admin

Somos chamados para ser da família de Deus

Efésios 1.3-14; Hebreus 2.10,11 Fomos formados para ser parte da família de Deus. Deus quer uma família, e nos criou para ser parte dela. Esse é o propósito maior de Deus para sua vida, o qual planejou antes que você nascesse. Toda a Bíblia é a história de Deus formando uma família que irá amá-lo, honrá-lo e reinar com Ele para sempre. Em Efésios 1.5 fala do plano imutável de Deus em nos adotar para a sua própria família, trazendo-nos a si mesmo por meio de Jesus Cristo. Isso nos trouxe salvação, libertação e cura, nEle recebemos vida! Deus é amor, por isso dá um imenso valor aos relacionamentos. Sua própria natureza é definida em relação aos relacionamentos; ele se identifica em termos familiares: Pai, Filho, Espírito San­to. A Trindade é um relacionamento de três pessoas unidas por um propósito eterno. É o padrão perfeito para uma relação harmoniosa. Deus desejou uma família grande que tivesse o Seu DNA, sua essência, sua imagem e semelhança; então arquitetou um plano para nos cri­ar, trazer-nos para sua família e dividir conosco tudo o que possui. Isso dá a Deus um grande prazer. Em Tiago 1.18 diz: Por sua decisão ele nos gerou pela palavra da verdade, a fim de sermos como os primeiros frutos de tudo o que ele criou. Quando colocamos nossa fé em Cristo, Deus se torna nosso Pai, nós nos tornamos seus filhos e os outros discípulos cristãos se tornam nossos irmãos e irmãs; e a igreja se torna nossa família espiritual. A família de Deus inclui todos os discípulos que creram em Jesus Cristo do passado, do presente e do futuro. Cada ser humano foi criado por Deus, mas nem todos são filhos de Deus. A única forma de entrar na família de Deus é nascendo dentro dela. Você se torna parte da família humana no seu primeiro nascimento, mas se torna membro da família de Deus pelo segundo nascimento. Deus nos deu o privilégio de nascermos de novo, de modo que agora somos membros da família do próprio Deus. Em  Romanos 8:15,16 diz: Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente viverdes atemorizados, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: "Aba, Pai". O próprio Espírito Santo testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus. Se somos filhos, então somos herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, se de fato participamos dos seus sofrimentos, para que também participemos da sua glória. O convite para sermos parte da família de Deus é universal, mas há uma condição: A fé em Jesus Cristo. Em Gálatas 3.26 a Bíblia diz: Todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus. Temos muitos benefícios ao fazermos parte da família de Deus. O Novo Testamento dá grande ênfase à nossa valiosa “herança”. A Bíblia nos diz em Filipenses 4:19: O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus. A Bíblia em I Pedro 1:3 ao 5 nos revela que Deus reservou uma herança inestimável para seus filhos. Ela está guardada no céu para cada um de nós, pura e incorruptível, longe do alcance de mudanças ou da decadên­cia. Isso significa que a nossa herança eterna é inestimável, pura, perpétua e protegida. Ninguém pode tirá-la de nós; ela não pode ser destruída pela guerra, por uma economia deficiente ou por um desastre natural. É por esta herança eterna que deveríamos estar motivados e se esforçando para não perde-la. O Apóstolo Paulo diz em Colossenses 3.23: Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. Precisamos nos Identificar com a família de Deus. O batismo é um ato profético que fala poderosamente no reino espiritual e físico, ele não é opcional, a ser atrasado ou posterga­do. Ele significa nossa inclusão na família de Deus e anuncia publica­mente que nascemos de novo, que ressuscitamos para uma nova vida, que temos uma aliança de salvação com o Deus Todo Poderoso. O batismo é carregado de significado. Ele declara nossa fé, comuni­ca a morte e ressurreição de Cristo, simboliza a morte para a antiga vida e anuncia nossa nova vida em Cristo; além de também ser uma comemoração de nossa inclusão na família de Deus. O Batismo é o primeiro ato após a conversão que nos identifica que somos da família do céu na terra, e que pertencemos a Deus. O batismo é a representação física de uma verdade espiritual. Ele representa o que aconteceu no instante em que Deus nos trouxe para sua família: Alguns são judeus, outros são gentios, mas todos pelo Espírito Santo, fomos batizados no cor­po de Cristo. (1Coríntios 12.13). Apenas o batismo não nos torna um membro da família de Deus; somente a fé em Cristo faz isso. O batismo demonstra e consolida que já fomos inclusos na família de Deus. Tal qual uma aliança de casamento, é um lembrete visível de um compromisso íntimo feito no coração. É um ato de iniciação, e não algo que uma pessoa deva protelar até estar espiritualmen­te maduro. A única condição bíblica é crer. (Marcos 16:15; Atos 2.41) No Novo Testamento, as pessoas eram batizadas assim que cri­am. No Pentecoste, 3 mil pessoas foram batizadas no mesmo dia em que aceitaram a Cristo. Em outro lugar, um líder etíope foi batizado no mesmo instante em que se converteu, e Paulo e Silas em atos 16:33 batizaram um carcereiro filipense e sua família à meia-noite. Não há nenhum batismo atrasado no Novo Testamento. Se você ainda não foi batiza­do como expressão de sua fé em Cristo, seja na próxima oportunidade, como Jesus ordenou. O maior privilégio da vida. A Bíblia em Hebreus 2.11 diz que Jesus e as pessoas que ele santificou pertencem todos à mesma família. Por isso ele não se envergo­nha de chamá-los irmãos e irmãs. Dei­xe essa verdade maravilhosa penetrar em

