Estudo para os 12

“Curados Para Curar, Maduros Para Permanecer”

Vivemos tempos em que o chamado ao discipulado é urgente. O mundo clama por referências espirituais saudáveis, e Deus nos chama para sermos canais de cura e transformação. Mas como podemos cuidar de vidas feridas se nós mesmos carregamos feridas não tratadas? Como perseverar no chamado se estamos frágeis emocional e espiritualmente? Ser discipulador é mais que ensinar; é viver com autoridade o que se prega. E autoridade espiritual nasce da intimidade com Deus e da cura interior que Ele opera em nós. Em 2 Coríntios 1:3-4 diz: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo… é ele que nos consola em todas as nossas tribulações, para que com a consolação que recebemos de Deus possamos consolar os que estão passando por tribulações.” Deus nos cura para que sejamos instrumentos de cura Deus não desperdiça dor. Tudo que Ele cura em nós se torna testemunho e ferramenta para alcançar outros. Feridas curadas se tornam cicatrizes que contam histórias de restauração. Discipuladores curados sabem ouvir sem julgar, acolher sem rejeitar, orientar com compaixão. Em Isaías 61:1 diz: “O Espírito do Soberano, o Senhor, está sobre mim, porque o Senhor ungiu-me para levar boas notícias aos pobres. Enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado…”  Prática: Você precisa permitir que Deus trate as suas dores para que você trate as dores dos outros com misericórdia e verdade. Maturidade espiritual sustenta o chamado O chamado de discipular é constante. Nem sempre será fácil. Por isso, maturidade é essencial. E essa maturidade não acontece isoladamente. A igreja cumpre um papel fundamental na vida de cada cristão, pois é no convívio do corpo de Cristo que somos curados, edificados e aperfeiçoados. Cultuar, congregar e integrar-se à igreja, à célula e ao discipulado é vital para manter a comunhão e a maturidade espiritual. Assim como os ramos não podem viver separados da videira (João 15), também nós só podemos crescer, permanecer curados e frutificar se estivermos ligados ao corpo de Cristo, a Igreja. É nesse ambiente de comunhão que aprendemos a amar, perdoar, servir e crescer continuamente na salvação. Efésios 4:13-14 diz: “…até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.” Discipuladores imaturos desistem diante da oposição. Maduros permanecem mesmo quando não são vistos ou aplaudidos. A maturidade faz com que sua motivação não dependa das pessoas, mas de Deus. Prática: Cresça na Palavra, na oração, no serviço silencioso. Maturidade é fruto de relacionamento com Deus e obediência constante, vividos dentro da comunhão da igreja. O combustível da missão é a intimidade com Jesus Discipular é guiar outros até Cristo, mas só conseguimos fazer isso se estivermos conectados a Ele. João 15:5 jesus disse: “Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.” Sem intimidade, caímos no ativismo vazio. Com intimidade, até o silêncio se torna discipulado.  Prática: Não negocie o secreto com Deus e nem os momentos de comunhão nos discipulado, células e cultos. Discipuladores frutíferos investem na intimidade com Deus na oração e no convívio com irmãos. Permaneça firme: Deus é fiel para sustentar o que Ele começou A jornada pode ser cansativa, mas não estamos sozinhos. Quem nos chamou é fiel para nos sustentar. Filipenses 1:6: “…aquele que começou boa obra em vocês vai completá-la até o dia de Cristo Jesus.” Há dias em que parecerá que nada está mudando nas vidas que você acompanha. Continue! Deus está operando no invisível. Sua fidelidade sustenta o processo.  Prática: Confie no processo de Deus. Não pare porque não vê resultados imediatos. A colheita vem para quem não desiste. Conclusão e Reflexão Queridos, Deus te chamou não por causa da sua perfeição, mas porque Ele confia em você. Mas para sustentarmos o que Ele confiou em nossas mãos, precisamos: Ser curado continuamente; Crescer em maturidade; Viver na intimidade com o Senhor; Permanecer firme na missão. Hoje, Deus te chama a um novo nível de profundidade. Permita que Ele te cure, te fortaleça e te integre de forma viva e ativa ao corpo de Cristo, Sua Igreja. A permanência, a cura e a frutificação acontecem em comunhão. Desafio final Tire tempo com Deus nesta semana para ser tratado por Ele. Pergunte: “Senhor, o que ainda precisa ser curado em mim para que eu seja mais eficaz no cuidado com os outros?” Oração “Senhor, eis-me aqui. Cura em mim o que precisa ser curado. Matura em mim o que precisa crescer. Restaura o que se desgastou. Me ajuda a permanecer firme no Teu chamado, sendo instrumento de cura e vida na Tua obra aqui na Igreja Apostólica Corpo de Cristo, nas vidas, células e geração que o Senhor confiou nas minhas mãos. Oro em nome do Senhor Jesus. Amém.” Amamos vocês!   Aps. Eliezer e Zenita

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Os requisitos de uma liderança de êxito

