Estudo para os 12

Todo bom líder precisa saber avaliar-se

Gênesis 3: 6 a 13 Todo líder que deseja o êxito, precisa aprender a avaliar-se. Só quando paramos para olhar para dentro de nós e para nossos resultados, é que obtemos os elementos, para as mudanças necessárias e para um crescimento sustentável. Quantos líderes fizeram grandes conquistas, mas depois perderam seus frutos e acabaram saindo da rota? Entraram numa crise conjugal, deixaram os discípulos, ou fracassaram no ministério? O que faltou a eles? Com certeza, saber quem são e onde estão? As conquistas fáceis, ou o crescimento muito acelerado, podem inebriar pessoas e fazer com que estas percam a noção de si mesmas, ou se percam em relação ao propósito. Em Gn. 3:9 logo após o advento do pecado na vida de Adão e Eva, a primeira pergunta de Deus à Adão é: “Adão onde estás”? Deus que sabe todas as coisas, sabia que Adão e Eva naquele momento, haviam se perdido em relação as verdades propostas por Deus a eles. O pecado fez com que Adão e Eva perdessem a noção de quem eram, de onde estavam, e de quem estava com eles no jardim. Embora durante toda a vida tivessem sido íntimos do Senhor, ali não estavam mais reconhecendo a Deus, como um pai amigo, a ponto de fugirem e esconderem-se Dele. A verdade os buscava para os resgatar, mas eles com medo, fugiam da verdade. É incrível como até os dias de hoje, nós, seres humanos, sofremos desta síndrome, que nos leva muitas vezes ao não reconhecimento do amor de Deus e de suas verdades absolutas. Os que ainda não são cristãos fogem de Deus por um sentimento de culpa e auto- condenação, e os que já são cristãos muitas vezes negam a verdade da sua palavra, quando postergam ou negligenciam a sua prática. Há crentes que vivem fazendo de conta que ainda não entenderam o que Deus disse, e vivem por isto, uma vida muito aquém da que Deus preparou para eles. Nas relações entre maridos e esposas, pais e filhos, pastores e ovelhas, existem aqueles que resistem a confrontos, negando-se a reconhecer a verdade, como fizeram Adão e Eva, ao dissimularem diante do Criador. Esta é simplesmente a reação de nossa natureza humana, decaída, em contraposição à ação do Espírito querendo nos transformar. A Bíblia diz que nosso coração é enganoso e desesperadamente corrupto, por isso quando resistimos ao confronto da verdade, o fazemos pelo menos de quatro maneiras: Transferindo as responsabilidades (como Adão fez com Eva e Eva com a Serpente). Apontando as falhas do outro para sair do foco. (mas você também fez isso). Negando a realidade, num processo de auto sabotagem (eu não fiz isto). Se justificando e se fazendo de vítima (também eu fiz isto, porque eu faço tudo sozinho nesta casa, ninguém me ajuda). Estas são as várias rotas de fuga da alma humana, querendo escapar do encontro com a verdade. Por trás destas artimanhas, estão nossos pecados, e os traumas impressos em nossas almas.   A verdade, porém, nunca vem para nos oprimir e sim para nos libertar, como declara João 8:32: e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Deus não se apresentou no jardim, para punir a primeira família, mas para prometer seu resgate, através do descendente da mulher (Jesus). O profeta Natan não se apresentou à Davi para amaldiçoá-lo, mas para levá-lo a arrepender- se do adultério e do homicídio que o cegavam e condenavam até ali. O desejo de Deus é sempre nos libertar, curar, e nos aperfeiçoar, mas isto será impossível sem um genuíno arrependimento, sem que reconheçamos com sinceridade, os erros cometidos por nós. O autoexame é o único caminho para o autoconhecimento e para o aperfeiçoamento, mas por vezes, erroneamente, fugimos deste processo e perdemos assim a capacidade de nos situarmos em relação aos outros e de identificar os motivos de nossos maus resultados. Precisamos criar coragem para ouvirmos, não as críticas de pessoas que as fazem somente pelo hábito de criticar, mas a voz dos que realmente nos amam e querem o nosso bem (pais, cônjuges e discipuladores). Quem somos realmente, não depende só do que pensamos de nós mesmos, mas das mudanças, por exemplo, que meu cônjuge reivindica de mim. Meu status financeiro não corresponde necessariamente ao que eu desejo ter, mas é comprovado pelo suprimento real e pelo equilíbrio que há em minha vida financeira; minha condição como líder ministerial, não será medido pelo meu número de seguidores nas redes sociais, mas sim pelos frutos, que eu tenha nas células e na igreja local. Nossos equívocos e falhas de caráter não se resolvem com o passar do tempo, mas sim, quando decidimos olhar para estes com verdade, para tratá-los e vencê-los. Preste atenção, os que vivem fugindo de Deus e de si mesmos, tem áreas com problemas crônicos em suas vidas, e isto prejudica seus resultados e seu testemunho. A palavra de Deus diz: “Achegai-vos a mim e eu me achegarei a vós outros”, diz o Senhor, ou seja, quando paramos de fugir da verdade de Deus, ela nos alcança e nos transforma. O Rei Davi, durante algum tempo tentou esconder seu pecado, e por isso sofreu muitas perdas e dores, mas depois de reconhecer a verdade, aprendeu com sua amarga experiência e passou a dizer: “Sonda o meu coração oh Deus e vê se há em mim algum caminho mal”. Davi aprendeu que não podia confiar em seu próprio coração, humano e corrupto, mas que precisava sempre confiar, e depender de Deus para ser livre de seus próprios enganos. Deus é nosso modelo perfeito, e sua atitude após a criação foi a de parar para avaliar seus resultados, concluindo obviamente que tudo que havia feito era bom e muito bom. Se Deus que é perfeito, parou para avaliar suas obras, muito mais nós, precisamos estar constantemente atentos, a nossa essência e as nossas atitudes. Todo líder que quer ter êxito, precisa ter um conceito correto de si mesmo, mas para isto precisa desenvolver autocrítica, e não ter

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A vitória dos 12 está em viver o seu chamado