Somos chamados para ser da família de Deus Read More »

Deus a razão de todas as coisas

Romanos 11:36 Todas as coisas vêm única e exclusivamente de Deus. Tudo vive por seu poder, e tudo é para sua glória. O Senhor criou todas as coisas e cada uma delas cumprem os seus próprios propósitos. O objetivo fundamental do universo é demonstrar a glória de Deus e também o Seu amor por nós. Essa é a razão de tudo que existe, incluindo eu e você. Deus pensou em nós e criou todas as coisas e tudo isso aponta para a glória dEle. Não fosse a glória de Deus, não haveria nada. O que é a glória de Deus? A glória de Deus é o que Ele é. É a essência de sua natureza, o peso de sua importância, o brilho de seu esplendor, a demonstração de seu poder e o ambiente de sua presen­ça. A glória de Deus é a expressão de seu amor e de sua bondade e de todas as Suas outras qualidades. Onde está a glória de Deus? Basta olhar em volta. Tudo que foi criado por Deus reflete sua glória de alguma forma. Vemos isso em toda parte: da menor forma de vida microscópica até a Via Láctea; do pôr-do-sol e das estrelas às tempestades e estações do ano. A criação dá a conhecer a glória de nosso Criador. Na natureza, apren­demos que Deus é poderoso, aprecia a variedade, ama a beleza e é organizado, sábio e criativo. A Bíblia diz em Salmos 19.1 que os céus declaram a glória de Deus. A glória de Deus é mais bem observada em Jesus Cristo. Ele, a Luz do mundo, esclarece a natureza de Deus. Graças a Jesus, já não somos ignorantes a respeito de quem Deus realmente é. A Bíblia diz em Hebreus 1:3 que Jesus é o resplendor da glória de Deus. Jesus veio à terra de modo que pudéssemos entender completamente a glória de Deus. Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, cheio de graça e de verdade. Não há nada que possamos agregar à glória de Deus, assim como seria impossível aumentar o brilho do sol; mas somos instruídos a reconhecer sua glória, devemos honrar, declarar, louvar, refletir e viver por sua glória. Por quê? Por dois motivos. Primeiro: Porque Deus merece! Nós lhe devemos toda a honra que pudermos dar. Uma vez que Deus fez todas as coisas, Ele merece toda a glória. A Bíblia diz em Apocalipse 4.11: Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas. Segundo: Porque precisamos. Quando Adoramos através dos nossos atos e palavras, atraímos a presença de Deus em nós e em nossa geografia, tudo muda, a vida se manifesta e somos poderosamente abençoados. Em todo o universo, somente duas das criações de Deus falham em glorificá-lo: anjos caídos (demônios) e pessoas. Todo peca­do, basicamente, consiste na incapacidade de dar glória a Deus, ou seja, amando qualquer outra coisa mais do que a Deus. Recusar-se a dar glória a Deus é rebelião e arrogância, e foi este pecado que cau­sou a queda de Satanás, bem como a do ser humano. De formas diferentes, todos já vivemos para nossa própria glória, e não a de Deus. Todos nós, em algum momento da nossa vida, falhamos em dar a Deus toda a glória devida que Ele merece. Esse é o pior pecado, e o maior engano que podemos cometer. Entretanto, viver para a glória dEle é a maior realização que podemos alcançar em nossa vida. Deus diz em Isaías 43.7: Todos eles são o meu próprio povo; eu os criei e lhes dei vida a fim de que mostrem a minha grandeza, a minha glória. Pense sobre isso: Esse deve ser o objetivo supremo de nossa vida. Como posso dar glória a Deus? Em João 17.4 Jesus disse ao Pai: Eu te glorifiquei na terra fazendo e completando a obra que me confiaste para fazer. Jesus glorificou a Deus cumprindo seu propósito na terra. Nós honramos a Deus da mesma forma. A glória de Deus é um ser humano vivendo em plenitude de vida nesta terra conforme Ele planejou! Existem muitas formas de darmos glória a Deus, mas vamos falar apenas cinco. Vejamos: 1.Damos glória a Deus ao adorá-lo. Adorar é o nosso primeiro dever para com Deus. Deus deseja que nossa adoração seja motivada por amor, ação de graças e alegria, não imposta. A Bíblia diz em romanos 6:13: Usem o seu corpo inteiro como instrumento para fazer o que é justo, para a glória de Deus. Quando adoramos atraímos a presença de Deus em nós e em nossa geografia! 2.Damos glória a Deus ao amarmos uns aos outros em Cristo. Quando nascemos de novo, nos tornamos parte da família de Deus. Seguir a Cristo não é apenas uma questão de acreditar, mas também inclui pertencer e aprender a amar a família de Deus. Em I João 3:14 diz: Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos. Em Romanos 6:13 diz: Aceitem-se uns aos outros, da mesma forma que Cristo os aceitou, a fim de que vocês glorifiquem a Deus. 3.Damos glória a Deus ao nos tor­nar como Cristo. Uma vez que tenhamos nascido na família de Deus, Ele quer que prossigamos crescendo até a maturidade espiritu­al. E o que seria isso? Maturidade espiritual é nos tornar como Jesus na forma de pensar, de sentir e de agir. (2 Coríntios 3.18) 4.Damos glória a Deus servindo a outras pessoas com nossos dons. Cada um de nós foi exclusivamente planejado por Deus com talentos, dons, capacidades e habilidades. O modo de você estar relacionado aos outros não é um acidente; Deus não lhe deu suas habilidades para propósitos egoístas. Elas lhe foram concedidas para beneficiar outras pessoas, assim como outros receberam habilidades para o seu benefício. (1 Pedro 4.10,11) 5.Damos glória a Deus falando dele às outras pessoas. Deus não quer que seu amor e propósitos sejam mantidos em segredo. Uma

Deus a razão de todas as coisas Read More »