Hebreus 13:7; Josué 1:9 O mundo passa por mudanças radicais e velozes, o pecado cresce de forma assustadora e aquilo que há poucos anos era inadmissível, está se tornando normal na vida das pessoas, das famílias e até na igreja. Nosso ritmo de mudança e posicionamento para termos êxito na ampliação do reino de Deus na terra é de urgência. O mundo não vai esperar por nós para ser salvo, ele avança debaixo da gestão do diabo em velocidade extrema rumo ao inferno, mais do que nunca a igreja precisa de líderes amorosos, dispostos a ousar e avançar pela fé reproduzindo o evangelho de acordo com o modelo apresentado por Jesus. O avanço da tecnologia, das mídias sociais etc., tem contribuído de forma decisiva para o crescimento do pecado e das legalidades para o mal agir. Em contrapartida, há princípios de fé que dão legalidade para o Espírito Santo agir através de cada um de nós, a nossa fé em Jesus, na Sua Palavra que contêm Suas promessas nos garante a vitória sobre todo o mal.  A fé é o primeiro princípio do evangelho, pois quando você tem fé, você acredita em algo que não pode ver, mas sabe que existe. Creia que Deus quer te usar para ampliar o Seu reino na terra, que o Céu só está esperando você se mover em fé, profetizando, impondo as mãos sobre os enfermos e testemunhando sobre quem é Jesus Cristo na sua vida. Para termos êxito na conquistas de novos territórios e ampliarmos os já conquistados é preciso crescer no conhecimento de Deus, pois isto amplia a nossa fé, aperfeiçoa o nosso caráter e gera em nós uma postura de verdadeiros líderes comprometidos com o Reino de Deus, com uma Visão solidificada, inabalável que não só muda a vida pessoal, mas de todos que forem alcançados.  Requisitos para termos Êxito na nossa chamada, como líderes da visão M12 – I Timóteo 4:12 Ser modelo de amor, santidade, comportamento, ser modelo na fé, na alegria e perseverança. Desenvolver esta identidade não é feito somente quando estamos presentes e visíveis a todos, mas primeiro é construído na nossa rotina diária, quando desenvolvemos nossa vida de oração, jejum e leitura da palavra, nossa identidade vai se ajustando a de Cristo e automaticamente vamos refleti-la.    A importância do amor: O amor de Deus em nós é o combustível para nossa liderança. Um líder eficaz deve amar e cuidar das pessoas que Jesus lhes confiou. Em Romanos 5:5 diz que o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo e no versículo 8 diz que Deus prova o Seu amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós… Precisamos despertar esse amor que já está dentro de nós na direção das pessoas.  2- Ter a identidade de Servo. Jesus é o nosso modelo perfeito em tudo, Ele foi e é um exemplo de amor e serviço que é o ingrediente principal para vencer os desafios da convivência e do cuidado com as pessoas. Jesus demostrou liderança perfeita se colocando à disposição para servir, esta é parte principal da receita de servir a Deus. Servimos a Deus servindo as pessoas que Ele nos confiou para cuidar e apascentar. Jesus disse que aquele que quiser ser grande deve ser o servo de todos. 3- Ser um aprendiz em todo tempo, ter um coração ensinável. Quando você se faz presente nas convocações do Líder, quando se faz presente no discipulado, nos congressos como hoje se vê, revela o quanto de sede você tem de aprender e receber mais de Deus.  Cada vez mais o sucesso está ligado ao processo de aprendizado, isso é discipulado, é aceitar ser mentoreado para mentorear. Portanto, nunca pare.  A humildade é uma qualidade essencial para crescer e manter a conquista alcançada, ela estava presente na vida de Jesus, ela foi uma das marcas profundas do ministério de Jesus. Esta qualidade do Caráter chamada humildade facilita a obediência, a fidelidade, a lealdade e a convivência. Jesus mesmo obedeceu ao Pai em tudo. (Filipenses 2:8). Valorização: Dar valor a todas as pessoas denuncia o caráter Cristo em nós, revela alinhamento com a vontade de Deus, pois as pessoas são muito importantes, Jesus pagou um alto preço por elas. Precisamos valoriza-las, se importar com as elas fazendo de tudo para salvá-las e depois de salvas, cuidar de cada uma delas com amor.  Está escrito em João 3:27: O homem não pode receber coisa alguma, se do Céu não lhe for dada. Se você tem pessoas aos seus cuidados, lembre-se, é Deus confiando a você àquilo que lhe é muito precioso, as vidas.  Seja um amante da ética: Ética é um conjunto de valores morais e princípios que regem a conduta humana na sociedade. Para nós discípulos e líderes no Reino de Deus significa agir de acordo com as regras e princípios estabelecidos por Ele na Sua Palavra.  Um líder cristão deve seguir o exemplo de Jesus e ser ético em todas as suas decisões e ações, a ética fortalece a unidade. Um Exemplo: Na visão somos 12 cores (organização), mas somos um só corpo unidos para fazer uma grande colheita e depois de forma organizada, cuidar com amor as vidas que foram alcançadas. Ter Visão: Isso fala da importância de ter um lugar bem definido para chegar, saber para aonde está indo. Assim como Jesus ensinou, devemos como líderes ter uma visão clara e ser capaz de inspirar e motivar nossos discípulos na mesma rota. Isso alinha a linguagem, o propósito e o foco que aponta para multiplicar discípulos. Dentro do princípio da visão, Jesus deu pão aos doze e estes alimentaram a multidão, então alimente os seus doze, se estes forem fiéis e adestrados, eles reproduzirão. Esses princípios podem transformar sua liderança e trazer resultados poderosos para a sua chamada, para sua missão no reino de Deus. Lembre-se sempre de que a liderança implica em amar, servir, ter humildade, Valorizar pessoas, saber ouvir,  motivar e inspirar as pessoas ao

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Liderança com perfil de servo

