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Nossa responsabilidade como líderes espirituais.

Mateus 5 : 14 a 16 Graças às infinitas misericórdias de Deus, fomos tirados do meio de uma geração corrompida e perversa. Geração da qual o Senhor se compadece, a ponto de nos ungir, para que sejamos luz no meio dela. Cada pessoa que é resgatada por Cristo, recebe de forma automática, a responsabilidade de iluminar este mundo com a luz do evangelho. O mundo, que jaz em desespero e sofrimento por conta do pecado, não tem como ser mudado, a não ser pela transformação espiritual de cada pessoa, ou seja, só conseguiremos mudar o mundo, se conseguirmos mudar pelo poder de Deus, cada pessoa que há nele. Esta responsabilidade não é dos intelectuais, nem dos governantes, nem tampouco dos jovens, mas sim de cada um dos discípulos de Jesus na Terra. Se somos discípulos, então saibamos que que Deus nos deu poder para mudar o mundo a nosso redor. Cada pessoa chamada para ser discípulo (a), se abraçar o chamado, é revestido de autoridade para ganhar e discipular a outros. Discipular significa levar, de forma espiritual, cada pessoa a conhecer a Cristo e viver segundo os princípios de sua Palavra, o que representa a mudança de mente e conduta, de toda uma geração. O Senhor nos adverte de que não podemos nos esconder, nem nos omitir desta responsabilidade, pois Ele a confiou especificamente a nós. (a sua Igreja ). Mudar uma geração tão deformada (rebelde, alienada, violenta) parece algo impossível, mas será feito, porque conosco está o Poder de Deus. Todo êxito do nosso trabalho será estabelecido no Sobrenatural. Não devemos olhar para o tamanho da dificuldade e sim para nós mesmos, vigiando e buscando ver, se brilha em nós a luz do Senhor. Não somos fontes geradoras de luz, mas refletoras da luz de Cristo. Como poderei iluminar a outros, se eu mesmo estiver apagado, como transformarei a outros, se eu mesmo não me deixo transformar. Nosso êxito como líderes, está em sempre nos examinarmos a luz do Espírito Santo, pois esta é a condição colocada por Cristo para que haja Aliança (que é sinónimo de vitória). Em 1 Co. 11: 28 diz: Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice. Examine-se porque isto te prepara para entrar em Aliança (arrependimento), e se você entrar em Aliança, sua vitória será certa. Para que nossa Aliança com Deus seja perfeita, devemos estar sempre nos avaliando e buscando gerar em nós o Homem Perfeito que é Cristo. Devemos continuamente lutar por santificação, pois esta é a condição para vermos ao Senhor, agindo aqui em nossas vidas e também na Vida Eterna. Hb. 12 i 14 diz: Buscai a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Você já viu lideranças que estagnam? Ou pior ainda, você já viu pessoas que retrocederam? Com certeza. Sabe o que aconteceu com estes líderes? Deixaram de vigiar, de orar e examinar-se. Sem que percebessem, entrou a acomodação, ou desânimo, ou a indiferença, a incredulidade. O pecado vem por sutilezas e o diabo gosta de cirandar. Antes que alguém possa cair, muita coisa tem que acontecer, porém há pessoas que não caem, mas seu brilho desvanece, seus rostos param de resplandecer, como aconteceu com Moisés. São líderes que ficam sem unção, sem sonhos, sem entusiasmo naquilo que estão fazendo. Moisés colocou um veu no rosto para os discípulos não perceberem que a luz, o brilho e a glória tinha desvanecido, não podemos perder a luz de Cristo em nós, pelo contrário, precisamos manter essa luz crescente para que as pessoas lá fora sejam alcançadas. Essa luz fala do nosso testemunho de vida, nosso estilo e forma de viver, nossa expressão de fé. Como líderes assim poderão atrair pessoas e contagiá-las, mostrando a elas quanta alegria existe em servir ao Senhor? Outro fato que como líderes não podemos esquecer, é de que somos o padrão dos fiéis, a forma que dará forma espiritual a muitas gerações depois de nós. Seremos