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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte VIII

Colossenses 3:12; Gálatas 5:22-23 Esta é a oitava semana em que estamos estudando sobre o Fruto do Espírito Santo de Deus, já falamos sobre o amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade e fidelidade, hoje subiremos mais um nível para falarmos sobre a mansidão. O caráter de Cristo foi revelado pelo fruto do Espírito, são nove marcas que apontam para a Sua estatura e revelam o modelo que devemos seguir. O Fruto do Espírito Santo não se manifesta na nossa vida automaticamente, precisamos busca-lo e deseja-lo com toda intensidade. Temos vontade própria, nascemos de novo em Jesus, recebemos uma nova natureza, mas se não investirmos nela, a velha natureza se manifestará e voltaremos a velha vida. Muitos se perdem por não desenvolverem uma vida de busca pautada na Palavra de Deus Se este fruto tem nove manifestações, porque ele se revela no singular? Poderia ser chamado de Frutos do Espírito. Na realidade é apenas um fruto, pois suas manifestações estão interligadas, uma não existiria sem a outra. São nove sabores com proteínas diferentes, mas que se completam. Cada parte preenche uma necessidade espiritual e psicológica. Se tivermos o Fruto do Espírito completo, nossa vida estará resolvida no espiritual, emocional, físico, familiar, ministerial e social. Atenção, Veja isso: Quem tem Amor, tem alegria, e está gera paz e a paz desenvolve a longanimidade. Esta longanimidade que se revela na paciência, nos faz benignos e a benignidade se revela na bondade e toda pessoa com o caráter bom, é fiel. A fidelidade tem a sua raiz na fé, isso nos faz ser pessoas mansas e pessoas portadora da mansidão tem o domínio próprio, se domina, tem liderança de si mesmo. Uma pessoa assim, viverá com muita qualidade e conseguirá liderar com destreza. É um processo gradativo, a cada dia podemos ter mais, sermos melhorados. Está a nossa disposição, ter este Fruto depende mais de nós do que de Deus, pois por meio de Jesus, temos o Espírito Santo em nós, está ao alcance de todos, só precisamos buscá-lo desenvolvendo em nós estas marcas.  Em Efésios 4:2 o Apóstolo Paulo aconselha-nos a viver de modo digno do chamado que recebemos, ele exorta-nos a demonstrar “toda a humildade e mansidão, com longanimidade”. Este e outros textos Bíblicos nos mostra que o fruto do Espírito necessita de nossa cooperação para seu desenvolvimento. Mas vamos hoje focar na Mansidão A mansidão não é uma fraqueza no caráter nem na conduta. A pessoa mansa não é um Maria-vai-com-as-outras. Mansidão não é ser completamente influenciável, ser uma pessoa irresoluta, que cede sob as mínimas pressões. Uma pessoa portadora de mansidão não é nem tímido e nem envergonhado. Uma pessoa mansa não é passiva e nem lenta, ela não sofre de sentimentos de inferioridade e nem subestima as suas capacidades, pelo contrário, é uma pessoa posicionada, proativa e perseverante. O verdadeiro fruto da mansidão descreve as pessoas benignas e dóceis na conduta, mesmo encontrando-se em posições de poder e autoridade. A mansidão se revela numa pessoa de espírito tranquilo, estável e controlado, até mesmo em face da ira e violência. Ser manso é uma qualidade que permite ser, ensinado, corrigido e disciplinado sem ressentimentos ou rebeliões. A mansidão é primeiramente uma atitude interior de submissão e confiança para com Deus, e para com as pessoas que Ele colocou sobre nós e também uma disposição de servir a todos. O fruto da carne contrário a Mansidão são as características negativas e opostas encontradas nas pessoas que são orgulhosas, que se promovem e que servem a si próprias. São pessoas que não estão abertas ao ensino e que gostam muito de discutir as coisas. Elas têm muita dificuldade em submeter às autoridades e em servir as pessoas. Mansidão significa brandura, ou ainda suavidade. Isso não significa fraqueza, nem é rebaixar-se nem se menosprezar. Trata-se de uma genuína falta de maldade e aspereza, é uma mistura com as qualidades da paciência e da gentileza. Trata-se de uma submissão do espírito humano para com Deus; e, em seguida, para com autoridades estabelecidas pelo Senhor. A mansidão é resultado da verdadeira humildade, por causa do reconhecimento do valor alheio, com a recusa de nos considerarmos superiores. Deus é a fonte dessa graça, e Cristo Jesus é o seu exemplo supremo, o que demonstrou em todo o seu modo de tratar as pessoas. Mansidão é suavidade, indulgência para com o fraco e errado, sofrimento paciente ao receber injúrias sem sentir um espírito de vingança e até equilíbrio em todas as paixões e