8 de julho de 2015

O valor do trabalho em equipe

Gênesis 11: 5, 6; João 17:21-26 A proximidade e a comunhão têm um preço. As pequenas feridas sempre surgem quando nos aproximamos e nos relacionamos. Precisamos desenvolver a nossa capacidade de perdoar, valorizar e apreciar aquilo que cada pessoa tem de bom. Por outro lado, precisamos crescer e sermos aperfeiçoados para oferecermos cada vez mais nossa amizade e amor, aprendendo a ter comunhão e a se relacionar com todo tipo de pessoas sem medo de ser feliz, pois assim seremos benção, principalmente na vida daqueles a quem amamos e daqueles que Deus colocar no nosso caminho. Precisamos de Deus na nossa vida, pois Sua presença aquece nosso coração, poderemos vencer o frio deste mundo e também alcançar outras pessoas!  A Palavra de Deus diz que o Seu desejo é que todos conheçam a verdade e sejam salvos. Sabemos que a verdade está no único salvador e intermediário entre nós e Deus, Jesus o Cristo. O Senhor quer nos visitar e fazer parte da nossa vida! 1. Todos nós devemos ter a mesma linguagem Como vimos no texto de hoje, o povo era um e tinham o mesmo falar, por isso não haveria restrição para tudo o que intentassem fazer. A Palavra de Deus nos orienta dentro do mesmo princípio, que devemos aprender a ser discípulos, tendo uma pessoa de Deus que nos indique o caminho, confiarmos nele e nos unirmos por amor do reino e por amor a nós mesmos, pois este é o caminho indicado por Deus para uma vida de vitória no espírito, na alma, no corpo e na família. Aprendemos que tudo começa em casa, tudo começa na família, é lá que aprendemos o caminho da obediência, do respeito, da honra, da integridade, do amor e da unidade, aquilo que recebemos em casa reflete na nossa história de vida, por isso Deus ensina que os pais devem ensinar e praticar os Seus princípios na vida dos filhos e no relacionamento familiar. Em 2 Coríntios 8.7 diz: Portanto, assim como em tudo tendes abundância: em fé, em palavra, como no saber, em todo o zelo e no vosso amor para conosco, assim também sobressaí nesta graça. Isto é, precisamos viver na prática aquilo que recebemos e temos em Cristo Jesus. Segundo este texto é necessário que todos falem a mesma coisa, que todos através da renovação da mente pela Palavra tenham uma mesma disposição mental e um mesmo parecer, tudo isso segundo Deus. O resultado disso na nossa vida é que seremos uma unidade e não uma mera união de pessoas. Há uma diferença entre união e unidade. União é ter muitas batatas no mesmo saco, enquanto unidade é quando as batatas são cozidas e amassadas tornando-se um purê dentro do prato. A unidade tem um preço de fogo e quebrantamento, ou seja, não há unidade sem o fogo do Espírito Santo e a renúncia do Ego. Só assim poderemos falar a mesma coisa e termos a mesma disposição mental, pois divisão ou discordância destrói e paralisa a realização do projeto de ser família, igreja e reino de Deus na terra. 2. Uma parábola para ilustração Conta-se que numa marcenaria houve uma estranha assembléia. Foi uma reunião de ferramentas para acertarem as suas diferenças. Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes o notificaram que teria de renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho, além do mais, passava o tempo todo golpeando. O martelo reconheceu sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que este dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atrito. A lixa acatou, com a condição de que expulsassem o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito. Nesse momento entrou o marceneiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a marcenaria ficou só a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: "senhores, ficou demonstrado que todos temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas dificuldades e com os nossos pontos valiosos. Amados aprendemos nesta parábola que não devemos focar nos nossos pontos fracos, mas sim em nossos pontos fortes e assim trabalharmos nas áreas fracas. Aprendi nesta ilustração que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar as asperezas e o metro era preciso e exato. Depois da atuação do Marceneiro eles sentiram-­se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegria pela oportunidade de trabalharem juntos. 3. O desejo do Senhor Jesus No Evangelho de João 17:21-26 registra uma parte da oração de Jesus por nós, Ele diz que um dos motivos da sua vinda era para que a sua glória (poder, presença, unção, vida…) nos fosse transmitida a fim se sermos um, com Ele é com Deus Pai.  Porque? Para que o mundo soubesse que Deus Pai o havia enviado como único salvador e Senhor; Para que fossemos aperfeiçoados nesta unidade e assim sermos curados e fortalecidos; Para que o mundo além de crer, conheça Jesus como único intermediário entre Deus Pai e as pessoas; Para que o mundo saiba que Deus nos ama com a mesma medida que Ele ama a seu filho Jesus, e sua prova de amor foi tê-lo enviado para morrer em nosso lugar; Para vermos a glória que foi conferida a Jesus Cristo e assim estarmos com Ele para sempre; Para que assim como Jesus o filho conhece o Pai, desta mesma forma o conheçamos também; A fim de que o amor do Pai permaneça em nós e desta forma possamos transmitir este amor a todas as pessoas que passarem pelo nosso caminho, para que estas sejam salvas, restauradas e prósperas. 4. Razão de sermos uma igreja