mais zelosos com nosso testemunho pessoal, se nos conscientizarmos de que estamos gerando uma multidão igual a nós, afinal, está escrito: cada semente produz segundo sua própria espécie e atenção, porque esta é uma lei divina, universal, imutável e irrevogável. Reflita: Você gostaria de ter uma multidão de discípulos que: Faltassem frequentemente as suas convocações? Fossem preguiçosos quanto à oração? Fossem inconstantes e desorganizados? Fossem desrespeitosos com horários? Fossem autossuficientes e obstinados? Que estão sempre com cara de cachorro São Bernardo ( óh céus, óh vida, óh dor)? Mais reclamam do que elogiam? São sonegadores de dízimos, ofertas e primícias? Falam, falam, mas nunca fazem o que prometem? Sempre na hora H, falham, e depois aparecem com uma desculpa (o carro quebrou, meu cachorro morreu, minha mulher me chamou)? Sei que você deve estar dizendo, Deus me livre!!!, mas melhor que se benzer ou dizer, tá amarrado!!! É você vigiar para como líder, não fazer nenhuma destas coisas. Aquilo que eu for e fizer, será a legalidade aberta no mundo espiritual, para a formação de um povo que terá o meu caráter e o meu comportamento. Lembre-se das palavras do Senhor Jesus: Aquilo que quereis que os homens vos façam, fazeis vós a eles. Isto nos alerta para sermos flexíveis com os discípulos e mais exigentes com nosso próprio testemunho, pois nossa chamada é restaurarmos uma geração e iluminarmos este mundo, que está em trevas. Quando pregamos a Palavra, chamamos a atenção dos filhos de Deus, mas o que produz atração, identificação e permanência, é o fato de as pessoas nos olharem e verem Jesus refletido em nós. (As pessoas estarão sempre procurando ver Jesus em você). Para que um espelho possa refletir com nitidez e fidelidade uma imagem, ele precisa ser plano, sem deformidades, manchas ou trincas. De igual maneira, se queremos refletir a luz de Cristo, precisamos nos avaliar sempre, tendo como parâmetro a Palavra de Deus e o permanente e doce, balizamento do Espírito Santo. Se formos achados nesta

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O poder do toque pela fé

Marcos 5:25 ao 34 Cada vez que nos reunimos aqui na célula ou em qualquer outro lugar, em nome de Jesus, ele se faz presente entre nós. Ele é fiel e disse em Mateus 18.20: “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles”. O Senhor também disse em Mateus 28:20: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos”. A coisa mais preciosa na vida do cristão é a unção pela presen­ça viva do Senhor Jesus. Há quem goste mais da pregação, outros gostam mais dos louvores, muitos gostam de estar junto aos irmãos em comunhão…, tudo isso é importante, mas o que nos interessa em primeiro lugar, é a presença viva do Senhor Jesus. Todavia, a presença e a unção do Se­nhor Jesus não é a mesma para todos. O texto bíblico nos mostra uma mulher e também uma mul­tidão ao redor de Jesus. Essa passagem aconteceu no auge de Seu ministério, no ápice de Sua fama, que corria por toda a Terra naqueles dias. Havia, com certeza, muita gente ao redor de Jesus para vê-lO e ouvi-lO. A maioria era de curiosos que queriam ver algum milagre, alguma coisa especial. Mas apareceu uma mu­lher em meio à multidão. E, para ela, o toque em Jesus foi dife­rente dos demais. Deus não faz acepção de pessoas, mas nem todos O tocam ao ponto de receberem po­der. Todavia, aquela mulher O tocou, diferente de todos os ou­tros que encostavam e pegavam no Senhor Jesus. Somente quan­do aquela mulher tocou em Jesus saiu virtude trazendo cura, libertação e salvação. Hoje, milhões de pessoas cantam reunidas no nome de Jesus e o Senhor se faz presente no meio delas. É algo precioso, maravilhoso, mas quantos vão para casa tendo recebido da virtude de Deus? Quantos saem diferentes de como entraram? Quantos têm recebido algo da parte de Deus? Há um toque que faz a diferença. Vejamos o toque que az a diferança: Aquela mulher em sua busca, NÃO RECUOU diante dos obstáculos.  