Estudo

A História de Israel – Parte Final

Da Guerra para Paz Enquanto a guerra de 1973 custou a Israel o GNP de um ano, até a segundo a metade de 1974 a economia já se tinha recuperado. Os investimentos estrangeiros cresceram consideravelmente e, também com Israel que se torna um sócio vitalício do Mercado Comum Europeu (1975), novas saídas potenciais se abriram para os israelitas. O turismo começou a aumentar e o número anual de visitas passou a marca de um milhão.   As eleições de 1977 do Knesset trouxeram a coligação política do Likud, uma coalizão de liberal e partidos de centro, terminando um domínio de quase 30 anos do Partido Operário. Ao assumir um cargo público, o novo primeiro-ministro, Menachem Begin, reiterou o compromisso feito pelos primeiros-ministros anteriores, a fim de se esforçar para haver paz permanente na região e chamou os líderes árabes para vir à mesa de negociações com Israel   As constantes rejeições dos árabes às aproximações de Israel para paz estavam agora quebradas com a visita de Presidente egípcio Anwar Sadat a Jerusalém (novembro de 1977), que seguiu-se às negociações entre o Egito e Israel sob os auspícios dos americanos. O resultado foi o Acordo de Camp David (setembro de 1978) contendo um arcabouço para uma paz duradoura no Oriente Médio, inclusive uma proposta detalhada para um governo autônomo dos Palestinos. Em 26 de março de 1979, Israel e Egito assinaram um tratado de paz em Washington, DC, trazendo um fim a 30 anos de guerra entre eles. Conforme as condições do Tratado de Paz entre Israel-Egito, Israel completou sua retirada da península de Sinai (abril de 1982), trocando cessar-fogo anterior por acordos de armistício e o reconhecimento das fronteiras internacionais mutuamente reconhecidas.   Alguns dos estados africanos que tinham cortado relações com Israel como resultado de pressão de árabe durante a crise do petróleo em 1973, restabeleceram seus contatos com Israel nos anos oitenta, dando um impulso renovado às relações econômicas entre os países, como também o restabelecimento das relações diplomáticas formais.   1982 – Operação Paz para a Galiléia A fronteira limite internacional com o Líbano nunca foi desafiada por qualquer lado. Porém, quando a Organização para a Liberação da Palestina (OLP) se transferiu para o Líbano meridional depois de serem expulsos da Jordânia (1970), começaram a perpetrar repetidas ações terroristas contra as cidades e aldeias ao norte de Israel (Galiléia) o que causou muitas vítimas e muitos danos as Forças de Defesa de Israel, que cruzaram a fronteira do Líbano (1982). A “Operação Paz para a Galiléia” resultou na remoção da infra-estrutura organizacional e militar de OLP da área. Desde então, Israel manteve uma pequena zona de segurança no Líbano meridional adjacente a sua fronteira ao norte, para salvaguardar sua população na Galiléia contra ataques continuados através de elementos hostis.   Durante os anos oitenta, Israel absorveu mais de 700,000 novos imigrantes, principalmente da União soviética, da Europa Oriental e da Etiópia. A afluência de tantos consumidores novos como também um número grande de trabalhadores qualificados e inexperientes, associando–se com medidas rígidas para controlar a inflação, impulsionou a economia em um período de expansão acelerada e atinge uma alta taxa do crescimento de GDP entre os países Ocidentais.   O governo que assumiu o poder após as eleições do Knesset em 1984, foi composto das duas coligação políticas principais – Trabalhista (esquerda/centro) e o Likud (direita/centro). Foi substituído em 1988 por uma coalizão liderada pelo Likud que ao término de seu mandato de quatro anos foi seguida em 1992 por uma coalizão do Partido Trabalhista de esquerda-de-centro menores. Durante estes anos, cada governo trabalhou para a realização da paz, para o desenvolvimento econômico e absorção de imigrantes de acordo com suas próprias convicções políticas.   Paz na Região Desde a assinatura do Tratado de Paz entre Egito-Israel (1979), várias iniciativas foram tomadas por Israel e outros para avançar no processo de paz no Oriente Médio. Estes esforços conduziram eventualmente ao acordo de Paz na Conferência de Madrid (outubro de 1991), liderados pelos americanos e patrocinados pelos soviéticos, que reuniram os representantes de Israel, Síria, Líbano, Jordânia e os Palestinos. Os procedimentos formais foram seguidos através de negociações bilaterais entre os partidos e por conversas multilaterais que externam suas preocupações regionais.   Conversas bilaterais Israel e o Palestinos: Nos meses seguintes aos contatos de bastidores intensivos em Oslo entre negociadores para Israel e os Palestinos – Organização de Libertação da Palestina (OLP), uma Declaração de Princípios (DOP) foi formulada esboçando arranjos de um governo autônomo para os Palestinos no “Banco Ocidental” e na Faixa de Gaza. Sua assinatura foi precedida por uma troca de cartas (setembro de 1993) entre o líder da OLP, Presidente Yasser Arafat e primeiro-ministro Yitzhak Rabin, no qual a OLP renunciou ao uso do terrorismo, empenhado-se a invalidar esses artigos em sua Convenção, artigos estes que negam o direito de Israel a existir, e se comprometeu a uma resolução paz no conflito ao longo de uma década entre o Palestinos e os judeus na terra. Em resposta, Israel reconheceu a OLP como o representante do povo palestino. Assinado por Israel e a OLP em Washington, DC em setembro de 1993, o Documento contém um conjunto de acordos comuns, traduzidos em princípios gerais relativos a um período de cinco anos, que é um período interino de auto-gestão dos palestinos, a ser implementado em quatro fases. O primeiro passo fixa a auto-gestão na Faixa de Gaza e área de Jericó e aconteceu em maio de 1994. Em agosto do mesmo ano, a segunda fase foi introduzida envolvendo a transferência de poderes e responsabilidades para os representantes palestinos no Banco Ocidental por autorização prévia em cinco esferas específicas – educação e agricultura, saúde, previdência social, taxação direta e turismo. O Acordo israelita-palestino Interino de setembro de 1995, constituindo a terceira fase, previa um governo autônomo palestino mais amplo no Banco Ocidental por meio de uma autoridade autônoma eleita – o Conselho Palestino – permitiria aos Palestinos administrar os seus próprios negócios internos.   A última fase –

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A História de Israel – de 1948 até hoje – Parte 1