Fazemos parte do projeto original de Deus

Isaías 49:1-4; Atos 17:24-26 A chamada do profeta Isaías, assim como aos demais homens e mulheres que Deus chamou desde o ventre materno, já tendo designado todas as coisas, deixa muito claro que Ele está no controle e que todos aqueles que o conhece e crê nEle, é introduzido em um plano divino definido desde a eternidade passada, onde nada do que vemos hoje tinha ainda sido criado.  Deus disse ao profeta Isaías no capítulo 44 e versículo 2: Eu sou seu criador. Você estava sob meus cuidados mesmo antes de nascer, Eu te escolhi. Ao profeta Jeremias no capítulo 1:5 e 12 disse: “Antes mesmo de te formar no ventre materno, Eu te escolhi; antes que viesses ao mundo, Eu te separei e te designei para a missão de profeta para as nações!” Disse-me o Senhor: Viste bem, porque eu velo sobre a minha Palavra para fazê-la cumprir! O Apóstolo Paulo disse em Gálatas 1:15: Todavia, Deus me separou desde o ventre de minha mãe e me chamou por sua graça. Quando, então, foi do seu agrado revelar seu filho em mim, para que eu pregasse entre os gentios, sem demora…  Isaías 49:1 foi o texto base que lemos hoje e ele diz:   Se ficarmos procurando na bíblia, ficaremos muitas horas lendo textos que comprovam que nascemos dentro de um plano eterno, para cumprirmos um propósito de um Deus Santo, Poderoso, onipresente e onisciente. Deus não joga dados, ele não faz pra ver se vai dar certo, Ele já tem as repostas e tem o controle de tudo. Concluimos que não  somos um acidente, que não somos obras do acaso, tem um arquiteto, um criador que é o autor da vida. Somos obras das suas mãos, somos em Cristo resultado do Seu amor que foi comprovado quando na cruz do calvário, Cristo pagou o preço da nossa salvação Nosso nascimento não foi um erro ou um infortúnio, nossa vida foi panejada por Deus.  Nossos pais podem não têr planejado o nosso nascimento, mas Deus certamente o fez. Ele não ficou nem um pouco surpreso quando nascemos. Aliás, ele nos aguardava. Muito antes de ser concebido por seus pais, você foi concebido na mente de Deus. Ele pensou em você primeiro. Você não está respirando neste exato momento por acaso, sorte, destino ou coin­cidência. Você está vivo porque Deus quis criá-lo! A Bíblia diz: O Senhor cumprirá o seu propósito para comigo! Em Jó 12:10 diz: Na mão de Deus está a alma de todo ser vivente e o espírito de todo gênero humano. No Salmos 138:8 diz: o que a mim me concerne o Senhor levará a bom termo; a tua misericordia, ó Senhor, dura para sempre; não desampares de mim as obras das tuas mãos. Ele também determinou os talentos naturais que cada um de nós possuiríamos e a singularidade de nossa personalida­de. A Bíblia diz em Salmos 139: Tu me conheces por dentro e por fora, conheces cada