Mateus 4:18-22 Jesus veio ao mundo com o propósito de salvar a humanidade, e redimir a Terra que estava debaixo de maldição. Mesmo sendo o Filho do Deus, Jesus não se entregou a este desafio sozinho, Ele decidiu em seu coração, realizá-lo através de uma equipe de 12 homens. O Senhor formou sua equipe através de pessoas simples, como Pedro e André, que lançavam redes ao mar porque eram pescadores. Estes homens não eram não eram cultos, nem filhos de famílias importantes, mas pessoas comuns, que viviam uma vida humilde em busca de sustento. Eles eram no entanto, a escolha do coração de Deus, como eu e você. Foram escolhidos para serem a equipe de apóstolos do Messias, homens escolhidos para mudar o destino da humanidade, para transformar as nações pelo Poder do Espírito Santo. Seu êxito nesta missão tão grandiosa e desafiadora, não tinha nenhuma ligação com aquilo que eles eram ou possuíam, mas com aquilo no que Jesus os transformaria através do relacionamento e do discipulado (o caráter e a unção derramados sobre eles). A equipe não começou com 12, mas com 2 (Pedro e André) aos quais Jesus disse: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens”. Já vimos em discipulados anteriores que alguém ser chamado para ser 12 é uma honra dada por Deus, que ser um 12 é também ter autoridade espiritual para realizar conquistas, mas hoje o que Deus quer imprimir em nosso espírito, é que os 12 foram chamados para pescar almas. Jesus não disse aos 12: “sigam-me e vocês ficarão ricos”, nem “sigam-me e eu lhes farei famosos”, não, Jesus disse que os transformaria em ganhadores de vidas, em solução para este mundo perdido e sofredor. Os 12 precisam ser amados e servidos, consolidados e ensinados, restaurados e abençoados (como todos já tem sido, pois muitas experiências e bênçãos temos recebido do Senhor), mas o propósito principal da vida dos 12, é serem ganhadores de vidas, vivendo o que Paulo disse a seu discípulo Timóteo: “faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério (2 Tm. 4:5). Através da palavra, cabalmente, o Ap. Paulo está dando a entender que o ministério de Timóteo só seria completo se ele, evangelizasse e ganhasse almas para o Senhor. Historicamente sabemos que Paulo incumbiu Timóteo de pastorear a igreja de Éfeso, mas antes de exercer este encargo como pastor, Timóteo foi treinado para evangelizar e ganhar vidas. O mesmo ocorre conosco na Visão Celular no Modelo dos 12, somos desafiados a evangelizar familiares, amigos, colegas de trabalho e posteriormente consolidá-los numa célula. Apesar de muitos darem inúmeras desculpas do tipo: “meu ministério é outro”, “sou um mestre”, ou “minha função é no louvor”, ou “minha forma de ajudar a igreja é com minhas ofertas”. Apesar destes muitos sofismas, biblicamente, ganhar vidas, é um chamado para todos! Este é o desafio de darmos fruto, designado em 3o. 15:8. Se a vida de Deus está em nós, não há dificuldade em derramá-la sobre outros. Diante desta realidade, devemos refletir sobre nosso status espiritual, e lembrar: quando foi a última vez que ganhamos alguém para Jesus? Gerarmos vidas no Reino de Deus, é resultado de santificação e maturidade espiritual, condições estas, que nunca podemos deixar de buscar, independente de sermos discípulos, Pastores ou Apóstolos. Pv. 11:30 diz: “O fruto do justo é árvore de vida, e o que ganha almas é sábio”. Embora existam dons distribuídos especificamente pelo Espírito, debaixo do manto Apostólico, todos nós podemos ser capacitados na unção do ganhar, consolidar, discipular e enviar. Esta é uma verdade espiritual e aquele que desejar experimentá-la, só precisa crer nela e seguir os passos da visão. Alguns líderes 12, sem perceber, começam a entrar num processo de esterilidade em sua vida espiritual, perdendo a capacidade de gerar novos discípulos. Quando alguém descobre que está assim, entrar em pânico, ficar deprimido, ou declarar-se incapaz, não mudará em nada este resultado. tema desta ministração aborda a vitória dos 12 e não a sua derrota! Com a ajuda de Deus, todos os desafios podem ser vencidos, se nos deixarmos guiar pelo Espírito a aquilo que é o propósito do Senhor. Se o Senhor quer que ganhemos vidas para seu Reino, Ele mesmo nos dará as estratégias e a unção para que isto ocorra de forma espontânea em nosso ministério, sem angústia ou enfado. Vamos ver agora alguns aspectos que podem impedir o sucesso dos 12 no seu chamado a frutificação: 1- Perder a visão do objetivo: Se o desejo do coração de Deus (vidas sendo salvas) não estiver vivo em nosso coração e deixar de ser nosso objetivo de vida, podemos entrar no automático e nos tornarmos religiosos, como tantos outros cristãos vivem atualmente. Há uma tendência natural de outros valores e prioridades, ocuparem o lugar da paixão que deveríamos nutrir pelos perdidos. Podemos perder o foco do chamado pela preocupação excessiva com trabalho, dinheiro, e até por nos fecharmos no âmbito das relações familiares. Se um líder restringir-se aos relacionamentos de sua própria casa, não dando oportunidade a relacionamentos externos, dificilmente terá a quem evangelizar. Precisamos vigiar e orar para que não entremos em excessos, que nos façam incorrer no pecado de idolatria. Já vimos casos em que o sucesso profissional de alguns líderes, se lhes tornou em tropeço. O equilíbrio trazido pelo Senhor, é termos tempo adequado para todo propósito debaixo do Céu como diz, Ec. 3:1, ou seja, você vai ter tempo de qualidade para Deus, tempo para você mesmo, para sua família, para o seu trabalho e também tempo para o seu ministério, que deve ter peso entre seus objetivos de vida, uma vez que só levaremos para o Céu, valores espirituais (vidas salvas por nossa influência). 2- Diminuir nossa busca a Deus. Estarmos apaixonados por Jesus e por vidas, depende de nosso nível de intimidade com o Espírito Santo. Sem uma vida de oração, comunhão, e leitura da palavra, dificilmente teremos interesse ou condições espirituais para gerar frutos. Assim como oramos por

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Não basta ser governo, é preciso ser modelo

