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22:00 Bill Winston no Brasil “2 Sessõe...
Bill Winston no Brasil “2 Sessõe...
maio [email protected]:00 – 23:00
Bill Winston no Brasil "2 Sessões para Pastores e Líderes
BILL WINSTON ESTARÁ NO BRASIL 🇧🇷 Um dos líderes mais influentes do mundo estará ministrando para Pastores e Líderes em São Paulo, dia 22 de maio, em 2 sessões exclusivas. E o melhor: ENTRADA FRANCA! ⠀ 📖 PRIMEIRA[...]
Palavra
Um novo mandamento

Marcos 12:28-33

Jesus nos ensina muitas lições preciosas nos evangelhos, mas, por muitas vezes, Ele focou no amor. Neste tema ele falou sobre três aspectos fundamentais.

No antigo Testamento a lei estabelecida dizia. Olho por olho e dente por dente. Era a posição do revide, da retaliação, do troco, da vingança. Era amar o amigo e odiar o inimigo. (Este ainda é o padrão do mundo).

Mas mesmo com esta lei em vigor Deus estabeleceu dois mandamentos que cobria toda a lei e os profetas, mas eles não viam, pois sempre focavam na vingança, no padrão carnal. (Deuteronômio 6:4,5; Levítico 19:18). Aqui aparecem os dois níveis deste amor que Jesus usou falou, estes substituíram os 10 mandamentos, só é possível amar este nível com a ajuda do Espírito Santo.:

Primeiro: Amar a Deus de todo coração, de toda alma, entendimento e de toda força(…)

Segundo: Amar o próximo como a ti mesmo (…)

Esse segundo nível em amar o próximo como a si mesmo  implica em duas coisas. Primeiro, se não amamos a nós mesmos não podemos nos relacionar bem com os outros. Se não amamos o projeto não amaremos o projetista. Se não gostamos da criatura vamos rejeitar o Criador.

Também, quando deixamos de amar a nós mesmos, teremos dificuldade de amar de forma madura o nosso próximo, porque o amor-próprio é base e referencial desse amor. Não devemos colocar-nos em primeiro lugar e o outro em segundo, mas no mesmo nível.

Amar o próximo como a nós mesmos envolve amar os nossos inimigos e orar em favor daqueles que nós persegue…, pois disse Jesus que se eu orar e amar apenas as pessoas que me amam, não estaria fazendo nada de especial, não haveria honra nisso, pois qualquer um faria isso…

Mas agora, Jesus vai a um terceiro nível, João 13:34-36. Amar como Ele nos amou.

Quais são as características desse amor?

  1. Primeiro esse amor é um amor perseverante.
  2. Segundo é um amor que serve com humildade.
  3. Terceiro, é um amor que busca a santificação da pessoa amada. É um amor que visa a felicidade da pessoa amada.
  4. Finalmente é um amor sacrificial. Tudo isso é visto no capítulo 13 de João. Jesus amou-nos mais do que a Si mesmo. Ele não poupou a Sua própria vida. Ele se deu por nós, por amor. Por isso, é um novo mandamento.

Jesus passa a falar sobre um novo modelo. “Que vos ameis uns aos outros, assim como Eu vos amei.”  O amor de Cristo É um amor voluntário. É um amor sem reservas. É um amor serviçal. É um amor regado de compaixão. É um amor não apenas de palavras ou intenções, mas um amor prático e efetivo.

Devemos amar não apenas de palavras. Devemos amar ardentemente. Devemos amar com obras. Devemos investir no outro, sem esperar recompensa. Devemos amar aqueles que não podem nos recompensar. Devemos dar com alegria. Devemos dar-nos a nós mesmos antes de darmos alguma coisa que temos. Devemos ajudar, socorrer, animar, acolher, abençoar.

Esse amor não discute quem é o maior ou o mais importante. Jesus corrige a intenção de ser visto, de ser reconhecido, de ser promovido. Jesus mostra que o verdadeiro amor se despoja, se entrega, para servir até aqueles que nos aborrecem. Devemos aprender a amar como Jesus amou. O amor é o maior dos mandamentos. O amor é o dom superior. O amor é a maior das virtudes. O amor é prova insofismável da maturidade cristã.

