SOMOSUM E HOMENAGEM AO NIVER PRA.VAN – REDE JOVENS
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Marcos 5.22-43 Hoje vamos falar sobre vencer o teste da fé para alcançarmos a bênção de Deus, ou seja, o caminho para que vejamos a concretização do que o Senhor Deus quer realizar em nossas vidas. Não importam os fatos, importa a verdade. Por exemplo, é fato que certas doenças são incuráveis, porém a verdade é que nada é impossível para Deus. Também é fato que vivemos numa crise mundial, mas a verdade é que, para nós que cremos em Jesus, o multiplicador de pães, prosperaremos no meio da crise. Todos nós desejamos permanecer na verdade e ignorar os fatos, mas os obstáculos são muitos. Todavia, a fé não nega os fatos, apenas os transforma pela verdade da Palavra de Deus. Os fatos são apenas o que está acontecendo, e o que está acontecendo cada um interpreta à sua maneira. Mas, quanto à verdade, não cabe interpretação, a verdade é o que é. O Senhor Jesus é a verdade. Não é questão de interpretar, nem é questão de opinião. A verdade nem sempre é o que você vê ou ouve, não é o que você sente ou toca, a verdade é a Palavra de Deus. Eu quero a verdade da Palavra de Deus e, embora saiba que os fatos existam, não quero viver em função dos fatos. A fé não nega os fatos, apenas se apega à verdade. A fé tem o poder de transformar os fatos pela verdade da Palavra de Deus. Jairo é um exemplo de alguém que teve que ignorar muitos fatos e ficar exclusivamente com a Palavra de Jesus para, então, receber o seu milagre. Vamos ver sete obstáculos que Jairo enfrentou e teve que ignorar para poder experimentar a verdade das promessas de Deus. 1. Ignore a tradição. O texto diz que Jairo era um dos chefes da sinagoga, ou seja, Jairo tinha uma posição a defender. Posição, às vezes, é um grande obstáculo, algo que tentará nos impedir de alcançar a bênção de Deus. Às vezes, Deus permite necessidades em nossa vida para remover sentimentos de orgulho e soberba. O texto segue dizendo que Jairo veio e prostrou-se aos pés de Jesus. Isso era um problema na tradição judaica, prostrar-se diante de um homem era a atitude própria para escravos, eles é que se curvavam diante de outros, mas foi justamente o que Jairo fez. Ele tinha uma necessidade e buscou a solução em Jesus. Jairo adorou a Jesus, reconhecendo-O como o messias de Deus. (Ele adorou a Jesus: (Mt. 9.18) 2. Ignore a posição. A Palavra do Senhor diz que Jairo era um dos principais da Ele, portanto, tinha algo a perder. Ele poderia ser expulso da sinagoga. Naqueles dias, aquele que confessasse a Jesus como Messias poderia ser expulso da sinagoga. Depois que Jesus curou um cego de nascença, as escrituras dizem que seus pais estavam com medo dos judeus; pois estes já haviam assentado que, se alguém confessasse ser Jesus o Cristo (Messias), seria expulso da sinagoga (Jo 9.22). Outros líderes judeus também procuraram a Jesus, mas o fizeram às ocultas, como Nicodemos que O procurou à noite, ou José de Arimatéia que o seguia escondido. Todos eles temiam perder suas posições entre os judeus. 3. Ignore a multidão. A situação da filha de Jairo era realmente grave e cada segundo era precioso. Jairo tem pouco tempo, algo tem que acontecer Mas antes ele teria que enfrentar aquela multidão. Neste caso a multidão é um obstáculo. Muitas pessoas querem milagres isolados, muitas pessoas querem que Deus faça algo escondido. Não querem ir a uma reunião da Igreja, não querem se expor no meio da multidão. Mas às vezes é exatamente isso que Deus quer que façamos. É num ambiente como este que Deus quer operar milagres na nossa vida. Para recebermos milagres, teremos que encarar, amar e estar na multidão. 