16 de dezembro de 2015

Pedi, buscai e Bate

Lucas 11 – 9 a 13 Deus é a resposta para a nossa vida e hoje quero que você saiba, que Ele é um Deus de bondade, que é Nosso Pai e que tem prazer em nos abençoar. Nesta passagem que lemos hoje Jesus nos ensina uma chave para que alcancemos as suas promessas: A oração. Aprendi que antes de pedirmos alguma coisa, precisamos expressar a nossa gratidão, louvor e adoração ao nosso Deus e Pai. A gratidão embeleza o nosso caráter e amplia nossa conquista, o louvor expressa nossa alegria e edifica a nossa fé para vencer e a adoração revela nosso amor na direção de Deus e isso move o coração de Deus na nossa direção. A oração é a chave que move os céus em nosso favor e estabelece o reino de Deus na terra. É através da oração que vencemos e conquistamos nossos sonhos movendo a mão de Deus, Ele quer cumprir em nós os seus propósitos Eternos. Quando imaginamos, sonhamos recebemos poder para executar e receber, a oração transforma a nossa imaginação em palavras e expressões que uma vez selada no nome de Jesus traz a manifestação. Quando Jesus fala: pedi…, buscai…, batei…, estes verbos indicam continuidade, ou seja, em primeiro lugar devemos ser específicos, objetivos e perseverantes em nossas orações. Estes três verbos usados nesta passagem mostram-nos níveis de oração, ou melhor, formas de oração. 1. "Pedi…" – significa colocar diante do Senhor nossa necessidade, expressar a Ele os desejos do nosso coração, como uma criança pequena que pede ao pai um brinquedo, um doce, confiando que ele dará. 2. "Buscai…" – já é uma petição mais intensa, mais madura, aonde já não pedimos só a nossa necessidade, a nossa vontade, e sim passamos a buscar a vontade de Deus e nos submetermos a Ele, e passamos a orar por outros. 3. "Batei…" – Fala da perseverança na busca, quando Ele não responde imediatamente, do clamar, da reivindicação, como quem diz: "SENHOR TENHO TE BUSCADO, TENHO BUSCADO TUA VONTADE, TENHO BUSCADO AGRADAR-TE, ESCUTA-ME SENHOR, ATENDE-ME SENHOR!". Aqui estou buscando para mim e não desisto, por isso estou batendo até receber. Vemos que a oração precisa ir alem de nós, precisa ir alem da petição pessoal, pois orar envolve clamor que transborda do coração, envolve sofrimento pelo próximo, intercessão por alguém. Pedi, busquei e agora estou batendo na porta, não desisti de orar por mim, pela minha família, pelos meus discípulos e discipuladores, pelos meus amigos, pelo meu próximo, etc. Quando vamos além de nós, vamos alem da nossa vontade, pois buscamos a vontade de Deus, tanto para nós, como para a pessoa por quem oramos e, neste caso, pode demorar um pouco mais, pois envolve a vontade de outros. Muitos não seguem esta trajetória. Pedem, e se Deus imediatamente não atende, desistem. Outros tentam buscar a vontade de Deus e acham muito difícil, sentem-se presos e preferem a "liberdade" para seus próprios projetos e desejos em troca de encontrar o maior tesouro que pode haver na vida de um homem: VIVER NO CENTRO DA VONTADE DE DEUS. O centro da vontade de Deus representa a vontade genuína do Deus Todo Poderoso, o Pai Celeste. Deus Pai é a resposta para cada um de nós, é um lugar de provisão, paz, amor em abundância. Outros pedem, buscam, mas quando vão bater, clamar, reivindicar, estão cheios de indignação contra Deus, dizendo: "PORQUE O SENHOR DEMORA TANTO?  É MUITO DIFÍCIL TE AGRADAR, ESTOU CANSADO”; Às vezes tocamos a campainha de Deus e não temos paciência para esperar e vamos embora, enquanto isso Deus o dono da casa, demorava-se, porque além de preparar para nós o melhor, estava esperando a melhor hora para nos entregar, mas já não estamos mais na porta.   Alguns então se perguntam: "Por que Deus não atende logo no primeiro pedido? Ele não tem poder para isto, então por que não faz?" Resposta: Porque Deus é um Pai. Precisa nos ensinar a ser filhos. Precisa nos ensinar o que é certo e o que não é. Precisa tirar de nós o que trazemos do mundo, como maus hábitos, falhas de caráter, precisa nos libertar, nos curar de nossas feridas de alma, para que possamos desfrutar das bênçãos que Ele nos dará e não as percamos depois de recebê-las por não estarmos preparados e maduros para elas.           Por exemplo: uma criança de cinco anos quer ter um celular igual ao de seu irmão mais velho de 18 anos com internet, vídeos, etc. Será que como prova de amor e para mostrarem que não há diferença entre o amor que sentem por elas os pais deveriam dar a uma criança de sete anos um celular acima da idade e maturidade daquela criança? Vi uma reportagem de uma mãe que deu uma moto para o filho menor e infelizmente o pior aconteceu, ele atropelou uma criança em cima da calçada em alta velocidade, ele não tinha maturidade para algo tão sério, não era tempo ainda para tão grande responsabilidade. Pois assim Deus nos ensina, "há um tempo perfeito para tudo debaixo do céu" (Eclesiastes 3). Deus, neste processo, quer imprimir em nós "caráter espiritual" de filhos, as Suas virtudes como Nosso Pai Celeste, como a fidelidade, mansidão, domínio próprio, longanimidade e todo o fruto do Espírito Santo que Ele promete que nos dará no versículo 13 que lemos hoje. A Palavra de Deus nos encoraja a orar, sentar para planejar e fazer projetos. Dia 25 de Dezembro é um bom dia para estarmos com a família e falarmos da importância do nascimento de Jesus Cristo em nosso coração, mas no dia 31 de dezembro é uma grande oportunidade de convidarmos a nossa família para passarmos a virada do ano juntos na presença de Deus e ali, neste culto que encerra e inicia o novo ano, apresentarmos nosso sonhos e projetos para 2016. Imagine, projete, sonhe e coloque no papel, prepare uma oferta de primícias e nos primeiros minutos do ano, entregue estas primícias ao