temperamento, é o completo oposto da raiva. Traduções da palavra. A palavra Mansidão pode ser também traduzida por "humildade, Suavidade, ternura, Graciosidade, bondosa disposição, força controlada, uma disposição que é moderada, tranquilo, equilibrado em espírito, despretensioso e que tem as paixões sob controle. A bondade vem de um caráter que é equitativo, razoável e moderado. Fala do poder e força sob controle. Toda pessoa com esta qualidade, com esta marca tem disposição para perdoar feridas e corrigir faltas. Fala de alguém que governa bem sua alma e seu espírito. Isto não implica que nunca há um lugar para a irritação na pessoa gentil. Certamente a pessoa que mostra mansidão se zanga pelo motivo correto, se ira com as coisas erradas, mas sem perder o domínio. Em Efésios 4:26 diz: irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Isso fala de exercer a mansidão na ira para não perder o controle. A Bíblia diz Números 12:3 que Moisés destacou-se em mansidão, que é suavidade: Deus deu-lhe uma elevada posição. É duro para o homem natural ser suave com aqueles que o atacam, especialmente se atacam seu posto oficial e honra. Mas Moisés não tentou se defender. Em Mateus 11:28-30 Jesus nos dá uma viva descrição da marca da mansidão que ornava o caráter do Mestre. Ele disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte VII

Efésios 4:20-24; Gálatas 5:22-23 Esta é a sexta semana em que estamos mergulhados no Fruto do Espírito de Deus, falamos sobre o amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade e bondade, hoje subiremos mais um degrau para falarmos sobre Fidelidade. Estas nove características apontam para a estatura de Cristo, revelam o caráter expresso por Jesus em sua vida, ministério, morte e ressurreição, Ele é o nosso modelo. Deus criou o ser humano perfeito para viver neste universo em plena harmonia com Ele e sua criação, somos obras da Sua mão, fomos criados para um propósito, mas o pecado entrou no mundo através do primeiro Adão que por sua vez contaminou toda sua descendência, desta forma herdamos as consequências do seu pecado, nascemos pecadores, separados do autor da vida, separados de Deus. O acesso a Deus foi fechado pelo pecado, pois Ele é Santo, Puro e Reto, mas mesmo Ele abominando e odiando o pecado, Ele continuou nos amando. O pecado deformou a nossa imagem e semelhança de Deus, até que Jesus o Cristo veio e nos resgatou desta condição de culpados para justificados, de criaturas para filhos e herdeiro de Deus. Em Efésios 4:22-24 diz que devemos nos despojar do velho homem corrompido, da velha natureza gerada pelo pecado que nos leva para longe de Deus. As obras da carne são manifestas na velha natureza que segundo este texto de Efésios, para vencermos e sermos parecidos com Jesus, precisamos renovar o nosso entendimento e nos revestir, isto é, tirar o velho e vestir o novo homem criado segundo Deus, através de Cristo, em justiça, retidão procedentes da verdade.   Quando se fala aqui de velho ou novo homem, não está falando de sexo masculino, mas da essência que todos nós somos formados, homens e mulheres aqui, está falando do nosso espírito que foi criado por Deus quando na concepção segundo a Sua semelhança, assim como Deus, somos espírito, temos uma alma, e como estamos num mundo físico, precisamos deste corpo. Veja bem, neste texto de Efésios diz; quanto ao trato passado, isto é, segundo o propósito da aliança do nosso resgate e justificação, segundo a proposta de Deus em Jesus, devemos nos despojar do velho homem e nos revestir do novo, daquele que nasceu de novo deixando a velha vida para traz. Jesus Cristo já fez a sua parte, Ele já pagou o preço da nossa salvação, agora nós precisamos crer e buscar viver a nova vida segundo a nova identidade de filhos. Jesus é o primogênito entre muitos irmãos! Aprendemos aqui que ter o Espírito Santo em nós, não significa que o seu fruto com estas nove características, manifestarão automaticamente, será preciso buscar, desejar, se esforçar e nos amoldar segundo a Palavra de Deus. Precisamos ser transformados pela renovação da nossa mente. Temos vontade própria, nascemos de novo em Jesus, recebemos uma nova natureza, mas se não investirmos nela, a velha natureza se manifestará, muitos se perderam por não conhecer a verdade, como disse Jesus em João 8:32, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Entraremos nas últimas três manifestações do Fruto do Espírito, hoje focaremos a Fidelidade:   Existe o falso fruto da fidelidade e ele revela que estamos fixos em nossos próprios caminhos, de forma que não conseguimos mudar. É o mesmo que estar estabelecidos em nossas mentes que não