4. Seja paciente. Quando menos se espera surge um outro obstáculo. A Bíblia diz que apareceu uma mulher hemorrágica no meio do caminho de Jesus até a casa de Jairo (Mc 5.25-34). Justamente quando a multidão os comprimia aconteceu mais um milagre, aquela mulher fora curada de uma hemorragia. Jairo está precisando de um milagre, sua filha está morrendo, mas agora aparece alguém na frente. Não é difícil imaginar a agonia de Jairo. Eu quase consigo ver Jairo angustiado, pensando: “justo agora me aparece esta mulher e ainda Jesus pede pra ela contar toda a verdade”, Jairo poderia ter reclamado, mas ele não fez nada disso. Em nenhum momento ele tentou interromper o milagre dos outros. Certamente, aos seus olhos, a sua necessidade era primordial, mas ele soube vencer a impaciência. Muitas vezes nós nos exasperamos porque o Senhor parece demorar-se para atender-nos. É nesse momento que muitos desistem, mas, apesar de toda a sua aflição, Jairo superou sua exasperação. Na verdade, observar como aquela mulher fora curada deve ter alimentado a fé de Jairo. 5. Ignore os fatos. Àquela altura chega alguém dizendo que a menina já havia Imagine a situação daquele homem, a sua angústia naquele momento. Certamente, Jairo deve ter desfalecido com a notícia. Mas Jesus preocupou-se com a fé de Jairo e procurou protegê-la, do mesmo modo como Ele protege a nossa fé. Tudo agora parecia sem esperança, pois não havia perspectiva do ponto de vista humano. Todavia, Jesus é quem tem a palavra final e Ele diz: “Não temas, crê somente!”. Este é o teste da fé, está na hora de aprendermos a ignorar os fatos. Você vê a evidência natural e diz: “Acabou!”. Acabou para quem? Para Deus não existe a palavra “impossível”. Jesus mostrou a Jairo que, se quisesse receber o milagre, ele precisaria ignorar as circunstâncias e crer no poder de Deus. 6. Ignore as emoções. O sexto obstáculo que temos que vencer é a emoção. Há horas em nossa vida em que teremos que escolher entre crer e Sentir é muito bom, principalmente arrepios. É muito bom sorrir, chorar de alegria, é muito bom sentir a ebulição das emoções, mas haverá horas em nossa
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Números 13:26-33 O Egito na bíblia, de onde os Hebreus foram escravos, tipifica o mundo com a sua escravidão, por outro lado Canaã, a terra prometida por Deus a Abraão, tipifica o Céu e também a vida cristã abundante aqui na terra. Todavia, entre o Egito e Canaã, há o deserto. O deserto é inevitável, todos nós passamos em algum momento por ele, mas a vida cristã não é vivida no deserto. Todos nós quando passamos pelo deserto, vamos nos deparar com uma crise para podermos entrar em Canaã. É a crise da fé e dependência de Deus, ou cremos, buscamos, vivemos e decidimos entrar na conquista que Deus nos deu, ou voltamos para o deserto para vivermos apenas na força do nosso braço, andando na carne confiando apenas em nós mesmos. Todos nós estivemos no passado no Egito debaixo da escravidão de Faraó, o diabo. Todavia, a todos os que creem, o Senhor Jesus libertou pelo sangue da aliança e pelo selo do batismo nas águas. Agora, o inimigo não tem mais autoridade sobre as nossas vidas. Depois de sairmos do Egito, que simboliza o mundo, entramos no deserto rumo a Canaã. O deserto aponta para os tratamentos de Deus sobre a nossa carne. É inevitável passarmos pelo deserto, mas não precisamos viver a vida toda nele. O pastor líder chamado Moisés enviou seus doze para espiar a terra, mas dez deles duvidaram e contaminaram todo o povo com incredulidade, apenas Josué e Calebe ficaram firmes na fé, por causa disso, somente eles entraram em Canaã e conquistaram este território que mana leite e mel, mas os dez espias e todos os que duvidaram morreram no deserto. Todos eles testificaram que a terra era boa, que nela manava leite e mel. Em Deuteronômio 8:7-12 diz: A terra era de ribeiros de águas, de fontes, de mananciais profundos, que saem dos vales e das montanhas, terra de trigo e cevada, de vides, figueiras e romeiras, terra em que se come o pão sem escassez, e nada falta nela, terra cujas pedras são ferro e de cujos montes cava-se cobre. Comemos e nos fartemos na terra boa que o Senhor nos deu. Canaã é um símbolo das riquezas insondáveis de Cristo. As águas em abundância nos falam do refrigério do Senhor, o trigo e a cevada nos falam do “Pão que desceu do céu” para nosso alimento e as vides e as figueiras nos falam da satisfação plena que o Senhor tem para nós. Há também a riqueza do ferro e do cobre, Deus não nos tem chamado para a pobreza e miséria, mas para a fartura e a abundância. Os dez espias, em vez de olharem para a herança que Deus estava lhes concedendo, olharam