Independência Em 14 de maio de 1948, o Estado de Israel foi proclamado de acordo com o plano de partilha da ONU (1947). Menos de 24 horas depois da proclamação, os exércitos regulares de Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram o país e forçam o Israel a defender a sua soberania recém- recuperada em sua terra ancestral. No que foi conhecida como a Guerra da Independência de Israel, os recentemente formados exércitos de Israel, conhecidos como Forças de Defesas de Israel, (IDF) pobremente equipadas, repulsaram os invasores lutando intermitente e ferozmente contra os inimigos. Essa guerra durou uns 15 meses e ceifou mais de 6.000 vidas israelitas (quase um por cento (1%) da população judia do país na ocasião).   Durante os primeiros meses de 1949, negociações diretas foram conduzidas sob os auspícios da ONU entre o Israel e cada dos países invasores (menos o Iraque que se recusou a negociar com Israel para fechar o acordo de cessar fogo), resultando em acordos de armistício que refletiram a situação ao término da batalha. Adequadamente, a planície litorânea, a Galiléia e o todo o Negev ficaram dentro da soberania de Israel, Judéia e Samaria (o Banco Ocidental) estavam sob os auspícios da Jordânia, a Faixa de Gaza ficou sob a administração egípcia, e a cidade de Jerusalém foi dividida, com a Jordânia, que controlava a parte oriental, inclusive a Cidade Velha, e Israel o setor ocidental.   Reconstruindo o Estado Ao final da guerra, Israel enfocou seus esforços em reconstruir o estado que tinha lutado tanto e tão duramente para recuperar. O primeiro Knesset (parlamento) tinha 120 lugares e entrou em sessão e eleições nacionais logo a seguir (25 de janeiro de 1949), na qual quase 85 por cento de todos os eleitores lançaram suas cédulas nas urnas. Duas das pessoas que tinham conduzido Israel a independência se tornaram os líderes do país: David Ben-Gurion, líder da Agência Judaica, foi escolhido como o primeiro primeiro-ministro, e Chaim Weizmann, líder da Organização Sionista Mundial, foi eleito pelo Knesset como o primeiro presidente. Em 11 de maio de 1949, Israel ocupou o seu assento como o 59º participante das Nações Unidas.   David Ben-Gurion, homem de visão conforme o conceito do “colheita dos exilados”, que representa o coração de Israel, abre os portões do país reafirmando o direito de todo judeu de voltar ao seu país e, quando chegar, adquirir a cidadania. Nos primeiros quatro meses de independência, uns 50.000 imigrantes, principalmente os sobreviventes de Holocausto, cruzaram as fronteiras de Israel. Ao final de 1951, um total de 687.000 homens, mulheres e crianças tinham chegado, e mais de 300.000 deles, eram refugiados de terras árabes, dobrando assim a população judia.   A tensão econômica causada pela Guerra da Independência e a necessidade de rápida provisão para a população crescente, requeria severidade no país e a ajuda financeira de fora. A ajuda estendida pelo governo dos Estados Unidos, os empréstimos americanos ajudam, as contribuições dos judeus da Diáspora e as compensações alemãs do pós-guerras, serviram para reconstruir alojamentos, mecanizar a agricultura, montar uma frota mercantil e uma linha aérea nacional, explorar os minerais disponíveis, desenvolver as indústrias e ampliar as estradas, telecomunicações e redes elétricas.   Ao fim da primeira década, o país dobrou a sua produção industrial, assim como o número de pessoas empregadas, com as exportações industriais que quadruplicaram. A vasta expansão da agricultura provocou a auto-suficiência na provisão de produtos básicos, excluindo-se a carne e os grãos, e as áreas de baixo de cultivo aumentaram dramaticamente. Uns 50.000 acres (20.000 hectares) de terra estéril foi reflorestada, e foram plantadas árvores ao longo de quase 500 milhas (800 km.) de estrada.   O sistema educacional que tinha sido desenvolvido pela comunidade judia no período de pre-estado, tem agora incluído o setor árabe, foi grandemente ampliado. A freqüência da escola ficou livre e compulsória para todas as crianças na faixa de 5-14 anos (desde 1978, é obrigatório até os 16 anos e livre após os 18). Atividades culturais e artísticas floresceram e misturam o Oriente Médio, o Norte da África, e elementos Ocidentais, com judeus que chegam de todas as partes do mundo trazendo com eles as tradições, inigualáveis de suas próprias comunidades, como também aspectos culturais que prevalecem nos países onde eles tinham vivido por gerações.   1956 – A Campanha do Sinai Entretanto, os anos de construção do estado foram obscurecidos através de sérios problemas de segurança. Os acordos de armistício não só falharam na construção de estradas para a paz permanente, como também foram violados constantemente. Contradizendo a resolução de 1 de setembro de 1951, editada pelo Conselho de Segurança da ONU, Israel e também suas fronteiras-marítimas foi advertido quanto a atravessar o Canal de Suez; o bloqueio do estreito de Tirana foi intensificado; incursões em Israel de esquadras terroristas de países árabes vizinhos para assassinato e sabotagem aconteceram com freqüência crescente; e a península de Sinai foi convertida gradualmente em uma enorme base de exército egípcio. Após a assinatura da aliança militar triparte pelo Egito, Síria e Jordânia (Outubro de 1956), a ameaça iminente para a existência de Israel foi intensificada. No curso de uma campanha de oito-dias, o IDF capturou a Faixa de Gaza e a península do Sinai inteira, detendo 10 milhas (16 km.) a leste do Canal de Suez. Uma decisão das Nações Unidas para estacionar uma Força de Emergência da ONU (UNEF) ao longo da fronteira Egito-Israel e as garantias egípcias para a livre navegação no Golfo de Eilat, Israel foi levado a concordar com uma retirada em fases (novembro de 1956 – março de 1957) das áreas conquistadas algumas semanas antes. Por conseguinte, foram abertos os Estreito de Tiran e habilitam o desenvolvimento do comércio com leste asiático e com os países africanos Orientais como também importações de petróleo do Golfo Pérsico.   Continua

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A importância da comunhão do corpo de Cristo