conseguimos aprender coisas novas ou que somos assim mesmos. Isso é falso, pois todos nós temos condições de sermos melhores e crescermos nesta rota de melhoria até Jesus voltar. A fruto da carne contrária a fidelidade refletida em alguém indica que aquela pessoa é indigna de confiança, que é desleal, está sempre atrasada e lenta, adiando sempre as coisas importantes, sendo constantemente negligente com relação as pequenas coisas, sem nunca completar as tarefas que começa ou sempre falhando em seus compromissos com Deus e com as pessoas. Agora o verdadeiro fruto da fidelidade refere-se a confiança e firmeza na fé em Deus. A fidelidade é usada quando as escrituras se referem ao fato de sermos confiáveis, responsáveis e acima de tudo, leais. Fidelidade é uma das virtudes mais importantes na vida cristã. Começa com nosso relacionamento com Deus, e então transborda em nosso relacionamento com outros. Deus é absolutamente fiel e é Seu desejo que, pelo Espírito, essa fidelidade se torne parte de nosso caráter também. Fidelidade pode denotar que o cristão será uma pessoa fiel em sua palavra e promessas; alguém confiável ou em quem se pode confiar. Aqui a palavra é usada nesse sentido, pois o objetivo não é apenas falar dos sentimentos que temos para com Deus, mas sim o de ilustrar as influências do Espírito Santo em dirigir e controlar nossos sentimentos também para com as pessoas. A verdadeira fé em Jesus vai produzir alguém fiel. O cristão precisa ser fiel com os vizinhos, com os amigos, como pai, como cônjuge e como filho. Quem tem o DNA de Cristo é fiel em seus contratos e fiel às suas promessas. Ninguém que não seja assim fiel, poderá ser um cristão segundo Cristo. O Salmo 12:1-2 revela a oração do salmista, lá diz: “Salva-nos, Senhor, pois não existe mais os piedosos; os fiéis desapareceram dentre os filhos dos homens. Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração falso, inconstante” Uma vez que fomos salvos e entramos num relacionamento pessoal e verdadeiro com o Senhor, Ele quer que sejamos fiéis e leais aos nossos cônjuges, filhos, pais, líderes e amigos. Em I Coríntios 4:2 diz: "Ora, além disso, o que se requer nos despenseiros é que cada um seja encontrado fiel” Jesus falou em Apocalipse 2;10: “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” A marca de fidelidade precisa fazer parte da nossa vida com Deus, com a família, no trabalho, na igreja, no ministério, com os líderes e na liderança para com os discípulos. A pessoa encontrada fiel cuida desde as pequenas coisas até as maiores, o Senhor Jesus disse que quem é fiel no

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Crescimento através das células

Atos 5: 42 e 6:1 a 4 Texto acima nos revela evidências muito claras de que a igreja deixada por Jesus na Terra, era uma igreja em células e governada por uma liderança de 12 apóstolos. (O modelo Apostólico). A Visão que hoje vivemos (a Visão Celular no Modelo dos 12) é uma revelação, acompanhada de uma unção derramada por Deus sobre a igreja, para que ela conquiste os territórios, fazendo discípulos de todas as nações. Outra evidência contida no texto é que desde o princípio o modelo das células e dos 12, é um modelo de crescimento e multiplicação de discípulos. At. 6: 1 diz: Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número de discípulos… Crescimento no sentido espiritual, pessoal, ministerial e numérico, pois a Visão trabalha para formar pessoas bem-sucedidas, que aprendem a liderar na vida secular e na igreja. Através dos processos da Visão, as pessoas se fortalecem espiritualmente através do amor e da fé, aprendem códigos de honra e submissão para relacionar-se com autoridades, desenvolvem inteligência emocional, ganham desenvoltura para falar, e habilidade para gerenciar pessoas, todo este tratamento gera líderes que crescerão a cada dia, na vida secular e ministerial. Além do crescimento, a Visão traz consigo um DNA que produz multiplicação, e este fator multiplicador está no modelo dos 12. Há na Visão uma unção que multiplica vidas salvas, famílias restauradas, novos líderes levantados por Deus, igrejas de denominações diferentes, que passam a viver a unidade do Corpo de Cristo através da linguagem comum, do ganhar, consolidar, discipular e enviar. Este crescimento e multiplicação que vem através das células, não depende apenas de termos a estratégia, ou os títulos da Visão, mas sim, de como a realizamos. Partindo deste princípio, há vários requisitos práticos para que as células sejam saudáveis e possam se multiplicar, através deste estudo veremos alguns deles: 1. As células precisam ter a vida de Deus. Para que a vida de