Esse é um dos segredos da bênção dela e pode ser o nosso também. Em Jeremias 29:13 Deus disse: Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Muitos não recebem porque não procuram realmente, não aplicam o coração em uma decisão resoluta e irreversível, não empenham sua alma na busca. Aquela mulher tinha hemorragia há doze anos, era como uma menstruação que nunca passava. Você faz ideia do que seja para uma mulher esgotar sangue durante doze anos? Você consegue imaginar a sua aparência? Não é difícil imaginá-la como uma mulher franzina, anêmica, sofrida e, provavelmente, envelhecida pelo sofrimento que a doença produzia nela. A fra­queza e a debilidade física eram as suas marcas. Mas essa mulher fraca, frágil, enfrentou a multidão, prova­velmente grande, com gente de todo tipo, para tocar em Jesus. Ela ouviu falar de Jesus, creu e firmada nesta fé encarou o obstáculo e disse: “Eu vou tocar nEle! Se eu tocar ficarei curada! Ninguém vai me impedir de tocar nEle!”. Essa atitude foi o segredo dela. O que agradou o coração de Deus foi ver que ela não se intimidou diante da dificuldade que estava à sua frente. Ela se propôs a tocar no Senhor dizendo: “Se eu apenas tocar nas suas vestes eu serei curada”. A fé envolve falar e agir, fé sem ação não tem frutos! O Senhor Jesus não parou para facilitar que ela O tocasse. Ele deixou que ela se esforçasse para que sua fé fosse consolidada e recebesse visibilidade. Todos sabemos como é difí­cil enfrentar uma multidão, mas aquela mulher desconsiderou sua fraqueza e embrenhou-se no meio do povo. Talvez tenha recebido cotoveladas, chutes e empurrões, mas nada a impediria de receber a cura do Senhor. Até onde vai a sua disposição de receber de Deus, de tocar nEle? O Senhor deseja ver até onde você está disposto a ir. Um tempo de jejum, oração, meditação, cumprir o processo e viver o chamado irá mudar a sua vida, a sua história, a sua situação e o seu problema. Não há nada que o poder de Deus não possa resolver. Ela não se conformou em ser infeliz A atitude dela mostrou sua imensa indignação com aquela condição de vida. Muitos não recebem de Deus porque se acos­tumaram com a infelicidade, com o casamento ruim, o empre­go ruim, a saúde ruim e as finanças ruins. Ela tinha hemorragia e gastou tudo com os médicos. Ela não era conformada, ela tentou, bateu em todas as portas, forçou todas as entradas. Ela tentou tudo, foi ao médico durante doze anos e os médicos tomaram tudo o que ela tinha. Ela não pou­pou dinheiro e nem esforços para se livrar daquele desconforto. Ela não se acostumou com sua condição e foi isso que a moveu na direção de Jesus. Ela tocou em Jesus pela fé Há o toque da emoção, o toque da curiosidade e o toque do conhecimento intelectual. Mas somente o toque da fé em Jesus libera a unção e o poder de Deus sobre nós. Jesus disse que a fé daquela mulher foi a chave de sua bênção, pois Ele disse: A sua fé te salvou! Muitos ouvem e não creem, mas quem crê é salvo. A fé genuína possui vários elementos importantes: A fé genuína desconsidera os obstáculos e as dificuldades, desconsidera os fatos focando nas promessas, se dis­põe a pagar até o preço da própria vida, não se conforma em viver sem resultados, vê a resposta antes de acontecer, mantem um discurso alinhado com a verdade, vive um estilo de vida comprometido com a promessa e se dispõe ao arrependimento e à obediência. Lembre-se, fé sem obras é morta, nossa fé deve desenhar nosso estilo de vida! Há um poder disponível para mudar a sua vida. Basta um sim­ples toque. Um toque da fé. A sua história pode ser completamente mudada por causa de um único toque. Outros estarão apenas er­guendo as mãos, mas pela fé você

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Livro de Gálatas