osso do meu corpo; conheces exatamente como fui formado, parte por parte, como fui esculpido e vim a existir. Uma vez que Deus nos fez por um motivo, Ele também decidiu o momento de nosso nascimento e nosso tempo de vida. Ele planejou os dias de nossa vida antecipadamente, escolhendo o momento exato de nosso nascimento e de nossa morte. A Bíblia diz no salmos 139:16 que antes mesmo de o nosso corpo tomar forma humana, Ele já havia planejado todos os dias da nossa vida; cada um deles foi registrado no livro que Ele tem no céu! (Obs. Sabemos que o pecado entrou no mundo nos tirando do centro da vontade de Deus, por isso muitos morrem antes da hora, este não é o plano original, mas em Cristo Jesus este plano poderá ser restituído). Deus também programou onde nasceríamos e onde viveríamos para o propósito dEle. Nossa raça e nacionalidade não são um mero acaso; Deus não deixou nenhum detalhe ao acaso. Ele planejou isso tudo para o propósito dEle. Lemos hoje em Atos 17.24-26: De um só fez ele todos os povos, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar. Veja bem, nada em nossa vida é casu­al, tudo foi feito em função de um propósito. E o mais incrível: Deus decidiu como você nasceria. Independen­temente das circunstâncias de seu nascimento e de quem são seu pais, Deus tinha um plano ao criá-lo. Não importa se seus pais foram bons, ruins ou indiferentes. Deus sabia que esses dois indivíduos possuíam a cons­tituição genética específica para criar você em especial, exatamente como ele tinha em mente. Eles tinham o dna que Deus queria para formá-lo. Embora existam pais ilegítimos, não existem filhos ilegítimos. Muitos filhos não foram planejados pelos pais, mas não são um imprevisto para Deus. O propósito de Deus levou em conta o erro humano e até mesmo o pecado. Quando uma criança é concebida por um erro, Deus reconfigura e dá para esta criança a mesma oportunidade de todos, Ele já contava com isto, quando uma criança é concebida na terra, lá no céu já há um plano de salvação para ela. Deus nunca faz nada por acaso, e ele nunca comete erros. Ele tem um motivo para tudo que criou. Todas as plantas e animais foram planejados por Deus, e cada pessoa foi idealizada com um propósito. O motivo para Deus tê-lo criado foi o amor que ele tem. A Bíblia diz em Efésios 1:4 que muito antes de estabelecer as fundações da terra, Deus já nos tinha em mente, tendo nos escolhido como foco de seu amor. Em Isaías 45:18 diz que Deus moldou a terra e a fez, ele fundou-a; não a criou para estar vazia, mas a formou para ser habitada. Por que Deus fez tudo isso? Por que enfrentou todo o incômodo de criar um universo para nós? Porque Ele é um Deus de planos e propósitos movido por amor. Você foi criado para ser um alvo espe­cial do amor de