Mateus 7:12 Mateus 7:12 diz: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles, porque esta é a Lei e os Profetas”.  Este tão pequeno versículo, contém uma verdade fundamental do discipulado: nossos discípulos serão a semelhança, do que somos, falamos e fazemos. Há outros versículos que reforçam essa revelação, tais como: Cada semente produz segundo a sua espécie. (Gn. 1:12). O que o homem plantar, isto ele colherá. (Gl.6:7). O filho só pode fazer aquilo que vir o pai fazendo, porque tudo que este fizer, o filho também semelhantemente o faz. (João 5:19). Esta é uma realidade que nos confronta, pois nos induz a tirarmos os olhos dos frutos, (os discípulos) para colocá-los no ramo (que somos nós) ou seja, olhar para nós mesmos como líderes, em busca de sermos melhores a cada dia. Deus não cobra a perfeição de ninguém, mas cobra que estejamos buscando-a permanentemente, pois Ele não tem prazer naqueles que retrocedem. Não podemos envelhecer e piorar, passar o tempo e perdermos nossa essência espiritual, pois temos um modelo a seguir e reproduzir, que é Cristo. Efésios  4:12 diz: “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo”. O objetivo de Deus é que sejamos aperfeiçoados e amadurecidos, para que a cada dia, sejamos mais parecidos com Jesus. Esta é uma obra que só Deus pode fazer, mas nós precisamos desejá-la e buscá-la com atitudes de fé. Note que em três versículos citados acima, (Gn. 1:12, Mt. 7:12 e Ef. 4:12) Jesus manda um recado para os doze. Eles precisam santificar-se, pois serão matrizes espirituais, que reproduzirão em outros doze, aquilo que forem e que fizerem! Meu Deus! Ajuda-nos Senhor! Por um lado, isto é um Peniel, mas por outro, a garantia de que poderemos gerar excelentes discípulos, se buscarmos a excelência em nosso estilo de vida. Deus tem o poder de nos fazer melhores filhos, melhores pais, melhores discípulos, e melhores líderes, basta desejarmos isto, orarmos por isto, e darmos passos nesta direção. Há líderes, que sem perceber, estão plantando seu próprio insucesso. Sua semeadura é inversa, porque não amam, não perdoam, não oram, não são presentes, não dizimam, não buscam ao líder, não desejam melhorar. Por incrível que pareça, este é um tipo de semeadura, a semeadura do nada! O profeta Oséias em seu livro, declara qual será a colheita dos que assim procedem: Oséias 8:7: “Semearam ventos, colherão tempestades. As suas searas não deram frutos nenhuns, não tem farinha, e se alguma farinha for achada, serão os estrangeiros que a comerão”. Que triste realidade, perceber que há filhos que desprezam a Glória do Reino, pela indolência de sua fé. Que o Senhor lhes conceda arrependimento e possibilidade de mudança em Nome de Jesus. Sem sombra de dúvida, o futuro que teremos, é o resultado do que estamos plantando hoje. Com base nisto, avalie agora as áreas da sua vida de forma sincera, e reflita sobre, em que você precisa melhorar? Quais atitudes você identifica hoje em você, que você não gostaria de encontrar em seus discípulos? O que você vive em seu lar, é o que você gostaria de ver em todos os casais da igreja ou na sua rede, célula ou equipe de doze? Como tem sido sua relação com seu líder? É a relação que você gostaria que seus discípulos tivessem com você? Independente das respostas que você tenha encontrado, a grande bênção, é que Jesus sempre nos dá uma oportunidade para mudarmos através do arrependimento. Confie portanto, no amor e no poder de Deus e decida ser o discípulo que você gostaria de ter, afinal, cada semente produz segundo a sua espécie, e de forma multiplicada! Ministração: Levar os doze a um tempo de reflexão e arrependimento. Orar para que o Senhor nos conceda genuíno arrependimento e nos perdoe pelas áreas onde estamos acomodados e insubmissos à palavra. Orar para que o Senhor nos dê crescimento, maturidade, e gere Cristo em nós. Que o Deus de Abraão, Isaac e Israel os abençoe e multiplique conforme a promessa em nome do Senhor Jesus! Amamos vocês. Apóstolos Fabio e Claudia Abbud e Eliezer e Zenita

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Fomos Chamados para Viver os Sonhos de Deus

Gênesis 37:5 a 11 A Visão Celular no Modelo dos Doze é um sonho de Deus para o qual fomos chamados de forma específica. Quatro elementos espirituais, nos permitirão viver tudo aquilo que Deus preparou para nós, estes são: sonho, paixão, caráter e atitude. O sonho: Quando decidimos sonhar este sonho de Deus, nossos horizontes se ampliam, como aconteceu com José. O sonho dado à José envolvia o futuro dos doze, e projetou aquele garoto tão jovem, do seio de uma humilde família camponesa, para ser o governante da nação mais poderosa da Terra naqueles dias. De igual maneira, quando abraçamos o sonho de Deus, somos levados a realizar grandes coisas pelo poder da fé. Ex.: Eu passei a sonhar com multidões e recebi a promessa em Is. 60:22 “O menor virá a ser mil e o mínimo uma nação forte”. Quando o sonho é revelado ao nosso espírito, a revelação se converte em promessa e se torna nosso objetivo a ser perseguido. Por causa do sonho, José foi jogado por seus irmãos numa cova, mas dentro da cova, José dizia consigo mesmo: “eu tenho de Deus uma promessa e por isso o Senhor não me deixará morrer nesta cova”. Ao ser tirado da cova, José foi vendido como escravo, e mesmo com cadeias nos pés e nas mãos, José cria em seu coração: “eu tenho uma promessa e daqui a pouco, ela vai me libertar”. Ao chegar no Egito, de forma injusta, José foi levado à prisão, mas a promessa viva dentro dele, lhe fazia saber que logo Deus o tiraria de lá, pois não há ninguém que possa governar, estando preso. Quando decidimos viver os sonhos de Deus, nada pode nos deter, porque suas promessas nos impelem para o futuro que o Senhor tem para nós. Por isso não podemos parar de sonhar, quem para de sonhar, para de avançar. Não permita que a acomodação te torne só um administrador do que você já conquistou, Deus tem novas vidas, novas bênçãos e territórios para te entregar. Viver com Jesus Cristo é viver em novidade de vida! Hoje Deus está ressuscitando sonhos neste lugar, e devolvendo pessoas ao propósito do coração de Deus. Paixão: É a chama que arde em nós e nos leva a abraçarmos o sonho. Viver o sonho custa. Custa fé, renúncia, sacrifício, trabalho, perseverança. Gerar um discípulo demanda oração, jejum, amor, paciência, tempo e investimento. Levar a célula, ouvir, consolar, levar ao pré, ao encontro, ao pós e a escola de líderes, mas isto não é nada para os apaixonados, pois os apaixonados não se cansam, não reclamam, não medem esforços e nem distâncias. A paixão nos impele, a paixão nos renova e nos faz ir além. Foi a paixão que levou Jesus até a cruz, Ele fez aquilo por ser extremamente apaixonado por você. Ele é o maior de todos os apaixonados. A paixão tem o poder de nos levar a conquistas extraordinárias e incomuns. Se perdermos a paixão, ficamos estagnados, nos tornamos medíocres e frustrados. Se você perdeu sua paixão, hoje o Senhor quer incendiar de novo o seu coração. Caráter: Realizar e manter grandes conquistas, requer que nosso caráter seja forjado a semelhança do caráter de Cristo. O caráter é a essência que precisa ser estabelecida e aperfeiçoada em nós a cada dia, para que o sonho não se transforme em pesadelo. José tinha um sonho e uma paixão, mas foi por diversas vezes testado no caráter. José demonstrou seu bom caráter em relação a Deus, a Potifar e também para com Faraó, não deixando- o depois de haver conquistado tudo. Muitos deixam a Visão porque não querem ser tratados no caráter. Passamos por um Getsêmani de provas e confrontos, até que o caráter de Cristo seja formado em nós. Em Gl. 4:19 o Ap. Paulo diz: “meus filhos, por quem de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós”. Só seremos verdadeiros discípulos e líderes de avivamento, se os valores de Cristo estiverem moldados em nosso caráter. Alguns destes valores são: sinceridade, humildade, honestidade, submissão, amor. Há muitas posturas em pessoas no seio da igreja, que demonstram a ausência destes valores. Um exemplo bem conhecido, é o dos discípulos que subitamente, e com tanta facilidade, viram as costas a seus líderes e ao seu chamado. Quando isto acontece, é inevitável que perguntemos: onde está nesta pessoa o amor, a gratidão, o compromisso e a fidelidade? Quando nos deparamos com este tipo de situação, concluímos que fé, frutos ou carismas numa pessoa, não é tudo, ela precisa antes de tudo, ter um bom caráter. Atitude: A fé sem obras é morta! O sonho só vira realidade se houver atitude, pois a Visão não é poesia, é trabalho. Em Isaías 53:11 diz: “Ele verá o fruto do seu penoso trabalho”. Quem quer dar fruto e realizar conquistas, precisa amar o trabalho (não o ativismo, mas a diligência em buscar a Deus e as promessas). A Visão é Ide, não é vinde! A Visão exige atitude, e a atitude, transforma o sonho em realidade. Muitos cristãos não vivem uma vida vitoriosa, porque esperam inertes, que tudo lhes caia do Céu. Também há líderes que não dão fruto, porque de igual modo, esperam que as pessoas venham ao seu encontro, mas este não foi o exemplo de Jesus. Jesus foi as águas do batismo, foi ao monte orar, foi ao encontro de Pedro e André, e depois ao encontro de Tiago e João. Jesus foi até a casa de Levi, e foi a de Jairo, e também a de Zaqueu, Ele foi até a mulher de Samaria, Ele foi à todos os lugares onde estavam as pessoas, com o intuito de salvá-las, e a medida que Jesus ia, o poder do Espírito Santo se manifestava. Precisamos entender uma coisa: Ef. 3:20 diz: “Ora, aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós”. O poder de Deus