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POR QUE NÃO CELEBRAMOS O NATAL – PARTE 2

Na semana passada, mostramos as bases históricas e teológicas que mostram a origem do Natal como uma festa pagã. Vimos, também, que Jesus não nasceu em Dezembro. Nosso objetivo não é causar celeuma na sua vida, mas divulgar o esclarecimento, a luz que recebemos acerca de algumas práticas do meio cristão que estão ainda presas ao paganismo. Nesta semana, você descobrirá a origem e o significado dos símbolos do Natal. – Árvores como altares pagãos A árvore de Natal ressuscita um deus pagão chamado Ninrode e faz reviver Talmuz. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore. A árvore de Natal é um ponto de contato que os deuses gostam. Os ocultistas creem que as pessoas são energizadas através das árvores. Nenhum crente coloca conscientemente em sua casa um trono a Baal. O diabo trabalha com ocultismo, por isso muitas de suas insinuações são encobertas, ocultas. A Enciclopédia Barsa, vol.11, pg. 274, diz: "A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao Deus-menino." A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chamamento de adoração a deuses babilônicos. Leia com muita atenção o texto de Jeremias 10:3-4: "Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos de um artífice, com machado; com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e martelo o fixam para que não oscile."  O restante do capítulo mostra a dura exortação que Deus dá ao Seu povo, porque trouxe para dentro de casa um costume de povo pagão. As seguintes referências trazem mais luz sobre este assunto. Leia com atenção: Deuteronômio 12:2-3 / I Reis 14:22-23 / II Reis 17:9-10 / Isaías 57:4-5 / Deuteronômio 16:21 / Oséias 4:13. – Velas A vela é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo, as velas são chamadas de demônios; é a simbologia de manter os demônios vivos. As velas não têm relação alguma com as luzes do candelabro judaico – Menorah. As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos. Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário, para alumiar ambientes ou como decoração. – Guirlandas São memoriais de consagração. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos. Para tudo isso, serviam as guirlandas. Essas coroas verdes que colocávamos nas portas da nossa casa significam um adorno de chamamento e legalidade de entrada de deuses. Elas ficam nas portas porque são as boas-vindas, lugar de entrada. São um símbolo relacionado ao deus Apolo, trazem honra a Zeus, homenageiam a Demeter que em latim é Ceres, ou seja, Semírames, a mãe de Tamuz, mãe e esposa de Ninrode. Era um cerimonial oferecido a Ninrode, Semírames e Tamuz. E onde elas estão? Na porta das casas, das lojas, dos consultórios… Também reproduz a ideia da virgem que dará à luz um filho e essa virgem se apresenta com a guirlanda na sua cabeça e a espiga de milho na sua mão, dando sinal de fertilidade. No Egito, aparece como Ísis e Osíris; na Índia, como Isva e Isvra; na Ásia, como Cibele e Dionísio; em Roma, como Fortuna e Júpiter; na Grécia, como Irene e Plutos; na Babilônia, como Semírames e Ninrode. Todos eles exigiam as guirlandas. Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus. A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. Só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça de Jesus no dia da Sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser esta de espinhos, feita como símbolo de escárnio. – Presépio O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a Antiguidade babilônica. É um estímulo à idolatria. São Francisco, no séc. XVIII, enquanto um dos líderes da Igreja Católica, instituiu o presépio para lembrar as festividades natalinas, na verdade uma convocação que leva o povo a ficar com a fé limitada ao material, ao que é palpável. As figuras utilizadas são intencionais. Por esses e outros motivos, temos que tomar posições. O presépio é um altar consagrado, é um incentivo à idolatria, é uma visão pagã. Seja livre!! Fuja, fuja da idolatria; assim diz a Palavra (I Coríntios 10:14-15 / Gálatas 5:19-21). Vamos resgatar as nossas origens cristãs! – Papai Noel Papai Noel não é um santo, é um ídolo. Você só tem um papai, que é Deus. Não podemos receber Noel no lugar de Deus! Nós só temos um Pai espiritual. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, pg. 648-649 diz: "São Nicolau, bispo católico do séc. V; Bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em dezembro… conta-se a lenda segundo a qual presenteava ocultamente três filhas de um homem muito pobre… deu origem ao costume de dar presentes em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o Natal". Daí a associação do Natal a São Nicolau. Esta figura foi canonizada para roubar a adoração. Qualquer ídolo está relacionado à vaidade. O objetivo principal das trevas é arrancar a nossa visão de Cristo e trazer figuras de substituição, fazer crescer no coração do povo uma visão errada do que é o Reino de Deus. Há uma mistura do hedonismo com idolatria. O hedonismo é aquilo que está ligado ao glutônico, à sedução ambiental, àquilo que traz prazer pela indumentária. Como alguém pode aceitar uma história que fala sobre um

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