  Atos 2:42-47 Deus é o autor da família e seus olhos estão voltados para cumprir o propósito estabelecido no lar, é no meio da família que Ele derrama Seu amor de Pai e, através do fluir da benção em cada casa o Seu reino está sendo implantado aqui na terra.   Nós somos gratos a Deus que nos trouxe esta visão de células onde podemos cuidar uns dos outros mais de perto, podemos suprir as necessidades uns dos outros e conhecer melhor cada irmão, tendo um relacionamento melhor, isto é discipulado e é maravilhoso. Glórias á Deus.   Nossa visão é "Sermos uma igreja família que vive o amor de Deus".  Vejam, no nosso contexto da sociedade hoje parece algo distante da realidade, mas eu te digo que isto é possível através da igreja em células. Pense no que está acontecendo no mundo sem Deus! “As nossas crianças estão sendo corrompidas, os jovens estão sendo contaminados e as famílias estão sendo destruídas! Precisamos reverter este quadro na nossa vida, família e igreja e assim ajudar outros também a viver o melhor de Deus!” No texto que lemos acima diz que em cada alma havia temor, eram pessoas quebrantadas que já tinham tido uma experiência pessoal com Jesus, tinham sido cheios do Espírito Santo, e estavam vivendo uma experiência de amor entre os irmãos.   O contexto social que a igreja primitiva foi levantada não foi muito diferente do nosso, haviam pessoas necessitadas, desempregadas, doentes, havia injustiça social, as pessoas eram oprimidas, eram desprezadas, as autoridades só pensavam em si mesmo, eram voltadas para extorsão, para cobrar impostos absurdos, e o dinheiro falava mais alto. Veja, foi neste meio caótico que um povo é levantado por Deus, e eles começaram a fazer diferença naquela geração. Era a igreja do Senhor Jesus Cristo em ação! Aquele povo chegou para fazer conhecido o amor de Deus, para fazer conhecido a verdadeira vida, ali às pessoas eram valorizadas e respeitadas. Ali havia tratamento e restauração na vida das pessoas para a glória de Deus.   As pessoas hoje estão muito mais carentes de amor e aceitação e precisamos ser a resposta de Deus para os seus anseios. Uma experiência que temos tido é que as células e grupos de discipulados tendem a se tornar mais frutíferos na medida em que se parecem mais com uma família. A igreja precisa ser uma grande família. A seara está madura em nosso País e existem muitos tipos de pessoas machucadas que serão alcançadas exclusivamente em um ambiente de amor e aceitação familiar. Somente como família a igreja pode ser resposta para as mães solteiras, as abandonadas, os traumatizados, os rejeitados sociais, os marginalizados, os pobres e os esquecidos. Não somente estes, mas para todos, não importando a sua classe social ou sua formação acadêmica, na realidade hoje mais do que nunca, todos precisam de uma experiência sobrenatural com Deus.   A Palavra de Deus fala muito de hospitalidade, de dar comida, bebida e guarida ao estrangeiro e ao peregrino. Em Hebreus diz que alguns chegaram mesmo a hospedar anjos, sem saber. O lar também foi o lugar onde a igreja teve a sua origem e o partir o pão de casa em casa era algo vital na igreja primitiva.                 Na mente de todo homem, o lar é o ponto de convergência. O lugar de aceitação e de expressão incondicionais. É um lugar de acolhimento e aconchego. A igreja dentre tantas ilustrações bíblicas, é um lar que deve ter todas essas expressões de vida e amor. E é exatamente essa a visão igreja em célula no modelo dos doze, um lugar de acolhimento em amor onde cada um protege a alma do outro.   O fato é que não podemos expressar a Cristo como corpo a não ser através da vida em comunidade, desta forma o relacionamento se torna mais fácil e o apascentamento se torna uma realidade na vida de todos. Deus te abençoe poderosamente! Pastor Eliezer  

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A maneira bíblica de ser igreja

  Texto: Efésios 2:19-22   Uma das muitas ilustrações da Igreja no Novo Testamento é o edifício. Assim como um edifício precisa ter um alicerce para ficar firme e não vacilar, assim deve ser o corpo de Cristo, a igreja, bem como a nossa vida espiritual, a nossa família, etc.   Em I Coríntios 3:10-11 diz que o alicerce da Igreja deve ser Cristo. Ele é a nossa base. Como um edifício a Igreja deve seguir uma planta. Nenhum construtor prudente começaria um edifício sem antes fazer uma planta. Deus é um construtor sábio e Ele nos deu a planta de sua igreja. Assim como Moisés deveria construir o tabernáculo exatamente como vira no monte, nós também não temos o direito de colocar nossas preferências pessoais na construção de Deus. Está chegando o dia em que tudo o que não foi feito segundo o modelo do monte será removido por Deus. (Ex. 25:40).   Toda igreja local deve ser um edifício, todavia um grupo de crentes pode se reunir aos domingos e ainda assim não ser um edifício. Para ser um edifício, as pedras devem estar unidas umas às outras, ligadas pela argamassa do Espírito, edificadas sobre um alicerce espiritual que é Cristo e organizadas dentro de um projeto do edificador que é Deus. Pedras isoladas e amontoadas aos domingos não constituem um edifício. Em um depósito de material de construção tem tudo que está no edifício, mas com uma única diferença, no edifício os materiais estão vinculados, isto é, ligados um no outro, estão bem unidos, situação que não ocorre no depósito de material de construção. Percebemos que ao longo da história quando uma igreja cresce, fica difícil conciliar e manter tais vínculos. A única alternativa é edificarmos a igreja nas reuniões menores, ou seja, nas células. Uma igreja com mais de duzentas pessoas já não consegue manter vínculos satisfatórios e nem um apascentamento eficaz, precisamos dos grupos menores para estabelecer e firmar estes vínculos.             O corpo é outra ilustração da Igreja no Novo Testamento. A igreja é um corpo. Em um corpo a principal característica é a união dos membros expressando vida. Para ser um corpo, os membros precisam estar vinculados, ligados uns aos outros para que o sangue da vida de Deus circule entre eles. Muitas igrejas se tornaram apenas organizações, mas Deus quer edificar um organismo vivo.   Se somos uma organização, o máximo que conseguimos é juntar os membros como uma associação que se reúne em cadeiras enfileiradas. Não há conhecimento mútuo, não há comunhão e nem amor. É como se fosse possível o braço não conhecer a mão e esta, por sua vez, desconhecer os dedos. Naturalmente não podemos estar ligados a todos no corpo, mas quando não estamos ligados a ninguém não podemos dizer que estamos no corpo de maneira prática.   Onde não há vínculos não há vida. Praticam-se cerimônias frias e impessoais, sem compromisso e sem ligaduras. Isto é no máximo uma organização, nunca um organismo. Simplesmente termos células não nos farão um organismo, mas, se não termos, definitivamente nunca chegaremos lá, pois é na célula que a comunhão entre os irmãos se torna mais íntima e o apascentamento mais eficaz.   Vamos fazer uma breve comparação entre um organismo e uma organização. No organismo os membros estão vinculados; na organização estão associados. No organismo os membros têm funções; na organização têm cargos. No organismo cada membro tem um ministério; na organização mandatos. Na organização trabalhamos por responsabilidade ou recompensa; no organismo temos encargos de vida. Na organização a autoridade é pelo cargo; no organismo a autoridade vem pela vida e pelo reconhecimento, pois a liderança é conquistada e não imposta. Mas o principal é que a organização é algo morto e o organismo é essencialmente vivo.             É bom lembrar, porém, que as células podem existir em uma igreja e não fazer diferença, porque elas são o resultado daquilo que somos como igreja. Elas apenas refletem a nossa realidade espiritual. Se somos uma igreja fria, teremos células frias, se somos formais, teremos células formais, se os líderes forem imaturos, as células também serão imaturas, e assim por diante. Se não existir um processo que ajude as pessoas a crescerem, se o caráter não for tratado, se não houver cura, libertação, restauração, ensino, capacitação, treinamento, apascentamento e discipulado pessoal, teremos líderes problemáticos que causarão prejuízo no rebanho e no reino de Deus.   As células não são um ministério novo dentro da igreja; elas são a igreja funcionando, onde todos os membros convivem em harmonia, unidade e propósito. Não há um ministério de células, mas há ministérios nas células. Elas são uma maneira de nos organizarmos, de sermos expressivos e eficientes dentro da visão que Deus nos deu. As células são a nossa maneira de sermos igreja e, igreja deve ser uma grande família que vive o amor de Deus.   A consolidação, o Encontro, a escola de líderes, o discipulado, o reencontro, o encontro de santidade, etc., visam cura, libertação, crescimento e treinamento em todos os níveis na vida dos discípulos e futuros líderes de excelência. Visamos o crescimento daqueles que andam conosco para uma conquista sem igual. Continua…   Deus te abençoe!   Pastor Eliezer    