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A figueira

Marcos 11:12-14 A figueira é mencionada acerca de um evento, e por três vezes foi mencionada nos Evangelhos. Um dia Jesus estava em Betânia, no lugar oeste do Monte das Oliveiras, com Maria, Marta e Lázaro. Naquela manhã em que saia para descer ao Templo, Ele levantou-se, e por alguma razão não tomou café. A Bíblia fala que a medida que foi subindo até uma aldeia chamada Casa da Figueira, olhou e viu uma figueira. Isso era em meados de Abril ou Maio, na Primavera, na Festa da Páscoa. Jesus foi até a figueira em busca de figos, mas não os encontrou. E a Bíblia diz que aquele não era tempo de figos. A colheita de figos se dá em Setembro ou Outubro, em Tabernáculos. Quando lemos a passagem e não conhecemos o contexto, não entendemos. Se não era tempo de figos em Abril e Maio, porque Jesus amaldiçoou a figueira. Qual é a verdade? Aquela era uma figueira especial, não era uma figueira qualquer. No início da Primavera, quando as folhas estão nas figueiras, cada pequena árvore, produz 8 frutos como primícias. É preciso olhar entre as folhas para encontrá-los, pois são os mais deliciosos. No final do ano, em Outubro, quando a árvore está cheia de figos, eles não são tão bons, porque todos os nutrientes da árvore foram para os 8 figos produzidos como primícias. Jesus procurou os figos que representavam as primícias e não os encontrou. Ele a amaldiçoou a figueira que já estava morta. A Bíblia nos diz que somos um tipo de primícias. O livro de Tiago diz que somos uma figueira. Jesus está vindo nesta manhã para se alimentar através de nossas vidas, procurar as primícias, ver o que Ele mesmo tem produzido em nós. Se em nossas vidas não houver primícias, não alimentamos o Mestre como deveríamos. À medida em que nos reunimos, Jesus vai a cada lugar, em pessoa e pessoa, através das folhas da nossa vida, a procura de primícias, que possam satisfazê-lo. Hoje Ele olha para mim e você e em cada lugar procura, através da árvore da nossa vida, para ver se estamos vivos. Será que você está vivo? A Bíblia diz em João 15;16 que Ele nos escolheu para darmos frutos. No outro dia os discípulos estavam caminhando e passaram pela figueira, ao vê-la que estava morta, admiraram-se (Lucas 11:20-24). Jesus lhes dá então outra lição. Era a mesma figueira, mas a lição era outra. Jesus disse que não deveriam se surpreender, mas ter fé em Deus. Uma montanha é um grande obstáculo. Jesus escolheu algo muito grande como exemplo. Algo grande, enorme que está em teu caminho, se você tiver fé em Deus, será lançada fora, porque Deus sempre será maior que a montanha. O que você está olhando? Problemas, dificuldades? O seu Deus sempre será maior! O problema não é a montanha, mas o quanto conhecemos a Deus. Pois quanto maior a situação na Bíblia é aprender a conhecer quem é Deus. Só podemos cumprir as promessas de Deus quando entendemos que Ele é maior que qualquer montanha. Devemos conhecê-lO! Quando O conhecemos a coragem está em nós e não importa quão grande sejam os obstáculos, a nossa fé nEle transporta as montanhas para longe de nós. Mateus 24:32-35, o mesmo evento e a mensagem diferente. Jesus disse que virá um tempo sobre a face da Terra no qual todas as árvores do mundo e das nações se levantarão como plataforma da história da humanidade. Todos querem independência. O tempo de reinos e impérios se passará. As nações se levantarão em diferentes estágios, como recentemente a República do Sul do Sudão se levantou. Jesus disse que quando víssemos a figueira se levantando, saberíamos que era chegado o fim, o verão era chegado. E disse que a geração, a figueira não passaria até que todas as coisas se cumprissem. A maior nação da Terra é Israel ainda que amemos o nosso país. Israel é a nação do Leão da Tribo da Judá. Jesus disse que nada destruiria a nação de Israel. E a prova disso é que você está aqui. Jesus disse que a geração de pessoas não passaria. Ele é o Rei! É por isso que Deus vos trouxe aqui nesta manhã, para abençoar a figueira. Independente da nação, cada um de vocês foi chamado por Deus e trazido a Sião para ser uma bênção para este povo. Bendito seja o Nome do Senhor pelos dias que estamos vivendo. Eu agradeço a Deus pela vida de todos aqueles que ouviram e obedeceram a voz do Espírito Santo. Nós somos o povo da bênção de Deus.

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