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A fé genuína gera perseverança

Mateus 15.21-28 Há coisas poderosas na Palavra de Deus, hoje vamos falar do poder da fé nas migalhas e de como uma mulher surpreendeu Jesus. Essa mulher estava buscando algo, não para si mesma, mas para alguém da sua família. Ela clama insistentemente a Jesus por sua filha. Aquela mulher tinha um compromisso com sua descendência. O exemplo dela nos mostra que temos um compromisso com a próxima geração, temos compromisso com os nossos filhos naturais e com os filhos espirituais que temos gerado. A mulher estava intercedendo e houve grande poder na sua intercessão. Por isso, podemos aplicar esse texto tanto para nossos filhos naturais quanto para os filhos espirituais. Todos nós ire­mos prestar contas de nossos filhos a Deus. Você escolhe: quer prestar contas de seus filhos como esta mulher, que não mediu esforços, mas pagou o preço; ou você quer prestar contas como Eli, cuja história está no Primeiro Livro de Samuel? Em I Sm 3.13 Deus fala ao profeta Samuel acerca do sacerdote Eli, Deus disse: Porque já lhe disse que julgarei a casa de Eli para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram detestáveis e abomináveis e ele não os repreendeu. O sacerdote Eli não praticava coisas erradas. Seus filhos é que cometiam abominações diante de Deus. Mas, quando Deus foi tratar, Ele primeiro tratou com Eli. Por que Deus fez isso? Simplesmente porque os pais possuem responsabilidade diante de Deus pelos seus filhos. Os pais e também nós os cristãos temos a responsabilidade de chorar diante de Deus em nome de Jesus e dizer como aquela mulher: Deus eu creio em tí, eu aceito as tuas promessas, quero ver meus filhos, meus pais e discípulos libertos, curados e salvos. Não interessa o que tenho que fazer ou quanto tempo terei de clamar. “Mas livra-os do mal e guia-os a toda a verdade”. Não podemos ter a postura de Eli. Ele viu que seus filhos estavam errados, fazendo coisas terríveis, mas não os repreendeu e nem orou buscando a mudança nos seus filhos pela libertação. Não seremos responsáveis pelos pecados de ninguém desde que ensinemos os princípios de Deus, corrigindo, repreendendo, discipulando e mostrando o caminho da justiça em amor. Mas, se calarmos, nos tornaremos cúmplices, estaremos concordando. A maneira como aquela mulher orou e a atitude que ela teve servem como modelo, que, à semelhança dela, desejamos ver nossos filhos, nossos pais e discípulos curados e libertos diante de Deus. 1. O poder da persistência. O clamor mais tocante concebível é o apelo de uma mãe Jesus curou a tantos, mas, surpreendentemente, pareceu ignorar o clamor daquela mulher por horas a fio. Mas aquela mulher manifestou o poder da persistência. Ela era habitante das regiões de Tiro e Sidom, cidades fenícias onde hoje há um país chamado Líbano. Jesus sabia que no primeiro momento Ele não havia sido chamado para pregar ali, isso seria depois da sua morte e ressurreição, pois ir além de Israel era o papel da igreja, nenhuma nação da terra poderia ser alcançada pela benção da salvação antes de Israel. A bíblia diz que as nações da terra serão abençoadas a partir de Israel. Diz a Bíblia que ela foi ter com Jesus clamando: “Filho de Davi, tem compaixão de mim, tem misericórdia de mim!”. Jesus andava rápido e ela o seguia dizendo sem parar: Filho de Davi, tem misericórdia de mim!. O Senhor Jesus responde e diz: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Jesus queria dizer: Eu fui enviado primeiro aos judeus, ainda vai chegar a vez de vocês, eles são os filhos da promessa feita a Abraão e depois quando vocês crerem em mim, serão incluídos nesta promessa e todos serão filhos.  