para o inimigo e para si próprios. Eles viram a si mesmos como desprezíveis diante dos gigantes. O texto diz: “Vimos gigantes ali e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos, e assim também o éramos aos seus olhos”. Quem disse que os inimigos os viam como gafanhotos? Em sua incredulidade, deram lugar às mentiras do diabo. O grande problema de alguns do povo de Deus é não saber quem são em Cristo. Se eu não sei quem sou, facilmente cederei às ameaças do inimigo; mas, se eu conheço a minha força, as minhas armas, o poder que está em mim, eu me encho de coragem e destruo meus inimigos. Nós somos o que falamos e como nos vemos; se nos vemos fracos, somos fracos; se nos vemos como gafanhotos, eis no que nos tornamos. Os espias olharam para si mesmos, não para o que Deus é e para o que eram em Deus. O seu relatório desonrou ao Senhor. Devemos ser como Josué e Calebe, que tiveram palavras de Fé, conclamando o povo para que subisse e conquistasse a terra. Se lermos toda a história, veremos que Calebe entrou em Canaã, derrotou os enaquins e tomou posse da terra. O Livro de Josué, 15-14, nos conta que Calebe viu os gigantes, mas não os temeu. Também nós, quando nos deparamos com as dificuldades, não devemos temer, mas fixar os olhos nas promessas de Deus e no Seu poder sobre nós. Vejamos algumas atitudes que trouxeram derrota ao povo 1. Olharam para si mesmos. Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. (Nm 13.31) Quem havia dito ao povo que eles teriam de vencer o inimigo pela sua própria força? O inimigo pode ser mais forte do que nós, mas maior é Aquele que está em nós. Se é na força do Senhor que lutaremos, não importa se o adversário é maior e mais numeroso que nós. 2. Foram incrédulos. E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. (Nm 13.32) Por essa passagem podemos ver que o grande problema daqueles que permanecem no deserto é que eles duvidam da Palavra de Deus. Deus diz que eles são fortes, mas eles insistem em olhar para suas fraquezas. Deus diz que Cristo já levou as suas enfermidades, mas eles insistem em olhar para as doenças. Deus diz que eles já foram libertos do pecado, mas eles permitem que o pecado os domine. Deus havia dito que daria a eles a terra que mana leite e mel, mas eles duvidaram da fidelidade de Deus. O incrédulo olha para o problema e não para Deus. Todo aquele que anda na carne é introspectivo, olha demais para si mesmo. Fixar os olhos em si mesmo, gerará uma de duas atitudes: auto-piedade ou auto-condenação. Ambas são expressões da incredulidade e procedem do diabo. Devemos olhar para o que Deus é, o que Deus tem e o que Ele faz em nós e por meio de nós. 3. Confessaram a derrota O terceiro problema foi a confissão errada. Em
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Marcos 12:28-33 Jesus nos ensina muitas lições preciosas nos evangelhos, mas, por muitas vezes, Ele focou no amor. Neste tema ele falou sobre três aspectos fundamentais. No antigo Testamento a lei estabelecida dizia. Olho por olho e dente por dente. Era a posição do revide, da retaliação, do troco, da vingança. Era amar o amigo e odiar o inimigo. (Este ainda é o padrão do mundo). Mas mesmo com esta lei em vigor Deus estabeleceu dois mandamentos que cobria toda a lei e os profetas, mas eles não viam, pois sempre focavam na vingança, no padrão carnal. (Deuteronômio 6:4,5; Levítico 19:18). Aqui aparecem os dois níveis deste amor que Jesus usou falou, estes substituíram os 10 mandamentos, só é possível amar este nível com a ajuda do Espírito Santo.: Primeiro: Amar a Deus de todo coração, de toda alma, entendimento e de toda força(…) Segundo: Amar o próximo como a ti mesmo (…) Esse segundo nível em amar o próximo como a si mesmo implica em duas coisas. Primeiro, se não amamos a nós mesmos não podemos nos relacionar bem com os outros. Se não amamos o projeto não amaremos o projetista. Se não gostamos da criatura vamos rejeitar o Criador. Também, quando deixamos de amar a nós mesmos, teremos dificuldade de amar de forma madura o nosso próximo, porque o amor-próprio é base e referencial desse amor. Não devemos colocar-nos em primeiro lugar e o outro em segundo, mas no mesmo nível. Amar