclarecidos e em equilíbrio espiritual. Todo esse paganismo não é um equívoco, é uma mentira. Equivocar-se com algo é uma coisa, mas conscientemente fazer uma aliança com o inimigo, com a idolatria e com os deuses pagãos, não é um equívoco; ensinar tudo isso para as nações da terra é querer enganá-las e prendê-las debaixo de um jugo. Roma fez isto. Iludiu as nações da terra pelo mesmo principado que agia desde a Babilônia.  Observando a questão da data, vemos o seguinte quadro: o Natal é celebrado em 25 de Dezembro. 25 de Dezembro é a data mais comemorada nas nações pagãs. Até o século III, o Egito e a Palestina tinham como datas festivas de 25 a 28 de Março. A Síria comemora Natal dia 6 de Janeiro e alguns países do Oriente Médio comemoram o Natal no dia 25 de Março. Sabe por que Roma celebra no dia 25 de Dezembro? Para que fosse oficializado o Natal cristão. Isso não partiu de um genuíno cristão, mas de Roma. A celebração desse Natal não vem por um decreto bíblico, nem de Jesus, nem de seus discípulos. A história indica, desde a época do ano 6 d.C., que Jesus nasceu em Setembro ou começo de Outubro. Jesus nasceu em Setembro/Outubro e Roma transferiu para Dezembro. Por quê? Porque Constantino, aproximadamente em 336, celebrou o primeiro natal pagão casado com os cristãos e isto debaixo de imposição, de opressão. Muitos resistiram e morreram durante esse contexto histórico, porque não se submeteram a tamanha aberração, dizendo que não aceitavam o paganismo. Cristãos europeus também resistiram e muitos, ao longo da história, morreram ao fio da espada ou enforcados, e o argumento de Roma era que eles não eram cristãos. Existe uma diferença muito grande entre o cristianismo de Antioquia, onde pela primeira vez os cristãos foram chamados de cristãos, e o cristianismo romano. O cristianismo romano nada tem a ver com o Jesus de Jerusalém.   Jesus de Roma  • Jesus preso numa cruz, impotente, sem nada poder fazer. • Jesus derrotado e morto que caminha pelas ruas carregado por outros. • Jesus numa manjedoura, menino, imaturo, sem voz ativa. Jesus de Jerusalém  • Jesus que subiu e ascendeu aos céus com autoridade. • Jesus vivo que nos carrega ao invés de o carregarmos. • Jesus que nasceu numa manjedoura, foi menino, mas já cresceu, morreu, ressuscitou e em breve voltará como Rei dos reis e Senhor dos senhores. A Igreja de Jesus protesta o Jesus-menino, porque a Igreja que vive no Natal está presa numa celebração de nascimento, e não vai poder participar do momento glorioso de preparar o caminho para que Ele venha buscar Sua Igreja. Deus deu o grito aos remanescentes dizendo: ‘preparem o caminho do Senhor!’ Deus levantou a você e a mim para que juntos pudéssemos permitir a abertura desse caminho. Somos a sua Igreja viva e comprometida. O Natal é uma data depressiva para alguns. Muitos ficam tristes nas celebrações de

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Andando por fé e não por vista