Fazemos parte do projeto original de Deus Read More »

O motivo da nossa existência

Colossenses 1:13-20; Salmos 92:12-15 Neste texto de Colossenses podemos verificar que tudo, absolutamente tudo, nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sim, todas as coisas começaram em Jesus Cristo e nEle encontram seu propósito. Podemos ver que Deus criou tudo para que nós pudéssemos desfrutar e viver em plenitude, somos a coroa da criação, Ele nos criou para um propósito e não podemos viver apenas por viver, nossa vida vai além desta vida terrena e em Deus está a reposta para nos completar e nos fazer plenos.                                                                                                    Em Salmos 92 diz que os justos florescerão como palmeira, crescerão como cedro no Líbano, plantados na casa do Senhor. Essa promessa maravilhosa está reservada para os justos, sabemos que em Jesus Cristo somos justificados. Justificação é quando Deus declara justo todo aquele que recebe a Jesus Cristo como Senhor e salvador, pois é baseado na justiça de Cristo que nossas dívidas são debitadas, nEle somos considerados justos. Em Romanos 3:21-26 diz que sem lei se manifestou a justiça de Deus, testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que creem; porque não há distinção, pois todos pecaram e precisam da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus. Redenção fala de perdão e libertação. O papel do redentor é pagar as dívidas e liberar o redimido da sua escravidão. Aqueles que foram justificados, são plantados na casa do Senhor e ali florescerão nos seus pátios e mesmo na idade avançada, serão vigorosos e cheios de seiva que significa vida. Estes darão frutos e proclamarão que o Deus Eterno é reto e justo. Ele é a nossa rocha, e nele não há injustiça. Por isso nossa vida precisa ir além de nós mesmos, além daquilo que o mundo possa oferecer, somos eternos criados por um Deus eterno e com um propósito de uma vida eterna Segundo Provérbios 11:28, uma pessoa dedicada em apenas às coisas materiais, si torna uma pessoa sem vida, é como um tronco cortado, mas uma vida moldada e direcionada por Deus, se torna uma árvore frutífera com folhas verdejantes e florescentes. A Bíblia faz várias comparações acerca da nossa vida, somos comparados com ovelhas, com peixes e com arvores que precisam ser frutíferas. Israel, Jerusalém e o povo Judeu na bíblia são comparados com a oliveira, com a figueira, com a videira e até com um espinheiro. Em Oséias 9.10 o Senhor, diz: “Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova…”  Jesus no evangelho de João 15 disse que ele é a videira e nós somos os ramos  e, se permanecermos nEle, daremos muito fruto. Devemos aprofundar nossas raízes espirituais na fonte de Cristo, de onde recebemos a agua espiritual da vida. O mundo é um deserto que nunca satisfará plenamente as pessoas, mas quando temos fé e confiança em Jesus Cristo, somos comparados a árvores sustentadas pela água das nascentes escondidas sob a terra seca. Isso é muito interessante, pois até as arvores foram criadas para cumprirem um propósito, e todas elas precisam ter raízes profundas e alimentadas pelas proteínas e minerais encontradas na agua e no solo. Muito interessante que aqueles que se alimentam delas, espalham as suas sementes e elas se multiplicam. Em Jeremias 17:7,8 diz que felizes são os que confiam no Senhor, pois são como árvores plantadas às margens de um rio, cujas raízes alcançam águas profundas. Tais árvores não são afetadas pelo calor nem se preocupam com longos meses de seca. Suas folhas permanecem verdes e produzem muito fruto delicioso. Biblicamente falando somos arvores plantadas na casa do Senhor, há um rio na casa de Deus representado pelo Espírito Santo e muito alimento representado pela Sua Palavra, a Bíblia. Também a unção de Deus, a Sua alegria, o Seu poder, a revelação, a oração, a comunhão, o louvor e a adoração a Ele, são alimentos para a nossa alma e espírito. Quando estamos integrados no reino de Deus através da igreja que no nosso caso envolve as Células, as redes, a equipe de doze, Escola de Líderes, Encontros, seminários e congressos; somos fortalecidos em todas as áreas da nossa vida. Este alimento espiritual nos faz crescer, amadurecer e prosperar, para que aqueles que se alimentam dos nossos frutos se tornem frutíferos e multiplicadores do amor e da graça de Cristo na vida de outras pessoas. O propósito de Deus para a nossa vida é que sejamos arvores frondosas, felizes e frutíferas, onde muitos encontraram sombra que significa cobertura, liderança, cuidado, proteção e também onde muitos como pássaros, encontram lugar em nós para fazerem ninhos gerando seus filhos reproduzindo neles a mesma essência. Vivemos por um propósito e isso nos leva a viver o verdadeiro sentido para a vida. Como diz o texto de Colossenses 1:15-16, tudo Começa com Deus, pois tudo, absolutamente tudo, nos céus e na terra, visíveis e invisíveis…, sim, todas as coisas começaram nEle e nEle encontram seu propósito. Sem a existência de Deus, tudo fica cinza, tudo se perde, tudo acaba, sem Deus a vida não tem sentido, pois acaba a esperança e o objetivo de lutar e se guardar para algo maior. Deus não é apenas o ponto de partida de nossa vida, Ele é a fonte dela. Para descobrirmos o propósito da nossa existência, precisamos voltar para a Pala­vra de Deus, e não para a sabedoria do mundo. É em Cristo que descobrimos quem somos e o propósito de nos­sa vida. Muito antes de termos ouvido falar de Cristo e de termos erguido nossas espe­ranças, ele já tinha seus olhos sobre nós; já havia planejado para