o próximo como a nós mesmos envolve amar os nossos inimigos e orar em favor daqueles que nós persegue…, pois disse Jesus que se eu orar e amar apenas as pessoas que me amam, não estaria fazendo nada de especial, não haveria honra nisso, pois qualquer um faria isso… Mas agora, Jesus vai a um terceiro nível, João 13:34-36. Amar como Ele nos amou. Quais são as características desse amor? Primeiro esse amor é um amor perseverante. Segundo é um amor que serve com humildade. Terceiro, é um amor que busca a santificação da pessoa amada. É um amor que visa a felicidade da pessoa amada. Finalmente é um amor sacrificial. Tudo isso é visto no capítulo 13 de João. Jesus amou-nos mais do que a Si mesmo. Ele não poupou a Sua própria vida. Ele se deu por nós, por amor. Por isso, é um novo mandamento. Jesus passa a falar sobre um novo modelo. “Que vos ameis uns aos outros, assim como Eu vos amei.” O amor de Cristo É um amor voluntário. É um amor sem reservas. É um amor serviçal. É um amor regado de compaixão. É um amor não apenas de palavras ou intenções, mas um amor prático e efetivo. Devemos amar não apenas de palavras. Devemos amar ardentemente. Devemos amar com obras. Devemos investir no outro, sem esperar recompensa. Devemos amar aqueles que não podem nos recompensar. Devemos dar com alegria. Devemos dar-nos a nós mesmos antes de darmos alguma coisa que temos. Devemos ajudar, socorrer, animar, acolher, abençoar. Esse amor não discute quem é o maior ou o mais importante. Jesus corrige a intenção de ser visto, de ser reconhecido, de ser promovido. Jesus mostra que o verdadeiro amor se despoja, se entrega, para servir até aqueles que nos aborrecem. Devemos aprender a amar como Jesus amou. O amor é o maior dos mandamentos. O amor é o dom superior. O amor é a maior das virtudes. O amor é prova insofismável da maturidade cristã. Jesus passa a falar sobre um novo resultado. “Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros.” Nosso discipulado é autenticado não apenas pela defesa da fé, mas pelo amor. O mundo vai conhecer-nos não apenas pela nossa doutrina cristã, mas pelo nosso amor. Não pela nossa liturgia, mas pelo nosso amor. Não pelos nossos dons espirituais, mas pelo nosso amor. O amor é um argumento invencível. Veja isso: Amar a Deus acima de tudo, amar o próximo se relaciona a qualquer a pessoa que esteja no mundo, agora amar com Cristo nos amou fala da igreja, do amor que precisa existir entre nós! (…). O amor silencia a voz dos críticos, destrói os argumentos dos céticos. O amor produz respeito, atrai a simpatia das pessoas e prepara o terreno para que as pessoas conheçam o Evangelho de Cristo. Se quisermos alcançar o mundo para Cristo; se quisermos ver nossa Igreja crescendo, precisamos amar uns aos outros, assim como Cristo nos amou. Esse é o nosso desafio. Essa é a nossa missão. Essa é o nosso testemunho de que de fato servimos a Cristo, esse é a nossa forma de provar a nossa fé, esse é o nosso testemunho cristão, esse é um sinal infalível das marcas de Cristo em nós, esse é um sinal inequívoco de que somos de fato discípulos de Jesus, o Cristo! Ap. Eliezer
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Gênesis 6:5-9 e Hebreus 11:7 Falar sobre fé é falar sobre um dos elementos mais importantes de nossa vida cristã, pois, sem fé jamais iremos alcançar as bênçãos que Deus reservou a cada um de nós. Sem fé jamais iremos experimentar o sobrenatural de Deus e nunca iremos agradá-lo. Precisamos ter um coração acessível, fértil para recebermos a semente de Deus em nossa vida. Existem aqueles que creem e nunca desistem, ficam firmes e experimentam das promessas de Deus. Por outro lado existem aqueles que vivem de acordo com as circunstâncias, são duvidosos, tem uma fé limitada, desistem quando as coisas ficam difíceis e vivem frustrados e desanimados. O alvo de Deus é salvar todas as pessoas através da fé que vem pela Sua Palavra, pois a fé vem pelo ouvir da Palavra de Cristo. No Livro de Gn 6:5-9 mostra que Deus se entristeceu por causa da tendência forte do ser humano para o mal, isso afligiu o coração de Deus ao ponto dEle dizer; me arrependi de ter criado o homem, aquela geração má era descendência de Caim. Porém, Noé achou graça diante do Senhor. Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro em suas gerações; Noé andava com Deus.” Ele era descendente de Sete que nasceu no lugar de Abel, esta geração invocava o nome do Senhor. Deus sempre desejou relacionar-se com o homem. O Homem foi criado para ter relacionamento, intimidade e comunhão com Deus, porém, o pecado, os próprios interesses, o egoísmo, o individualismo, a falta de amor, a falta de temor quebraram a comunhão e afastou o homem de Deus. Noé andava com Deus, vivia junto com Deus, o Senhor fazia parte da sua vida. Se Deus faz parte da minha vida, o meu relacionamento com Ele flui. Deus me acompanha todos dias na ida e na volta, ao entrar e ao sair Ele está comigo, mas será que meu comportamento tem agradado ao Senhor? Tenho feito as coisas com a consciência de que Deus está comigo? Meu testemunho tem sido relevante? Tenho estado no centro da vontade de Deus? Em Hb 10:38 diz “Mas o justo viverá pela fé; e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.” O Sl 37:25 diz “Fui moço e já, agora sou velho, porém, jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão”. Construindo um relacionamento inabalável com Deus. Assim como Noé levou quase cem anos construindo a arca, nós, também a cada dia estamos construindo um relacionamento inabalável com Deus. Noé sabia que Deus queria um mundo melhor, queria homens melhores e trabalhou duro durante anos por que o desejo de Deus era santificar a terra, limpar a imundície, mas durante o trabalho os amigos, os maus, os pervertidos, ao verem o que estava sendo feito, riam, menosprezavam o seu trabalho. Noé nunca abandonou o plano de Deus, por que ele andava com Deus, por isso tinha suas forças renovadas, a cada dia, e também forças para animar sua família até que o trabalho fosse concluído. Se pudéssemos resumir toda essa atitude de Noé em uma só palavra, que palavra você escolheria? Eu escolheria Fé! Ele nunca deixou de acreditar no que Deus falou para ele, e a fé nos inclina a ter uma atitude! Na caminhada com Jesus, quem crê, faz! Quem sabe alguma manhã um dos filhos de Noé estivesse desanimado, desistido, incrédulo, sem desejo de continuar o trabalho, mas Noé o chama à responsabilidade com firmeza, pois estão a serviço do Deus Vivo, não há tempo a perder! Mãos a obra! O tempo é curto! Vamos colocar a fé em prática! Temos a certeza que Deus está conosco mesmo sem vê-lo Em Rm 8:28 diz, “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” As coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, quem ama a Deus, anda com Deus! Tem intimidade com Deus! Tem relacionamento com Ele! Não estamos sozinhos, somos família, somos IACC, somos 12, somos discípulos e discipuladores, somos representantes de Cristo nessa geração! Nossa fé deve estar fundamentada nesta verdade. Deus tem coisas tremendas a manifestar em nossas vidas e através de nossas vidas, mas Ele deseja encontrar em nós um coração sensível à sua vontade, um coração que tenha prazer em obedecer os seus ensinos, que deseja ser como Jesus! Para meditar: Precisamos andar por fé e não por vista (Noé não olhou as circunstancias, ele olhou pra as promessas de Deus). Ver o invisível (é ter a capacidade de enxergar o sobrenatural em meio às circunstancias adversas). O moço de Elias viu apenas uma pequena nuvem, Elias viu uma grande chuva. Ouvir o inaudível (Elias ouviu o “som das águas antes mesmo das nuvens se formarem”). Transpor o intransponível (é superar os limites e transpor barreira, ainda que estas sejam maiores). O Salmista Davi disse: com o meu Deus eu pulo uma muralha, e com Ele, passo no meio de um exército. Suportar o insuportável (é contrariar as expectativas do inimigo e se manter firme mesmo em meio às tempestades dessa vida. É suportar as lutas e, como Jó, apenas adorar a Deus e reconhecer que Ele está no controle de todas as coisas). Prática: Toque um louvor de adoração e rendição ao Senhor. Ore para que todos sejam edificados na fé! Se houver visitantes leve-os a confessar Jesus como Senhor e salvador e convida-os para o culto! Prs. Carlos Sérgio e Margareth
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