 Texto: Josué 9:1-16 Neste texto lemos como Josué, o homem de Deus, foi enganado pelos Gibeonitas, que por sua vez, fez uma aliança com eles, tendo de suportá-los depois no meio do povo de Deus por causa desta aliança. Este texto serve de base para compreendermos como o mundo e o diabo tentam nos enganar, a fim de prender nossa vida e bloquear o propósito de Deus em nós.   Os princípios Bíblicos são leis espirituais criadas por Deus para nos proteger e como cristãos não podemos brincar com isso, muitas vezes quebramos estes princípios e acabamos sofrendo as conseguências. Fazer alianças com quem caminha em rotas diferentes só trarão sofrimentos.   Deus é um Deus de aliança, pactos e promessas; Ele é um Deus Eterno. Ele criou todas as coisas para funcionar em harmonia. Deus disse a Abraão: "farei uma aliança entre mim e ti e te multiplicarei extraordinariamente" (Gn 17:2). A aliança traz consigo uma unção de multiplicação, de prosperidade, de nos fazer bem sucedidos em tudo. Não existem conquistas sem alianças, mas estas alianças precisam estar dentro dos princípios de Deus contidos em Sua Palavra. Devemos sempre andar na dependência do Espírito Santo, em comunhão com Ele para assim tomarmos decisões acertadas (II Tm 2:1-6).   Jesus e o Pai Celeste são um e ainda hoje trabalham em equipe, andam em unidade: Pai, Filho e Espírito Santo. Para uma equipe de doze, um casal e família alcançar êxito e conquistar, precisam estar em aliança, em concordância uns com os outros. É preciso andar com o líder, com os pastores, estar integrado no corpo, é necessário estar na mesma direção e com a mesma linguagem, etc.   Prosperar é ter sucesso, é ter êxito, é ser bem sucedido, é progredir em todas as áreas, é ter uma alma próspera. Uma alma próspera é uma alma curada, liberta, sem argumentos e aliançada com o Deus Todo-Poderoso. Todos os homens que cumpriram os princípios de Deus foram prósperos. Este é o segredo da prosperidade: cumprir e viver os princípios da Palavra de Deus.   Porque Josué foi enganado?   1.     Foi enganado porque olhou para as circunstâncias. Os Gibeonitas chegaram com sacos velhos sobre os jumentos, odres velhos rotos e remendados, sapatos e roupas velhas. Isso fez com que Josué concluísse muitas coisas erradas. As circunstâncias muitas vezes mascaram a realidade. Por esta razão Deus manda que andemos por fé e não por vista e se não temos discernimento de algo, certamente Deus trará a verdade em nosso espírito através de alguém que foi colocado por Ele para nos orientar, alguém que cresceu em Sua Palavra, um líder maduro que anda na direção do Espírito santo.   2.     Foi enganado por palavras persuasivas. Aqueles homens disseram que eram de terras distantes e começaram a elogiar tudo o que Josué fizera e ainda disseram que tinham vindo por causa do nome do Senhor. Desejavam fazer aliança e desta forma Josué e os israelitas ficariam presos pela palavra estabelecida naquela aliança. Tudo o que ouvimos, seja de pessoas ou aquilo que o inimigo sussurra em nosso ouvido, deve passar pelo crivo da Palavra de Deus e da testificação do Espírito em nosso interior. Devemos ser guiados pela palavra de Deus em nosso interior e não pelas palavras que chegam aos nossos ouvidos de pessoas estranhas que não conhecem a Deus.   3.     Foi enganado porque não consultou ao Senhor (vrs 14). Josué e os homens de Israel não pediram conselho ao Senhor por aquela proposta. Vamos dar um exemplo: Alguém quer fazer uma sociedade com você, ou quer firmar um compromisso de casamento, ou fechar um contrato de trabalho, mesmo se houver naquele momento uma necessidade, ore e em seguida converse com o seu discipulador e se este ainda não tiver uma resposta clara, este deve levar ao seu sacerdote, mesmo depois de tudo isso ainda tiver dúvidas, não faça, porque tudo o que não provém de fé demonstrada na Palavra é pecado (Rm 14:23). Há sempre uma direção de Deus para nós. A questão é se queremos segui-la ou não. Ló sobrinho de Abraão recebeu a direção de Deus para sair de Sodoma, mas teimava em ficar ali, Balaão que era profeta também recebeu direção de Deus para não ir com Baraque um rei inimigo de Israel, mas este profeta insistia com Deus querendo ir.   Uma receita: A palavra de Deus junto com a paz em nosso coração, conselhos de líderes maduros em Deus e a testificação do Espírito Santo em nosso interior sempre vão nos guiar na vontade perfeita de Deus. Nunca faça nada sem antes consultar o Senhor nosso Deus, foi por isso que o Senhor Jesus deu o comando de caminharmos numa rota de formação e multiplicação de discípulos, pois assim todos terão direção, comunhão, relacionamentos em crescimento, conhecendo os princípios, sendo acompanhados para serem homens e mulheres de um futuro pautado no êxito que estará refletindo nas atitudes de um estilo de vida prevalecente, vivendo com objetivos, com metas, homens e mulheres que saíram do discurso para a prática.   Assim como aconteceu com Josué, o mundo tenta fazer aliança conosco e vai usar as mesmas armas e estratégias. Há pessoas que fizeram aliança em seu coração com as circunstâncias, pois estas ainda estão determinando as suas vidas, fizeram alianças com os problemas que muitas vezes são de pessoas próximas, mas que não se posicionam, ou com as enfermidades, pois aceitam como se fossem delas, ou com a solidão ou ainda não conseguem romper com relacionamentos com pessoas que são nocivas e que estão fora da vontade de Deus. Se não estivermos atentos, alguém pode se aproximar e nos tirar da aliança, perverter nossos conceitos, nos contaminar, envenenar e mudar a nossa rota, tudo isso por uma dificuldade de dizer não ou por medo de não ser aceito.     Às vezes a oferta do mundo ou de pessoas tem aparência de algo ruim como foi no caso de Josué e tenta nos ganhar pelas emoções ou