O motivo da nossa existência Read More »

Regras fundamentais no Discipulado

Mateus 28.18-20 “Ide e fazei discípulos de todas as nações” O maior mandamento ministerial do Senhor para nós é fazer discípulos. Todos são chamados a participar dessa tarefa, que não é um dom especial, e sim um mandamento. Diante desse mandamento, todos os que creem em Cristo não tem outra opção senão obedecer. O caráter do seguidor de Jesus é testado pela obediência aos Seus mandamentos, e o fazer discípulos é, sem dúvida, a maior implicação da obra de pós-Calvário de Cristo. O que é o discipulado? É o relacionamento entre um mestre e um aprendiz baseado no modelo, que é Cristo. Por ele o mestre reproduz no aprendiz a plenitude da vida que há em Cristo, capacitando o aluno a treinar outros para que também ensinem novos discípulos. Esse relacionamento liga a pessoa à cadeia de autoridade existente na Igreja. Assim, o discípulo é acompanhado em seu processo de crescimento e ajudado a conformar sua vida com o propósito de Deus, como também a se encaixar na vida da Igreja. Discipular é transmitir a vida de Jesus. É reproduzir essa vida em outras pessoas, ensinando-as a guardar tudo que Ele ordenou e essa incumbência deve se reproduzir na vida do discipulo. Supervisão e discipulado Vivemos em um tempo pós-explosão celular e por conta de já estarem calmos os corações no ato de anunciar a palavra através das células, então se faz necessário acompanhamento de perto, uma supervisão acompanhada de ajustes e encorajamento. 1. Supervisão e acompanhamento* Cuidado! Para que uma supervisão e apascentamento seja feito com eficiência precisamos nos posicionar e delimitar: Supervisor x supervisionado; Discipulador x discipulado; Líder x liderado. A grande arma contra o crescimento e êxito é: Muita amizade gera conformidade, muita festa gera libertinagem; Muita intimidade num futuro gera argumentos infundados contra o líder, preserve-se sem perder o amor por vidas. Para obtermos saúde no processo de apascentamento e supervisão, o líder e o discípulo tem que assumir e reconhecer os papéis a serem assumidos por ambos. Obs. Quando Jesus chamou os discípulos de amigos, ele o fez na perspectiva de transparência em sua relação com Deus (então seu líder na missão) e tb na partilha em relação ao seu ministério na terra. "Tudo que eu faço vcs conhecem." Pergunta: Nossa vida é de transparência? Ou o que vc faz seus discípulos nem podem sonhar que vc faz? Reflita e caso a resposta seja negativa, então vc é fanfarrão, prega uma amizade falsa, é amigo de copo, de farra, de brincadeira, e qdo alguém lhe questionar sobre a visão e missão, dificilmente vai ter ousadia de dizer a frase: pra trás de mim satanás, ou quem sabe de forma mais ética um simples, vc está equivocado e precisa mudar seu pensamento. 2. Discipulado e desenvolvimento Discipulado é o processo de forjar liderança, não reunião de comadres e compadres. Tem que haver desenvolvimento, confronto sadio para forjar caráter. Analise: Se em seu processo de discipulado tem mais cajado do que vara, ou mais beijo do que olhar fixo nos olhos, então está na hora de mudar. Igreja celular não é clube de amigos, mas casa de profetas! Conclusão: Fortalecendo os 12 É preciso um fortalecimento espiritual, intelectual para gerar futuras células sadias e com poder de conquista. Vamos cumprir estes princípios e entrar em concordância e unidade. A linguagem e a visão têm que ser a mesma: Não criemos uma nova visão ou linguagem pra nós mesmos, é hora de alinhamento e submissão á chamada de 12 fiel, á visão m12.   Shallom  

Regras fundamentais no Discipulado Read More »