Mas mesmo assim a mulher chegou e o adorou dizendo: “Socorre-me! Eu insisto, socorre-me!”. Aqui na IACC damos graças a Deus por haverem discípulos que não param, que insistem. Eles batem na porta uma, duas, três vezes; batem na porta um ano, dois anos. Eles insistem batendo na porta: “Eu não irei para o céu sozinho, aqueles que são meus irão comigo em nome de Jesus”. 2. O poder da fé nas migalhas. O Senhor Jesus disse para aquela mulher: “Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos”. Naquela hora ela entendeu. Todavia, ao invés de ficar amargurada, ofendida por ser comparada a um cachorrinho, ir para casa e nunca ver a sua filha liberta, ela pensou: “Agora eu peguei o Senhor. Agora Ele me deu uma base para eu poder orar”. E ela disse ao Senhor: “De fato ainda não sou filha, mas eu só quero as migalhas, e sabe, Senhor, eu tenho fé para crer que mesmo as migalhas que caem da sua mesa têm poder para fazer milagres na minha vida e família. Se há poder suficiente em uma migalha para curar o enfermo e para destruir o poder do diabo, se há poder suficiente em uma migalha para liberar o poder do céu, imagine quanto poder há no pão inteiro! Nós somos filhos e hoje não precisamos comer mais das migalhas, mas o pão que está colocado à nossa disposição, a palavra da vida eterna que gera fé em nossos corações. 3. O poder da adoração. Por fim, há poder na adoração, pois adoração denuncia a nossa fé. O que aquela mulher fez? A Bíblia diz que “ela, porém, veio e o adorou…” Jesus disse: “Ó mulher, grande é a sua fé! Faça-se contigo como queres!”.  O quê ela queria estava em linha com a adoração, não havia mistura, era algo genuíno, ela queria a libertação e salvação de uma vida e essa é a vontade perfeita de Deus para nós. A fé dela era verdadeira e isso a levou a perseverar sem enfraquecer, sem questionar, apenas crer e buscar o que ela mais necessitava. Assim será também conosco se agirmos firmes na fé sem vacilar.  Reserve todos os dias alguns momentos para cantar louvores a Deus adorando-o

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Ser servo para tornar-se grande

Marcos 10: 35 a 45 Recebemos de Deus a incumbência de edificar uma igreja de vencedores, onde cada membro se torna um discípulo discipulador, um ministro da Palavra de Deus, alguém curado, liberto e capacitado e fazendo de cada casa uma extensão da igreja, alargando assim o espaço da nossa habitação. Deus quer que tenhamos o mesmo sentimento que houve em Cristo; Servir com o coração, ser servo! Somos conhecidos como família Penha, uma igreja de relacionamentos. Este texto que lemos mostra-nos mais uma vez como o coração do homem inclina-se para coisas contrárias à vontade de Deus. Tiago e João, dois jovens adultos que  pediram para estarem sentados ao lado de Jesus, não por desejarem estar perto do Senhor, mas por ser aquele um lugar de destaque. O coração daqueles jovens discípulos revelou um desejo por fama e glória, que na verdade existe desde que o pecado contaminou o homem. Às vezes carregamos essas motivações erradas dentro de nós. Esta cobiça pela glória de Deus surgiu primeiramente no coração de um dos seus anjos, o qual ultrajando a autoridade de Deus foi lançado fora da presença do Todo Poderoso, tornando-se o inimigo número um de Deus e de toda a criação. A partir de então este ser chamado Lúcifer passou a instigar o coração do homem com esta mesma sede de poder (que pode até manifestar-se na vida de filhos de Deus como Thiago e João). Quando os discípulos mostraram-se interessados em glória, em posição de destaque, Jesus mostrou-lhes o caminho da cruz, da humilhação, do sofrimento, por amor deles e de toda a humanidade. Jesus veio ao mundo