João17:6,9 Liderança, no reino de Deus, não tem a ver com domínio, mas com serviço altruísta. O fazedor de discípulos é alguém que vive para fazer outros crescerem. Por duas vezes, em Sua prestação de contas, no capítulo 17 de João, Jesus refere-se aos Seus discípulos como propriedade do Pai: “Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus, tu mos confiaste, e eles têm guardado a tua palavra… É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus”. Esta percepção é fundamental no exercício de um discipulado saudável. Na ótica de Jesus, liderar homens (pessoas) não tem a ver com dominar sobre eles, mas com guiá-los à maturidade para que prosperem no plano de Deus. Como refletimos no discipulado anterior, o espírito de manipulação é como uma praga sempre ameaçadora à vida da igreja. Ela só precisa de uma brecha para estabelecer-se. E a única forma de contê-la é sustentar e transferir adiante a ideia de que o modelo mais nobre de liderança é a liderança servil. Ainda que digamos “Fulano é meu discípulo”, precisamos guardar a consciência de que, na verdade, formar vidas é um exercício de mordomia, ou seja, lideramos pessoas para ajudá-las a cumprir a vontade do Pai, e não a nossa. Ao dizer “aqueles que me deste… porque são teus”, Jesus estava na verdade devolvendo talentos, agora multiplicados, ao Seu Senhor. Essa é a grande missão do discipulador. Quando assumimos que as vidas que Deus nos dá a discipular são propriedade dEle, obrigamo-nos a valorizar tais pessoas. Não importa que características tragam, se nos agradam ou não com seu jeito, é nosso papel assumi-las como preciosidades, uma vez que reconhecemos a quem, de fato, elas pertencem e aí lapida-las para crescerem, frutificarem, reproduzindo o aprendizado prático na vida de outras pessoas. De vez em quando somos surpreendidos com a notícia de que um objeto qualquer foi arrematado num leilão por uma verdadeira fortuna. O que justifica tanto valor, se um exatamente igual ou até melhor pode ser comprado a preço razoável, na loja da esquina? Quase sempre a supervalorização daquele item se deve à pessoa famosa a quem ele pertenceu. Uma chuteira do Pelé, uma guitarra do Elvis Presley ou uma caneta do Nelson Mandela sempre valerão mais do que o similar que se compra no mercado. Agora, aqui não estamos falando de objetos e nem de donos famosos. No discipulado, tratamos com vidas humanas cuja propriedade pertence a Deus, adquiridas pelo precioso sangue da Cruz! A consciência de mordomia e um dos maiores aliados de um fazedor de discípulos. Saber que as pessoas não são propriedade sua o ajudará a formá-las com a atitude correta. Valorizar as pessoas pelo que elas “são”, e não pelo que “parecem ser”, é uma marca dos grandes líderes! Quando vemos Davi dispondo-se a investir num bando de marginais, na caverna de Adulão, podemos achar que ele entrou numa barca furada. O currículo daqueles elementos não era nada inspirador. Diz a Bíblia: “Ajuntaram-se a ele todos os homens que se achavam em aperto, e todo homem endividado, e todos os amargurados de espírito, e ele se fez chefe deles; e eram com ele uns quatrocentos homens” (I Samuel 22:2). Entretanto, um líder com visão de Deus consegue ver a preciosidade das pessoas que o Senhor lhe dá, mesmo que elas estejam em estado bruto. Foi dali que Davi forjou os valentes do exército que se tornaria a base de sustentação do seu reino. Um líder de visão consegue enxergar a preciosidade das pessoas, mesmo quando elas ainda estão em estado bruto. Os doze de Jesus não foram recrutados nas escolas rabínicas de Jerusalém e nem eram líderes reconhecidos, Chegaram à Sua presença desqualificados, sem nenhuma experiência espiritual e com uma mentalidade a ser completamente mudada.  Por que Jesus os assumiu como equipe? Porque entendeu, em Seu coração, serem eles os homens que o Pai Lhe estava dando para formar. Jesus simplesmente encontrou homens, na rota por onde estava pregando, desafiou-os à fé e lançou sobre eles o convite para segui-Lo. Os que disseram “sim”, Ele assumiu como discípulos que o Pai Lhe deu. Discípulos servem aos seus líderes; não há o que discutir. Isso faz parte do processo de treinamento e do caminho de prosperidade para suas vidas. Josué ficou conhecido como “o servidor de Moisés”, antes de se tornar seu sucessor. Eliseu “deitava água nas mãos de Elias conforme diz em I Reis 3:11, antes de herdar porção dobrada da sua unção. A essência do discipulado, entretanto, não é forjar homens e mulheres que me sirvam, mas homens e mulheres que sirvam a Deus comigo e para muito além de mim. Líderes mal-intencionados ou mal preparados podem usar seus liderados para satisfação dos próprios caprichos, vaidades ou interesses e isso é uma usurpação, diante de Deus. A consciência de que discípulos pertencem a Deus nos ajudará a resistir à tentação de manipulá-los conforme nossa própria vontade. Outra implicação da consciência de que discípulos são de Deus e não nossos é a convicção de que prestaremos contas do que fizermos com eles. Era isso que Jesus estava fazendo em João 17 e é isso que faremos um dia, quando estivermos diante do Senhor. Cabe-nos, portanto, discernir o propósito de Deus para suas vidas e ajudá-los a cumprir sua carreira, adestrando-os da maneira correta, a fim de devolvê-los, não mais como matéria bruta, mas como pessoas buriladas na fé, prontas para frutificarem. O bom discipulador é aquele que discerne o chamado de seus discípulos e os prepara para cumpri-lo se tornando um cooperador com a vontade de Deus na vida daqueles discípulos. Há uma grande diferença entre o líder que quer servir-se do discipulado e o líder que quer servir através do discipulado. Um quer ser destino, o outro quer ser ponte. O primeiro busca subserviência, o outro oferece inspiração. Quando Jesus devolveu ao Pai os discípulos que a Ele pertenciam, agora amadurecidos pelo Seu investimento,

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Autoridade conquistada

João 17:4-8 Vemos aqui Jesus dando um relatório ao Pai da primeira parte da missão que ele tinha recebido, dizendo, eu te glorifiquei na terra consumando o que o Senhor me pediu para fazer, eles estão aqui, só um se perdeu, peço que não os tire do mundo, mas guarda-os do mal. Fazer discípulos para continuar, ser os sucessores na mesma essência não foi nada fácil, tanto que Ele precisou consolida-los fortalecendo todos os princípios ensinados após a ressurreição.  No versículo 7 Ele diz: Agora eles reconhecem que todas as coisas que me tens dado provem de Ti. Há uma ideia subliminar nessa declaração: A de que a confiança dos discípulos e sua consequente sujeição havia sido resultado de uma conquista paulatina. O discipulado requer convivência, Ele é desenvolvido sobre as bases da paternidade, e não da chefia ou da inspiração à distância. É uma caminhada juntos, um processo gradativo onde envolve amor, paciência, investimento e serviço, é uma liderança servil, mas uma vez consolidado, permanece, frutifica e expande, embora princípios de fidelidade, amor, fé, lealdade, santidade, honra etc., precisam ser constantemente relembrados e renovados, pois tudo que é contra a velha natureza, com o tempo arrefece. A percepção dessa realidade e inimaginável para nós. Saber que Jesus precisou de tempo e investimento para conquistar a plena confiança dos Seus discípulos nos impõe a obrigação de suportar o mesmo processo de conquista. Um dos pontos nevrálgicos da prática do discipulado é o exercício de autoridade. A relação entre discípulo e discipulador envolve, necessariamente, submissão e liderança. Porém, se ela não for estabelecida nas bases corretas, pode extrapolar os limites do saudável e entrar nas raias da alienação do liderado ou do autoritarismo do líder. Não são raros os casos de pessoas que, em nome do discipulado, estabelecem uma relação de medo e castração. Basta um coração corrompido para o exercício da liderança. Se Jesus precisou de tempo para conquistar a submissão de seus discípulos, muito mais nós, teremos que trilhar esse caminho. Liderança espiritual nada tem a ver com domínio sobre pessoas. O fazedor de discípulos é alguém que serve aos outros com sua influência. Manipuladores mantém pessoas sob subserviência e medo, quando deveriam promover o seu potencial de liderança. Jesus conquistou a submissão de seus discípulos através do relacionamento, testemunho e serviço. Sua liderança nunca foi imposta! O discipulado requer convivência. Ele é desenvolvido sobre as bases da paternidade, (cuidado, exortação, admoestação, conselho, confronto em amor e não da “chefia” ou da inspiração à distância. O modelo saudável de discipulado está profundamente relacionado à paternidade. Aliás, o chamado de um líder cristão é para ser pai, e não para ser chefe dos seus discípulos. Isso envolve gerá-los em Cristo, ou seja, conduzi-los à conversão e, principalmente, formá-los, apresentando-lhes não só um padrão desejado, mas um modelo vivenciado u a ser vivido. Líderes fracos apoiam-se em títulos e posições. Líderes seguros apoiam-se em sua própria capacidade de liderar e fazem do tempo seu aliado. O fazedor de discípulos que se ofende com o julgamento, críticas ou em ser examinado e avaliado das pessoas dificilmente terá a humildade necessária para conquistá-las. À orientação para o discípulo Timóteo: Ninguém despreze a tua mocidade; antes, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (1 Timóteo 4:12). Com Jesus não foi diferente. Ele teve que fazer o caminho do modelo ou ser examinado, ser avaliado, até tornar-Se uma autoridade no coração de Seus discípulos. Foi assim, oferecendo-Se como padrão, vivendo radicalmente os princípios sobre os quais pregava e esperando pacientemente que Seu exemplo fosse assimilado, que o Mestre conquistou a sujeição de Seus doze e, finalmente, pôde dizer ao Pai: “Agora eles reconhecem que todas as coisas que me tens dado provêm de ti”.  No amor de Cristo!    