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A finalidade da Célula

  1.      O que é uma Célula?   A Célula é simplesmente uma miniatura da Igreja se reunindo nas casas. Não existe algo tal como um ministério de grupos pequenos, estes grupos são o lugar dos ministérios fluírem.   Não é um grupo de oração, ainda que a oração seja um ingrediente básico. Não é um grupo de discipulado, ainda que o discipulado aconteça espontaneamente. Não é um grupo de estudo bíblico, ainda que o ensino seja enfatizado nas reuniões. Não é um grupo de cura interior, ainda que seja um lugar de cura e restauração. Não é um ponto de pregação, ainda que o objetivo básico de cada célula seja a multiplicação. A Célula é um pouco de cada grupo que mencionamos anteriormente, é um lugar de oração, estudo da Palavra, discipulado, cura interior, apoio e evangelismo.   A Célula pode ser comparada a uma célula do nosso corpo. A célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar o corpo inteiro. Isto é o que nós chamamos de informação genética. Consideramos uma verdadeira Célula o grupo que tenha as seguintes características:   a)     A Célula busca ser uma comunidade   A principal característica de uma Célula é ser uma comunidade. Esse sentido de comunidade não deve ser degenerado, pois, sem isso teremos reuniões impessoais e frias, onde o povo vem ouvir alguém com quem não tem comunhão e acaba sendo apenas mais um “freqüentador”. Não queremos grupos grandes, em número, descompromissados com o corpo de Cristo e com a igreja local.   A comunidade básica e fundamental é a família. A célula precisa ser família. Para ser família os membros precisam querer. Precisam ter disposição para renunciar ao orgulho, à proteção da reputação, ao medo de outros irmãos entrarem na sua vida. É preciso que cheguemos na célula sem cobranças do tipo: o líder dessa Célula deveria fazer isso ou assado… O louvor deveria ser assim e assado… Os casais da Célula não têm a experiência que tenho… Esse tipo de motivação entristece o Espírito Santo e revelam quão carnais e infantis somos.                 Precisamos ir não pensando em nós mesmos, mas nós somos irmãos: o que posso fazer para que a Célula cresça? O que posso sugerir? Que tal um jantar em minha casa? O que posso fazer por meus irmãos?                Para sermos comunidade precisamos entender que a Célula é muito mais do que a reunião de Quinta-feira. Quando a nossa percepção do grupo é limitada à reunião, então não estamos envolvidos em comunidade. A vida em comunidade existe para fora dos cultos e das reuniões.   O relacionamento é mais importante do que a reunião. É no relacionamento que crescemos como servos, que aprendemos a viver a vida cristã, que somos supridos e também suprimos os outros em amor.   b)     A Célula visa a edificação dos crentes.                   Uma Célula não pode ser um lugar onde a cada semana comparece um grupo diferente de pessoas. Evidentemente o visitante será muito bem-vindo, ele é o nosso foco, mas a reunião não terá como objetivo apenas o evangelismo. É importante frisarmos esse ponto para não haver mal entendido, o objetivo da célula alem do evangelismo e a multiplicação, é também a edificação do crente. É interessante ver como um ambiente de vida e unção pode mudar uma pessoa. Temos visto centenas de pessoas que se converteram por causa da unção e o não apropriadamente por causa de uma mensagem específica de evangelismo.   c)      A Célula almeja a multiplicação.                    Apesar da reunião não ser apenas evangelística todo o projeto final de edificação das pessoas daquela célula visa a multiplicação. Crentes realmente edificados na Palavra são crentes frutíferos. E o lugar adequado para se frutificar é no círculo familiar, na escola, no trabalho. A reunião de célula, neste caso, funciona como um lugar de treinamento e motivação para enfrentar a guerra lá fora.   d)     A Célula tem um lugar de reunião definido.                Conheço igrejas que tem aplicado o projeto de Células, onde a reunião é feita a cada semana na casa de um dos membros daquele grupo. A nossa experiência, porém, tem demonstrado que um lugar de reunião definido produz no grupo um senso de identidade, constância e segurança. Não podemos produzir um ambiente familiar, se nos reunimos a cada semana em um lugar diferente, mesmo porque os visitantes e amigos precisam saber que naquele endereço toda a semana tem um grupo de pessoas se reunindo para orar, evangelizar e edificar.    A Célula se reúne regularmente.   Todos sabemos que a chave para a comunhão é a constância, a regularidade. Não basta ter um lugar de reunião, é preciso que o grupo se reúna numa base regular de preferência semanalmente.                 O objetivo dessa regularidade é a comunhão. Nenhum relacionamento sólido e gratificante podem ser construídos sem convivência. É a convivência que vai produzir vínculos de amor, de amizade e de aceitação. Naturalmente precisamos desses ingredientes para sermos família.   OS CINCO OBJETIVOS DA CÉLULA     COMUNHÃO Desenvolvimento de vida partilhada, alvos comuns e aliança mútua entre todos os membros.   EDIFICAÇÃO O grupo oferece o ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado prático e disciplina em amor.   EVANGELISMO O grupo é o lugar onde inseríamos novos membros. É onde alimentamos, guardamos e suprimos os novos irmãos.   SERVIÇO Cada crente um ministro e cada um recebeu um dom. No grupo os dons são exercitados para o serviço mútuo.   CONSOLIDAÇÃO E DISCIPULADO Acompanhamento fazendo os primeiros passos no discipulado, firmando bem a fé e a convicção de salvação, e encaminhado para o encontro, batismo, Escola de Líderes, etc.   Nossa visão é de crescimento pautado na formação de líderes comprometidos. Na visão celular cada membro é um ministro e cada casa uma extensão da igreja. Cada Discípulo discipula, cada discipulador se multiplica e se reproduz na vida do seu