Deus esteja na célula, ela precisa estar primeiro na vida do líder, ele é o condutor do avivamento para toda a célula. O líder bem-sucedido (que tem unção e frutos) é aquele que sempre se relaciona pessoalmente com o Espírito Santo. Três características definem o perfil deste líder: Vive em santidade, não tem pecados ocultos, mágoas, desafetos com pessoas, infidelidade nos dízimos e ofertas, ou quaisquer pecados que lhe roubem a unção. Ama a Jesus, a seu líder e aos perdidos. O amor é a essência de Deus e da Visão. Nosso amor a Deus e a nossos líderes, nos capacitará a amarmos nossos discípulos. Em Jo. 21:15 Jesus pergunta a Pedro por três vezes se ele o amava, (Jesus era Deus, mas também o líder de Pedro) e quando Pedro por três vezes responde que sim, Jesus lhe diz por três vezes, que este amor deveria ser demonstrado de forma prática a Deus, ao líder (Jesus) e as vidas, através do apascentamento dos discípulos que Jesus lhe havia confiado. Nossa aliança de amor com Deus, com nossos líderes e nossos discípulos, é uma chave para multiplicar líderes que vão permanecer e reproduzir a Visão. Entende a necessidade de orar e conhecer a palavra de Deus. Orar e alimentar-se da palavra, são requisitos para a saúde do espírito, como comer e beber, são para a saúde do corpo. Alguns discípulos se enfraquecem na fé e se tornam vulneráveis ao pecado, pela falta de oração e comunhão com a palavra. Orar é encontrar-se com Deus. Quando alguém entende isto, orar e buscar, deixa de ser um peso ou uma obrigação, e se transforma no prazer de estar com o Espírito Santo, que nos blinda e nos unge. As células precisam ter foco. O objetivo das células é edificar espiritualmente os que fazem parte dela, mas também ganhar novas vidas para Cristo, pois é pelas células que vem o crescimento. Uma célula sem foco e atitude no evangelismo, tende a estagnar e desaparecer. O líder deve orar, agir, e envolver os membros da célula, para seja ganha pelo menos uma vida por semana. (Ex. Se o líder desafiar cada um dos participantes da célula a trazer um convidado na próxima reunião, e se todos orarem e trabalharem por este alvo, certamente novas vidas serão salvas e a meta será alcançada). Cabe ao líder orar, motivar e dar o exemplo no evangelismo, ou seja, se ele trouxer vidas para a célula, a legalidade espiritual estará aberta para que os outros também tragam. Em toda a Visão o líder é o modelo. 2. As células precisam trabalhar com metas. Metas são balizas que nos levam até o alvo. Devemos ter metas claras que nos desafiem, mas que também sejam possíveis. No caso das nossas células podemos fixar as seguintes metas para cada célula: Uma vida salva por semana (lembre-se que 4 ou mais pessoas estão trabalhando por isto então se torna mais fácil). Uma vida consolidada por mês (se esta meta for alcançada durante todo o ano, a célula terá contingente para a multiplicação). Duas vidas enviadas ao próximo encontro (dependendo do número de células que houver na igreja, isto possibilitará um encontro a cada três meses). Estas metas devem ser escritas e colocadas de forma visível na célula e colocadas em oração em todas as reuniões. Também os líderes de células e os 12 devem acompanhar e supervisionar as metas e trabalho das células. Os líderes que cumprirem ou superarem as metas podem ser honrados e presenteados (com um CD ou um livro por exemplo). Os que não alcançarem devem ser assistidos mais de perto por seu líder de geração e motivados a perseverar. Trabalhar com metas pode parecer frio e complicado, mas é o que tornará o trabalho mais fácil e a célula mais frutífera e alegre. Onde há novos convertidos há alegria. 3. As células precisam consolidar os novos. A consolidação é o coração da multiplicação (leve todos a repetirem isto 2x). Este deve ser um exercício comum e cotidiano de amor, oração e acompanhamento direcionado aos novos. No processo de consolidação

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte VI