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O Caráter de Deus

Há um profundo contraste entre o Deus criador, justo e santo, e o homem ímpio, errante. Que maravilha quando um pecador pode contemplar a revelação que o próprio Deus faz de Si mesmo! O salmista Davi, descrevendo sobre a benignidade divina, declara: “A tua justiça é firme como as altas montanhas; os teus juízos, insondáveis como o fundo dos oceanos. Tu, ó Senhor, preservas a raça humana e os animais. Como é preciosa, ó Deus, é o teu amor e a tua benignidade! Por isso, os filhos dos homens se acolhem à sombra das tuas asas.” (Salmos 36:6,7 KJA) Firmeza, estabilidade, Fidelidade, misericórdia, justiça, retidão e juízo fazem parte do caráter de Deus e do Seu amor. São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (Mateus 6.22,23). Essas simples palavras revelam todo o caráter de Deus e, por isso mesmo, o Senhor Jesus as proferiu a fim de fazer com que Seus seguidores pudessem compreender a natureza do Criador. Assim como os olhos são a lâmpada do corpo, também o espírito do homem é a lâmpada do Senhor, a qual esquadrinha todo o mais íntimo do corpo (Provérbios 20.27). Ora, da mesma forma que o espírito do homem revela para Deus o seu íntimo, também os olhos do homem revelam exteriormente o seu caráter, o que ele tem dentro de si. Torna-se fácil saber o que está acontecendo com uma pessoa, quando se olha no fundo dos seus olhos. Se ela tem alguma coisa oculta no seu interior, naturalmente procura desviá-los, revelando incons­cientemente sua preocupação; mas se ela encara e não se intimida perante o outro, então, os seus olhos logo refletem a sua tranquilidade por não estar escondendo nada. Diz-se que há uma raça de urubus, que somente comem a carniça depois que o urubu-rei, come­çando pela análise dos olhos do animal morto, liberar o corpo. Quando o Senhor Jesus ensinou dessa maneira, certamente queria exortar os seus discípulos a tomarem todo o cuidado possível com o seu interior, a fim de que este refletisse no exterior a plenitude da presença de Deus. Sim, porque não adianta anunciarmos a Palavra de Deus ao mundo apenas teoricamente, e vivermos uma vida diferente daquilo que pregamos. É preciso que tenhamos atitudes semelhantes às do nosso Senhor, pois de que vale pregarmos a Cristo e vivermos o anticristo? De que vale mani­festarmos amabilidade e simpatia no púlpito e na célula, se quando descemos dele, ou saímos da célula e igreja, mudamos nossas atitudes? Não podemos ser como o camaleão, que muda de cor conforme o ambiente em que se encontra. Nossos olhos retratam toda a nossa intimidade, o que está no coração, ainda que a boca esteja calada. Eles não apenas revelam o nosso caráter aos outros, como também nos fazem ver as coisas de acordo com o que temos no coração. Observemos os olhos de Deus na pessoa do seu Filho, o Senhor Jesus, quando Ele encontrou a prostituta Maria Madalena. Se os seus olhos fossem maus, certamente Ele a condenaria, a repreenderia e chamaria a sua atenção apenas para que ela não agisse daquela maneira; entretanto, Ele a compreendeu, porque olhou para ela com “bons olhos”, os olhos de amor, ternura e compaixão: Ela, como tantos outros que têm sido vistos pelo Mestre, possui o lado bom, isto é, as qualidades também. E é assim que nós cristãos devemos cultivar o nosso interior; fazê-lo acostumar-se a ver as pessoas, quer sejam cristãs ou contrárias à fé, pelo seu lado positivo e bom; com “bons olhos” para que todo o nosso interior seja iluminado. “Não podemos ser como o camaleão, que muda de cor conforme o ambiente em que se encontra.” Se olharmos as pessoas já com julgamentos, é cer­to que, mais cedo ou mais tarde, a nossa língua, que vive a coçar, se manifestará e acabará por provocar uma inimizade contra aquela pessoa, chegando até a “vaciná-la” contra o Senhor Jesus, em quem nós tanto cremos. Se os nossos olhos forem bons, por onde quer que formos, haveremos de manifestar a luz que há em nós…, e todos os que nos verem saberão que somos diferentes das demais pessoas desse mundo, pois testemunharemos de modo eficaz dAquele que está em nós! Do modo como vemos, seremos vistos. Como julgamos, seremos julgados; se amamos, seremos amados; se perdoamos, seremos perdoados; se abençoarmos, seremos abençoados! Jesus em João 17: 4 ele reporta a Deus Pai: Missão cumprida, cuidei, ensinei, treinei e os preparei para continuar a missão, nenhum deles se perdeu exceto o filho da perdição, como estava previsto. No versículo 7 Ele diz: Agora eles reconhecem que todas as coisas que me tens dado provêm de ti. Há uma chave aqui no versículo 7: A de que a confiança dos discípulos e sua consequente submissão (sujeição), havia sido resultado de uma conquista paulatina. Ao dizer: “Agora eles reconhecem”, fica subentendido que nem sempre foi assim, ou seja, que houve dúvidas e questionamentos ao longo da caminhada. Isso significa a verdadeira Autoridade conquistada… Conquistas como essa vem pelo modelo de um caráter ajustado. O nosso desafio é desenvolver o caráter de Cristo em nós, pois exemplo confirmado no dia a dia arrasta e consolida corações, nada é imediato. Precisamos viver na nossa rotina diária o que pregamos, o que ensinamos e testemunhamos, sempre reconhecendo quando erramos e sempre mostrando uma busca por melhoria contínua. A boa obra que Deus começou na nossa vida, Ele vai completar até a volta do Senhor Jesus! (é um processo). Continua… Orar para que o Senhor, pelo Seu Espírito, nos capacite revelando os segredos do Seu coração e o Seu desejo para com cada um de nós, somos arautos no Reino do Messias e do nosso Deus. Amamos a sua vida!            