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Fomos Chamados para Viver os Sonhos de Deus

Gênesis 37:5 a 11 A Visão Celular no Modelo dos Doze é um sonho de Deus para o qual fomos chamados de forma específica. Quatro elementos espirituais, nos permitirão viver tudo aquilo que Deus preparou para nós, estes são: sonho, paixão, caráter e atitude. O sonho: Quando decidimos sonhar este sonho de Deus, nossos horizontes se ampliam, como aconteceu com José. O sonho dado à José envolvia o futuro dos doze, e projetou aquele garoto tão jovem, do seio de uma humilde família camponesa, para ser o governante da nação mais poderosa da Terra naqueles dias. De igual maneira, quando abraçamos o sonho de Deus, somos levados a realizar grandes coisas pelo poder da fé. Ex.: Eu passei a sonhar com multidões e recebi a promessa em Is. 60:22 “O menor virá a ser mil e o mínimo uma nação forte”. Quando o sonho é revelado ao nosso espírito, a revelação se converte em promessa e se torna nosso objetivo a ser perseguido. Por causa do sonho, José foi jogado por seus irmãos numa cova, mas dentro da cova, José dizia consigo mesmo: “eu tenho de Deus uma promessa e por isso o Senhor não me deixará morrer nesta cova”. Ao ser tirado da cova, José foi vendido como escravo, e mesmo com cadeias nos pés e nas mãos, José cria em seu coração: “eu tenho uma promessa e daqui a pouco, ela vai me libertar”. Ao chegar no Egito, de forma injusta, José foi levado à prisão, mas a promessa viva dentro dele, lhe fazia saber que logo Deus o tiraria de lá, pois não há ninguém que possa governar, estando preso. Quando decidimos viver os sonhos de Deus, nada pode nos deter, porque suas promessas nos impelem para o futuro que o Senhor tem para nós. Por isso não podemos parar de sonhar, quem para de sonhar, para de avançar. Não permita que a acomodação te torne só um administrador do que você já conquistou, Deus tem novas vidas, novas bênçãos e territórios para te entregar. Viver com Jesus Cristo é viver em novidade de vida! Hoje Deus está ressuscitando sonhos neste lugar, e devolvendo pessoas ao propósito do coração de Deus. Paixão: É a chama que arde em nós e nos leva a abraçarmos o sonho. Viver o sonho custa. Custa fé, renúncia, sacrifício, trabalho, perseverança. Gerar um discípulo demanda oração, jejum, amor, paciência, tempo e investimento. Levar a célula, ouvir, consolar, levar ao pré, ao encontro, ao pós e a escola de líderes, mas isto não é nada para os apaixonados, pois os apaixonados não se cansam, não reclamam, não medem esforços e nem distâncias. A paixão nos impele, a paixão nos renova e nos faz ir além. Foi a paixão que levou Jesus até a cruz, Ele fez aquilo por ser extremamente apaixonado por você. Ele é o maior de todos os apaixonados. A paixão tem o poder de nos levar a conquistas extraordinárias e incomuns. Se perdermos a paixão, ficamos estagnados, nos tornamos medíocres e frustrados. Se você perdeu sua paixão, hoje o Senhor quer incendiar de novo o seu coração. Caráter: Realizar e manter grandes conquistas, requer que nosso caráter seja forjado a semelhança do caráter de Cristo. O caráter é a essência que precisa ser estabelecida e aperfeiçoada em nós a cada dia, para que o sonho não se transforme em pesadelo. José tinha um sonho e uma paixão, mas foi por diversas vezes testado no caráter. José demonstrou seu bom caráter em relação a Deus, a Potifar e também para com Faraó, não deixando- o depois de haver conquistado tudo. Muitos deixam a Visão porque não querem ser tratados no caráter. Passamos por um Getsêmani de provas e confrontos, até que o caráter de Cristo seja formado em nós. Em Gl. 4:19 o Ap. Paulo diz: “meus filhos, por quem de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós”. Só seremos verdadeiros discípulos e líderes de avivamento, se os valores de Cristo estiverem moldados em nosso caráter. Alguns destes valores são: sinceridade, humildade, honestidade, submissão, amor. Há muitas posturas em pessoas no seio da igreja, que demonstram a ausência destes valores. Um exemplo bem conhecido, é o dos discípulos que subitamente, e com tanta facilidade, viram as costas a seus líderes e ao seu chamado. Quando isto acontece, é inevitável que perguntemos: onde está nesta pessoa o amor, a gratidão, o compromisso e a fidelidade? Quando nos deparamos com este tipo de situação, concluímos que fé, frutos ou carismas numa pessoa, não é tudo, ela precisa antes de tudo, ter um bom caráter. Atitude: A fé sem obras é morta! O sonho só vira realidade se houver atitude, pois a Visão não é poesia, é trabalho. Em Isaías 53:11 diz: “Ele verá o fruto do seu penoso trabalho”. Quem quer dar fruto e realizar conquistas, precisa amar o trabalho (não o ativismo, mas a diligência em buscar a Deus e as promessas). A Visão é Ide, não é vinde! A Visão exige atitude, e a atitude, transforma o sonho em realidade. Muitos cristãos não vivem uma vida vitoriosa, porque esperam inertes, que tudo lhes caia do Céu. Também há líderes que não dão fruto, porque de igual modo, esperam que as pessoas venham ao seu encontro, mas este não foi o exemplo de Jesus. Jesus foi as águas do batismo, foi ao monte orar, foi ao encontro de Pedro e André, e depois ao encontro de Tiago e João. Jesus foi até a casa de Levi, e foi a de Jairo, e também a de Zaqueu, Ele foi até a mulher de Samaria, Ele foi à todos os lugares onde estavam as pessoas, com o intuito de salvá-las, e a medida que Jesus ia, o poder do Espírito Santo se manifestava. Precisamos entender uma coisa: Ef. 3:20 diz: “Ora, aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós”. O poder de Deus