Jesus passa a falar sobre um novo resultado. “Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros.” Nosso discipulado é autenticado não apenas pela defesa da fé, mas pelo amor.

O mundo vai conhecer-nos não apenas pela nossa doutrina cristã, mas pelo nosso amor. Não pela nossa liturgia, mas pelo nosso amor. Não pelos nossos dons espirituais, mas pelo nosso amor. O amor é um argumento invencível.

Veja isso: Amar a Deus acima de tudo, amar o próximo se relaciona a qualquer a pessoa que esteja no mundo, agora amar com Cristo nos amou fala da igreja, do amor que precisa existir entre nós! (…).

O amor silencia a voz dos críticos, destrói os argumentos dos céticos. O amor produz respeito, atrai a simpatia das pessoas e prepara o terreno para que as pessoas conheçam o Evangelho de Cristo. Se quisermos alcançar o mundo para Cristo; se quisermos ver nossa Igreja crescendo, precisamos amar uns aos outros, assim como Cristo nos amou.

Esse é o nosso desafio. Essa é a nossa missão. Essa é o nosso testemunho de que de fato servimos a Cristo, esse é a nossa forma de provar a nossa fé, esse é o nosso testemunho cristão, esse é um sinal infalível das marcas de Cristo em nós, esse é um sinal inequívoco de que somos de fato discípulos de Jesus, o Cristo!

Ap. Eliezer

Leia
Esboço da Célula
Vencendo as crise da fé

Números 13:26-33

O Egito na bíblia, de onde os Hebreus foram escravos, tipifica o mundo com a sua escravidão, por outro lado Canaã, a terra prometida por Deus a Abraão, tipifica o Céu e também a vida cristã abundante  aqui na terra. Todavia, entre o Egito e Canaã, há o deserto. O deserto é inevitável, todos nós passamos em algum momento por ele, mas a vida cristã não é vivida no deserto.

Todos nós quando passamos pelo deserto, vamos nos deparar com uma crise para podermos entrar em Canaã. É a crise da fé e dependência de Deus, ou  cremos, buscamos, vivemos e decidimos entrar na conquista que Deus nos deu, ou voltamos para o deserto para vivermos apenas na força do nosso braço, andando na carne confiando apenas em nós mesmos.

Todos nós estivemos no passado no Egito debaixo da escravidão de Faraó, o diabo. Todavia, a todos os que creem, o Senhor Jesus libertou pelo sangue da aliança e pelo selo do batismo nas águas. Agora, o inimigo não tem mais autoridade sobre as nossas vidas. Depois de sairmos do Egito, que simboliza o mundo, entramos no deserto rumo a Canaã. O deserto aponta para os tratamentos de Deus sobre a nossa carne.

É inevitável passarmos pelo deserto, mas não precisamos viver a vida toda nele. O pastor líder chamado Moisés enviou seus doze para espiar a terra, mas dez deles duvidaram e contaminaram todo o povo com incredulidade, apenas Josué e Calebe ficaram firmes na fé, por causa disso, somente eles entraram em Canaã e conquistaram este território que mana leite e mel, mas os dez espias e todos os que duvidaram morreram no deserto.

Todos eles testificaram que a terra era boa, que nela manava leite e mel. Em Deuteronômio 8:7-12 diz: A terra era de ribeiros de águas, de fontes, de mananciais profundos, que saem dos vales e das montanhas, terra de trigo e cevada, de vides, figueiras e romeiras, terra em que se come o pão sem escassez, e nada falta nela, terra cujas pedras são ferro e de cujos montes cava-se cobre. Comemos e nos fartemos na terra boa que o Senhor nos deu.

Canaã é um símbolo das riquezas insondáveis de Cristo. As águas em abundância nos falam do refrigério do Senhor, o trigo e a cevada nos falam do “Pão que desceu do céu” para nosso alimento e as vides e as figueiras nos falam da satisfação plena que o Senhor tem para nós. Há também a riqueza do ferro e do cobre, Deus não nos tem chamado para a pobreza e miséria, mas para a fartura e a abundância.