O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Final

Gálatas 5:16-17, 22-23; II Pedro 1:5-6 Neste capítulo de gálatas Deus nos mostra uma guerra acontecendo dentro de nós diariamente. Nesta guerra precisamos decidir entre egocentrismo ou Cristocentrismo. Quando eu reino prevalece a vontade da carne, isto é, os desejos carnais, e isto me afasta de Deus. Quando Cristo Reina, prevalece o Espírito Santo e isto significa que o nosso espírito (coração) está sendo guiado por Deus. O livro dos Gálatas não foi escrito para os incrédulos, mas para os cristãos. Portanto essa é uma luta que os cristãos enfrentam. Graças a Deus, porém, que o caminho de vitória nos é mostrado em Gálatas 5:17 que diz:: “Andai no Espírito, e jamais satisfareis ao forte desejo da carne”. Em Cristo tenho o poder de andar em vitória sobre a carne. Quando somos guiados pelo Espírito Santo o caráter de Cristo é desenvolvido em nós, o resultado será o fruto do Espírito sendo refletido através das nossas palavras e atitudes. É assim que Jesus é, e devemos nos tornar semelhantes a Ele em nossa vida no caminhar Cristão. O fruto do Espírito será uma grande benção para nós, para outras pessoas, e para Deus, pois seremos completos e muitos serão alcançados com a salvação que redundará em líderes prósperos, frutíferos e multiplicadores. As manifestações do Fruto do Espírito estão interligadas, pois o Amor reflete alegria e esta alegria gera paz. A paz desenvolve a longanimidade e a longanimidade se define com paciência, e toda pessoa pacífica é benigna e essa benignidade se revela na bondade. A bondade reflete fidelidade e toda pessoa com o caráter fiel, tem mansidão e esta mansidão nos capacita para a auto liderança, quem se domina se torna modelo. É um processo gradativo, somos nós que definimos como queremos ser ou com quem queremos nos parecer.  Para nós Jesus Cristo sempre será o nosso modelo, mas este modelo precisa ser visto pelas pessoas através de cada um de nós. Hoje falaremos sobre a última característica do Fruto do Espírito, Domínio próprio.  Para tudo o que é verdadeiro tem o falso, se não existir o original, não tem com existir o paralelo. O autocontrole não é o domínio de nossas vidas através de nossos próprios esforços ou da nossa própria força de vontade como sendo a única fonte. É necessário a ação do Espírito Santo em nós, caso contrário será apenas um esforço limitado de duração pequena em apenas alguns momentos da vida. O falso Fruto reflete a própria carne, é as funções da alma separadas do controle de Deus; pessoas sem o fruto do Espírito são pessoas indisciplinadas, imorais e rebeldes contra todas as autoridades; A tendência da velha natureza reflete independência de Deus, são pessoas que andam nas suas próprias leis, elas se bastam a si mesmas, não conseguem se dominar e nem se submeter a ninguém. Quem tem Autocontrole, tem o poder de se dominar, isto procede de dentro, é uma liderança interior; Esta ação refere-se claramente ao controle, negação e