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O Avanço do Reino vem pela Unidade da Liderança

João 17:18-23 Jesus foi enviado ao mundo com um propósito: reestabelecer a unidade espiritual entre Deus e os homens. Apesar de neste processo, Jesus ter feito a parte mais difícil, o Senhor decidiu dar continuidade à esta missão através de sua igreja, pelo que Jesus diz no vs.18: “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo”.  Por três anos e meio Jesus preparou seus doze para enviá-los às nações. Jesus santificou-se por eles. vs.19, ou seja, se consagrava a Deus, para ser um líder modelo, uma legalidade aberta no mundo espiritual, para que também seus apóstolos fossem santos e irrepreensíveis, homens cujo caráter, fosse moldado segundo a palavra de Deus. vs.19: “para que eles também sejam santificados na verdade”, vs.17: “a tua palavra é a verdade”.  Jesus estava prestes a retornar para o Pai, e além de estabelecer, e ser o modelo da palavra, o Senhor também orou por algo que seria imprescindível ao cumprimento da missão de conquistarem as nações para Reino de Deus. Jesus orou pela unidade da igreja, (da liderança e de todos que seriam gerados por intermédio dela. vs.20 e 21: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra, a fim de que todos sejam um”). Um princípio estabelecido no mundo espiritual, é que o avanço do Reino depende da unidade do Espírito. Jesus já havia ensinado à seus doze que um reino dividido não subsiste. O Salmo 133 também nos revela que onde há unidade, o Senhor derrama unção, benção, e salvação, ou seja, onde há unidade, há avivamento, crescimento e multiplicação na vida de todos. Quando os doze estão unidos em oração, um poder é liberado (At. 4:31), daí a importância de termos uma equipe de doze, porém mais importante que termos uma equipe de doze, é sermos uma equipe de doze. Podemos ter doze, mas não ser equipe, pois o espírito de equipe, é o espírito de unidade que se desenvolve em três aspectos: Unidade de pensamento, de linguagem e de atitude. Unidade de pensamento – Fp.2:2: “Completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento”. Idéias diferentes, geram ideais diferentes, e ideais diferentes, geram visões diferentes. Onde há duas visões, há um princípio para haver divisão, (di = duas visões). Unidade de linguagem – Gn.11:6: “Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo, agora não haverá restrição para tudo que intentarem fazer”. Devemos trabalhar para que todos no corpo de Cristo, tenham a linguagem do Reino do Céu, que é pura, perfeita, e profética, e isto é um componente espiritual, construtivo da igreja, mas do ponto de vista da estratégia pela qual a igreja cresce e conquista, a Visão Celular no Modelo dos Doze, também é uma linguagem promotora de unidade, que une a igreja iocal, e também ministérios de diferentes denominações. Devemos orar a Deus para que o Espírito Santo uniformize a linguagem do ganhar, consolidar, discipular e enviar, nos lábios de nossos discípulos, em todas as gerações. O Ap. Tiago nos ensina que o que a língua fala, determina os movimentos do corpo. Se tivermos uniformidade na linguagem, teremos a continuidade do propósito. Em Babel, quando a linguagem se diversificou, o propósito foi interrompido, (o propósito era construir a torre). Unidade de atitude – At. 4:32: “Da multidão dos que creram era um o coração e a alma”. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía, tudo porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus e em todos eles havia abundante graça. Havia na igreja de Atos, um estilo de vida que envolvia atitudes de desprendimento material, de compartilhamento de espaço, como os lares que abrigavam as células, de um comprometimento de todos com o testemunho e a pregação, no exercício do evangelismo. Este último texto, revela a importância dos doze estarem em unidade no propósito (ganhar vidas e fazer discípulos), pois eles são uma matriz de reprodução de pensamento, de linguagem, e de comportamento, que se repetirá nas gerações. Os doze são a fôrma que forma. Se os doze forem amorosos, gerarão um povo amoroso. Se os doze forem presentes, gerarão um povo presente. Se os doze forem fiéis, gerarão um povo fiel. Se os doze forem murmuradores, gerarão um povo murmurador. Se forem homens e mulheres que vivam em unidade, formarão uma multidão que terá um só coração, como aconteceu em Atos. Talvez o maior desafio do líder seja este, gerar a unidade em sua equipe de liderança. Embora esta busca deve ser despertada pelo líder, só quem pode realizar esta obra é o Espírito Santo, por isso temos que tê-la como meta e trabalhar por ela, dependendo totalmente do Espírito. A unidade vem primeiramente pela oração do líder. Jesus estava orando para que seus discípulos viessem a ser um. Vem também pela cura da alma e pelo aperfeiçoamento do caráter. Não há cura sem o derramar contínuo de amor. Jesus, amou seus doze até o fim (a Cruz) e Ele continua nos amando, por isso também o Senhor nos confronta. Sem confronto não há cura, não havendo cura na alma e no caráter, haverá brechas para que satanás trabalhe trazendo para a equipe, mágoas, divisões, distrações, perda de foco e arrefecimento. Uma estratégia do diabo é manter pastores e líderes, focados só em objetivos pessoais. Ex.: Vou cuidar do meu ministério que eu ganho mais. Há aqueles que pensam que terão melhor resultado fazendo carreira solo, mas isto é ingerência maligna, pois só a unidade clamada por Jesus, e decretada pelo Pai, nos levará a vitória na família e no ministério. Sermos um, não é uma opção, é um comando de Deus, se quisermos ser vitoriosos. À vitória nunca será de um, será sempre da equipe. Se houver unidade todos prosperarão, pois este é o fruto