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A grande missão de fazer discípulos

João 17:4-12 Esse texto ficou universalmente conhecido como “a oração sacerdotal de Jesus”. Ele estava prestes a morrer, já em Jerusalém para Sua última Páscoa e, diante dos Seus discípulos mais próximos, dirigiu ao Pai palavras carregadas de significado. Aqui nesta oração, primariamente Jesus se referia aos Seus doze, depois mais no final ele inclui a todos os que iriam ser salvos pela pregação da Palavra. Uma das maiores evidências disso está na afirmação: “Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a escritura (vs. 12). A chave está no versículo 4, quando Jesus diz: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer”. Do que o Mestre está falando? Que obra é esta que Ele está proclamando concluída? Sabemos que Sua grande missão era o sacrifício redentivo, que se concretizaria na Cruz. Mas isso, embora próximo, ainda estava por acontecer. Mais adiante, depois de todos os maus tratos que sofreu e já entregando-Se à morte vicária por todos os homens, Ele proclamaria: “Está consumado!” (João 19:30). Tudo o que o Jesus falará, a partir do versículo 4, diz respeito à equipe que Ele formara, ao longo de três anos de ministério. Vemos aqui Jesus apresentando-Se, na companhia dos Seus discípulos, Àquele que O enviara, o Pai, prestando relatórios de como transformara aqueles homens carnais nos líderes confiáveis que dariam continuidade ao seu ministério, principalmente após a sua partida. Outra verdade importante que esta passagem bíblica nos revela; é em que consiste a proposta do verdadeiro discipulado. Desde o começo, ao desafiar aqueles homens, Jesus os chamou “para estarem com Ele” e “para enviá-los a pregar e exercer a autoridade de expulsar demônios” Duas coisas estavam claras aqui”: o processo e o propósito. Ninguém faz discípulos, se não entender esses conceitos. Processo: Em primeiro lugar, está implícito que o chamado para o discipulado é ter um relacionamento pessoal com o discipulador e com os integrantes de uma equipe que no modelo de Jesus, são doze, e como tal devem estar juntos, conviverem com o mestre (discipulador), de forma individual e coletiva, pois o discipulador deve compartilhar sua intimidade pelo tempo que fosse necessário. Uma equipe de discipulado não deve ser apenas um grupo de amigos andando juntos, mas um time de obreiros, líderes comprometidos sendo treinados para os resultados, para um propósito. Caminhar em equipe envolve renúncia, perseverança, transparência, lealdade, ética, honra, honestidade e amor. Uma igreja que se baseia mais em programas do que em relacionamentos, nunca estará habilitada para cumprir a vontade de Deus, principalmente nesta geração atual. Segundo lugar, Propósito: Eles foram levados a entender, desde o começo, que o discipulado tinha um objetivo final: Que eles iriam ser enviados para reproduzir o que recebera do Mestre, como diz em Atos 1:1, Estou relatando o que Jesus começou a fazer e a ensinar…, e agora seus discípulos estarão continuando e terminando esta missão. Sem vínculos entre as pessoas e sem o alvo da frutificação, a igreja estará mais próxima da religiosidade fria de Roma do que da espiritualidade contagiante de Jerusalém. Fazer discípulos não é uma sugestão de Jesus, mas uma ordem que foi dada a todo cristão, quem não a obedece, peca! (Mateus 28:19) Discipulado é o trabalho paciente de esculpir o caráter e a visão de Cristo em pessoas que a Ele se consagram. O trabalho de Jesus, como o melhor discipulador que o mundo já viu, não concentrou-se apenas no caráter e mentalidade daqueles homens, foi muito além disso. Ele ensinou-os na prática a pregar, a expulsar demônios, a curar enfermos, a orar e a lidar com situações difíceis. Fez cada um deles sonhar com o melhor e a glória que receberiam no céu, mas alertou-os de que o caminho seria custoso e deveriam preparar-se para o pior. Nunca os iludiu com as coisas da Terra e nunca deixou que se desiludissem com as coisas do céu. O Cristianismo do Século 21 tem enormes desafios. Vivemos num tempo onde o fluxo de informação é assustadoramente veloz, onde a impessoalidade e o individualismo imperam. Cada pessoa tem muitas distrações para roubar sua mente e coração. Nesse contexto, somos a geração da igreja responsabilizada por impactar o mundo, fazer a maior colheita da história e viabilizar a volta de Jesus. Como o faremos? Só conseguiremos praticando a força do discipulado, nossa tarefa não será frustrada. Vamos precisar nos multiplicar, formando pessoas capazes de reproduzir a fé e a vida cristã segundo Cristo, só assim poderemos chegar um dia diante do Pai e dizer como Jesus: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me deste para fazer”. Aquele que não faz discípulos, está em franca infidelidade! NENHUM CRISTÃO TERÁ GLORIFICADO A DEUS E CUMPRIDO SUA MISSÃO, SE PARTIR DESTE MUNDO SEM DEIXAR FILHOS ESPIRITUAIS, CAPAZES DE SE REPRODUZIREM. O FAZEDOR DE DISCÍPULOS É ALGUÉM QUE VIVE POR ESSE PROPÓSITO. Amo a visão Celular no modelo dos doze, porque nos facilita a cumprir esta missão…! Ap. Eliezer  

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Dando frutos sempre para a Glória de Deus