Está semana estamos lendo e meditando o livro de Gálatas. Acompanhe abaixo um resumo do livro, um breve diagnóstico da carta de Paulo aos Gálatas. Autor: Gálatas 1:1 claramente identifica o apóstolo Paulo como o seu autor. Quando foi escrito: Dependendo de aonde exatamente o livro de Gálatas foi enviado e em qual viagem missionária Paulo iniciou as igrejas naquela área, o livro de Gálatas foi escrito em algum lugar entre 48 e 55 dC. Propósito: As igrejas em Galácia eram formadas em parte de judeus convertidos e em parte de gentios convertidos, como era geralmente o caso. Paulo afirma seu caráter apostólico e as doutrinas que ensinava a fim de confirmar as igrejas da Galácia na fé de Cristo, especialmente no que diz respeito ao ponto importante da justificação pela fé. Assim, o assunto é essencialmente o mesmo ao discutido na epístola aos Romanos, ou seja, a justificação pela fé. Nesta carta, contudo, a atenção é especialmente dirigida ao ponto de que os homens são justificados pela fé sem as obras da Lei de Moisés. Gálatas não foi escrito como uma redação sobre a história contemporânea. Foi um protesto contra a corrupção do evangelho de Cristo. A verdade essencial da justificação pela fé e não pelas obras da lei tinha sido obscurecida pela insistência por parte dos judaizantes de que os crentes em Cristo deviam cumprir a lei se esperavam ser perfeitos diante de Deus. Quando Paulo soube que este ensino tinha começado a influenciar as igrejas de Galácia e que os tinha afastado de sua herança de liberdade, ele escreveu o forte protesto contido nesta epístola. Versículos-chave: Gálatas 2:16: “… sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado.” Gálatas 2:19-20: “Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” Gálatas 3:11: “E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.” Gálatas 4:5-6: “… para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!” Gálatas 5:22-23: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.” Gálatas 6:7: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” Resumo: O resultado da justificação pela graça mediante a fé é a liberdade espiritual. Paulo chama os Gálatas a manterem-se firmes na sua liberdade, e “não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão (isto é, a lei mosaica)” (Gálatas 5:1). A liberdade cristã não é uma desculpa para satisfazer uma natureza inferior; pelo contrário, é uma oportunidade de amar uns aos outros (Gálatas 5:13, 6:7-10). Essa liberdade não isola ninguém das lutas da vida. De fato, pode até intensificar a luta entre o Espírito e a carne. No entanto, a carne (a natureza inferior) foi crucificada com Cristo (Gálatas 2:20) e, como consequência, o Espírito produzirá seus frutos na vida do crente, tais como: amor, alegria e paz (Gálatas 5:22-23). A carta aos Gálatas foi escrita em um espírito de inspirada agitação. Para Paulo, a questão não era se uma pessoa tinha sido circuncidada, mas se havia se tornado “uma nova criação” (Gálatas 6:15). Se Paulo não tivesse sido bem sucedido em seus argumentos a favor da justificação pela fé, o Cristianismo teria permanecido uma seita dentro do judaísmo, ao invés de se tornar uma forma universal de salvação. Gálatas, portanto, não é só a epístola de Lutero, mas também a epístola de cada crente que confessa com Paulo: “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gálatas 2:20). Os livros de Tiago e Gálatas ilustram dois aspectos do Cristianismo que desde o início aparentam estar em conflito, embora na realidade sejam complementares. Tiago insiste na ética de Cristo, uma demanda de que a fé prove a sua existência pelos seus frutos. No entanto, Tiago, não menos que Paulo, enfatiza a necessidade da transformação do indivíduo pela graça de Deus (Tiago 1:18). Gálatas salienta a dinâmica do Evangelho que produz ética (Gálatas 3:13-14). Paulo não era menos preocupado do que Tiago sobre a vida ética (Gálatas 5:13). Como os dois lados de uma moeda, esses dois aspectos da verdade cristã devem sempre acompanhar um ao outro. Conexões: Ao longo