para remover a maldição gerada pelo pecado e o fez entregando-se a morte para que as conseqüências do pecado não mais nos atingissem. Por isso quando alguém crê que Jesus Cristo está vivo e o recebe como seu Senhor e salvador, seus pecados são perdoados, sua vida é salva e restaurada Antes de conquistar tudo isso em nosso favor e ser glorificado como o Filho de Deus, Jesus precisou enfrentar a cruz oferecendo-se em sacrifício em favor de todos nós. O pedido de Thiago e João gerou uma polêmica entre os discípulos, mas Jesus ensinou a eles que no Reino de Deus para se ter autoridade e glória, deve fazer-se servo de todos. Isto pode ser aplicado em todas as áreas da vida e sempre trará bons resultados.  Vejamos alguns exemplos: 1. No lar: Você jovem que pensa em se casar, aqui está o caminho para que tudo de certo. Você que é homem precisa projetar em ser um bom marido que, com amor deve procurar satisfazer sua futura esposa atendendo-a em suas necessidades e sensibilidades, assim você será sempre respeitado e honrado como líder e será também servido por sua futura esposa com alegria. Se você semear, sendo sensível, cuidando dela com amor, honra e respeito, colherá o mesmo dela e em abundância. Veja isso começa agora, se você não respeita, defrauda e não cuida agora, muito menos depois.  Você mulher que pretende se casar e ser feliz, precisa ter o alvo de estar amando, respeitando, honrando e servindo ao seu futuro marido como companheira ao seu lado em tudo, assim você será sempre reconhecida e amada por ele e por seus futuros filhos e estes futuros filhos a verão como autoridade sobre eles. Você será sempre amada, valorizada e acatada pelo seu futuro marido.  Se você traçar limites da Palavra de Deus no seu namoro a partir de agora, ele vai te respeitar e te honrar até o fim da vida.  Para você que é filho e ainda mora com os pais, mesmo no futuro depois de casado ainda deve honrá-los, mas muito mais agora. Você precisa estar obedecendo, honrando e servindo os seus pais, pois isso levará você a ser líder de êxito no reino de Deus e na sociedade, pois Deus derramará unção (capacitação) para sua liderança e te dará vida longa e prosperidade, essa á a primeira promessa a cada um de nós como filhos – Ef. 6:1-3). O que você faz agora refletirá no futuro. 2. No reino de Deus, igreja: como jovens cristãos precisamos servir a Deus com compromisso. É assim que seremos investidos da autoridade do Senhor, podendo assim exercer domínio sobre o mundo espiritual e físico como está escrito em Lucas 10:19: “Eis aí vos dei autoridade para pisardes em serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada absolutamente vos causará dano”. A Visão em que estamos vivendo hoje como Igreja, é uma visão de serviço onde cada discípulo deve buscar com humildade fazer bem aquilo que esta à sua mão para fazer. Quando um discípulo serve ao seu líder, é porque ele já está sendo servido por ele. Se alguém é discipulador, é porque está servindo seus discípulos, cuidando, ensinando, orientando, orando por eles, protegendo, abençoando, etc. Quando um discípulo serve ao seu líder de coração, está servindo a Deus. O jovem e profeta Eliseu servia a Deus sendo servo de Elias seu discipulador. Não se importe em começar varrendo o ambiente da célula ou lavando a louça após o compartilhar do pão, arrumando as cadeiras, etc., pois estas pequenas tarefas, se feitas com alegria, alegram também o coração de Deus. Somos uma igreja em células e esta visão abre horizontes para nós os jovens na vida espiritual, familiar, sentimental e até profissional, pois somos acompanhados, ministrados nas áreas em que precisamos vencer. Como jovens somos orientados e treinados para sermos líderes, tanto aqui como na vida secular. O mundo ensina a agirmos de forma contraria a Deus, e isso nos leva a derrota e sofrimentos, mesmo que as pessoas não entendam nossa fé e retidão…, como jovens devemos prosseguir em fazer àquilo que sabemos  ser o certo e bom para nosso futuro. A Bíblia nos mostra que quando Davi foi ungido rei de Israel ele estava lavando o curral das ovelhas, servindo e obedecendo aos seus pais. Há pessoas em geral que aspiram sempre