O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o Cedro do Líbano. Plantados na Casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor, para anunciar que o Senhor é reto. (Sl. 92 : 12 a 15) Ele é a minha rocha, e nele não há injustiça. Estamos neste ano, desafiados a voltar ao primeiro amor e as primeiras obras, estamos desafiados a acender ainda mais a chama da paixão por Jesus em nossos corações. O tempo passa e ao longo da caminhada, podemos perder o ânimo, o amor pela obra de Deus, e o foco em nosso chamado que será sempre: ganhar vidas e fazer discípulos para Cristo. Alguns, lamentavelmente, se perdem até da Presença de Deus. Misericórdia! Na Visão Divina porém, o envolvimento com nosso chamado a frutificarmos, deverá nos acompanhar até nossa velhice, como declara o Sl. 92:14: Na velhice darão ainda frutos… Deus quer que sejamos sempre fecundos e frutíferos, mesmo depois de estarmos a muito tempo na caminhada com Deus. Até por meio da natureza, podemos ver que quanto mais madura é uma árvore, mais frutos ela produz. O mesmo se aplica a nossa vida espiritual e ministerial, não podemos retroceder, desanimar, nos tornar religiosos, e muitos menos perder o foco em sermos úteis a Deus, gerando vidas em seu Reino. Independente de sermos Apóstolos, Pastores, Líderes de células ou novos convertidos no seio da igreja, todos nós somos desafiados por Deus a dar frutos. Este é um sinal de estar vivo e fluindo em nós o amor do Pai, como revela também o Sl. 92:14: … serão cheios de seiva e de verdor. A seiva que dá vida ao nosso espírito e ao nosso ministério, é o amor que demonstramos por Jesus e pelas vidas (os que já são nossos discípulos e os que ainda precisam ser salvos). Há um segredo para que possamos alcançar êxito na frutificação, revelado no vs. 13: Plantados na casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus. Só poderemos ganhar se estivermos ganhos, só firmaremos novos frutos no Senhor, se estivermos firmes, consolidados e comprometidos com Deus e com seus propósitos. Nos dias atuais, uma das maiores dificuldades das pessoas é renunciarem a superficialidade e criarem relações estáveis com pessoas, propósitos e instituições. É como se existisse um medo de se apegar, de se comprometer, com algo ou alguém, e assim perderem sua liberdade. Mais uma vez a natureza, que é expressão da Glória de Deus nos ensina algo: Uma árvore só poderá dar frutos, se suas raízes estiverem apegadas e firmadas num solo fértil. Estarmos vinculados a Presença e ao propósito de Deus, é o que nos fará florescer em todas as áreas de nossas vidas. Ainda que o Senhor declare que seu prazer e sua glória estão em que seus discípulos dêem muito fruto, como vemos em Jo. 15:8: Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto, e assim vos tornareis meus discípulos, todos os que começam dando fruto, começam dando um fruto. Deus prometeu uma multidão de filhos a Abrão, e lhe deu no início, apenas um filho, Isaac. Uma vida, é uma semente para alcançarmos uma multidão, então tenhamos isto como uma meta: gerar uma vida, segundo o desafio de Deus para nós este ano. O desafio do projeto um mais um, é individual, e visa levar cada discípulo da igreja ao processo de frutificação, independente de ser alguém novo ou maduro na fé, cada pessoa deve exercitar-se em gerar mais um fruto para Deus. Se este é o desejo de Deus, que possamos dar fruto, Ele mesmo será nosso maior aliado nesta conquista e nos capacitará a gerarmos um fruto fiel, ou seja um fruto que permaneça. Para isto será preciso observar alguns passos: 1 – Precisamos cuidar primeiro de nossa vida espiritual, nos firmando na Presença de Deus (Palavra, oração e comunhão com o Corpo) e no compromisso com o seu propósito. (Servirmos a Deus ganhando almas e edificando a igreja). 2 – Devemos tomar isto como um desafio pessoal. Em 1 Tm. 4:7 o Espírito Santo, usando a Paulo diz: Exercita-te na piedade (no amor). Amar é o desafio pessoal de todo cristão verdadeiro e o maior gesto de amor que podemos ter por alguém, é oferecer a salvação à esta pessoa. 3 – Devemos crer que Deus nos dará este fruto, por ser esta a sua vontade para nós. Mc. 9:23: Tudo é possível, ao que crê. Não olhe para seus limites, olhe para Aquele que em tudo nos capacita. 4 – É preciso orar por esta vida todos os dias, orando também para que todos no seio da igreja consigam seu fruto. 5 – É preciso manter e buscar relacionamento com pessoas que não conhecem a Jesus. 6 – Peça a Deus que coloque diante de você alguém escolhido por Ele, e que lhe dê oportunidade de falar de Jesus à esta pessoa. 7 – Seu testemunho é uma arma poderosa neste processo, seja ousado e não tenha medo de prometer à pessoa que Deus fará milagres na vida dela se ela crer em Jesus. 8 – Ganhe esta pessoa primeiro para você, depois para Jesus, e depois para a igreja. Se tiver oportunidade, leve a pessoa a orar confessando Jesus como Senhor de sua vida, antes de convidá-la para alguma reunião. 9 – Precisamos manter viva a linguagem do um mais um, junto aos discípulos, incentivando-os, dando o exemplo e supervisionando a conquista deles. Ex.: E aí você já ganhou mais um? Vamos orar juntos por isto? Deus vai te abençoar com este fruto. 10 – Consolide de perto o fruto que você gerar, com oração, atenção, relacionamento, e conduzindo a pessoa às atividades da igreja. (cultos, células, eventos, etc.). Que o Senhor Deus Todo Poderoso, derrame sobre todos a sua benção de fecundidade espiritual ENDJ.  Amamos vocês. Aps. Fábio e Claudia Abbud.

