A Nova Aliança em Cristo

Mateus 26:26-28

Na última ceia, Jesus revela aos discípulos que Seu corpo e Seu sangue seriam entregues para inaugurar uma nova aliança. Essa aliança nos lembra do Êxodo, quando Deus libertou Israel da escravidão do Egito. Assim como o Senhor agiu com poder no passado, revelando que nenhum deus poderia se comparar a Ele, Cristo hoje nos garante uma libertação ainda maior: do pecado e da morte.

 1. As Pragas: O Deus Verdadeiro Desmascara os falsos deuses

Cada praga do Egito não foi apenas um juízo, mas uma demonstração da soberania de Deus sobre os falsos deuses.

  • O Nilo (água em sangue) – Deus mostrou que não era Hapi (deus do rio) quem sustentava a vida.
  • Rãs, piolhos, moscas – deuses ligados à fertilidade e natureza foram envergonhados.
  • Gado morto – Apis, o touro sagrado, não pôde salvar.
  • Trevas – Rá, o deus-sol, foi derrotado pelo Criador da luz.
  • Morte dos primogênitos – o faraó, era considerado “deus vivo”, ele foi humilhado diante do Senhor dos senhores.
  • A Páscoa, com o sangue do cordeiro, foi a marca da vitória de Deus e da libertação do Seu povo.

Reflexão: Hoje, quais “ídolos” modernos (Fama, prazer, status, sexo fora dos planos de Deus, ídolos humanos e religiosos e até dinheiro, pois muitos morrem e matam por ele) precisam ser envergonhados em nossa vida para que somente Cristo reine?

 2. A Antiga Aliança e a Libertação do Egito

Deus levantou Moisés como instrumento para libertar o povo da escravidão. As dez pragas mostraram o poder de Deus e Sua fidelidade à promessa de libertar Israel. A libertação culminou na Páscoa, onde o sangue do cordeiro foi colocado nos umbrais das portas como sinal de proteção.

Reflexão: Assim como o sangue do cordeiro livrou os israelitas da morte, o sangue de Cristo nos livra da condenação eterna.

3. A Nova Aliança no Sangue de Cristo

Jesus, na ceia, apresenta o pão (Seu corpo entregue) e o cálice (Seu sangue derramado). Essa aliança não depende de obras humanas, mas da graça de Deus. Agora não é apenas uma libertação física, mas espiritual e eterna.

Reflexão: Você tem vivido com consciência de que já é livre em Cristo? Ou ainda se sente preso às “prisões do Egito” (hábitos, culpas, medos, vícios)?

4. Deus Usa Pessoas Simples para Seus Propósitos

Moisés se sentia incapaz, mas Deus o capacitou. Da mesma forma, Cristo convida Seus discípulos a participarem da Sua missão e Ele os capacitará. Deus continua chamando pessoas dispostas para levar esperança, vida e libertação.

Reflexão: Assim como Moisés foi usado para libertar Israel, você está disposto a ser usado por Deus para levar libertação e vida às pessoas ao seu redor?

Aplicação Prática

  • Valorizar diariamente a nova aliança: viver em gratidão pelo sacrifício de Cristo.
  • Rejeitar as prisões do “Egito” espiritual: pecados e vícios que roubam a vida abundante.
  • Disponibilidade: colocar-se diante de Deus dizendo: “Eis-me aqui, usa-me!”.

Conclusão

 A antiga aliança apontava para a libertação do Egito; a nova aliança em Cristo nos traz libertação plena. Assim como Moisés foi usado para um grande propósito, Deus quer usar cada um de nós.

A ceia que celebramos domingo passado nos lembra dessa aliança viva e do chamado de sermos instrumentos de transformação, pois Jesus Cristo pagou o preço da salvação para todas as pessoas, mas para que estas sejam alcançadas por esta grande redenção, elas precisam crer e receber a Jesus como Senhor e salvador, o nosso papel neste panorama da nova aliança, é levar e espalhar esta boa notícia por toda a terra.

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  1. Qual “prisão do Egito” Deus já libertou você?
  2. O que significa para você viver a nova aliança no sangue de Cristo?
  3. De que forma você pode ser um instrumento de Deus esta semana para alcançar alguém?

ATENÇÃO: Faça um propósito desta célula levar uma vida nova no culto próximo domingo, busquem uma estratégia e definem quais pessoas serão convidadas.

Fique atento: Próximo domingo será a sexta semana de propósito de buscar o poder de Deus  para vivermos milagres. Esperamos você!

No amor de Cristo!

Apóstolos Eliezer e Zenita C. Moreira

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