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O propósito do discipulado visa o crescimento saudável do cristão

  Romanos 10:17; II Tm 2:1,2   Todo crente necessita de uma dieta espiritual equilibrada que envolve ouvir e falar.               A Palavra de Deus declara no texto acima que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Cristo quando pregada. Quando participamos da reunião de celebração o alvo é recebermos fé como combustível para vencermos o diabo, o pecado e o mundo. Deixar de ouvir a Palavra semanalmente é algo trágico para a nossa saúde espiritual.                 Por outro lado a Palavra de Deus também declara que nós precisamos falar para crescer. II Coríntios 4:13 diz: “Eu cri, por isto é que falei, também nós cremos por isto é que falamos”. É pelo falar que somos cheios do Espírito, é pelo falar que geramos, liberamos, ministramos e fazermos quase toda a obra de Deus. Aprendi no curso de maturidade a comparar esses dois aspectos com a tinta na porcelana. Quando nos reunimos na reunião para ouvir recebemos a tinta em nós como porcelana. Essa tinta é boa, mas ainda pode ser removida. Mas quando a porcelana é levada ao forno a tinta é impregnada e passa a fazer parte da porcelana. Quando falamos estamos impregnando de forma definitiva em nós aquilo que ouvimos anteriormente, pois meditamos antes de falar e, agora desceu ao nosso coração. Se apenas ouvimos ainda não podemos dizer que aquilo nos pertence, mas quando falamos é porque desceu ao coração e então liberamos aquilo que está dentro de nos e aquilo de fato se torna nosso. Ouvimos nas reuniões de celebração, na escola de líderes, etc., para recebermos fé e, falamos nas reuniões pequenas de discipulado e nas células para crescermos em fé.   Cremos que cada membro deve ser apascentado, pois Jesus mostrou isso na prática.                         Não podemos negar que a reunião geral da igreja é um poderoso instrumento de evangelização. São muitos os que se agregam a partir de reuniões de cura e libertação, de reuniões de evangelismo e dos cultos de celebração de domingo. As igrejas centradas em programas sem dúvida podem crescer, mas uma característica sempre estará presente: um grande rodízio de membros. As pessoas vêm e vão com extrema facilidade e as que permanecem não crescem e em alguns casos se tornem cristãos problemáticos.               Este problema acontece porque nas reuniões grandes os vínculos não podem ser firmados e conseqüentemente não haverá um apascentamento adequado dos membros.             Todo novo convertido é como uma criança e como tal necessita de alguns cuidados fundamentais.   Toda criança necessita de cinco coisas: 1.      Alimento; 2.      Proteção; 3.      Ensino; 4.      Disciplina e; 5.      Amor. Estes cuidados não podem ser dados de maneira massificada e geral, mas individual.                 Todo novo convertido necessita de uma dieta balanceada. Se não for alimentado nesta fase da vida espiritual poderá se tornar um crente problemático; isto se não morrer de inanição.             É na consolidação da Palavra e na célula que os novos são alimentados com um nível de palavra que eles podem assimilar e compreender.             Além do alimento o recém-nascido precisa de proteção. O rodízio na igreja é fruto de falta de cuidado. O lobo entra e leva a ovelha, pois não há pastores guardando o rebanho. Ele precisa aprender, crescer e desenvolver o habito de andar em comunhão, por isso é fundamental a proteção de um pai ou mãe espiritual.                 Há ainda um terceiro ingrediente básico, o ensino. Quando falamos de alimento, estamos nos referindo àquele aspecto da Palavra de Deus que gera vida, fé e mudança. O ensino aponta para a conduta e as atitudes que devem ser desenvolvidas no novo crente. Se, por exemplo, quando criança o crente não é ensinado a ser dizimista, é difícil ser mudado depois de velho na fé. É na célula, na Escola de líderes e no discipulado que a criança espiritual deve ser ensinada.               Um quarto elemento é a disciplina. O novo convertido deve ser alimentado, protegido, ensinado e também corrigido para não sair do padrão da Palavra. Estes elementos são básicos na vida de uma criança e também na vida de um novo crente.                 Por fim a criança na fé precisa ser amada. Muitos de nós vimos para a vida da Igreja com nossos emoções destruídas e é o amor paciente dos irmãos que restaura a nossa alma. Uma criança só recebe amor e suprimento adequado em um ambiente de família e é exatamente essa a proposta da célula. Precisamos ser família para podermos suprir nossos filhos de forma que não haja rodízio entre os membros, mas todos possam estar vinculados em amor.                 Esses elementos compõem o apascentamento dos novos convertidos que fazem parte da consolidação, mas todos nós precisamos continuar a ser apascentados. Todo discípulo precisa ser um discipulador, precisa continuar a crescer e isso leva a vida toda. Os pastores não podem suprir estas necessidades sozinhos, eles precisam fazer discípulos que se tornarão líderes discipuladores.   Precisamos que cada líder de célula seja um discípulo/discipulador fiel, um apascentador de ovelhas com o encargo de Deus no coração, andando focados na visão que Deus deu aos ungidos do Senhor em fidelidade e submissão. Precisamos que Deus desenvolva em cada um de nós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, precisamos ter um espírito de servo. Continua…   Deus te abençoe   Pastor Eliezer          