Gálatas 5:22-23 Temos falado nas últimas cinco semanas sobre o Fruto do Espírito Santo, falamos sobre o amor, alegria, paz, longanimidade e benignidade, hoje falaremos sobre bondade. São nove características que revelam o caráter de Jesus, estas manifestações estão dentro de nós pelo Espírito Santo, elas lutam contra as obras da carne que se manifestam na nossa velha natureza. Deus nos criou e nos ama, mas o pecado nos afastou dEle, a nossa velha natureza nos escravizou, precisamos buscar a Deus, pois quando nos alimentamos dEle, somos libertos, curados e salvos. Quando alimentamos nosso espírito pela Palavra de Deus, subjugamos a velha natureza e manifestamos o caráter de Cristo em nós, mas quando alimentamos nossa alma com os desejos carnais, somos subjugados pela velha natureza que anula a obra de Cristo em nós. A Bondade é reflexo da benignidade, é uma qualidade de coração que revela amor e isso atrai e vinculam as pessoas umas nas outras. Bondade retrata e revela um cuidado pessoal e um interesse pelos outros. É uma atitude afável que coloca as pessoas à vontade e as protege dos sofrimentos. A bondade sempre busca ajudar e curar os que estão fracos e feridos. O fruto contrário a bondade é revelado pela crueldade, rudez, grosserias, aspereza, agressividade indelicadeza, ignorância, rispidez, grosseria e maus modos. Quem não é bom é mau, quem não é benigno é maligno. A Bondade é divina e foi incluída no DNA humano que foi deformado pelo pecado. Em Mateus 18:18-19 um homem perguntou a Jesus: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão um, que é Deus. Segundo Jesus, não existe pessoas boas nelas mesmas, mas somente Deus é bom em si mesmo. Em face do pecado, a pretendida bondade humana encontra-se comprometida pelo egoísmo. Não é possível sustentar os fundamentos da bondade sem uma verdadeira conversão e transformação pelo novo nascimento, temos a tendência para o mal e somente em Jesus Cristo haverá esperança de uma mudança genuína. Se não tomarmos a decisão se sermos bons em todo tempo, poderemos ser pegos em alguns momentos com sentimentos e atitudes de maldades. A bondade é particularmente divina. Em Salmos 136:1 diz: Louvai ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua bondade dura para sempre. Deus é a raiz de toda bondade. Ele é a causa e o desenvolvimento de qualquer expressão de verdadeira bondade. Em Tiago 1:17 diz: Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação. Deus nunca deixa de ser bondoso, mesmo quando demonstramos nossa rebeldia e ingratidão. A sua bondade não é apenas generosa, mas também genuína. Em Mateus 7:11 Jesus disse: Se, vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem? Jesus revela aqui que mesmo sendo maus, podemos fazer o bem, podemos praticar gestos marcados de bondade, como isso é possível? Sabemos, pela Palavra de Deus que não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. Mateus 7:18. Ora se o homem é mau em si mesmo, não pode produzir frutos bons. Isto contradiz a realidade dos fatos. Assim, não é o homem mau em si mesmo que produz bons frutos, mas o homem mau que se converteu e recebeu o Espírito Santo e agora nele se manifesta o bom fruto, nele aconteceu o novo nascimento, a regeneração, a reconstrução. A bondade no homem não provem dele mesmo, mas de Deus que nele habita. Somente os filhos de Deus, regenerados pela graça em Cristo Jesus, podem em situações contrárias, praticar verdadeiras expressões de bondade. Temos que lutar contra o mal todo dia, mesmo convertidos e tendo o Espírito Santo, temos que tomar a decisão de aplicarmos a bondade e deixarmos o Espírito Santo nos usar, precisamos rejeitar tudo aquilo que é mau. Pensar na bondade é refletir sobre o desejo e esforço sincero que precisamos ter, não somente para abster-se de toda aparência do mal, mas para fazer o bem ao limite máximo de nossa habilidade em Deus. Mas tudo isto deve emanar de um bom coração purificado pelo Espírito de Santo. Então, a árvore má que se torna boa, deve também produzir o fruto bom. Bondade, como fruto do Espírito, é aquela pureza de coração que produz um comportamento virtuoso. Cada um de nós filhos de Deus, recebemos através do Espírito Santo, um novo coração. O fruto da bondade em nossos tratos diários com as pessoas pode ser mantido por conservar nosso coração puro diante de Deus. A pessoa que mostra bondade não é como a pessoa que é simplesmente justa. Esta dá ao outro somente o que ele merece. No entanto a pessoa movida no Fruto do Espírito, é generosa para dar o que o outro não merece. Deus depende da nossa resposta para produzir a Sua bondade na terra, por isso precisamos nos arrepender dos nossos pecados e nos apartar do mal. É assim que a luz de Cristo brilhará através de nós nesta sociedade. Necessitamos continuamente expressar esta bondade em nossas respostas e ações em relação aos outros, é uma decisão, quando fazemos assim, o Espírito Santo se manifesta e a bondade de Deus nos leva além do natural, ao ponto de fazermos o bem a quem nos fez o mal. A bondade no cristão atrai os pecadores a Cristo. A Bíblia diz que é a bondade de Deus que conduz os pecadores ao arrependimento e à salvação. Jesus diz que devemos transportar Sua luz e deixá-la brilhar diante dos homens e não tentar escondê-la. Parte de Sua luz são essas nove expressões do fruto do Espírito Santo brilhando através de cada um de nós. Uma das qualidades chave que muitos incrédulos cuidadosamente observam e estudam num cristão sólido, é a bondade. Esta qualidade deve estar entranhado no âmago da