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O preço de uma liderança

1 Coríntios 9.27 Existem muitos estudos e muitas definições sobre liderança. Poderia escrever dezenas de páginas sobre este assunto. Entretanto, acredito que se eu pudesse fazer um resumo sobre o que é liderança, escreveria apenas uma frase: “Liderança não é uma posição ou um status e sim uma escolha”. O que define um líder de uma pessoa comum é o seu propósito. Durante anos estudando sobre este assunto, percebi que existem dois caminhos para escolhermos. “O caminho maior que é de viver uma vida medíocre “sem sentido”, ou escolher viver um caminho que está diretamente relacionado ao seu chamado, a sua vocação, as suas convicções. Para que você possa viver a segunda opção, que está diretamente relacionado ao seu chamado ministerial, acredito que existem três pilares os quais sustentarão esta escolha. 1º) Descobrir o motivo pelo qual você nasceu Quem você é? Para que você nasceu? Qual é a sua vocação? Para que você foi chamado por Deus? Lucas 1.26 – 33 “Relata não só o nascimento de Jesus, mais também os seus propósitos e o que ele iria fazer… Entenda que todos nós nascemos para cumprir um propósito nesta terra. E descobrir este propósito, irá ajudá-lo a organizar a sua vida e as suas ações. Tudo ficará mais claro e simples quando você descobrir o seu propósito de vida. Alguns fatores importantes para serem definidos Quem eu sou? De onde eu vim? Quem me treinou? Para que eu fui treinado? Qual é a minha missão? Qual será o meu legado? (Está relacionado ao discipulado) quem eu treinarei? 2º) Estabelecer uma visão que direcionará a sua liderança A visão é enxergar um estado futuro com o olho da mente. É uma imaginação aplicada. Todas as coisas são criadas duas vezes, “1º através de uma visão, 2º está relacionado a criação física”. Albert Einstein disse: “A imaginação é mais importante do que o conhecimento. “A memória é passado. É finita. A visão é o futuro, é infinita. Em Gn 12, quando Deus se apresenta a Abrão e lhe faz uma promessa, tudo que Abraão poderia ter naquele momento era uma visão do que poderia ser um “pai de multidões”. Abraão teve uma visão de DEUS para sua vida e logo em seguida, partiu para alcançar esta visão. A visão é tão importante para um líder, pois o dia que ele perder a visão de DEUS para usa vida, ficará desanimado e sem motivação para se quer sair de sua casa. Em Gn 15, fala a Bíblia que Abraão havia perdido a visão da proposta de Deus para sua vida. Por isso, Deus o chamou para sair de sua tenda “de sua vista humana” para olhar as estrelas do céu o obter uma visão do que Deus tinha para ele. Todo grande líder precisa ter uma visão do que realmente ele representa e o que ele irá fazer em sua vida. Se o líder perder a visão, ele perderá a confiança de seus liderados. Quando falamos a respeito da visão, é importante considerar não apenas a visão do que é possível “do lado de fora” mas também a visão do que vemos em outras pessoas. Jesus viu em seus discípulos “homens simples” potencial para serem “pescadores de homens” Mt 4.18 Davi “se fez líder” de homens com dificuldades, endividados e descontentes (1 Sm 22). A visão de um líder também está fortemente relacionado a capacidade de encontrar potencial em pessoas, as quais nem elas mesmas conseguem perceber estes potenciais. 3º) Influenciar /treinar / capacitar pessoas Influencia: A liderança não gira em torno de poder, posição, ela sempre dirá respeito a uma vida que influencia outras vidas. Como está a nossa influência com os nossos discípulos? O dia que  perdermos a influência com a nossa equipe ou igreja, certamente perderemos a nossa liderança. “Tudo sairá fora do nosso controle”. Neste tempo em que estou no ministério, aprendi que para influenciar é preciso ter visão, saber compartilhar a visão e, principalmente, obter um caráter irrepreensível.  Visão é a quarta característica de um campeão que conquista o território e o mantem em crescimento e multiplicação. Treinar/Capacitar pessoas: Um outro atributo que todo bom líder deveria sabe fazer, é a capacidade de treinar/capacitar pessoas para alcançar seus objetivos. Capacitar/treinar; significa simplesmente passar o seu poder ou capacidade a outras pessoas. É isso que as pessoas anseiam que seus líderes façam. Jesus disse: “Siga-me e eu os farei pescadores de homens” Mt 4. Deus disse a Abraão “Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma benção… (Gn 12) Há uma frase de John Maxwell, um dos maiores especialistas em liderança no mundo disse: Os líderes precisam estar perto o suficiente para se relacionar com as pessoas, mas a frente o bastante para motivá-las/lidera-las. Deus o abençoe! Ap. Eliezer  

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Guardados pelo aprisco e protegidos pelo pastor

João 10:1-18 Neste texto Jesus ensina sobre discipulado, e sobre os elementos necessários à um pastoreio saudável. Estes elementos são: Discernimento, Responsabilidade, e Motivação Correta. Hoje vamos estudar cada um deles: Discernimento: Na Visão M12 todos os discípulos são trabalhados para que amadureça o potencial de liderança que há em cada um, e isto se dá pelo ensino e treinamento, mas também pelo compartilhamento de autoridade. Quando enviamos um líder de célula, não estamos ungindo um pastor, mas estamos enviando um líder, sob o princípio da autoridade delegada, alguém que cuidará de vidas (amando, ouvindo, aconselhando, consolando). Isto faz com que se forme um vínculo muito forte entre o discípulo e seu líder imediato (seu líder de célula ou seu líder da equipe de doze). Este vínculo, de aspecto emocional, não pode impedir o discernimento espiritual daquela ovelha quanto a quem é o seu pastor (o anjo da igreja) e qual é o seu aprisco (a igreja). A carência afetiva das pessoas, associada a tendência natural do ser humano de construir o reino próprio, podem gerar ovelhas espiritualmente míopes, ou seja, que só enxergam (discernem) o que está perto delas. Há discípulos que pensam que seu pastor é seu líder de célula, há outros que tem como seu lugar de adoração, a casa onde se reúne a célula, e não o templo da igreja. Também há aqueles que não sabem quem é o pastor da igreja ou o apóstolo, líder do ministério, por nunca terem ouvido a respeito dele no ambiente das células. Estes podem ser efeitos colaterais da igreja em células, que quando acontecem, geram discípulos fracos e vulneráveis, com tendências a se desviarem, ou serem ovelhas virtuais, cuja vida espiritual é incompleta e estéril. Há muitas pessoas perdidas fora da igreja, mas também há aqueles que estão perdidos dentro dela, por não discernirem a vontade de Deus para si mesmos. Isto é tão verdadeiro que quando alguns líderes de célula se contaminam e deixam a igreja, estes discípulos mais frágeis espiritualmente os seguem, deixando o lugar onde Deus os colocou e por isso há tantas pessoas que conhecem a Cristo, mas estão afastados da comunhão. Todo cristão saudável deve saber responder três perguntas: Quem é o Senhor da sua vida? Qual o nome do seu pastor? Qual o endereço da sua igreja? Todos os líderes da igreja, precisam entender que há um pastor responsável por todos (o líder do ministério) e um aprisco ao qual todos pertencem (a igreja) e que os doze e as suas gerações, representam rebanhos confiados as mãos de pastores confiáveis, ou seja, que trabalharão pelo bem-estar das ovelhas e não pela posse delas. Os discípulos não pertencem a nós, mas sim a Cristo. A cobiça é o sentimento de posse, nascido no coração de Lúcifer, responsável por tantas divisões, começando por aquela que ocorreu no Céu. O texto diz que o bom pastor dá a vida pelo bem das ovelhas, já o mercenário, intenciona roubá-las. Responsabilidade: Quais são as responsabilidades dos líderes espirituais que cuidam de vidas? O texto nos dá estas respostas: Conduzir: 3: Ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. É nosso papel conduzir as pessoas à Cristo, à sua palavra, a comunhão da igreja, aos passos da fé e dá Visão, ao seu chamado para servir a Jesus. Libertar e manter em liberdade: 9: Se alguém entrar por mim, será salvo, entrará e sairá. Todo bom líder é um líder libertador, Jesus é chamado de libertador e Ele é o nosso modelo em tudo. Não pode haver opressão, nem manipulação no discipulado. Não é nosso papel mandar nas pessoas ou escolher por elas. Nossa função é aconselhar, mostrando sempre a verdade que liberta. Há líderes que perdem seus discípulos porque lhes dão muitas ordens, mas pouco amor. Nosso discipulado deve liberar as pessoas para irem, mas deve criar condições, para que elas tenham vontade de voltar. Discipulado é aliança e não algema. Os líderes que recebem a unção para sair e fazer discípulos, depois de fazê-lo, têm o dever de trazer estas ovelhas de volta ao aprisco. Alimentar: 9: Entrará e sairá, e achará pastagem. Quando nos entregamos ao discipulado, somos alimentados pela Palavra, a humildade em nos submetermos, nos dá acesso a revelação e ao ensino, e somos também preparados para alimentar a outros. Todo líder que quer êxito no ministério precisa dedicar-se ao estudo e ao ensino da palavra. Proteger: 12: O mercenário, que não é pastor, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge, então o lobo as arrebata e dispersa. A primeira maneira de protegermos nossos discípulos é através da oração por eles, para que sejam livres do pecado e do maligno, para que o sangue de Jesus lhes cubra e tudo lhes vá bem. O pastor que ama seu rebanho, o protege, luta para que as ovelhas estejam a salvo no aprisco. Ele não as abandona, nem as deixa a mercê de predadores, como fez Davi, lutando com um urso e um leão para salvar as ovelhas de seu pai. Precisamos proteger nossos filhos e nossos discípulos dos perigos do mundo virtual. Alguns têm se desviado da verdade por dar ouvidos a falsas doutrinas e a falsos profetas. Devemos ser vigilantes e zelosos para com cada vida confiada a nós, pois está escrito: “Ai do pastor que abandona o seu rebanho“. (Zc. 11:17). Motivação: Qual a motivação para alguém ser um líder de célula, ou para cuidar de uma equipe de doze? A única motivação correta diante de Deus para se cuidar de vidas é o amor. O amor descrito pelo Vs. 11: O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O bom líder doa parte do seu tempo, do seu esforço, da sua vida, para salvar e cuidar de vidas. O líder que ama, se entrega ao seu chamado e não mede esforços, ele faz sacrifício da sua própria vida para cuidar de pessoas. Foi isto que Jesus fez indo até a Cruz. Para que