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A Fé sem dúvida

Tiago 1: 6 a 8 Nesta passagem da bíblia Tiago fala de pedir com fé sem duvidar. A dúvida é exatamente o oposto da fé. Como pedir com fé duvidando? Será possível? Reflita um pouco: É possível gritar alto baixinho? É possível correr rápido devagarinho? É possível estar triste cheio de alegria? É possível estar dentro e fora de casa ao mesmo tempo? Você pode estar pensando que estas perguntas parecem não ter nada a ver com esta passagem bíblica. Estas perguntas envolvem antônimos. Obs. (Líder, faça uma brincadeira para levar as pessoas ao contexto espiritual da palavra. Pergunte: “Quem sabe o que é antônimo”? Peça para darem alguns exemplos.) Alto/ Baixo – Rápido/ Devagar – Triste/ Alegre – Dentro/ Fora Acho que agora vocês conseguiram entender o que o Apóstolo Thiago quer falar nesta passagem. Muitos de nós consideram-se homens e mulheres cheios de fé, mas ao pedirem coisas a Deus, as pedem duvidando. Por exemplo: Ao entrarem em um avião, oram com muita “fé” declarando: “Senhor Deus, esta aeronave está guardada pelos teus anjos, segura nas Tuas mãos, Ó Altíssimo. Nenhum mal poderá tocar esta aeronave, em Nome de Jesus!” Basta os motores ligarem e o piloto falar: “tripulação decolagem autorizada“, para começar a suar, o coração bater a 190 por minuto, secar a boca e apresentar outras reações relativas ao medo! Esta passagem nos revela que o homem que pede com esta “fé” cheia de dúvida, “não alcançará do Senhor coisa alguma”. Deus chama este homem de “homem de ânimo dobre, inconstante em todos os seus caminhos”. Hoje Deus quer nos levar a nos avaliarmos e detectarmos se temos mesmo este atributo espiritual, chamado FÉ, operando em nós, ou se apenas uma fé natural, que não é fruto do Espírito de Deus! Muitos por não terem uma fé verdadeira, atribuem a Deus a sua falta de êxito nas respostas de suas orações. Chegam até a duvidar que Deus exista de verdade! Hoje Deus quer nos levar a uma experiência sobrenatural de buscarmos esta FÉ verdadeira. Vamos orar agora pedindo um batismo de FÉ! Olha o que diz no capítulo 1 de Thiago, versículo 6 que lemos hoje: “peça-a com fé, em nada duvidando”. Vamos orar pedindo este batismo de FÉ, sem duvidar que Deus derramará sobre nós esta benção! Depois disto vamos colocar um pedido pessoal em um pedaço de papel, algo que pareça impossível e vamos orar por este pedido, com esta nova e verdadeira FÉ, descrita em Hebreus 11, (“A fé é a certeza de coisas que se espera, a firme convicção de fatos que não se podem ver”) que acabamos de receber! (Líder, não é para orar por cada pedido individualmente. Dê alguns minutos para que cada um coloque seu pedido e depois ore por todos eles). Declarem com FÉ: “Muitos testemunhos acabaram de ser gerados, em nome de JESUS! ” Deus os abençoe com a Fé verdadeira! Compartilhar: Estamos falando sobre fé já há uns três meses, como você se sente? E esta palavra de hoje te acrescentou, te abençoou, compartilhe conosco! Amamos vocês, Apóstolos Eliezer e Zenita  Fonte: Aps Fábio e Claudia Abbud       

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A Fé de Deus em nós não é dúbia