disciplina da vida do nosso ego, através do Espírito Santo que se utiliza da Palavra de Deus para nos transformar. O verdadeiro autocontrole significa deixar-se ser controlado por Deus. Quando eu me controlo segundo as leis de Deus, então é Ele estabelecendo até onde eu devo ir ou o que devo fazer em determinado momento. A essência do domínio próprio ou moderação, ou ainda temperança, está nas palavras do sábio Salomão em Provérbios 25:28 que diz: "Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito.” Este é o sintoma especial do Espírito Santo, porque é a evidência de uma vida cristã madura. Ele aparece no fim da lista, mas certamente não é de menos importância. Uma vez que você começa a entrar num processo verdadeiro de santificação com o Senhor, o Espírito Santo espera que você logo se mova nesta qualidade específica. Em Romanos 8:5 diz: “Pois os que são segundo a carne, inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.” Todos temos certa quantia de defeitos de caráter operando em nossa personalidade. Há algumas características negativas que terão de desaparecer. A Bíblia fala-nos que nosso espírito e nossa carne estão em guerra um contra o outro nesta vida. A nossa carne quer autogratificação imediata a todo custo e fará tudo para consegui-lo. Nosso espírito sabe que alguns de nossos desejos carnais não são corretos e, em consequência, haverá uma guerra entre os dois, às vezes bem intensa. E a única coisa que poderá frear e controlar alguns desejos da nossa carne é a qualidade do domínio próprio. A vida cristã é um campo de batalha aonde temos que brigar contra inimigos tanto externos como internos. É, pois, extremamente importante que cooperemos com o Espírito Santo nesta batalha entre as forças de justiça e as forças do mal que lutam pelo domínio de nossa personalidade. Domínio próprio é o controle de alguém sobre si mesmo; no contexto das Escrituras, o controle de si mesmo existe para estar em harmonia com a vontade de Deus. Significa moderação, sobriedade, continência, autodomínio. Consiste em aplacar os apetites e o uso excessivo dos sentidos. É o controle da maneira que a pessoa deve utilizar os bens materiais, de maneira particular a comida, a bebida e os apetites sexuais. O domínio próprio ou moderação é reter os desejos em estado normal, perfeitamente natural, sob os limites estabelecidos por Deus. Ter domínio próprio significa ter moderação, controle racional de impulsos naturais, ser sóbrio, tranquilo, tendo domínio dos desejos pessoais, emocionais, sexuais e das paixões. Indica uma vida autodisciplinada. Seguindo o exemplo de Cristo que disse estar no mundo, mas não ser do mundo. É o mesmo que ter controle ou disciplina que precisa ser exercitada no comportamento. É a maestria de si mesmo, a capacidade de nos conter nas próprias emoções, desejos e impulsos, de tal modo que possamos servir a Deus e aos outros. Em Provérbios 16:32 Salomão

O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito – Final Read More »