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Não deixe que nada comprometa sua unção e seus frutos.

Malaquias 3:6-12 Um dos fatores que desestabilizam as células fazendo com que regridam, são as brechas encontradas por Satanás na vida espiritual dos líderes. Estas podem ser: falta de oração, pecados ocultos, falta de perdão, negligência no cumprimento de princípios da palavra. São raposinhas que comprometem a santidade e a unção do líder, comprometendo também seus resultados. Uma das falhas que muitos ainda não entenderam, ser perigosa para a unção e para os frutos, é o roubo na devolução dos dízimos, por isso hoje estudaremos este assunto de forma mais profunda. (Obs. Isso afeta também no espiritual, dízimos, ofertas e primícias envolve fé, santidade, fidelidade e ação espiritual, emocional e física) A palavra dízimo é derivada do termo hebraico ASAR (se lê assar), que significa dez, ou a décima parte, mas este termo também significa, crescer, multiplicar, enriquecer. Esta ordenança divina, visa proteger e fortalecer nossa vida espiritual e material, mas também prover recursos para a manutenção e a expansão da Igreja. Através dos dízimos e ofertas, a igreja pode alcançar milhares de pessoas através da abertura e sustento dos templos, meios de comunicação e de obras assistenciais. Diariamente pessoas chegam às igrejas perturbadas, viciadas, doentes e escravizadas por demônios, e encontram ali, libertação destes males espirituais, além da salvação eterna em Cristo. Manter a igreja aberta é uma necessidade vital para todos os povos e nações, por isso é abençoado o homem que compreende o valor espiritual do dízimo, pois a sua fidelidade, o torna um valoroso aliado de Deus, na luta contra o diabo. A palavra de Deus garante que tal homem terá a sua vida sempre abençoada, e suas orações atendidas pelo Senhor. A primeira menção bíblica sobre dízimos, está em Gn. 14: 20, quando Abrão entrega o dízimo de tudo ao sacerdote Melquisedeque, sem ter sido isto requerido por Deus, embora ele tenha aprendido com Deus. Abrão o fez de forma espontânea e foi abençoado por isso. Outra citação importante sobre o dízimo, está em Ml. 3: 6 a 12, onde o profeta confronta o povo de Israel, quanto ao roubo dos dízimos e ofertas ao Senhor. Vs. 6: Porque eu, o Senhor, não mudo, por isso, vós os filhos de Jacó, não sois consumidos. Ninguém é consumido por não dizimar graças à misericórdia do Senhor, mas há más consequências para aqueles que o fazem de forma consciente. Vs. 7: Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes, tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós outros, mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? No caso de Israel, os pais haviam deixado de cumprir a lei. No caso dos gentios (nós) nossos pais não conheceram esta verdade espiritual (pela falta de revelação da igreja romana). Vs. 8: Roubará o homem à Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Deus considera roubo, não entregarmos a Ele os dízimos e as ofertas. Em Lv. 27:30, o Senhor determina que todos os dízimos de todos os frutos da terra são Dele. Olhando desta maneira, ninguém dá o dízimo e sim o devolve aquilo que pertence ao Senhor. Vs. 9: Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda. Deus deixa claro que quem sonega os dízimos e as ofertas, não é consumido, mas permanece debaixo da maldição que o afeta em três áreas: Espiritual (perda de discernimento e unção) Saúde (enfermidades emocionais, físicas e acidentes) Material (roubos, perdas, prejuízos, e improdutividade). Nos dias de Malaquias, o povo de Israel por estar roubando ao Senhor, perdiam suas colheitas pela visitação de nuvens de gafanhotos, que destruíam um ano de trabalho, em apenas algumas horas. Seus animais estavam nascendo mortos ou defeituosos, por conta de sua desobediência a um mandamento conhecido.  Vamos ler Joel 1:1-4 e 2:25. Aqui Israel estava vivendo um tempo difícil por causa do pecado e da infidelidade, Deus os orienta ao arrependimento e a volta da prática da Palavra, prometendo-lhes restituição! Vs. 10; Trazei todos os dízimos e ofertas à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar benção sem medida. Deus incita o povo a voltar a prática dos dízimos e ofertas com dois propósitos: 1º) Para que na Casa do Senhor houvesse mantimento espiritual (revelação, ensino, e unção) e mantimento material, para o sustento dos sacerdotes e levitas, pois todos eles eram em tempo integral no templo, eles deveriam dedicar-se exclusivamente ao jejum, oração, ensino da palavra e serviço no santuário. 2º) Possibilitar que seu povo fizesse prova do poder de Deus para abençoar sua vida material (saúde, chuvas, e boas colheitas). Fazer prova significa, obedecer e depois reivindicar a bênção prometida pela palavra do Senhor. Benção sem medida significa a promessa de um crescimento contínuo e sem limites, por gerações e gerações. (Um exemplo claro disto é a prosperidade crescente de Israel desde a antiguidade, até os dias atuais). Vs. 11: Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra, a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos. Deus aqui promete repreender o demônio causador da miséria (o devorador). Este espírito maligno que age na vida material, causa prejuízos, desemprego, falências, roubos, esterilidade, e males diversos. Não há uma nação livre dele, pois até nos países do primeiro mundo, há ruína e pessoas miseráveis. O final do versículo diz: A vossa vide no campo não será estéril. Isto significa produtividade e prosperidade advindas do nosso trabalho (secular ou ministerial). Vs. 12: Todas as nações vos chamarão felizes, porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor do Exércitos. Este versículo amplia a promessa, fazendo com que esta transcenda a riqueza material. Os termos felizes e deleitosa, indicam felicidade plena, abundância de tudo, e prazer. Deus aqui está prometendo prosperidade, que é mais do que riqueza, pois há muitas