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Cada membro do corpo de Cristo sendo um ministro

  II Cor. 3: 4-6; 5:18,19   O inimigo inseriu dentro da igreja o sistema de clérigos e leigos. Isto é muito facilmente observado na história da Igreja. Depois de procurar de todas as formas tirar a atenção do cabeça e se possível deixar o corpo sem cabeça, que fez o inimigo? Inventou um sistema de clérigos e leigos. Qual foi a sua intenção ao fazer isso? Foi a de matar todas as funções dos membros do corpo. Originalmente todos os membros funcionavam adequadamente, mas gradualmente as funções foram sendo passadas para um pequeno número de cristãos. Desde que a maioria foi posta de lado o corpo ficou inutilizado, paralisado.                         Observe bem a maneira como o inimigo agiu: primeiro tirou a atenção da igreja do cabeça do corpo, agora tirou as funções dos membros do corpo. Devemos nos levantar contra essa estratégia maligna. Na Igreja do Senhor todos são sacerdotes, todos ministram diante do altar, todos conhecem a Deus e todos tem acesso ao Santo dos Santos.                         Hoje em dia com tantos reverendos e doutores em divindade o inimigo tem conseguido anestesiar os membros para que não funcionem. Há dois tipos diferentes de funcionamento desta estratégia. O primeiro tipo é quando os próprios clérigos se colocam acima dos leigos afirmando que são eles os que sabem, os que conhecem e portanto são incontestáveis, chegam mesmo a proibir os membros de pregar, ensinar ou fazer qualquer outra coisa. Hoje a única função dos membros é ir à igreja e se assentar no banco olhando para frente a fim de ouvir o reverendo, ou pastor. Transformamos a vida da igreja em algo distante e cheio de regras que não leva ninguém a crescer espiritualmente, as pessoas continuam presas e doentes na alma, sem dar frutos e precisando ser libertas e curadas.   É evidente que cada membro precisa primeiro ser ministrado para que haja cura e libertação, passando por um treinamento, depois de preparado e acompanhado, aí sim ele poderá liderar a célula e ministrar a Palavra.                    Porque é tão importante ser uma igreja em células?   Primeiro: A visão celular é totalmente Bíblico; Segundo: Jesus disse que todos os cristãos seriam transformados, libertos e curados e produziriam frutos e frutos que permanecem; Terceiro: Cremos que dentro das células as pessoas são pastoreadas, treinadas e cada uma têm as suas funções restauradas.   Vejamos o que acontece dentro de uma célula:  Em uma célula todos tem oportunidade de falar e não apenas uns poucos privilegiados;  Em uma célula todos evangelizam. Hoje em dia evangelizar se transformou em simplesmente convidar para ir ao culto. Na célula, não se faz apenas o convite para a reunião, mas se evangeliza lá fora, onde os pecadores estão;  Na Célula não precisa de um profissional em teologia à frente, (estudar teologia é muito importante e fundamental a todos que tem chamados pastoral), mas o líder de célula é formado pela Escola de líderes e pelo discipulado pessoal. Ainda que haja diferenças de autoridade e funções, não há clérigos e leigos, todos funcionam, todos trabalham.  Na visão Celular que é totalmente bíblica, cada membro se torna um ministro e cada casa uma igreja. Primeiro, a igreja começa em casa, segundo, a nossa família é a nossa célula principal e quem não cuidar da família e pior que um incrédulo.  Como diz os textos acima: Deus nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança no espírito, confiando a nós o ministério e a palavra da reconciliação. Jesus disse no Evangelho de João capítulo 7 versículo 38: Aquele que crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.   Continua      

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Ser uma igreja comprometida com o Messias