Tiago 1: 6 a 8 Nesta passagem da bíblia Tiago fala de pedir com fé sem duvidar. A dúvida é exatamente o oposto da fé. Como pedir com fé duvidando? Será possível? Reflita um pouco: É possível gritar alto baixinho? É possível correr rápido devagarinho? É possível estar triste cheio de alegria? É possível estar dentro e fora de casa ao mesmo tempo? Você pode estar pensando que estas perguntas parecem não ter nada a ver com esta passagem bíblica. Estas perguntas envolvem antônimos. Obs. (Líder, faça uma brincadeira para levar as pessoas ao contexto espiritual da palavra. Pergunte: “Quem sabe o que é antônimo”? Peça para darem alguns exemplos.) Alto/ Baixo – Rápido/ Devagar – Triste/ Alegre – Dentro/ Fora Acho que agora vocês conseguiram entender o que o Apóstolo Thiago quer falar nesta passagem. Muitos de nós consideram-se homens e mulheres cheios de fé, mas ao pedirem coisas a Deus, as pedem duvidando. Por exemplo: Ao entrarem em um avião, oram com muita “fé” declarando: “Senhor Deus, esta aeronave está guardada pelos teus anjos, segura nas Tuas mãos, Ó Altíssimo. Nenhum mal poderá tocar esta aeronave, em Nome de Jesus!” Basta os motores ligarem e o piloto falar: “tripulação decolagem autorizada“, para começar a suar, o coração bater a 190 por minuto, secar a boca e apresentar outras reações relativas ao medo! Esta passagem nos revela que o homem que pede com esta “fé” cheia de dúvida, “não alcançará do Senhor coisa alguma”. Deus chama este homem de “homem de ânimo dobre, inconstante em todos os seus caminhos”. Hoje Deus quer nos levar a nos avaliarmos e detectarmos se temos mesmo este atributo espiritual, chamado FÉ, operando em nós, ou se apenas uma fé natural, que não é fruto do Espírito de Deus! Muitos por não terem uma fé verdadeira, atribuem a Deus a sua falta de êxito nas respostas de suas orações. Chegam até a duvidar que Deus exista de verdade! Hoje Deus quer nos levar a uma experiência sobrenatural de buscarmos esta FÉ verdadeira. Vamos orar agora pedindo um batismo de FÉ! Olha o que diz no capítulo 1 de Thiago, versículo 6 que lemos hoje: “peça-a com fé, em nada duvidando”. Vamos orar pedindo este batismo de FÉ, sem duvidar que Deus derramará sobre nós esta benção! Depois disto vamos colocar um pedido pessoal em um pedaço de papel, algo que pareça impossível e vamos orar por este pedido, com esta nova e verdadeira FÉ, descrita em Hebreus 11, (“A fé é a certeza de coisas que se espera, a firme convicção de fatos que não se podem ver”) que acabamos de receber! (Líder, não é para orar por cada pedido individualmente. Dê alguns minutos para que cada um coloque seu pedido e depois ore por todos eles). Declarem com FÉ: “Muitos testemunhos acabaram de ser gerados, em nome de JESUS! ” Deus os abençoe com a Fé verdadeira! Compartilhar: Estamos falando sobre fé já há uns três meses, como você se sente? E esta palavra de hoje te acrescentou, te abençoou, compartilhe conosco! Amamos vocês, Apóstolos Eliezer e Zenita         Obs. Fonte: Fonte: Aps. Fabio e Cláudia Abbud

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Passos Fundamentais para o sucesso

 Para aumentar sua produtividade e alavancar a sua carreira é preciso estar sempre revendo conceitos, adaptando-se ao novo, procurando novas possibilidades de melhorias. Vivemos boa parte de nosso tempo retorcendo o passado, preocupados com o futuro e vivenciando e investindo muito pouco no presente. Pense: quanto tempo faz que você não para refletir sobre o presente…? É no presente que nos acertamos com o passado e preparamos um futuro melhor. É no presente onde tudo acontece para que um futuro de êxito seja estabelecido. Vamos ainda em 2019 criar hábitos de sempre: 1. Focar no positivo. Tudo na vida tem dois lados: o positivo e o negativo, a