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O motivo da Célula

 A CÉLULA   1.      O que é uma Célula?   A Célula é simplesmente uma miniatura da Igreja se reunindo nas casas. Não existe algo tal como um ministério de grupos pequenos, estes grupos são o lugar dos ministérios fluírem.                 Não é um grupo de oração, ainda que a oração seja um ingrediente básico. Não é um grupo de discipulado, ainda que o discipulado aconteça espontaneamente. Não é um grupo de estudo bíblico, ainda que o ensino seja enfatizado nas reuniões. Não é um grupo de cura interior, ainda que seja um lugar de cura e restauração. Não é um ponto de pregação, ainda que o objetivo básico de cada célula seja a multiplicação. A Célula é um pouco de cada grupo que mencionamos anteriormente, é um lugar de oração, estudo da Palavra, discipulado, cura interior, apoio e evangelismo.                   A Célula pode ser comparada a uma célula do nosso corpo. A célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar o corpo inteiro. Isto é o que nós chamamos de informação genética. Consideramos uma verdadeira Célula o grupo que tenha as seguintes características:   a)     A Célula busca ser uma comunidade                   A principal característica de uma Célula é ser uma comunidade. Esse sentido de comunidade não deve ser degenerado, pois, sem isso teremos reuniões impessoais e frias, onde o povo vem ouvir alguém com quem não tem comunhão e acaba sendo apenas mais um “freqüentador”. Não queremos grupos grandes, em número, descompromissados com o corpo de Cristo e com a igreja local.                   A comunidade básica e fundamental é a família. A célula precisa ser família. Para ser família os membros precisam querer. Precisam ter disposição para renunciar ao orgulho, à proteção da reputação, ao medo de outros irmãos entrarem na sua vida. É preciso que cheguemos na célula sem cobranças do tipo: o líder dessa Célula deveria fazer isso ou assado… O louvor deveria ser assim e assado… Os casais da Célula não têm a experiência que tenho… Esse tipo de motivação entristece o Espírito Santo e revelam quão carnais e infantis somos.                 Precisamos ir não pensando em nós mesmos, mas nós somos irmãos: o que posso fazer para que a Célula cresça? O que posso sugerir? Que tal um jantar em minha casa? O que posso fazer por meus irmãos?                 Para sermos comunidade precisamos entender que a Célula é muito mais do que a reunião de Quinta-feira. Quando a nossa percepção do grupo é limitada à reunião, então não estamos envolvidos em comunidade. A vida em comunidade existe para fora dos cultos e das reuniões.                   O relacionamento é mais importante do que a reunião. É no relacionamento que crescemos como servos, que aprendemos a viver a vida cristã, que somos supridos e também suprimos os outros em amor.   b)     A Célula visa a edificação dos crentes.                   Uma Célula não pode ser um lugar onde a cada semana comparece um grupo diferente de pessoas. Evidentemente o visitante será muito bem-vindo, ele é o nosso foco, mas a reunião não terá como objetivo apenas o evangelismo. É importante frisarmos esse ponto para não haver mal entendido, o objetivo da célula alem do evangelismo e a multiplicação, é também a edificação do crente. É interessante ver como um ambiente de vida e unção pode mudar uma pessoa. Temos visto centenas de pessoas que se converteram por causa da unção e o não apropriadamente por causa de uma mensagem específica de evangelismo.   c)      A Célula almeja a multiplicação.                    Apesar da reunião não ser apenas evangelística todo o projeto final de edificação das pessoas daquela célula visa a multiplicação. Crentes realmente edificados na Palavra são crentes frutíferos. E o lugar adequado para se frutificar é no círculo familiar, na escola, no trabalho. A reunião de célula, neste caso, funciona como um lugar de treinamento e motivação para enfrentar a guerra lá fora.   d)     A Célula tem um lugar de reunião definido.                 