Os dez espias, em vez de olharem para a herança que Deus estava lhes concedendo, olharam para o inimigo e para si próprios. Eles viram a si mesmos como desprezíveis diante dos gigantes. O texto diz: “Vimos gigantes ali e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos, e assim também o éramos aos seus olhos”. Quem disse que os inimigos os viam como gafanhotos? Em sua incredulidade, deram lugar às mentiras do diabo.

O grande problema de alguns do povo de Deus é não saber quem são em Cristo. Se eu não sei quem sou, facilmente cederei às ameaças do inimigo; mas, se eu conheço a minha força, as minhas armas, o poder que está em mim, eu me encho de coragem e destruo meus inimigos. Nós somos o que falamos e como nos vemos; se nos vemos fracos, somos fracos; se nos vemos como gafanhotos, eis no que nos tornamos. Os espias olharam para si mesmos, não para o que Deus é e para o que eram em Deus. O seu relatório desonrou ao Senhor.

Devemos ser como Josué e Calebe, que tiveram palavras de Fé, conclamando o povo para que subisse e conquistasse a terra. Se lermos toda a história, veremos que Calebe entrou em Canaã, derrotou os enaquins e tomou posse da terra. O Livro de Josué, 15-14, nos conta que Calebe viu os gigantes, mas não os temeu. Também nós, quando nos deparamos com as dificuldades, não devemos temer, mas fixar os olhos nas promessas de Deus e no Seu poder sobre nós.

Vejamos algumas atitudes que trouxeram derrota ao povo

 1. Olharam para si mesmos. Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. (Nm 13.31)

Quem havia dito ao povo que eles teriam de vencer o inimigo pela sua própria força? O inimigo pode ser mais forte do que nós, mas maior é Aquele que está em nós. Se é na força do Senhor que lutaremos, não importa se o adversário é maior e mais numeroso que nós.

 2. Foram incrédulos. E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. (Nm 13.32)

Por essa passagem podemos ver que o grande problema daqueles que permanecem no deserto é que eles duvidam da Palavra de Deus. Deus diz que eles são fortes, mas eles insistem em olhar para suas fraquezas. Deus diz que Cristo já levou as suas enfermidades, mas eles insistem em olhar para as doenças. Deus diz que eles já foram libertos do pecado, mas eles permitem que o pecado os domine. Deus havia dito que daria a eles a terra que mana leite e mel, mas eles duvidaram da fidelidade de Deus.

O incrédulo olha para o problema e não para Deus. Todo aquele que anda na carne é introspectivo, olha demais para si mesmo. Fixar os olhos em si mesmo, gerará uma de duas atitudes: auto-piedade ou auto-condenação. Ambas são expressões da incredulidade e procedem do diabo. Devemos olhar para o que Deus é, o que Deus tem e o que Ele faz em nós e por meio de nós.

 3. Confessaram a derrota

O terceiro problema foi a confissão errada. Em nossas línguas está o poder da vida e o poder da morte, já diz o texto bíblico (Pv 18.21). O que falamos é o que possuímos. Se confessamos derrota, colhemos derrota, pois palavras são sementes. Palavras faladas são semente plantadas e palavras repetidas são sementes regadas.

Devemos aprender a confessar somente o que Deus diz que somos. Deus diz que eu posso todas as coisas nEle. Ele diz que eu sou filho, sou soldado e sou valente. Somente confesse o que Deus diz que você é, que você tem e que você faz. Qualquer confissão fora da Palavra certamente gerará morte.

Hoje é o dia de você decidir ver o mundo com os olhos da fé, de parar de olhar para as circunstâncias da vida e crer nas verdades da Palavra de Deus. Decida, pela fé, entrar na posse da herança que Jesus conquistou na cruz para cada área de sua vida e assim cresça, frutifique, multiplique e prospere.

Prática: orem pedindo a Deus perdão pelos momentos de incredulidade, pelas palavras de duvidas e de derrotas, anule-as e profetizem palavras de vida!

Amamos vocês!

Apóstolos Eliezer e Zenita

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