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Vida espiritual

Gálatas 5:16-25; Efésios 5:18 Podemos dizer que estilo de vida é um conjunto de pensamentos, atitudes e comportamentos, determinados pelos princípios sob os quais se vive, uma forma de encarar a vida, um jeito de viver, uma maneira de pensar e agir. Por isso, ao olharmos a sociedade vemos muitos e diferentes estilos de vida. Você sabe qual é o seu estilo de vida? Desde que se converteu, você observou mudança no seu estilo de vida? 1. A Importância de viver um estilo de vida cristã: Quando nos convertemos, nos tornamos discípulos de Jesus e para sermos discipulados, acompanhados de perto, Ele levanta alguém mais experiente que debaixo de instrução, cuida de nós. A finalidade é nos ajudar através da Palavra a nos apropriarmos da vida de Jesus, temos que viver o que Ele viveu. Se vivermos o que vivíamos antes, jamais nos tornaremos como Jesus. Na verdade, o estilo de vida velho tem que mudar. Muitos querem as promessas de Jesus, a Sua herança, as Suas bênçãos, mas não estão dispostos a viver como Ele viveu. Mesmo conhecendo o Senhor, se insistirmos a viver como vivíamos antes, vamos colher o que colhíamos antes. Porém, se nos rendemos ao senhorio de Cristo, naturalmente teremos sede de Deus e o Espírito Santo se manifestará em nossa vida. Portanto, há a necessidade de mudança para o estilo de vida cristã. Não basta aceitar a Cristo, achar interessante o que a Bíblia diz e viver de conformidade com o que antes se vivia. Assim é que para receber os frutos que o Senhor tem para nós, temos que nos inserir num estilo de vida de Cristo. 2. Vida espiritual e a alma O problema é que a alma dominou por tanto tempo na nossa vida, que até se atreve a assumir o encargo de realizar a consagração, buscando com isso agradar a Deus. Uma guerra entre a alma e o espírito é travada em secreto, no interior dos filhos de Deus, e não tem fim. A alma procura manter sua autoridade e agir independentemente, enquanto o espírito luta para possuir e dominar tudo, no sentido de manter a autoridade de Deus em nossa vida. Não podemos ser dirigidos pela emoção, por aquilo que vemos, não podemos permitir que a alma controle nossa vida espiritual, precisamos dizer não para os desejos carnais expressos pela nossa alma e buscarmos mais a Deus com oração, jejuns e meditação da Sua Palavra. O objetivo disso é que a alma não possa mais influenciar o espírito, pois precisamos estar debaixo da influência do Espírito Santo de Deus. Deus começa de dentro para fora, Ele começa no meu espírito, alcança a minha alma com a sua Palavra nos transforma e nossa vida muda. Tudo isso reflete no nosso exterior, somos novas pessoas. Temos em Cristo Jesus o Espírito Santo habitando dentro de nós e é Ele que nos conduz a um estilo de vida segundo Deus. 3. Estilo de vida de Deus As coisas do Senhor só se apropriam no espiritual, não no natural. Somente através da fé nEle e em Sua Palavra que nos levará a uma mudança de vida. Vejam só o resultado de quem vive no natural e no sobrenatural: Ló sobrinho de Abraão, um homem carnal terminou sua vida em uma caverna, mas Abraão, um homem espiritual terminou seus dias em ditosa velhice, viveu uma vida sobrenatural e prospera. Ele, seu filho Isaque, seu neto Jacó e seus bisnetos, entre eles estava José, governador do Egito, foram homens riquíssimos, poderosos na terra, mesmo quando saíram do Egito, saíram ricos em ouro, prata, bronze, pedras preciosas etc. Abraão se apropriou de todas as bênçãos que Deus preparou para ele. Viveu até 175 anos. Desfrutou tudo de Deus. Foi tremendamente abençoado. Precisamos entrar no estilo de vida espiritual e sobrenatural que nos levará a viver uma ditosa velhice. 4. Estilo de vida do homem O segundo é o estilo de vida do homem, natural. Vive de uma forma racional, ou sentimental ou a mercê das vontades próprias ou do diabo. Este é um estilo onde nós mesmos tomamos nossas decisões, projetamos coisas e respondemos de acordo com nosso entendimento natural do que é correto. Isso pode ser chamado de “bom senso”, e por melhor que seja o que aprendemos na vida, na escola ou em família, esse estilo de vida não tem a ver com Deus, pertence tão somente ao homem natural e podemos ter esse estilo de vida natural, dentro da igreja, ou seja, sermos servos do Senhor e ainda continuar vivendo como antes. Conclusão: Somos santos lutando contra o pecado. A vontade de Deus não é apenas ter um monte de mundanos salvos. A vontade de Deus é que completemos a nossa carreira, cheios do Espírito Santo, com a chama do amor e da fé acesa, frutíferos com uma multidão de filhos legítimos que foram gerados na perseverança da oração e dedicação, Deus quer que  guardemos a fé e combatamos o bom combate com Cristo. Qual o estilo de vida que você quer viver? O estilo de vida espiritual e sobrenatural ou natural? Pode-se até pensar que não é possível conseguir esse estilo de vida cristã. Porém, na realidade, basta estar apaixonado por Jesus e deixar-se ser conquistado inteiramente por Ele, é desta forma que seremos guiados pelo Espírito Santo a um estilo de vida sobrenatural, prospero e feliz? Somos a Igreja Apostólica Corpo de Cristo que recebeu a revelação do modelo de Cristo, uma igreja no templo e nas casas que se reúne em equipes de doze para cumprir a grande comissão dada pelo Senhor Jesus, fazer discípulos de todas a nações. Bem-vindo ao novo tempo, ao tempo de preparar a igreja para a grande colheita que antecederá a volta do Senhor Jesus! Você pode, você consegue, você faz parte deste grande exercito que tem como General o Senhor Jesus! Somos doze, somos um, somos IACC! No amor de Cristo! Apóstolo Eliezer  

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Os objetivos da Consolidação

Joel 2:5-14 Esse é um texto de avivamento, ele nos dá diretrizes poderosas para a consolidação. Se queremos entender avivamento na Bíblia, precisamos ler Joel. Há uma convocação para que se organize um exército. Então, por onde esse exército passar, haverá ordem. Deus, o Senhor Todo Poderoso, vai à frente do Exército e do Seu povo, dizendo que esse é o povo levantado por Ele para transformar a terra. No grande exército de Deus, ninguém se atrapalha nem usa armas próprias. Os tiros não são ao léu, mas com propósito. Se você quer provar uma pessoa, arranque dela os privilégios que recebeu, então, você pode descobrir que ela estava no Reino pelos privilégios e não por amor a Deus. Precisamos ser homens e mulheres de mente aberta para o que Deus está nos ensinando, porque Deus não Se impressiona se o que sentimos não está em linha com a Sua Palavra. O humor de Deus não muda no Trono a partir do humor dos Seus filhos. Eu quero lhe frustrar para dizer que o que você sente não muda Deus. Ele é Deus, independente de nós. Se você acreditar que Ele é Deus, Ele é Deus. Se você achar que Ele não é Deus, Ele continua sendo Deus. Quando nos parecemos com Ele, como somos homens, podemos até nos entristecer, mas não podemos perder o propósito. Quantas vezes damos autoridade a homens despreparados, que agem com orgulho e soberba sobre as pessoas, em especial, os discípulos. E quantas vezes somos mal interpretados na nossa fé por causa de pessoas ruins. Nossa preocupação deve ser a quem delegamos autoridade. Quem são os consolidadores da última hora? Precisamos voltar para o ensino apostólico. Os Apóstolos foram instituídos por Jesus para pagar a dívida da tribo de Israel que estava incompleta. Os Apóstolos faziam o mesmo que os sacerdotes faziam, libertavam, curavam, restauravam… Hoje, precisamos voltar para a essência da Palavra de Deus, sair dos vícios adquiridos, das posições de status que nos afastam das verdades do Trono. Nossa necessidade deve ser apenas por Deus. É Ele quem nos consolida através do Seu Espírito Santo e nos fortalece para consolidarmos outros. Não podemos viver conhecendo Jesus e ter atitudes incrédulas na Sua direção. Assim como a fé agrada a Deus, a incredulidade também O desagrada. Tanto que em Hebreus está escrito que sem fé é impossível agradar a Deus. Essa é a verdade de Deus. Todos que têm um grande ministério enfrentarão grandes provas. Não há um ministério grande sem grandes renúncias. Precisamos entrar em um nível de maturidade e saber que Deus nos prova diariamente e nos chama para que estejamos mais próximos a Ele. Deus, na consolidação, convoca-nos para um encontro com Ele e esse encontro é diário. Ele nos molda, e, pela Palavra, nos instrui e nos transforma segundo o coração dEle e não mais segundo o nosso coração. A consolidação é fácil e desafiadora ao mesmo tempo. Antes, porém, temos que nos arrepender. E isso é para todas as classes e idades. Não podemos ser líderes divorciados do chamado, da vocação, infiéis, corruptos e sem visão. Como podemos ser sacerdotes e consolidadores, se estamos divorciados do nosso Deus? Para que ser líder nesta geração se não temos os requisitos básicos sobre nossa vida? Na Palavra, Deus fala diretamente conosco. Inclusive, em Malaquias, o último livro do Antigo Testamento, é direcionado para os sacerdotes. E depois, Deus Se calou por 400 anos, isso para nos ensinar que precisamos ser homens e mulheres de Deus que têm a Palavra como verdade em nossas vidas. Não existe nenhum consolidador, por mais maduro, inteligente, sábio e criativo, que tenha êxito na direção de um indivíduo que não se deixa ser tratado. Nossa obstinação, como discipulador, e como consolidador de êxito, é ver as pessoas alegres e os discípulos consolidados. Nossas palavras na direção das pessoas têm que promover mudança. E a questão é que mesmo quando isso acontece, muitos discípulos não são gratos, eles trocaram o caminho da gratidão pela murmuração. Mas Deus está nos levantando para reconhecer que quem morreu na Cruz por nós foi Jesus e que o líder é um parâmetro para ajudar na consolidação e devemos ter gratidão a Ele. Discipulador, não tome o lugar de Deus na vida do discípulo. Discípulo, não faça do seu discipulador o seu deus. Isso não funciona! Deus remove e abate todo aquele que se coloca no lugar que é dEle. Maturidade e consolidação são sinônimos. O que me faz ficar no Reino não é o que o discipulador faz, mas o que Jesus fez. Quem nos muda e nos transforma é o Deus Todo Poderoso, Aquele que é Senhor sobre nós e sobre todos pelos séculos dos séculos. Alguns são enviados para perturbar o Reino, a chamada, a unção e o ensino. Descobrimos que algumas coisas precisam voltar para o foco. Discipulado não é para nos deixar neuróticos, mas para vivermos a alegria do Reino. Não é para trazer perturbação, é para trazer alegria. Pode perceber que o indivíduo que deixa de dar fruto passa a dar trabalho.  A disposição do discípulo é o êxito do discipulador. Muitas pessoas dizem ao discipulador que podem contar com ele, mas nem sempre é verdade. É bom quando o discipulador pode agradecer ao discípulo pelo serviço, porque sabe na prática que pode contar com ele. Discípulo liberto não dá trabalho para o discipulador. Quando Jesus libertou o endemoninhado de Gadara, Ele disse para aquele homem não segui-lO. Jesus o enviou para casa, para o lugar do testemunho. O nosso discipulado é formado por todos os tipos de pessoas. Se nós olharmos somente o defeito das pessoas ou do nosso discipulador, não andamos com mais ninguém. Não devemos nos ater a questões tolas. Existem situações que são treinamento para nossa alma e lixa para nosso caráter. Há pessoas que Deus deixa na nossa equipe para nós orarmos mais… Quando Jesus fez um discurso mais duro para a multidão, muitos decidiram ir embora. Mas os verdadeiros