verdade e a mentira, o certo e o errado, a fidelidade e a infidelidade, etc. Os pensamentos levam à ação, e pensamentos de fé levam-nos a atos de fé, pensamentos positivos levam-nos a atos positivos. Pense em sua vida. Você é daqueles que valorizam suas conquistas, sejam elas pequenas ou grandes, ou fica sempre reclamando e achando que não vai conseguir. Procure transformar em novas oportunidades fatos que a princípio lhe parecem adversos. Lembre-se: os vencedores são pessoas de fé, que agem baseados naquilo que crê, Ter fé é ser otimistas por natureza. 2. Aja com entusiasmo. “Ter Deus dentro de si agindo”. O entusiasmo é contagiante. Fidelidade atrai fidelidade, alegria atrai alegria, felicidade atrai felicidade, e sucesso atrai mais sucesso. Precisamos ser inegociáveis, buscar ter competência, conviver com todo tipo de pessoa sem perder as características de Cristo, ter caráter santo, ter técnica e paixão por aquilo que faz. 3.  Não julgue ninguém e nem aja precipitadamente. Evite rotular pessoas ou situações. Nunca ouça somente uma opinião ou tire conclusões precipitadas. Você poderá estar cometendo uma grande injustiça, criando um ambiente negativo na igreja, célula, em sua casa, ministério ou no trabalho. Ninguém, é independente ou auto suficiente. Conflitos fazem parte da vida das pessoas e para nós que conhecemos a verdade, tudo isso é um processo de aperfeiçoamento, conflitos é para ser identificados e vencidos. A melhor forma de resolver um conflito é indo direto à sua fonte, na sua raiz.  4. Seja empático. Empatia significa colocar-se espiritualmente, emocionalmente e psicologicamente no lugar do outro. Procure ampliar sua visão. Veja a situação com os “olhos do outro”. Faça esta experiência. Antes de tomar uma decisão, procure ver como ela afetará o outro ou a sua equipe, as relações entre eles, os companheiros e aqueles a quem você estiver acompanhando. Que tal aprender a ouvir? Já reparou que ouvir é diferente de escutar. 5. Fale e ensine sempre a verdade, fale com propriedade, sem falar tolices e bobeiras na hora errada, fale menos e faça mais. Os verdadeiros líderes de êxito são homens e mulheres que falam apenas o suficiente e ouvem com atenção aquilo que realmente é necessário para que a cura e a restauração aconteçam. Não seja de muitas palavras e de pouca ação. Um exemplo vale mais do que mil palavras. O padrão do mundo é competição, e o nosso padrão como igreja de Cristo em células é unidade, é inovação, estratégia, criatividade, ousadia, coragem, atitude de amor e compaixão.  Faça mais, crie mais, estude mais, leia mais, e inove mais. Crie estratégias para ganhar as pessoas levando-as a crescerem em Cristo.  6. Pergunte sempre: isso agrega valor? Acredite, existem determinadas situações que vivemos que nos roubam muito tempo. É incrível a quantidade de situações que preenchem a nossa vida e não agregam muito pouco ou nada, para pouco ou nada servem a não ser nos tirar da rota de Deus para nossa vida. 7. Aprenda a se automotivar. Temos quatro grandes fontes de automotivação. São elas: Você mesmo com suas atitudes firmadas na sua fé em Deus e Sua Palavra; Pessoas à sua volta. Escolha bem as pessoas com quem você anda; Seu mentor, se ele for um líder incomum, você também o será; Sua situação espiritual e emocional. Se você estiver integrado e aliançado, você estará motivado, caso contrário a brasa se apaga. Enfim, procure estar motivado e disponibilize esta fonte de motivação aos seus discípulos e companheiros de ministério. 8. Prepare sucessores. Quer crescer? Então contribua para o crescimento de outras pessoas. Faça discípulos, ajude outras pessoas a terem êxito. Esta é a melhor forma de crescer espiritualmente, ministerialmente, emocionalmente, pessoalmente e profissionalmente. 