da epístola de Paulo aos Gálatas, a graça salvadora – o dom de Deus – é contrastada com a lei de Moisés, a qual não salva. Os judaizantes, aqueles que iriam retornar à lei mosaica como fonte de justificação, foram eminentes na Igreja primitiva, ao ponto de temporariamente atraírem um cristão de destaque como Pedro em sua teia de enganos (Gálatas 2:11-13). Assim, tão apegados eram os primeiros cristãos à lei, que Paulo teve que continuamente reiterar a verdade de que a salvação pela graça não tinha nada a ver com a observância da lei. Os temas que ligam Gálatas ao Antigo Testamento centram em torno da lei versus graça: a incapacidade da lei de justificar (2:16); a morte do crente com a lei (2:19); a justificação pela fé de Abraão (3:6); a lei não traz a salvação, mas a ira de Deus (3:10); e, por último, o amor, não obras, cumpre a lei (5:14). Aplicação Prática: Um dos principais

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Livro de Gálatas

Estamos estudando o livro de Gálatas todas as terças-feiras na sede do Setor 48 (Viva Lares). Venha aprender juntamente com os obreiros este livro que trata sobre a liberdade cristã e o compromisso do crente com a cruz de Jesus Cristo. Acompanhe abaixo um resumo do livro, um breve diagnóstico da carta de Paulo aos Gálatas. Autor: Gálatas 1:1 claramente identifica o apóstolo Paulo como o seu autor. Quando foi escrito: Dependendo de aonde exatamente o livro de Gálatas foi enviado e em qual viagem missionária Paulo iniciou as igrejas naquela área, o livro de Gálatas foi escrito em algum lugar entre 48 e 55 dC. Propósito: As igrejas em Galácia eram formadas em parte de judeus convertidos e em parte de gentios convertidos, como era geralmente o caso. Paulo afirma seu caráter apostólico e as doutrinas que ensinava a fim de confirmar as igrejas da Galácia na fé de Cristo, especialmente no que diz respeito ao ponto importante da justificação pela fé. Assim, o assunto é essencialmente o mesmo ao discutido na epístola aos Romanos, ou seja, a justificação pela fé. Nesta carta, contudo, a atenção é especialmente dirigida ao ponto de que os homens são justificados pela fé sem as obras da Lei de Moisés. Gálatas não foi escrito como uma redação sobre a história contemporânea. Foi um protesto contra a corrupção do evangelho de Cristo. A verdade essencial da justificação pela fé e não pelas obras da lei tinha sido obscurecida pela insistência por parte dos judaizantes de que os crentes em Cristo deviam cumprir a lei se esperavam ser perfeitos diante de Deus. Quando Paulo soube que este ensino tinha começado a influenciar as igrejas de Galácia e que os tinha afastado de sua herança de liberdade, ele escreveu o forte protesto contido nesta epístola. Versículos-chave: Gálatas 2:16: “… sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado.” Gálatas 2:19-20: “Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” Gálatas 3:11: “E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.” Gálatas 4:5-6: “… para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!” Gálatas 5:22-23: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.” Gálatas 6:7: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” Resumo: O resultado da justificação pela graça mediante a fé é a liberdade espiritual. Paulo chama os Gálatas a manterem-se firmes na sua liberdade, e “não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão (isto é, a lei mosaica)” (Gálatas 5:1). A liberdade cristã não é uma desculpa para satisfazer uma natureza inferior; pelo contrário, é uma oportunidade de amar uns aos outros (Gálatas 5:13, 6:7-10). Essa liberdade não isola ninguém das lutas da vida. De fato, pode até intensificar a luta entre o Espírito e a carne. No entanto, a carne (a natureza inferior) foi crucificada com Cristo (Gálatas 2:20) e, como consequência, o Espírito produzirá seus frutos na vida do crente, tais como: amor, alegria e paz (Gálatas 5:22-23).