Conheço igrejas que tem aplicado o projeto de Células, onde a reunião é feita a cada semana na casa de um dos membros daquele grupo. A nossa experiência, porém, tem demonstrado que um lugar de reunião definido produz no grupo um senso de identidade, constância e segurança. Não podemos produzir um ambiente familiar, se nos reunimos a cada semana em um lugar diferente, mesmo porque os visitantes e amigos precisam saber que naquele endereço toda a semana tem um grupo de pessoas se reunindo para orar, evangelizar e edificar.    A Célula se reúne regularmente.                   Todos sabemos que a chave para a comunhão é a constância, a regularidade. Não basta ter um lugar de reunião, é preciso que o grupo se reúna numa base regular de preferência semanalmente.                 O objetivo dessa regularidade é a comunhão. Nenhum relacionamento sólido e gratificante podem ser construídos sem convivência. É a convivência que vai produzir vínculos de amor, de amizade e de aceitação. Naturalmente precisamos desses ingredientes para sermos família.   OS CINCO OBJETIVOS DA CÉLULA     COMUNHÃO Desenvolvimento de vida partilhada, alvos comuns e aliança mútua entre todos os membros.   EDIFICAÇÃO O grupo oferece o ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado prático e disciplina em amor.   EVANGELISMO O grupo é o lugar onde inseríamos novos membros. É onde alimentamos, guardamos e suprimos os novos irmãos.   SERVIÇO Cada crente um ministro e cada um recebeu um dom. No grupo os dons são exercitados para o serviço mútuo.   CONSOLIDAÇÃO E DISCIPULADO Acompanhamento fazendo os primeiros passos no discipulado, firmando bem a fé e a convicção de salvação, e encaminhado para o encontro, batismo, Escola de Líderes, etc.   Continua…  

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Liderando com poder, autoridade e vida

 Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza. Até que eu vá, aplica-te à leitura, à exortação, e ao ensino." (I Tm 4:12,13)   Poucas coisas são mais desafiadoras e mais negligenciadas na sociedade do que a importância com o caráter. Muitas vezes o desempenho, o sucesso e o status de alguns, parecem ser mais importante. Porém, não podemo-nos esquecer de que o caráter reto ainda conta, e muito.   O caráter está como que meio desvalorizado em nossa cultura. Há pessoas que têm buscado como requisito para uma liderança eficaz apenas credenciais. Mas, por mais importantes ou necessárias que elas sejam, não são tudo, pois o fundamental é ter um bom caráter.   O mundo é um universo de credenciais que estão acima do caráter e o desempenho, acima da personalidade. Porém, nós sabemos que não é isso que conta para Deus.   Para liderarmos a família com êxito, por exemplo, é necessário ter um caráter bem firmado nos conceitos do Reino, assim como tudo que vamos realizar e que queremos alcançar vitória.   O caráter é o item principal na vida de uma pessoa, de um líder. O caráter é transferido a outros, ele é usado por Deus para transformar pessoas. Todo líder que possui unção, mas não possui caráter está caminhando rumo à catástrofe.   O mundo, as pessoas, não levam em conta o que você é como ser humano, mas levam em conta o que você tem e quais são os títulos que você possui em seu currículo, ou seja, o que você pode oferecer. Mas, nós, filhos de Deus, não podemos ser como o mundo, afinal, vivemos nele para fazermos diferença, então, não podemos colocar as credenciais acima do caráter, em hipótese alguma.   As qualificações de um líder falam da maneira como ele vive. As credenciais não são valorizadas e reconhecidas por muito tempo. O caráter sim, pois ele é a expressão do nosso viver diário com o Pai.   Paulo chamou Timóteo a comprometer-se em viver a Palavra todos os dias de sua vida e não permitir jamais que as pessoas o desprezassem apesar de sua tenra idade. Ele disse: Timóteo, torna-te padrão dos fiéis na palavra. Em nosso falar e no procedimento, no amor e na fé e na pureza.   Que você possa viver de forma que sua vida seja um exemplo para os fiéis em tudo que você fizer. Que Deus o abençoe e faça com que seu caráter seja impregnado do caráter de Cristo.   No amor de Cristo   Pastor Eliezer