Somos uma igreja em células Porque cremos que Cristo deve ser o centro da vida da Igreja. Deus tem um desejo no seu coração. Podemos dizer com toda certeza que o desejo de Deus é colocar-se a si mesmo dentro do homem. Deus deseja que Cristo habite dentro de um povo de modo que este povo venha a se constituir em seu próprio corpo vivo, uma extensão de si mesmo. O propósito eterno de Deus tem um ponto central. Toda Bíblia tem um ponto central. E o ponto central em torno do qual giram todas as outras verdades espirituais é este: “Cristo em nós”. Cristo sendo a nossa vida.                 Depois da ressurreição e ascensão do Senhor, Deus começou a concretizar o seu propósito de ter entre os  homens uma expressão viva de Cristo. Este é o eterno desejo de Deus que será concretizado nesta época em que vivemos.                 O centro da vida cristã é o próprio Cristo. Ele deve ser o nosso deleite, o centro e a realidade. A vida de Cristo deve ser cada vez mais superabundante em nós e por meio de nós. O seu propósito só pode ser alcançado se os nossos olhos estiverem focalizados em Cristo, desfrutando dele, deleitando nele e alimentando dele. Mas Satanás suscitou muitos substitutos sutis, muitas imitações inteligentes.                   Se olharmos a história da Igreja depois do terceiro século até os dias de hoje, veremos muitos substitutos. Um que tem sido muito usado é o ritualismo e a liturgia. Há aqueles que são rígidos, frios e que não permitem que Cristo se manifeste na reunião. Se o Espírito Santo na verdade de manifestasse em uma reunião assim, não seria bem recebido. Colocaram a liturgia como dogma e vivem em função dela. Há porém aqueles que, repudiando esta atitude, caem no oposto sem perceberem que também estão desviando os olhos do povo para fora de Cristo. São aqueles que colocam atrativos humanos nas reuniões. Quando o Senhor não está presente é certo que precisarão de outra coisa para substituí-lo. Surgem então, os artistas da música, com lindas vozes e belos instrumentos, verdadeiras bandas e orquestras que entusiasmam o povo e os atraem para o culto. Há ainda os artistas do púlpito que usam o misticismo e práticas que atraem muitos. Outros não satisfeitos com isso ainda fazem produções teatrais, verdadeiros “shows” para agradar a congregação. Não somos contra nenhuma forma de expressão, mas devemos ser bastante criteriosos e observar se Cristo está sendo o centro de tal expressão litúrgica. Devemos voltar os nossos olhos para Jesus. Se não houver verdadeira adoração em santidade o povo não serão transformado, e sim apenas tocados na sua alma. O caminho para vencer a idolatria e religiosidade é através da verdadeira adoração, e para vencer a feitiçaria e a imoralidade precisa haver uma vida de santidade.                   Muitas vezes até os próprios irmãos se tornam substitutos e ainda por vezes a própria teologia desvia o nosso olhar do centro quando se perde em discussões sobre pontos que reconhecidamente são secundários no espaço da vontade eterna de Deus. Devemos ser cuidadosos e vigilantes para não desviarmos os olhos do Senhor.                 Mas nos deparamos com a pergunta, como corrigirmos este sério problema? Devemos evidentemente nos voltar para Jesus. Hoje mais do que nunca precisamos de revelação e poder, mais do que nunca precisamos ser e fazer discípulos pois está havendo muita mistura na igreja e a melhor estratégia para isso é as reuniões menores, as células.   Vejamos alguns motivos: Na Célula (grupo familiar) não haverá oportunidade para discussões filosóficas, teologia e coisas assim. Na Célula não haverá liturgia nem formalismo religiosos, pois tudo é feito espontaneamente. Também não haverá os atrativos das grandes reuniões como a banda de música, os grandes “pregadores”, os belos números especiais e assim por diante. Quem vai a uma reunião está indo por causa de Jesus, pois não haverá outros atrativos que não seja Ele. Na Célula não haverá espaço para “shows” de qualquer espécie que desviam a atenção do centro. Nas Células não haverá espaço para o ativismo religioso. Há muitos que pensam que o mais importante é construir igrejas e cuidar de coisas materiais da obra de Deus. Isto também se constitui em um grande substituto para Cristo. É como aquela pessoa que está entediada e procura preencher seu tempo fazendo mil coisas. Em células não se constrói nada e nem há patrimônio para ser preservado. Toda a atenção é voltada exclusivamente para Jesus e sua Igreja.   Continua…  

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Conquistando através dos relacionamentos

  Salmos 112; 68:6; Is 58:7-14   Deus nos criou com livre arbítrio, com poder de decisão, com sentimentos, emoções e necessidades de se relacionar e crescer em conhecimento. Temos necessidades espirituais, emocionais e físicas que precisam ser satisfeitas. Deus não nos criou para viver isolado, mas sim em família. Existem sentimentos que não conseguimos expressar, são profundos demais. Esses sentimentos queimam lá dentro de nós e não cabem nas palavras e essas palavras não cabem nos votos que fazemos e nas alianças que firmamos ou nas atitudes que muitas vezes temos. Palavras são fáceis de dizer, embora muitas vezes não conseguimos encontrá-las na forma certa, mas são nossas atitudes que vão respaldar nossas palavras.   Uma vez que Deus nos criou segundo a Sua imagem e semelhança, em nós existe um desejo de crescer e progredir, dentro de cada um de nós nascem sonhos e segundo Deus não há limites para sonhar, sonhe e acredite que você os realizará, pois o braço forte de Deus está com você! Ele vai alargar as suas fronteiras!   Deus nos criou para administrar, para conduzir, para ser ministros, para ser líder de êxito e ter sonhos realizados e muita paz e prosperidade. A nossa liderança começa em nós mesmos, precisamos primeiro liderar a nossa vida, ter autogoverno, domínio próprio, para depois exercer nossa liderança em casa, no casamento, no relacionamento com os filhos. Todo sucesso lá fora começa dentro de casa e para ter sucesso é necessário cumprir estes passos a seguir, passos estes que você já conhece, mas é preciso revê-los para estarmos consolidados na conquista através dos relacionamentos. Vejamos:   Perdoem todos e em todo tempo, não guarde ressentimentos, fale bem de todos, inclusive daquele que fala mal de você! Com isso você jogará brasas na cabeça do inimigo e conquistará novos territórios. Abençoe a todos, sem distinção. Fale sempre em linha com Deus e sua fé, nunca fale incredulidade. Faça uma reflexão da tua vida e tome atitudes de não cometer os mesmos erros que cometeu até aqui, mas prepare-se avançando e buscando novos acertos, tenha o alvo de errar menos e acertar mais. Saiba o que quer em Deus, na sua Palavra, para sua vida espiritual, familiar e profissional e procure fazê-lo com perfeição, com excelência e nobreza, pois a pessoa nobre sempre busca melhorar. Não deixe para amanhã o que tiver que ser feito hoje e não antecipe o dia de amanhã, não seja parado e nem precipitado, tudo precisa ser feito na hora certa, é preciso haver planejamento; Viva intensamente para Deus, buscando primeiro para você, se cuidando, se amando, depois para a pessoa que você ama, para a família e para o ministério, porque cada momento, cada dia, cada ano com Deus, família, igreja, célula e discípulos é único. Seja autêntico no agir, no que diz, pensa e faz e não se julgue o primeiro e muito menos o último, veja quem realmente você é hoje, seja honesto com você, avance e busque ser aquilo que Deus projetou para sua vida. Você, sua fé e integridade não têm preço; Nunca negue a ajuda aos seus discípulos, aos seus companheiros de equipe, aos seus amigos, e até para aquele que se levanta contra você. A Palavra nos ensina que somos devedores do perdão e do amor. É assim que Jesus Cristo será refletido na sua vida e serás confirmado como filho do Pai celeste e usufruirá da herança do reino que Jesus conquistou para você. Procure sempre ter tempo para Deus, para você, para sua família, para seus discípulos e não se cale quando tiver que falar, nem fale na hora do silêncio, existem momentos que precisamos ouvir e refletir, para ouvirmos melhor a Deus e nos tornarmos mais sábios e errarmos menos.   As vitórias interiores são tão grandes quanto às exteriores, somos por fora o que somos por dentro. Refletimos no exterior àquilo que já somos por dentro. É por isso que Deus começa La dentro de cada um de nós. Deus não quer nos ver cair, mas quando caímos, Ele utiliza disto para trabalhar em nossa vida. Se você cair, aprenda lições da vida com isso e levante-se mais sábio, pois assim as quedas diminuirão e não mais acontecerá como antes. Os fracassos geram experiências para encararmos normalmente os sucessos, precisamos ser e continuar simples e humildes, se não tudo será em vão e o sucesso não valerá à pena;   Sabemos e cremos que a Paz e o Amor existem, pois nosso Senhor Jesus nos manifestou e é por Ele que vivemos e existimos. Aprendemos com o Senhor a sermos honestos em tudo, então seja também honesto com você mesmo, com a família e discípulos. E assim conseguirá se olhar no espelho sem sentir vergonha, e sim orgulho santo sabendo que você é uma pessoa especial. Você nasceu para cumprir um propósito, você é um agente influenciador fazendo a diferença nesta geração. Você será cada vez mais um líder de excelência, um conquistador, um pai ou uma mãe de multidões de filhos legítimos.   Esse ano já é outro, já é diferente, será melhor! No segundo semestre veremos o sobrenatural e experimentaremos um crescimento sem igual, poderoso. É um Novo tempo de Deus na sua vida e 2010 o Brasil estará aos pés do Senhor e você refletirá a glória dEle nesta geração!   Jesus nos ensinou que uma das recompensas mais belas desta vida é que ninguém pode ser sinceramente ajudar o outro sem ajudar a si mesmo. Ele disse: Amai o próximo com a si mesmo. Primeiro você cuida de você, se ama, fica bem, fica forte, curado, abençoado, com auto-estima alta, etc. Assim você estará pronto para amar e agir em favor do outro e, quando você faz isso, Deus é glorificado e você fica em paz com Ele e com você mesmo. Desta forma você vencerá todas as astúcias do inimigo, estará forte e com autoridade para vencê-lo em todas as áreas da sua vida. Aleluias!   Deixe o Espírito Santo