9. Compartilhe o sucesso. Sempre deixe claro que a razão de seu sucesso deve-se a ação de Deus e ao trabalho e apoio de sua equipe. Não existe nada pior do que fazer com que os outros não se sintam reconhecidos. Infelizmente, nos dias de hoje, este é um dos aspectos mais falhos que existem no ambiente eclesiástico, corporativo e organizacional. Lembre-se sempre do exemplo do Guga, quando ganhou a final do torneio de Masters, em Lisboa. Em seu discurso, o atleta agradeceu, entre outros companheiros de trabalho, aos catadores de bolinhas e às cozinheiras do torneio. Conscientize-se, portanto, de que reconhecimento, é tão bom quanto uma boa remuneração. Nunca se esqueça: não é preciso ser um grande líder, ou dono, diretor ou gerente para fazer um elogio, todos na equipe são importantes, sorrir ou simplesmente dizer “muito obrigado”. Jesus agradeceu as sete igrejas da Asia menor pelo seu trabalho, o Apóstolo Paulo fez o mesmo com seus discípulos. 10. Valorize a ética e também a cidadania. Devemos ser fiel a Deus sendo leal aos nossos líderes e discípulos, mesmo nos momentos mais difíceis, devemos vestir a camisa e apoiar. Ajude a sua igreja andando junto e aliançados com seus líderes para ganhar e preparar discípulos e líderes de êxito, e também ajudando a formar profissionais para encontrarem espaço no mercado de trabalho. Devemos ajudar e incentivar nosso cônjuge, família, igreja e discípulos a colocar em prática os projetos de crescimento e estruturação, também os programas sociais. Envolva-se, participe, seja ativo. No amor de Cristo

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Libertos da procrastinação – Parte Final

Êxodo 8:8-10 Como vimos semana passada, a Bíblia é um livro maravilhoso e possui situações extraordinárias. Sendo um livro perfeito, a Palavra de Deus tem respostas para todas as nossas necessidades e também trata com todos os tipos de problemas, com todos os tipos de impedimentos para o agir de Deus em nossas vidas. Em toda a Bíblia há histórias extraordinárias que mostram o poder de Deus e Sua misericórdia com Seu povo. Uma das mais interessantes histórias da Bíblia está no Livro de Êxodo, esta historia da praga das Rãs tem muito para nos ensinar. Por que Faraó adiou? Que motivos nos fazem gostar tanto de adiar decisões importantes? Por que nós adiamos tanto o que deveria ser feito imediatamente? Por que adiamos receber a bênção se precisamos dela hoje? Por que Faraó, mesmo passando tantas adversidades com as rãs, rejeitou receber a bênção na hora em que Moisés ofereceu? Talvez pelos mesmos motivos alguns cristãos têm postergado receber a reposta do Senhor adiando decisões importantes, deixando sempre para amanhã. Vamos ver os motivos de Faraó e confronta-los com a nossa vida: 1. Orgulho: O primeiro motivo pelo qual Faraó não quis receber a benção é o orgulho. Talvez ele tenha pensado: “Eu não quero mostrar que estou tão incomodado, eu não quero demonstrar que estou tão infeliz e angustiado.”. Talvez, Faraó tenha dito a Moisés: Ora Moisés, eu não quero que você pense que sua oração é tudo o que eu preciso na vida e que eu estou no fim da história. Eu quero que você ore, mas eu só quero amanhã. Isso é orgulho e orgulho impede a bênção de Deus. Sabe quem mais recebe de Deus? Quem se despe do orgulho, quem não está preocupado com o que dirão ou pensarão dele, quem olha pra si e reconhece que precisa de Deus, dos lideres e de seus irmãos em Cristo. Sempre olhe para aqueles que começaram antes de você e honre-os, pois eles perseveraram e venceram! 