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A importância de escolher certo

I Coríntios 1:26-29 Sempre existiu a dúvida sobre quem é a pessoa ideal para compor a Equipe de 12. Se essa dúvida permanece e se prolonga, pode surgir ainda outro questio­namento: Quem eu posso escolher para ser 12 e que não vai me decepcionar? Precisamos responder algumas outras perguntas como: O que credencia alguém a ser 12? Quais os critérios de escolha para um 12? O que impede alguém de ser 12? De posse das repostas, poderemos trazer luz sobre a grande dúvida da maioria dos líderes que estão na Visão Celular no Modelo dos 12, mas que ainda não fe­charam sua equipe. Hoje sabemos: Ninguém é perfeito! Não existe discípulo pronto! Estudando I Coríntios 1:26,27, descobrimos algo importante nesta questão de escolha, lá diz: “Porque vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os SÁBIOS segundo a carne, nem muitos os PODEROSOS, nem muitos os NOBRES que são cha­mados. “ Deus não escolheu os sábios segundo a carne. Muitos de nós escolhemos aqueles que julgamos mais sábios do que os outros, mas que são, muitas vezes, sem espiritualidade; são inteligentes, porém soberbos, sem amor por vidas e alguns acham-se superiores aos outros. A palavra chave neste texto se chama vocação, desejo e prazer em cumprir seu papel no reino de Deus. Nem são muitos os poderosos. Quando olhamos para alguém que teve sucesso no mundo secular, temos a tendência de achar que ele também terá o mesmo sucesso na obra de Deus, achamos que se dermos um projeto do Reino de Deus em suas mãos, ele terá o mesmo sucesso. Mas, na prática, nem sempre é assim! Ele teve sucesso como em­presário, político, profissional liberal ou qualquer outra função, porque era esta a sua motivação, ninguém con­segue sucesso se não tiver motivação para fazer o que se propõe. Para que alguém tenha sucesso como líder na Igreja de Jesus Cristo, é preciso muito mais do que sabedoria humana, uma das qualidades necessárias, é que essa pessoa seja apaixonada por Deus e por vidas. Quem não ama vidas não consegue transmitir o amor de Deus. Escolher alguém para trabalhar na Administração da Igreja, segundo sua capacidade profissional é plausí­vel, porque atuará na área de sua capacitação, e, com certeza, desempenhará bem sua função. Alguém for­mado em Marketing para atuar na divulgação da visão da Igreja, e nos projetos sociais, etc… Um Arquiteto para projetar a construção, um decorador para ornar o Tem­plo, preparar as Festas. Tudo isso é inteligente e perfei­tamente normal, mas o fato desses profissionais terem obtido sucesso, não os qualifica para serem escolhidos como 12! Deus não escolhe assim! Nem muitos nobres. Nossa escolha em levantar um discípulo como 12 deve ser coerente e de acordo com a direção de Deus e com o resultado do trabalho dele na frutificação… Na configuração social da época de Jesus, você escolhe­ria os 12 como Ele escolheu? Você escolheria um Pedro, podendo escolher um Nicodemos ou Gamaliel? Se pararmos para imaginar o que a escolha de Jesus causou na mente dos poderosos, com certeza chegaremos a conclusão de que eles não entendiam a escolha e preferiram denegrir a Equipe de Jesus, di­zendo que Ele andava com pecadores, e que não podia ser o Cristo. O Cristo não se cercaria de pessoas assim. Eles contemplavam os sinais, mas a religiosidade os impedia de ver realmente o que era óbvio. Tinham olhos para ver, mas não enxergavam. E até hoje lutamos com a religio­sidade. São muitos os discípulos que acham que são, mas na verdade não possuem frutos para provar que são! Os frutos são um bom indicador, mas não é o pa­râmetro absoluto para se escolher alguém entre outros para fazer parte da nossa ou sua equipe. Essa pessoa precisa ter vocação que gera motivação certa para fazer acontecer, ter sede de crescer e ser apaixonada por Jesus e por vidas. Isso vai nos ajudar a consolidar e completar esta equipe, como vai ajudar você na formação da sua, afinal temos alvos e precisamos operacionalizar as metas definidas para este ano. No amor de Cristo! Ap. Eliezer  

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