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A Importância da família – Parte Final

Texto: Gn 2.18 Introdução: Vivemos dias em que a família, que é um projeto de Deus, tem sido terrivelmente atacada por todos os lados, em nome de uma modernização da sociedade. Porém, a sociedade só será sadia se for baseada em uma estrutura familiar sadia. E a família só será sadia ser for conduzida debaixo de princípios eternos, imutáveis oriundos da Palavra de Deus que é a Bíblia Sagrada.   O Salmo 127.1 diz: "Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção". E o Salmo 128 deixa bem claro que, aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos, será próspero e terá uma família próspera e estável e verá a sua descendência.   Vale à pena ter a nossa família sendo conduzida pelos caminhos do Senhor.   Além, da qualidade de vida que experimentamos no âmbito familiar, temos muitos outros benefícios oriundos desta aliança. Vejamos os benefícios da família:   1.      Ninho de proteção emocional e físico. Onde o grave problema da solidão é resolvido (Sl 68.6)   2.      Desenvolvimento do amor e da afetividade. O modelo de amor verdadeiro, estável, sem riscos emocionais é vivido dentro da família.   3.      Local de ensinamentos de princípios que nortearão a vida de uma pessoa, para o bem viver diário, e para o sucesso ao longo da vida.   4.      Local de formação de indivíduos úteis a sociedade. Em casa os membros da família aprenderão a servir e construir o seu futuro em bases sólidas. Quando os pais verem algo errado em seus filhos, eles devem olhar para si mesmos a fim de tentar descobrir a razão desse comportamento.   Mas, não podemos nos iludir, temos, além do nosso adversário espiritual que luta contra a família para desintegrá-la, para que forme cidadãos disfuncionais, e que serão presas fáceis, temos também outros fatores desintegradores em ação. Vejamos o que age contra a saúde da família:   Modelo falido vindo de tradições neuróticas e inúteis, modelo equivocado vindo através da mídia, prioridades invertidas dentro do lar, divisões vindas através de conflitos de interesses (Mc 3.25). Precisamos lutar incansavelmente por uma sociedade sadia, igreja sadia, através de famílias sadias. Vejamos quais medidas que precisamos tomar:   1.      Preservar / proteger: Abrir guerra contra todo tipo de ameaça contra a nossa casa.   2.      Valorizar a família (pais e filhos): Depois da nossa salvação a família é a maior dádiva de Deus para o ser humano.   3.      Defender os valores familiares, como: Amor, comunhão, perdão, aceitação, companheirismo e outros.   4.      Buscar modelos sadios na Bíblia e também através de uma liderança que seja modelo.   5.     Exercer o perdão a exemplo de Jesus. Tiago 2.13 diz: "Porque será exercido juízo sem misericórdia sobre quem não foi misericordioso. A misericórdia triunfa sobre o juízo"   6.    Exercer o ministério da reconciliação: 2 Coríntios 5.18 diz: "tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação"   7.    Depender de Jesus para cura das feridas emocionais e da auto-imagem: Vejamos o que diz o Salmo 147.3 – "Só Ele cura os de coração quebrantado e cuida das suas feridas".   Podemos concluir que a família é o maior projeto de Deus na terra, é uma instituição indestrutível, pois foi idealizada pelo próprio Deus e por Ele defendida. Josué, servo do Deus vivo Declarou que ele e sua casa serviriam ao Senhor Deus Josué 15.24. Não sei você, mas hoje eu declaro que eu e a minha casa serviremos ao Senhor Deus   Seja feliz!   Tenha qualidade de vida no seu lar!          

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