2. Acomodação: Muitas pessoas adiam receber a bênção da mudança para libertação de Deus porque já se acostumaram a viver uma vida ruim. É provável que Faraó já estivesse acostumado com as rãs. O ser humano se acostuma com tudo. Deus nos criou com a capacidade de adaptação. A parte boa de termos a capacidade de nos adaptarmos para sobreviver é que conseguimos viver nas mais adversas circunstâncias climáticas, sociais, emocionais, etc. A parte ruim é que perdemos a capacidade de ficar indignados também. Acabamos nos acostumando com a violência, perdemos a capacidade de ficar chocados, indignados e, infelizmente, adquirimos a capacidade de nos acostumarmos com uma vida ruim. As pessoas se acostumam até com um casamento ruim e, o mais incrível, tem gente que se acostuma até com doença, vai convivendo com aquilo e se adaptando à situação. Mas Deus não quer que acostumemos com uma vida ruim. Jesus veio para que tenhamos vida e vida em abundância. O propósito de Deus é que tenhamos uma vida plena. Fomos criados para a vida e não para a morte, fomos criado para saúde e não para a enfermidade, para o sucesso e não para o fracasso, para a abundância e não para a privação, fomos criados para uma vida plena. Evidentemente neste mundo acontece momentos difíceis na vida de todos, tempo de guerras, de lutas, de crises e de dificuldades que são permitidas por Deus, algumas delas são colheitas de erros e pecados, mas Deus usa estas circunstâncias contrarias para nos aperfeiçoar gerando em nós maturidade, mas não devemos ficar em tribulações nem um dia a mais além do que Deus planejou. Mas como saber se já chegou o dia de recebermos as bênçãos tão esperadas e desejadas por nós? Pelo simples fato de estarmos recebendo esta palavra, hoje é o dia da nossa oportunidade. Você não está nesta célula hoje por acaso. O Espírito Santo quer lhe mostrar essa verdade, Ele quer que você receba a Sua bênção hoje. 3. Medo: Um outro motivo que nos faz deixar para receber a bênção amanha é o medo. Medo de que porventura não dê certo, de receber a oração e nada acontecer. Alguns se sentem inseguros e tem medo do que pode vir a acontecer, medo dos desafios que poderão vir, medo de viver numa vida diferente da que têm hoje, medo de sair da sua zona de segurança e da zona do conforto. O medo ocorre porque as pessoas se acostumaram com suas vidas como estão. Todavia, o Senhor está dizendo, não tenha medo de receber e viver o propósito que Eu tenho pra você. Muitos não compreenderam ainda o amor de Deus, eles não imaginam que pode haver algo melhor, não imaginam que podem viver a vida sem as rãs incomodando. Todavia, as rãs são enviadas por causa do pecado. Para nos vermos livres das rãs, precisamos nos arrepender de nossos pecados e crer no amor de Deus, nos aproximarmos dEle sem medo, mas com ousadia. Se você ouvir a voz do Senhor hoje, não endureça seu coração, antes o abra para o Senhor, por­que hoje é o tempo da sua oportunidade. O tempo da bênção de Deus é hoje. O tempo da oportunidade é hoje. O tempo favorável de Deus para nós é hoje. Se você ouvir a voz do Senhor hoje, abra o seu coração. Muitas vezes não recebemos mais de Deus porque estamos fechados, porque, de alguma maneira, nós resistimos a Deus, há uma demanda em nosso coração contra Deus e ficamos fechados. Não temos em nossa cultura o costume de falar da morte, não é polido nem de bom tom. Mas devemos encarar a realidade: não sabemos o dia em que iremos partir, temos a promessa de uma longa vida, devemos usá-la para colocar Deus em primeiro lugar e viver do melhor daquilo que Ele tem pra nós. Devemos responder ao Senhor hoje. O Senhor nos diz que o dia da nossa oportunidade é hoje. Devemos aproveitar essa grande bênção que Deus quer nos

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