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Vencendo o teste da fé

Marcos 5.22-43 Hoje vamos falar sobre vencer o teste da fé para alcançarmos a bênção de Deus, ou seja, o caminho para que vejamos a concretização do que o Senhor Deus quer realizar em nossas vidas. Não importam os fatos, importa a verdade. Por exemplo, é fato que certas doenças são incuráveis, porém a verdade é que nada é impossível para Deus. Também é fato que vivemos numa crise mundial, mas a verdade é que, para nós que cremos em Jesus, o multiplicador de pães, prosperaremos no meio da crise. Todos nós desejamos permanecer na verdade e ignorar os fa­tos, mas os obstáculos são muitos. Todavia, a fé não nega os fatos, apenas os transforma pela verdade da Palavra de Deus. Os fatos são apenas o que está acontecendo, e o que está acontecendo cada um interpreta à sua maneira. Mas, quanto à verdade, não cabe interpretação, a verdade é o que é. O Senhor Jesus é a verdade. Não é questão de interpretar, nem é questão de opi­nião. A verdade nem sempre é o que você vê ou ouve, não é o que você sente ou toca, a verdade é a Palavra de Deus. Eu quero a verdade da Palavra de Deus e, embora saiba que os fatos existam, não quero viver em função dos fatos. A fé não nega os fatos, apenas se apega à verdade. A fé tem o poder de transformar os fatos pela verdade da Palavra de Deus. Jairo é um exemplo de alguém que teve que ignorar muitos fatos e ficar exclusivamente com a Palavra de Jesus para, então, receber o seu milagre. Vamos ver sete obstáculos que Jairo enfrentou e teve que ignorar para poder experimentar a verdade das promes­sas de Deus.  1. Ignore a tradição. O texto diz que Jairo era um dos chefes da sinagoga, ou seja, Jairo tinha uma posição a defender. Posição, às vezes, é um grande obstáculo, algo que tentará nos impedir de alcançar a bênção de Deus. Às vezes, Deus permite necessidades em nossa vida para remover sentimentos de orgulho e soberba. O texto segue dizendo que Jairo veio e prostrou-se aos pés de Jesus. Isso era um problema na tradição judaica, prostrar-se diante de um homem era a atitude própria para escravos, eles é que se curvavam diante de outros, mas foi justamente o que Jairo fez. Ele tinha uma necessidade e buscou a solução em Jesus. Jairo adorou a Jesus, reconhecendo-O como o messias de Deus. (Ele adorou a Jesus: (Mt. 9.18) 2. Ignore a posição. A Palavra do Senhor diz que Jairo era um dos principais da Ele, portanto, tinha algo a perder. Ele poderia ser expulso da sinagoga. Naqueles dias, aquele que confessasse a Je­sus como Messias poderia ser expulso da sinagoga. Depois que Jesus curou um cego de nascença, as escrituras dizem que seus pais estavam com medo dos judeus; pois estes já haviam assentado que, se alguém confessasse ser Jesus o Cristo (Messias), seria expulso da sinagoga (Jo 9.22). Outros líderes judeus também procuraram a Jesus, mas o fizeram às ocultas, como Nicodemos que O procurou à noite, ou José de Arimatéia que o seguia escondido. Todos eles temiam perder suas posições entre os judeus. 3. Ignore a multidão. A situação da filha de Jairo era realmente grave e cada segundo era precioso. Jairo tem pouco tempo, algo tem que acontecer Mas antes ele teria que enfrentar aquela multidão. Neste caso a multidão é um obstáculo. Muitas pessoas querem milagres isolados, muitas pessoas querem que Deus faça algo escondido. Não querem ir a uma reunião da Igreja, não querem se expor no meio da multidão. Mas às vezes é exatamente isso que Deus quer que façamos. É num ambiente como este que Deus quer operar milagres na nossa vida. Para recebermos milagres, teremos que encarar, amar e estar na multidão.  