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte V

Gálatas 5:22-23 O Fruto do Espírito de Deus se revela como um fruto com nove sabores ou com nove manifestações, estas manifestações contrapõem as obras da carne que uma vez alimentada, sobressai, escravizando a vida da pessoa afastando-a de Deus. Deus nos criou e nos ama, mas o pecado nos afastou dEle, Ele é a resposta aos nossos anseios e necessidades, quando nos alimentamos dEle, somos libertos, curados e salvos, entramos em um novo nível de vida onde o amor, a alegria, a paz, a longanimidade e a benignidade se tornam verdade em nós. O fruto da carne contrário a Benignidade traz julgamento, criticas, condenação, inveja, desejo mal aos outros, faz as pessoas se alegrar com o mal e se entristecer com o bem. Mas o projeto de Deus é que tenhamos o Fruto do Espírito para que sejamos parecidos com o Senhor Jesus! O Espírito Santo usa a Bíblia que é a Palavra de Deus, para nos levar a estatura de Cristo e assim desenvolver em nós o caráter correto e firme, nos fazendo maduros e inabaláveis diante das intempéries da vida. Se o Amor, alegria e a paz são manifestações internas que refletem do nosso interior com o propósito de curar os ambientes ao nosso redor, a longanimidade, benignidade e bondade são manifestações externas que nos levam na direção das pessoas que Deus quer alcançar, começando pela nossa família. Já falamos sobre amor, alegria, paz e longanimidade, hoje falaremos sobre Benignidade: A benignidade é bastante parecida com a bondade que estudaremos na próxima semana. Você irá perceber que a benignidade está relacionada com o julgar as ações das pessoas. O oposto de benignidade é malignidade, aquele que não é benigno é maligno. O contrário de bondade é maldade, ou seja, aquele que não é bom, é mau! Benignidade é a disposição para pensar bem a respeito das pessoas, daí o fato de estar ligada com o julgar. Ser benigno significa também ser flexível. Deus não quer que sejamos demasiadamente inflexíveis com as pessoas. A raiz da benignidade é a Bondade, é a ação de ser bom, gentil e reto para com o próximo. Devo pensar e agir benignamente, sempre pensar o bem em primeiro lugar. Antes de sabermos a intenção de alguém, devemos agir com uma disposição a perdoar e a agir com brandura e gentileza. Exemplo: Quando chega ao seu conhecimento de que alguém fez algo contra você, converse com a tal pessoa indo até ela com o coração disposto a reconciliar. Quando você marcar um compromisso com alguém e ela falhar, antes de julgar pense o bem, pois algo pode ter acontecido, um imprevisto por exemplo. Se por acaso pessoa falhou com você, seja longânimo e benigno para resolver, pois isso vai curar e abrir portas trazendo paz. A benignidade de Deus. Deus é benigno, pois ele está sempre disposto a agir com bondade para conosco, entretanto, a sua benignidade tem um sentido mais pleno, pois devido a sua onisciência, ele sabe perfeitamente as intenções do nosso coração. O conceito de benignidade é a disposição em ser bondoso com o próximo. Embora Deus conheça o nosso coração, ele nos ama e sempre está disposto a ser bondoso, isso nos serve de modelo; independente do que o meu próximo pensa a meu respeito, devo sempre estar disposto a ser bondoso para com ele. Benignidade fala de tratarmos as pessoas com gentileza e respeito. Uma palavra gentil, uma ação amável realmente pode fazer maravilhas na nossa vida e na vida de outras pessoas. A benignidade aponta para a amabilidade, para a gentileza, eles são reflexo do amor de Deus em nós. Uma vez que o Espírito Santo começa a nos transmitir do Seu amor, a qualidade da amabilidade seguirá bem junto a nós. Tornar-se-á muito mais fácil sermos amável com os outros, uma vez que o amor de Deus passa a fluir mais em nossa personalidade. Como já falamos, a benignidade significa ser amável, bondoso e gentil, é o oposto a um temperamento rude, amargo e perverso. É uma disposição de ser agradável, brando, de uma disposição serena e uma disposição de tratar com toda cortesia e polidez. Esse é um dos efeitos da presença do Espírito Santo em nós. Em Efésios 4:31,32 diz: “Longe de vós toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmia, e bem assim toda malicia. Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou. ” Em Colossenses 3:12,13, o Apóstolo Paulo adverte-nos: "Revestí-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. ” Quando estudamos a vida de Jesus no Novo Testamento, realmente podemos dizer quão amável Ele sempre foi para com outras pessoas no Seu trato com elas. Jesus é sem dúvida o modelo final para todos nós, de alguém que estava plenamente operando em todas as nove expressões do fruto do Espírito Santo. Em II Coríntios 10:1 diz que Cristo Jesus é manso e benigno e assim devemos proceder. Vejamos alguns textos bíblicos sobre Deus: Salmos 36:7 diz: Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade! Por isso, os filhos dos homens se acolhem à sombra das tuas asas. Salmos 90:14 diz: Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias. Provérbios 3:3 diz: Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao pescoço; escreve-as na tábua do teu coração Provérbios 20:6 diz: Muitos proclamam a sua própria benignidade; mas o homem fidedigno, quem o achará? Tito 3:4 diz: Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerados e renovador do Espírito Santo. Amém! Pratica: orar por todos para que o

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Regras fundamentais no Discipulado

Mateus 28.18-20 “Ide e fazei discípulos de todas as nações” O maior mandamento ministerial do Senhor para nós é fazer discípulos. Todos são chamados a participar dessa tarefa, que não é um dom especial, e sim um mandamento. Diante desse mandamento, todos os que creem em Cristo não tem outra opção senão obedecer. O caráter do seguidor de Jesus é testado pela obediência aos Seus mandamentos, e o fazer discípulos é, sem dúvida, a maior implicação da obra de pós-Calvário de Cristo. O que é o discipulado? É o relacionamento entre um mestre e um aprendiz baseado no modelo, que é Cristo. Por ele o mestre reproduz no aprendiz a plenitude da vida que há em Cristo, capacitando o aluno a treinar outros para que também ensinem novos discípulos. Esse relacionamento liga a pessoa à cadeia de autoridade existente na Igreja. Assim, o discípulo é acompanhado em seu processo de crescimento e ajudado a conformar sua vida com o propósito de Deus, como também a se encaixar na vida da Igreja. Discipular é transmitir a vida de Jesus. É reproduzir essa vida em outras pessoas, ensinando-as a guardar tudo que Ele ordenou e essa incumbência deve se reproduzir na vida do discipulo. Supervisão e discipulado Vivemos em um tempo pós-explosão celular e por conta de já estarem calmos os corações no ato de anunciar a palavra através das células, então se faz necessário acompanhamento de perto, uma supervisão acompanhada de ajustes e encorajamento. 1. Supervisão e acompanhamento* Cuidado! Para que uma supervisão e apascentamento seja feito com eficiência precisamos nos posicionar e delimitar: Supervisor x supervisionado; Discipulador x discipulado; Líder x liderado. A grande arma contra o crescimento e êxito é: Muita amizade gera conformidade, muita festa gera libertinagem; Muita intimidade num futuro gera argumentos infundados contra o líder, preserve-se sem perder o amor por vidas. Para obtermos saúde no processo de apascentamento e supervisão, o líder e o discípulo tem que assumir e reconhecer os papéis a serem assumidos por ambos. Obs. Quando Jesus chamou os discípulos de amigos, ele o fez na perspectiva de transparência em sua relação com Deus (então seu líder na missão) e tb na partilha em relação ao seu ministério na terra. "Tudo que eu faço vcs conhecem." Pergunta: Nossa vida é de transparência? Ou o que vc faz seus discípulos nem podem sonhar que vc faz? Reflita e caso a resposta seja negativa, então vc é fanfarrão, prega uma amizade falsa, é amigo de copo, de farra, de brincadeira, e qdo alguém lhe questionar sobre a visão e missão, dificilmente vai ter ousadia de dizer a frase: pra trás de mim satanás, ou quem sabe de forma mais ética um simples, vc está equivocado e precisa mudar seu pensamento. 2. Discipulado e desenvolvimento Discipulado é o processo de forjar liderança, não reunião de comadres e compadres. Tem que haver desenvolvimento, confronto sadio para forjar caráter. Analise: Se em seu processo de discipulado tem mais cajado do que vara, ou mais beijo do que olhar fixo nos olhos, então está na hora de mudar. Igreja celular não é clube de amigos, mas casa de profetas! Conclusão: Fortalecendo os 12 É preciso um fortalecimento espiritual, intelectual para gerar futuras células sadias e com poder de conquista. Vamos cumprir estes princípios e entrar em concordância e unidade. A linguagem e a visão têm que ser a mesma: Não criemos uma nova visão ou linguagem pra nós mesmos, é hora de alinhamento e submissão á chamada de 12 fiel, á visão m12. Fonte: Ap. Tiago da Igreja Deus Trino. Obs. foi acrescentada a primeira por nós, mas a parte fundamental foi feita pelo Ap. Tiago.