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Unidade

Salmos 133. Conforme a palavra profética do ano, em 2018 estamos sob uma promessa de unidade e de restauração. Toda profecia, porém, precisa ser velada e sucedida de passos de fé, ou seja, orarmos e agirmos na direção do que foi prometido. Começamos 2018, e curiosamente na guematria, que é o estudo numérico das letras hebraicas, o número 18 é Chai (se lê Rai) que quer dizer vivo ou vida. É uma benção determinada por Deus quando ministramos prazer ao coração Dele através da obediência aos seus mandamentos. Apesar da unidade ser um bem espiritual prometido e gerado por Deus, ela é algo pelo qual somos responsáveis individualmente. Neste ano devemos orar e agir como instrumentos promotores de unidade. (O que está determinado pela palavra precisa ser feito…) Gerar unidade entre nós e Deus, no seio da família, na equipe e na igreja custa renúncia, e renúncia é morte, é cruz. Este é o antagonismo do Reino: para que haja vida (ressureição) primeiro precisa existir morte (cruz). Como está escrito: Quem quiser ganhar a sua vida, perdê-la-á. Para que nosso espírito esteja unido ao Espírito de Deus, precisamos morrer para os prazeres da alma e da carne, para o pecado e para o mundo. Voltando a Chai, Chai é uma benção liberada quando renunciamos a nossos próprios direitos e vontades, para obedecer e agradar ao coração de Deus, como o exemplo de Jesus em seu batismo, dizendo à João Batista: deixa por enquanto, pois nos convém cumprir toda a justiça. O zelo de Jesus em agradar o coração do Pai pela obediência em cada passo do plano traçado para Ele na Terra, fez com que todos ouvissem o Pai dizendo acerca de Jesus: Este é o meu filho amado em quem minha alma tem prazer. Deus tem prazer em que vivamos unidos como diz o SI. 133 e para que sejamos promotores da unidade do Espírito, precisamos Entender o valor dela: A unidade atrai a unção, a benção e a salvação. O resuma destas virtudes é o avivamento que representa a vida de Deus (Chai) enchendo a tudo e a todos. (O nível de conquista está relacionado ao nível da unidade) Entendendo o prejuízo de não tê-la: Em Marcos 3:24 Jesus disse que “Um reino dividido não subsiste”. Também na epístola do apóstolo Tiago 3:16 está escrito: “Pois onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins, ou seja, a presença e a ação de demônios.” Vencermos o espírito crítico. Este espírito nos leva a olharmos mais para os defeitos do que para as qualidades. Temos uma tendência à crítica e à murmuração (natural) e não ao elogio (espiritual). Não falo do elogio forçado ou bajulador, mas o elogio que evidencia as qualidades de uma pessoa, estimula o espírito, ministra segurança à alma e gera louvor para Deus. Vamos neste ano, usar uma linguagem de reforço, de reconhecimento e gratidão, uns para com os outros. (Se uma pessoa quer ser reconhecida, primeiro precisa se humilhar e agir no papel de servo). Vencermos as obras da carne: A grosseria, a inveja, o ciúmes, a cobiça, a soberba, a mágoa e o individualismo. Precisamos a partir de 2018 deixar a busca pelo reino próprio e abraçar a luta pelo Reino de Deus. Neste ano a Visão, (em São Paulo), completa 18 anos e isto indica que é tempo de maturidade, em outras palavras, deixarmos as coisas de menino e agirmos com temor e responsabilidade.  (Obs. O elogio deve ser feito no culto, na frente de todos, mas a correção deve ser sempre em particular). Caminharmos em direção à origem da unidade que é a intimidade com Deus. Quando pela oração, jejum, leitura da palavra e exercício do amor buscamos à Deus, Ele nos: Capacita com mais amor (chave da multiplicação), Ele Nos revela seus pensamentos e sonhos, nos alinha com a Mente de Cristo. Ele Nos une no propósito do evangelho (fazermos discípulos). Ele Nos unge com poder para que façamos novas conquistas. (Temos aprendido na palavra que colhemos o que plantamos, neste caso da unidade e conquista precisamos usar sempre de misericórdia, porque um dia podemos precisar dela, podemos ganhar muitas vidas, mas se não cuidarmos da nossa essência em Cristo, do amor dele em nós, do respeito e da honra a quem é devido, da humildade e serviço, poderemos não conquistar o território ou perder as conquistas alcançadas) Pessoas que não querem se submeter deixando a arrogância tomar conta dos seus sentimentos e atitudes, não terão respaldo para conquistar o território pelo qual estará lutando. Pessoas assim não andam integrados com outros discípulos, pelo contrário, trilham por caminhos contraditórios a unidade, a humildade, ao amor, a fidelidade, lealdade e serviço. Mas 2018 ainda será um ano muito feliz para todos os que buscarem a intimidade de Deus, obedecerem seus princípios e preceitos, praticarem o amor, e promoverem a unidade. Ministração: orar por cada tópico (distribuir os tópicos entre os 12) e profetizar entendimento e comprometimento de cada um na busca por unidade em todas as áreas. Um discipulado muito ungido, completo e frutífero para todos ENDJ. Amamos vocês Aps. Fábio e Claudia A. Abbud.   Neste contem alguns acréscimos nossos.   No amor de Cristo!   Aps Eliezer e Zenita

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