4. Seja paciente. Quando menos se espera surge um outro obstáculo. A Bíblia diz que apareceu uma mulher hemorrágica no meio do caminho de Jesus até a casa de Jairo (Mc 5.25-34). Justamente quando a multidão os comprimia aconteceu mais um milagre, aquela mulher fora curada de uma hemorragia. Jairo está precisando de um milagre, sua filha está morrendo, mas agora aparece alguém na frente. Não é difícil imaginar a agonia de Jairo. Eu quase consigo ver Jairo angustiado, pensando: “justo agora me aparece esta mulher e ainda Jesus pede pra ela contar toda a verdade”, Jairo poderia ter reclamado, mas ele não fez nada disso. Em nenhum momento ele tentou interromper o milagre dos outros. Certamente, aos seus olhos, a sua necessidade era primordial, mas ele soube vencer a impaciência. Muitas vezes nós nos exasperamos porque o Senhor parece demorar-se para atender-nos. É nesse momento que muitos desistem, mas, apesar de toda a sua aflição, Jairo superou sua exasperação. Na verdade, observar como aquela mulher fora curada deve ter alimentado a fé de Jairo. 5. Ignore os fatos. Àquela altura chega alguém dizendo que a menina já havia Imagine a situação daquele homem, a sua angústia naquele momento. Certamente, Jairo deve ter desfalecido com a notícia. Mas Jesus preocupou-se com a fé de Jairo e procurou protegê-la, do mesmo modo como Ele protege a nossa fé. Tudo agora parecia sem esperança, pois não havia perspectiva do ponto de vista humano. Todavia, Jesus é quem tem a palavra final e Ele diz: “Não temas, crê somente!”. Este é o teste da fé, está na hora de aprendermos a ignorar os fatos. Você vê a evi­dência natural e diz: “Acabou!”. Acabou para quem? Para Deus não existe a palavra “impossível”. Jesus mostrou a Jairo que, se quisesse receber o milagre, ele precisaria ignorar as circunstâncias e crer no poder de Deus. 6. Ignore as emoções. O sexto obstáculo que temos que vencer é a emoção. Há horas em nossa vida em que teremos que escolher entre crer e Sentir é muito bom, principalmente arrepios. É muito bom sorrir, chorar de alegria, é muito bom sentir a ebulição das emoções, mas haverá horas em nossa

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Vencendo as crise da fé

Números 13:26-33 O Egito na bíblia, de onde os Hebreus foram escravos, tipifica o mundo com a sua escravidão, por outro lado Canaã, a terra prometida por Deus a Abraão, tipifica o Céu e também a vida cristã abundante  aqui na terra. Todavia, entre o Egito e Canaã, há o deserto. O deserto é inevitável, todos nós passamos em algum momento por ele, mas a vida cristã não é vivida no deserto. Todos nós quando passamos pelo deserto, vamos nos deparar com uma crise para podermos entrar em Canaã. É a crise da fé e dependência de Deus, ou  cremos, buscamos, vivemos e decidimos entrar na conquista que Deus nos deu, ou voltamos para o deserto para vivermos apenas na força do nosso braço, andando na carne confiando apenas em nós mesmos. Todos nós estivemos no passado no Egito debaixo da escravidão de Faraó, o diabo. Todavia, a todos os que creem, o Senhor Jesus libertou pelo sangue da aliança e pelo selo do batismo nas águas. Agora, o inimigo não tem mais autoridade sobre as nossas vidas. Depois de sairmos do Egito, que simboliza o mundo, entramos no deserto rumo a Canaã. O deserto aponta para os tratamentos de Deus sobre a nossa carne. É inevitável passarmos pelo deserto, mas não precisamos viver a vida toda nele. O pastor líder chamado Moisés enviou seus doze para espiar a terra, mas dez deles duvidaram e contaminaram todo o povo com incredulidade, apenas Josué e Calebe ficaram firmes na fé, por causa disso, somente eles entraram em Canaã e conquistaram este território que mana leite e mel, mas os dez espias e todos os que duvidaram morreram no deserto. Todos