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Relacionamentos pessoais

  Os dez mandamentos das relações humanas  Fale com as pessoas. Sorria para as pessoas. Chame as pessoas pelo nome. Seja amistoso e útil. Seja cordial. Mostre interesse genuíno pelas pessoas. Use elogios generosamente. Seja atencioso para com os sentimentos dos outros. Leve em consideração as opiniões de outros. Esteja alerta para servir aos outros.   Se vamos jogar juntos como uma equipe, precisamos importar-se uns com os outros. Precisamos amar uns aos outros. Eu não conheço tudo sobre a chave para o sucesso, mas a chave para o fracasso é tentar agradar a todos. Independente do quanto você trabalha, independente de quão simpática seja sua personalidade, você não irá longe no ministério e nos negócios se não conseguir trabalhar por meio de outras pessoas.   Você não pode estar mais próximo de Deus do que da pessoa que menos ama. Você não pode fazer outro colega sentir-se importante na sua presença se acha, secretamente, que ele não é ninguém. Os números não significam tudo. O que vale são as pessoas. É muito fácil perdoar os erros dos outros; precisa-se de mais coragem para perdoá-los por terem testemunhado os nossos próprios erros. As pessoas não resistem às vendas – elas resistem aos vendedores.   R + R – R = R + R (Regras e Regulamentos menos Relacionamentos é igual a Ressentimentos e Rebeliões). Uma gota de mel atrai mais moscas do que um litro de fel. A amizade floresce na fonte do perdão. Se alguém magoar você, primeiro tente descobrir se foi intencional ou não, Talvez a pessoa não tenha percebido. Nem toda mágoa é um ataque, mas traz cadeias, por isso perdoe e seja livre.   Levar outros a gostarem de você é meramente o outro lado de mostrar afeição por eles. Se você quer se dar bem com as pessoas, não tente mostrar que você já sabe tudo sobre qualquer coisa que elas lhe digam. Ouça e aprenda mais. Seja um bom ouvinte e tenha um coração ensinável.   Cada relacionamento nutre uma força ou uma fraqueza dentro de você. Poucas coisas renderão maiores dividendos que o tempo e o esforço que você emprega para entender as pessoas. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles. Um grande homem demonstra sua grandeza na maneira coma trata o seu semelhante. Se você quer perder seus amigos rapidamente, comece a se gabar; se você deseja fazer e manter amigos, comece a elogiar os outros.   Não falarei mal de homem nenhum e falarei todo o bem que conheço de cada um. A verdadeira prova de estar à vontade com outra pessoa é a habilidade de compartilhar o silêncio. O homem que viaja sozinho pode começar o dia. Mas aquele que viaja com outro deve esperar até que este esteja pronto.   Relacionamentos não são formados, mas sim forjados. Alguém que ama suas opiniões mais do que a Palavra de Deus e mais do que a seu irmão, defenderá suas opiniões e destruirá a seu irmão e perderá a graça de Deus.   Seja outro o que te louve, e não a tua boca; o estrangeiro, e não os teus lábios. Prov. 27:2   Você não conseguirá cumprimentar alguém com os punhos fechados. Para lidar consigo mesmo, use a cabeça. Para lidar com outros, use seu coração. Noventa por cento da arte de viver consiste em se dar bem com pessoas que você não suporta. Em vez de colocar os outros em seus lugares, coloque-se no lugar deles.   Toda pessoa tem direito de ser valorizado por seus melhores momentos. Talento natural, inteligência, excelente educação – nada disso garante o sucesso. Algo mais é necessário: A sensibilidade para entender o que outros querem e a disposição para lhes dar isso.   Um homem que trabalhe com você vale mais do que uma dúzia de homens trabalhando para você. As pessoas não apreciam o quanto você sabe até que conheçam o quanto você as aprecia ou se importa com elas.   Um curto curso sobre relações humanas… Saber relacionar bem com todas as pessoas estabelece um grande sucesso.   1.       As seis palavras mais importantes: “ Reconheço que o erro foi meu” (julgar a si mesmo e ver seus erros); 2.       As cincos palavras mais importantes: “ Você fez um bom trabalho” (Valorizar o trabalho dos outros); 3.       As quatro palavras mais importantes: “ Qual a sua opinião?” (Sua opinião é importante, não sei tudo); 4.       As três palavras mais importantes: “ Faça um favor” (Ser educado valorizando aquilo que fazem para você); 5.       As duas palavras mais importantes: Muito obrigado” (Ser agradecido sempre e em tudo); 6.       A palavra mais importante: “Nós” (Ter espírito de equipe, ser dependente, andar sempre junto); 7.       A palavra menos importante: “Eu” (isso fala de auto-suficiente e isso não somos, valorize a outra pessoa).   Pastor Eliezer Fonte: John Maxwell – foi feito pequenos acréscimos e interpretações     

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Por que as células ministram o mesmo esboço desenvolvido pelos pastores?