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O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Parte IV

Gálatas 5:19-23;  I Pedro 3:9 O Fruto do Espírito Santo se revela como um cacho de uva com nove sabores, é um fruto com nove manifestações, estas manifestações são contrárias as obras da carne que uma vez alimentada, sobressai, escravizando a vida da pessoa que a alimenta. A maior consequência de se andar na carne é a perda da salvação, pois quem anda na carne se constitui inimigo de Deus e isso o da Sua presença. As obras da carne são conhecidas: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias dissenções, facções, invejas, bebedices e glutonarias. Estas manifestações da carne têm destruído muitas pessoas, famílias e gerações. Por outro lado, quando alimentamos o nosso espírito e alma com a Palavra de Deus, somos libertos, curados e salvos, entramos em um novo nível de vida onde o amor, a alegria, a paz e a longanimidade se tornam verdade em nós. O fruto da carne traz Irritação, frustação e nervosismo. Quando ficamos irritados significa que estamos supersensíveis ao que nos cerca; Qualquer coisa, mesmo que seja insignificante, nos incomoda; Temos a tendência de exagerarmos na nossa reação, e acabamos agindo de uma forma contrária ao projeto de Deus para nós. O projeto de Deus é que sejamos parecidos com o Senhor Jesus! Se o Amor, alegria e a paz são manifestações internas que refletem do nosso interior contagiando e curando os ambientes ao nosso redor, a longanimidade, bondade e paciência são manifestações externas que nos leva na direção das pessoas que Deus quer alcançar, começando pela nossa família. Já falamos sobre amor, alegria e paz, hoje falaremos sobre longanimidade: Longanimidade significa Paciência, devemos e precisamos ser pacientes com os outros. O fruto da paciência não é uma resignação desesperançada, onde desistimos e cedemos a tudo e a todos, NÃO. A paciência não é uma atitude mental passiva ou inativa, onde devemos “sorrir, engolir duro e aguentar aquilo que é errado ou situações que o diabo e o mundo nos impõem para nos oprimir”, NÃO. Paciência não é ter uma atitude passiva, pois esta não planeja mudanças, não busca corrigir erros do passado, nem tenta alterar o presente para definir um futuro de êxito. Passividade é comodismo, é viver em estagnação. O verdadeiro Fruto da paciência significa literalmente temperamento longo. Temperamento longo refere-se a um estado de mente calmo e controlado. Ela se refere a paciência de Deus, o qual é tardio em irar-se e cheio de misericórdia para com a humanidade. (l Timóteo 1:15-16 ) A palavra longanimidade deriva de longo ânimo, ou seja, a capacidade de suportar, de esperar, sem perder o ânimo. Tem também o significado de constância ou perseverança nas dificuldades. Como já falamos, uma pessoa de longo ânimo pode ser chamada de paciente, pois longanimidade é o mesmo que paciência. Todos nós precisamos ser pacientes, pois todos nós, seres humanos, passamos por problemas na vida que têm um tempo determinado para acabar. A Bíblia diz em Eclesiastes 3:1 que “tudo tem o seu tempo determinado debaixo do céu”. Cada dor, cada dificuldade pela qual passamos tem um propósito e um tempo determinado para acabar. (Dizer uns aos outros: “Meu irmão! Este seu problema não vai durar a vida toda! Você está passando por tudo isto, pois Deus tem um propósito maravilhoso lá na frente, que seus olhos humanos não podem enxergar! ” Graças a Deus! A bíblia diz: “O choro pode durar a noite inteira, mas a alegria que já está dentro de nós se manifestará ao amanhecer.” Há tempo de chorar, mas também há tempo de rir, por isso precisamos ser pacientes, lançando sobre Jesus o Cristo, toda a nossa ansiedade. As provas costumam nos deixar ansiosos, nervosos e irritados. A bíblia, porém, diz em Romanos 12:12: “Sedes pacientes na tribulação, e na oração perseverantes”. A oração é algo que sobrenaturalmente nos acalma e impede que sejamos agressivos com familiares e com pessoas com as quais convivemos. No livro de Efésios 4:2 está escrito: “Sejam humildes, mansos e pacientes, suportando-vos uns aos outros em amor”. Esta palavra suportando tem dois significados. Primeiro significa dar suporte, ajudar, dar apoio. Segundo significa tendo paciência, sendo longânimos uns com os outros. A palavra de Deus é uma fonte de longanimidade e de consolação. Em Romanos 15:4 está escrito: “pois tudo quanto outrora foi escrito para ensino, foi escrito afim de que pela paciência e pela consolação das escrituras, tenhamos esperança. Em Tiago 5:11 o Espírito Santo nos incita a não desanimarmos dizendo:” Eis que temos por felizes os que perseveram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu, porque o Senhor é cheio de tenra misericórdia e compassivo.” A verdadeira paciência é uma virtude dada ao ser humano pelo Espírito Santo, esta consiste na disposição para passar pela  adversidade com perseverança, enquanto está esperando algo. A ideia bíblica da paciência analisada como uma das formas  do fruto do Espírito, implica em suportarmos as provas e lutas do dia a dia sem murmurações, e da mesma  forma , suportamos as  acusações e perseguições dos opositores sem perdermos o equilíbrio. A longanimidade é um dom divino que nos auxilia na conquista de todas as promessas de Deus pela fé. A Bíblia diz que a fé é a certeza das coisas que se esperam e esta palavra vem para nos exortar a esperarmos com paciência, porque tudo tem seu tempo determinado debaixo do céu (Ec 3:1). Hoje Deus quer falar ao coração dos que estão abatidos, angustiados e sofrendo, que Ele é cheio de compaixão e misericórdia e não está alheio aos seus problemas ou as suas dores, mas na aparente demora para tirá-lo da angústia, Ele quer ensiná-lo a crer, agradecer e louvar mesmo em meio às dificuldades, pois esta atitude libera a resposta de Deus pra você. Este foi o exemplo de Jesus na trajetória para a cruz, não desistiu, não murmurou antes se apegou a Deus com amor para nos salvar. Esse é o propósito de Deus para a

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