eles testificaram que a terra era boa, que nela manava leite e mel. Em Deuteronômio 8:7-12 diz: A terra era de ribeiros de águas, de fontes, de mananciais profundos, que saem dos vales e das montanhas, terra de trigo e cevada, de vides, figueiras e romeiras, terra em que se come o pão sem escassez, e nada falta nela, terra cujas pedras são ferro e de cujos montes cava-se cobre. Comemos e nos fartemos na terra boa que o Senhor nos deu. Canaã é um símbolo das riquezas insondáveis de Cristo. As águas em abundância nos falam do refrigério do Senhor, o trigo e a cevada nos falam do “Pão que desceu do céu” para nosso alimento e as vides e as figueiras nos falam da satisfação plena que o Senhor tem para nós. Há também a riqueza do ferro e do cobre, Deus não nos tem chamado para a pobreza e miséria, mas para a fartura e a abundância. Os dez espias, em vez de olharem para a herança que Deus estava lhes concedendo, olharam para o inimigo e para si próprios. Eles viram a si mesmos como desprezíveis diante dos gigantes. O texto diz: “Vimos gigantes ali e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos, e assim também o éramos aos seus olhos”. Quem disse que os inimigos os viam como gafanhotos? Em sua incredulidade, deram lugar às mentiras do diabo. O grande problema de alguns do povo de Deus é não saber quem são em Cristo. Se eu não sei quem sou, facilmente cederei às ameaças do inimigo; mas, se eu conheço a minha força, as minhas armas, o poder que está em mim, eu me encho de coragem e destruo meus inimigos. Nós somos o que falamos e como nos vemos; se nos vemos fracos, somos fracos; se nos vemos como gafanhotos, eis no que nos tornamos. Os espias olharam para si mesmos, não para o que Deus é e para o que eram em Deus. O seu relatório desonrou ao Senhor. Devemos ser como Josué e Calebe, que tiveram palavras de Fé, conclamando o povo para que subisse e conquistasse a terra. Se lermos toda a história, veremos que Calebe entrou em Canaã, derrotou os enaquins e tomou posse da terra. O Livro de Josué, 15-14, nos conta que Calebe viu os gigantes, mas não os temeu. Também nós, quando nos deparamos com as dificuldades, não devemos temer, mas fixar os olhos nas promessas de Deus e no Seu poder sobre nós. Vejamos algumas atitudes que trouxeram derrota ao povo  1. Olharam para si mesmos. Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. (Nm 13.31) Quem havia dito ao povo que eles teriam de vencer o inimigo pela sua própria força? O inimigo pode ser mais forte do que nós, mas maior é Aquele que está em nós. Se é na força do Senhor que lutaremos, não importa se o adversário é maior e mais numeroso que nós.  2. Foram incrédulos. E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. (Nm 13.32) Por essa passagem podemos ver que o grande problema daqueles que permanecem no deserto é que eles duvidam da Palavra de Deus. Deus diz que eles são fortes, mas eles insistem em olhar para suas fraquezas. Deus diz que Cristo já levou as suas enfermidades, mas eles insistem em olhar para as doenças. Deus diz que eles já foram libertos do pecado, mas eles permitem que o pecado os domine. Deus havia dito que daria a eles a terra que mana leite e mel, mas eles duvidaram da fidelidade de Deus. O incrédulo olha para o problema e não para Deus. Todo aquele que anda na carne é introspectivo, olha demais para si mesmo. Fixar os olhos em si mesmo, gerará uma de duas atitudes: auto-piedade ou auto-condenação. Ambas são expressões da incredulidade e procedem do diabo. Devemos olhar para o que Deus é, o que Deus tem e o que Ele faz em nós e por meio de nós.  3. Confessaram a derrota O terceiro problema foi a confissão errada. Em

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