  Estes são princípios fundamentais na formação de uma igreja de discípulos 1.      Porque gera uma mesma linguagem e um mesmo propósito na vida de todos; 2.      Porque encoraja a aplicação prática das mensagens dos pastores na vida diária dos discípulos; 3.      Porque cria unidade e coesão entre os discípulos e em todo o sistema de células. 4.      Porque previne que pessoas de outras igrejas com pensamentos independente influencie e desviem os discípulos para assuntos secundários ou doutrinas prediletas; 5.      Porque simplifica o trabalho dos pastores para oferecerem apoio, direção e direção na rota certa; 6.      Porque libera os líderes para uma maior devoção do tempo à meditação, oração e ao discipulado;   Segredos da multiplicação de uma célula   Foram estudadas oito Igrejas, localizadas em países diferentes e de quatro culturas distintas. Foram gastos oito dias em cada Igreja, mais de 700 líderes de células e pastores preencheram um questionário com 29 questões, destinadas a determinar porque alguns líderes de células têm sucesso e outros fracassam na multiplicação do seu grupo. Se você é um líder de célula ou um pastor de uma Igreja em células, você terá no resultado desta pesquisa uma ferramenta muito útil para o crescimento e conseqüente multiplicação da sua célula.   Fatores Que Não Têm Influência Sobre A Multiplicação:   Características do líder: Tais como, sexo, classe social, idade, estado civil, formação etc. O tipo de personalidade do líder: Tanto os líder introvertidos quantos os extrovertidos multiplicam as suas células. O Dom especial do líder: As pessoas com o chamado ou ministério de ensino, de pastor, de misericórdia, liderança e evangelismo multiplicam suas células da mesma maneira que as demais. Isto é surpreendente porque mostra que não é obrigatório ter o dom de evangelismo, pois todos são capacitados para multiplicarem suas células.   Fatores Que Têm Influência Sobre A Multiplicação   O tempo devocional do lider de célula: os líderes que investem 90 minutos ou mais em devocionais diárias multiplicam as suas células duas vezes mais do que aqueles que investem menos de 30 minutos por dia ( claro que a ênfase está na qualidade )   A intercessão do líder pelo o membro da célula: Os líderes de células que oram diariamente pelos membros têm maior probalidade de multiplicar seus discípulos.   O tempo que o líder gasta com Deus em seu preparo para o encontro da célula: Investir tempo com Deus e preparar o coração para um encontro da célula é tão importante como a Palavra a ser ministrada.   Estabelecer alvos: O líder que falha na fixação de alvos têm 50% de probalidade de multiplicar sua célula. Fixar alvos aumenta essa probalidade para 75%.   Conhecer a data da multiplicação da célula: líderes de células que estabelecem alvos específicos para trazer à vida uma nova célula multiplicam seus grupos com mais freqüência do que líderes sem alvos.   Treinamento: líderes de células que sentem melhores treinados multiplicam suas células com maior rapidez. No entanto, treinamento não é tão importante como a vida de oração do líder e a clareza de seus alvos. A freqüência com o líder da célula faz contato com pessoas novas: Líderes que fazem contato com cinco a sete pessoas novas a cada mês tem 80% de probalidade de multiplicar a sua célula. Quando o líder visita somente 1 a 3 pessoas por mês, as chances caem para 60%. Líderes que visitam 8 pessoas novas ou mais , cada mês, multiplicam seus grupos duas vezes mais do aqueles que visitam uma ou duas.   Estímulos na célula para convidar amigos: Líderes de células que encorajam semanalmente os membros para convidar visitantes duplicam sua capacidade de multiplicar os seus grupos, em contraposição àqueles líderes que o fazem apenas ocasionalmente ou nunca.   Número de visitantes nas células: Há uma relação direta entre o número de visitantes nas reuniões e o número de vezes que o líder o multiplica.   Encontros sociais: As células que têm encontros sociais todo mês se multiplicam duas vezes mais do que aquelas que têm apenas nenhum. No mínimo deve haver um encontro social por mês, um encontro de discipulado por semana e um encontro individual de discipulado com cada discípulo por mês.isso gera um grupo coeso, forte e comprometido.   Preparar Timóteos e líderes em formação (auxiliares): Os líderes que preparam uma equipe para ajudar na liderança da célula, dobram sua capacidade de multiplicá-la.   Nível de cuidado pastoral: Visitação regular pelo líder aos membros da célula ajuda a consolidar o grupo.   Oração pelo os membros do grupo: Ao comparar oração, contatos e encontros socias, descobriu-se que a oração pelos os membros do grupo é o trabalho mais importante do líder para unificá-los e fortalecê-los no preparo para a multiplicação. A formação de uma equipe vem logo em segundo lugar.   Preparo do líder: Ao comparar devocionais, alvos, treinamento e preparo, devocionais e alvos são mais importantes.   Ênfase evangelística do grupo: Ao analisar visitação as pessoas novas para consolidação, estímulo para trazer pessoas e a presença de visitantes no grupo, visitação, consolidação e estímulo são igualmente importantes no processo de multiplicação. O afluxo de visitantes é secundário.   Resumo Dos Fatores-Chaves São Essenciais Para A Multiplicação Da Célula   Fatores essenciais para a multiplicação das células são a consolidação dos novos, as devocionais dos líderes, o evangelismo através dos discípulos e membros da célula e a formação de uma equipe. Orar pelos discípulos e pelos membros da equipe e estabelecer alvos são primordiais na multiplicação de uma célula. Treinamentos da liderança na Escola de líderes, no discipulado e nos encontros sociais são necessários para a multiplicação contínua.   Deus te abençoe   Pastor Eliezer    

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